Postos terão presença de diferentes forças policiais, diz ministro Flávio Dino
Flávio Dino (Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil)
Agência Brasil – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, afirmou que o novo plano de segurança para a Amazônia pretende criar 34 novas bases fluviais e terrestre com presença constante de foras policiais federais e estaduais. A ideia é usar recursos do Fundo Amazônia para custear a construção desses postos de controle.
"Estamos propondo 34 novas bases, fluviais ou terrestres, dependendo da realidade de cada estado. Em cada base, teremos atuação da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional e as polícias estaduais. E, quando for o caso, das Forças Armadas, sobretudo na faixa de fronteira", afirmou o ministro em entrevista ao programa A Voz do Brasil, na noite desta terça-feira (11). As diretrizes do plano foram elaboradas com a participação dos governos de todos os estados da Amazônia.
Na semana passada, Dino se reuniu, em Brasília, com embaixadores e demais representantes de 23 países da União Europeia para apresentar o programa, batizado de Plano Amazônia: Segurança e Soberania, além de ações realizadas pela Polícia Federal no primeiro semestre do ano, sobretudo aquelas em cooperação com a Agência da União Europeia para a Cooperação Policial (Europol).
"O que se passa na Amazônia brasileira é de interesse nacional e mundial", observou Dino, ao comentar sobre a reunião com representantes estrangeiros. A ampliação da presença das forças de segurança no bioma amazônico, segundo ele, também vai melhorar a segurança pública no resto do país, já que a região tem sido usada como plataforma para o crime organizado em crimes como tráfico internacional de droga, garimpo ilegal, extração ilegal de madeira, pesca predatória, entre outros.
Pontos do plano de segurança, que já haviam sido anunciados pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, incluem a ampliação e modernização dos meios navais que patrulham os rios da Amazônia, a modernização da rede de Capitanias, delegacias e agências da autoridade marítima, suporte dos pelotões da fronteira, aumento de operações na Amazônia, aquisição e modernização de sistemas aeroespaciais e de equipamentos logísticos para as Forças Armadas.
O plano prevê também aparelhamento e modernização de meios e infraestrutura dos órgãos de segurança pública que atuam na Amazônia Legal, a implantação do Centro de Cooperação Policial Internacional, com sede em Manaus, para a proteção da Amazônia, e de centros integrados de comando e controle, com ênfase em inteligência integrada.
Senadora Eliziane Gama (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
Jair Bolsonaro e Mauro Cid (Foto: Alan Santos/PR/Divulgação)
Walter Delgatti, Carla Zambelli e Alexandre de Moraes (Foto: Reprodução/Twitter | LR Moreira/Secom/TSE)
Carla Zambelli e Alexandre de Moraes (Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados | Carlos Moura/SCO/STF)

CPMI dos Atos Golpistas e Mauro Cid (Foto: Agência Senado | Alan Santos/PR)
Eduardo Bolsonaro 
Presidentes Volodymyr Zelensky (da Ucrânia, à esq.), Joe Biden (dos EUA) e uma bomba de fragmentação (Foto: Reuters / Kevin Lamarque- Reuters / Oleg Solvang - Human Rights Watch)
Carla Zambelli (Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados)
Lula e desmatamento na Amazônia (Foto: REUTERS)
Mauro Cid (Foto: Isac Nóbrega/PR)
Anatoly Antonov (Foto: Anton Novoderezhkin/TASS)
Vladimir Putin, guerra na Ucrânia, Planeta e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), liderada pelos EUA (Foto: Reuters)
Gilmar Mendes e Jair Bolsonaro (Foto: Nelson Jr./SCO/STF | REUTERS/Adriano Machado)
Mao Ning, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China (Foto: REUTERS/Thomas Peter)
(Foto: Cristina Índio do Brasil/Agência Brasil)
(Foto: Reuters/Diego Vara)
Lula e Esplanada dos Ministérios (Foto: Reuters/Rodrigo Antunes | Marcos Oliveira/Agência Senado)
Glenn Greenwald e Julian Assange (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado | HANNAH MCKAY/REUTERS)
Gleisi Hoffmann e o reitor Luiz Carlos Cancellier (Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados | Pipo Quint/Agecom/UFSC)

Tony Garcia volta ao local onde grampeou Moro (Foto: Eduardo Matysiak)
Moro avisou a imprensa para humilhar Tony: pressão para ele colaborar(Photo: Reprodução)Reprodução
Tarcísio de Freitas e Jair Bolsonaro (Foto: Alan Santos/PR)
Bruno Dantas e Deltan Dallagnol (Foto: TCU | ABr)
TSE e Jair Bolsonaro (Foto: ABr | Reprodução)
Deltan Dallagnol e Dias Toffoli (Foto: Abr)
Jorge Naime (Foto: Lula Marques - Agência Brasil)