segunda-feira, 26 de março de 2018

China 'desbrava' África desafiando EUA?


Inauguração da base da China em Djibuti, no leste da África, no dia 1° de agosto de 2017

© AFP 2018/ STR

Opinião

11:57 26.03.2018(atualizado 12:23 26.03.2018) URL curta

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Chefe do Comitê de Inteligência da Câmara dos Representantes do Congresso norte-americano, Devin Nunes, declarou que o comitê planeja realizar uma investigação quanto ao reforço do potencial econômico e militar da China na África.

Nunes, citado pelo canal FoxBusiness, opinou que a China pretende investir nos portos e infraestruturas em todo o mundo não apenas para aumentar seu potencial militar, mas também para poder controlar e manipular os governos de países em que investe.

Sydney, a cidade mais populosa de toda a Austrália

CC BY 2.0 / Phil Whitehouse / Australia Day

Austrália está no meio de disputa comercial entre China e EUA

A China anunciou o início da construção de uma base militar em Djibuti em fevereiro de 2016. A cerimônia de inauguração decorreu em 1º de agosto do ano passado. As autoridades chinesas não revelam a quantidade dos efetivos que tencionam lá instalar, mas segundo algumas informações se trataria de cerca de 10.000 militares. Wu Qian, representante do Ministério da Defesa chinês, declarou que a base será usada principalmente para missões de patrulhamento, operações humanitárias, descanso e reabastecimento dos efetivos que participam das operações no golfo de Áden e perto da Somália.

Vladimir Terekhov, especialista em assuntos da região Ásia-Pacífico, destacou para o serviço russo da Rádio Sputnik que Pequim ajuda os países africanos a resolver seus problemas, enquanto os norte-americanos não tem pressa em fazer isso.

Analista frisou que faz tempo que China está "desbravando" o continente africano e que para o gigante asiático a África é um território muito importante e prospectivo.

"Já cinco anos atrás ficou bem claro que a China é o principal parceiro comercial dos países africanos e investidor nos seus projetos. A China ajuda os africanos a resolverem seus graves problemas econômicos que fazem fugir suas populações para outros países, inclusive para a Europa", explicou.

Presidente da Comissão da União Africana Moussa Faki Mahamat, à esquerda, posa ao lado do ministro chinês das Relações Exteriores, Wang Wi, à direita. Encontro aconteceu em Pequim, no dia 8 de fevereiro de 2018.

© AP Photo/ Greg Baker

Como China e Estados Unidos disputam influência na África

A China é o líder evidente no comércio com os países africanos e planeja duplicar o volume do comércio durante os próximos dez anos e investir em aproximadamente 3.000 projetos de infraestrutura, destacou Terekhov.

"Mas o componente comercial é reforçado pelo militar. A China está aumentando sua presença no oceano Índico e criando bases de apoio para a sua Marinha. Assim, a China está desbravando metodicamente o continente africano. Claro que para o gendarme mundial, para os EUA, isto representa um desafio", disse o analista.

No entanto, segundo continuou, os americanos não parecem ter pressa em oferecer algo em troca aos países africanos. Como lembrou Terekhov, o AFRICOM, Comando das Forças Armadas dos EUA na África, existe já há dez anos e esta organização não tem dado nenhuns frutos.

"É a China quem ajuda os africanos a resolver os problemas, não dá para entender o que os EUA podem contrapor. Os EUA são como o gendarme que passeia perto do mercado, que tem uma vida própria, a qual não está ligada àquele que tem a arma", resumiu Vladimir Terekhov.

Fonte: https://br.sputniknews.com/opiniao/2018032610830563-eua-investigacao-china-africa/

'Baleias' russas capazes de afundar porta-aviões


O porta-aviões russo Admiral Kuznetsov


© Sputnik/ Oleg Lastochkin

Defesa

05:32 26.03.2018(atualizado 05:45 26.03.2018) URL curta

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O torpedo russo 65-76A Kit (Baleia, em português) é um projétil subaquático de 650 milímetros, o mais potente da Rússia. Uma vez lançado a partir de um submarino, o torpedo é capaz de afundar um porta-aviões, segundo declarou um representante da empresa produtora.

Gleb Tikhonov, engenheiro da empresa construtora Gidropribor, sublinhou que o torpedo não possui análogos.

"O torpedo 65-76 não tem análogos no mundo, possuindo caraterísticas únicas quanto à velocidade, alcance e capacidade de carga de explosivos. Um torpedo destes é capaz de afundar um porta-aviões", disse o engenheiro ao canal Zvezda.

Submarino nuclear russo do projeto Yasen-M

© Foto: Sevmash

Principal força de ataque: Marinha russa aposta em frota de submarinos nucleares

Em particular, o alcance do torpedo é de cerca de 100 quilômetros, o que representa um indicador significativamente maior que o de outros projéteis de produção ocidental. Além disso, o torpedo russo supera os projéteis ocidentais quanto ao calibre.

Este torpedo antinavio térmico de longo alcance foi elaborado em meados dos anos 80 e incorporado nas Forças Armadas em 1991. A arma mede mais de 11 metros de comprimento, atingindo uma velocidade de 92 quilômetros por hora debaixo de água.

Fonte: https://br.sputniknews.com/defesa/2018032610826560-torpedo-baleia-russa-afundar-porta-avioes/

China anuncia exercícios militares de larga escala no Pacífico Ocidental


Dois jatos SU-30 chineneses prestes a realizar uma patrulha sobre o mar do sul da China.


© AP Photo/ Jin Danhua/Xinhua

Ásia e Oceania

02:21 25.03.2018URL curta

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A Força Aérea do Exército Popular de Libertação da China realizará exercícios militares em grande escala na parte oeste do Oceano Pacífico em um futuro próximo, disse o porta-voz da Força Aérea, Shen Jinke, neste domingo (25).

"Em um futuro próximo, a Força Aérea enviará diferentes aviões de combate, incluindo Xian H-6 [bombardeiros] e Su-30 [combatentes], que sobrevoarão o Estreito de Miyako e iniciarão exercícios militares conjuntos na parte oeste do país do Oceano Pacífico", disse Shen em um comunicado divulgado pelo Ministério da Defesa da China.

China está equipando seus desróiers com mísseis antinavio que poderá ser um desafio sério para defesa naval dos EUA

© AP Photo/ Pu Haiyang

China anuncia treinamentos de combate rumo à vitória

O porta-voz disse que a aeronave também sobrevoaria as ações de patrulhamento de treinamento no Mar da China Meridional, acrescentando que as manobras seriam um passo prático para melhorar as capacidades da Força Aérea.

Segundo Shen, a Força Aérea Chinesa protegerá a soberania nacional e a segurança, além de garantir o desenvolvimento pacífico do país.

Na sexta-feira (23), a mídia informou que a Marinha chinesa realizaria exercícios no Mar da China Meridional, acrescentando que os exercícios militares não são voltados a ações contra outros países.

Fonte: https://br.sputniknews.com/asia_oceania/2018032510818636-china-exercicios-militares-pacifico-ocidental/

domingo, 25 de março de 2018

Batalha pelo espaço: como URSS ganhou 'guerras nas estrelas' aos EUA

Lançamento de um foguete norte-americano (imagem referencial)


© NASA. Mike Deep

Opinião

09:40 25.03.2018(atualizado 09:56 25.03.2018) URL curta

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Há 35 anos, os Estados Unidos iniciaram sua Iniciativa Estratégica de Defesa (SDI, na sigla em inglês, conhecida também como Star Wars ou Guerra nas Estrelas). Analista da Sputnik, Vadim Saranov, conta o que estava por trás da campanha norte-americana e quem saiu vencedor.

Perspectivas duvidosas

Em março de 1983, o então presidente dos EUA, Ronald Reagan, anunciou a criação de um sistema de defesa antimíssil com elementos baseados no espaço. O projeto foi acompanhado por uma poderosa campanha de propaganda. Os principais canais de TV do mundo mostravam fantásticos vídeos animados em que os satélites de combate dos EUA derrubavam mísseis balísticos soviéticos com raios laser e outras armas incríveis.

Satélite dos EUA

CC BY 2.0 / Força Aérea dos EUA

EUA querem criar forças espaciais seguindo exemplo da Rússia, diz analista

Os representantes do Pentágono e da indústria de defesa norte-americana reiteraram por unanimidade que a SDI era uma defesa garantida contra o suposto ataque termonuclear dos soviéticos.

Os principais meios de destruição deveriam ser lasers de raios X gerados por explosões nucleares. De acordo com a ideia dos engenheiros, na hora H, interceptores especiais seriam lançados desde submarinos e explodiriam no espaço. A energia de explosões nucleares, transformada em poderosa radiação direcional queimariam literalmente os blocos de combate dos mísseis atacantes. Para garantir que todos os alvos fossem alcançados, em terra também estava planejado colocar potentes dispositivos laser.

Canhão laser orbital

Darth Vader e Storm Trooper durante hino nacional antes do jogo de basquete NBA entre LA Clippers e Dallas Mavericks, em Dallas, 2 de dezembro de 2017

© AP Photo/ LM Otero

Donald Trump é zoado na Internet por querer dominar espaço com 'Força Espacial' (FOTOS)

Apesar do projeto norte-americano soar como pura fantasia, na União Soviética o programa foi tomado a sério. Uma comissão encabeçada pelo acadêmico Yevgeny Velikov foi criada para avaliar as perspectivas da SDI. No entanto, após estudar o tema detalhadamente, os especialistas chegaram a uma conclusão inequívoca: os norte-americanos não tinham naquele momento nem possibilidades econômicas nem técnicas para realizar estes planos.

"A SDI se baseava em um trabalho de investigação arriscado com um resultado desconhecido, mas na realidade nada foi construído. Cálculos e experimentos realmente foram realizados, mas as afirmações que os Estados Unidos estavam a ponto de obter esses sistemas, eram, com certeza, um blefe", explicou à Sputnik o especialista militar Viktor Murakhovsky.

Alguns acreditam, porém, que a URSS tenha caído no blefe estadunidense e começou a investir na militarização do espaço exterior, o que agravou a situação econômica já difícil do país.

O elemento mais caro da "SDI soviética" foi o Skif, uma plataforma de armas espaciais. O dispositivo, com um laser de dióxido de carbono, era destinado a combater os satélites norte-americanos. Em maio de 1987, o modelo dinâmico do Skif foi enviado ao espaço. No entanto, o aparelho teve problemas e colapsou no oceano Pacífico.

Muitos especialistas afirmam, porém, que o Skif soviético não estava diretamente relacionado com o programa estadunidense.

Satélite da Marinha americana é lançado de Cabo Canaveral, na Flórida

© AP Photo/ John Raoux

Trump se atrasou com criação do polêmico projeto de 'guerra nas estrelas'?

"Os projetos de sistemas de mísseis soviéticos no espaço não estavam de maneira nenhuma relacionados com este programa. Começamos a desenvolver sistemas laser e cinéticos antes do lançamento da SDI", afirmou Murakhovsky.

Mesmo assim, a "guerra nas estrelas" de Reagan deu vida a alguns projetos de perspectiva soviéticos. Em agosto de 1983, iniciou-se a modernização do sistema de mísseis estratégicos R-36M Voevoda (na classificação ocidental — Satã). A versão atualizada do míssil R-36M2 contava com proteção adicional contra armas a raios laser, armas cinéticas e outros meios para superar o sistema de defesa antimíssil dos EUA no futuro.

Nova corrida espacial?

"Nossa resposta foi bastante poderosa e forte", opinou o coronel-general Leonid Ivashov, presidente da Academia de Estudos Geopolíticos da Rússia.

Segundo o militar, a URSS deu um impulso ao desenvolvimento das novas tecnologias no sistema de defesa aérea e de defesa espacial, fortalecendo as capacidades do Voevoda.

"Os norte-americanos esperavam deixar-nos para trás, mas quando viram que a URSS os superava em mais de 50 tecnologias, foram obrigados a suspender o programa", sublinhou.

Uma concepção do Sistema de Lançamento Espacial da NASA (imagem referencial)

© NASA.

Trump ameaça mundo com criação de força espacial

Recentemente, o presidente estadunidense, Donald Trump, anunciou de novo os planos para criar tropas espaciais norte-americanas. Ivashov acredita que os EUA estão transferindo seus esforços militares ao espaço exterior apenas porque a Rússia e a China estão na frente nesta área.

"Talvez eles queiram fazer mais um avanço tecnológico. Seja como for, não devemos segui-los agora, devemos atuar de maneira diferente: oferecer uma ampla cooperação internacional em investigação espacial e colocar a questão da desmilitarização do espaço exterior", apontou o especialista.

A Rússia apelou repetidamente à desmilitarização do espaço exterior. Em setembro de 2017, foi apresentado o projeto russo-chinês atualizado sobre a prevenção da instalação de armas no espaço. Os países ocidentais, por sua parte, não apoiaram o projeto.

Fonte: https://br.sputniknews.com/opiniao/2018032510820939-batalha-espaco-guerra-estrelas-eua-urss/

Cara de pau de uns, boa vontade de outros


Charges

11:22 22.03.2018(atualizado 11:28 22.03.2018) URL curta

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Em 2002, os Estados Unidos abandonaram o Tratado sobre Mísseis Antibalísticos (Tratado ABM), firmado em 1972 com a URSS. Com a decisão, Washington pôs em risco a estabilidade e a segurança internacionais, declarou o porta-voz do Kremlin.

Cara de pau de uns, boa vontade de outros

Segundo disse Dmitry Peskov em entrevista ao canal RT, a saída dos EUA do Tratado ABM ameaça o sistema de dissuasão nuclear mútua que é um dos pilares da estabilidade mundial.

Peskov sublinhou que a Rússia propôs repetidamente concessões mútuas e cooperação para assegurar a segurança internacional, mas nunca recebeu resposta.

"A Rússia não tinha outra saída senão mostrar que, independentemente das condições e apesar dos esforços constantes de nossos colegas ocidentais de criarem 'escudo antimíssil', será capaz de garantir o sistema de dissuasão nuclear mútua", afirmou o porta-voz.

Fonte: https://br.sputniknews.com/charges/2018032210800943-eua-russia-tratado-abm/

sexta-feira, 23 de março de 2018

China está pronta para lidar com o dólar com um golpe de morte


    Birch Gold Group

    Se você deixar sua porta de vidro aberta, você pode deixar entrar um gato, um guaxinim ou um inseto sem saber.

    Alguns intrusos são piores que outros. Tudo pode ser chato. Mas deixe entrar um ladrão, que rouba sua casa ... e só leva um tempo para mudar sua vida para sempre.

    Os EUA essencialmente deixaram sua "porta de vidro deslizante" aberta, e em 26 de março a China está prestes a se tornar a intrusa que pode muito bem causar um golpe mortal ao dólar.

    China prepara golpe de morte para o dólar

    Em 26 de março, a China finalmente lançará um contrato futuro de petróleo dominado pelo yuan. Durante a última década, houve várias “falsas partidas”, mas desta vez o contrato foi aprovado pelo Conselho de Estado da China.

    Com essa aprovação, o “petroyuan” se tornará real e a China decidirá desafiar o “petrodólar” pelo domínio. Adam Levinson, sócio-gerente e diretor de investimentos da gestora de fundos de hedge Graticule Asset Management Ásia (GAMA), já alertou no ano passado que a China lançando um contrato futuro de petróleo denominado em yuan chocará os investidores que não prestaram atenção.

    Isso poderia ser um golpe mortal para um dólar americano já enfraquecido e a ascensão do yuan como a moeda mundial dominante.

    Mas isso não é apenas uma “moda passageira” lenta e noticiosa que irá fracassar em poucos dias.


    Um aviso para os investidores desde 2015

    Em 2015, o primeiro de um número de greves contra o petrodólar foi negociado pela China. A Gazprom Neft, o terceiro maior produtor de petróleo da Rússia, decidiu se afastar do dólar em direção ao yuan e a outras moedas asiáticas.

    O Irã seguiu o exemplo no mesmo ano, usando o yuan com uma série de outras moedas estrangeiras no comércio, incluindo o petróleo iraniano.

    Durante o mesmo ano, a China também desenvolveu sua Rota da Seda, enquanto o yuan começava a estabelecer mais domínio nos mercados europeus.

    Mas o petrodólar dos EUA ainda tinha uma chance de lutar em 2015 porque as importações de petróleo da China estavam em todo lugar. Naquela época, Nick Cunningham da OilPrice.com escreveu…

    Apesar de responder por grande parte do crescimento mundial da demanda no século 21, as importações de petróleo da China estão em todo o mapa nos últimos meses. Em abril, a China importou 7,4 milhões de barris por dia, um recorde e o suficiente para torná-lo o maior importador de petróleo do mundo. Mas um mês depois, as importações despencaram para apenas 5,5 milhões de barris por dia.

    Esse problema já foi embora, sinalizando a ascensão da China ao domínio do petróleo ...

    O declive escorregadio para o Petroyuan começa aqui

    O petrodólar é apoiado por títulos do Tesouro, portanto, pode ajudar a impulsionar os gastos deficitários dos EUA. Tire isso, e os EUA estão em apuros.

    Parece que a hora chegou ...

    Um golpe mortal que começou em 2015 voltou a ocorrer em 2017, quando a China se tornou o maior consumidor mundial de petróleo importado…

    Petroyuan graph

    Agora que a China é o principal consumidor de petróleo do mundo, Pequim pode exercer alguma influência real sobre a Arábia Saudita para pagar o petróleo bruto em yuan. Suspeita-se que isso seja o que está motivando as autoridades chinesas a fazer um esforço completo para renegociar seu acordo comercial.

    Tão rápido para agora, eo golpe final para o petrodólar poderia acontecer a partir de 26 de março. Nós sugerimos essa possibilidade em setembro de 2017 ...

    Com os principais exportadores de petróleo finalmente tendo uma maneira viável de contornar o sistema de petrodólares, a economia dos EUA poderá em breve encontrar águas severamente problemáticas.

    Em primeiro lugar, o valor do dólar depende maciçamente de seu uso como veículo de comércio de petróleo. Quando isso acabar, provavelmente veremos um declínio forte e constante no valor do dólar.

    Uma vez que os mercados de petróleo estão em crise, o yuan tem a oportunidade de se tornar a moeda mundial dominante em geral. Isso enfraquecerá ainda mais o dólar.

    Queda do Petrodólar pode ser um elevador para o ouro

    Entre todos os problemas que o dólar enfrenta, há boas notícias também. Os EUA podem ter abandonado o padrão ouro nos anos 70, mas com o ouro retornando às manchetes mundiais ... poderíamos ver um ressurgimento.

    Pela primeira vez desde que nossa nação abandonou o padrão-ouro décadas atrás, o ouro físico está sendo reintroduzido no sistema monetário global de uma maneira importante. Só isso é uma boa notícia para os donos de ouro.

    A reintrodução do ouro na economia global pode resultar em um aumento notável nos preços do ouro. É seguro assumir que os exportadores estão mais propensos a escolher um instrumento financeiro apoiado em ouro sobre um instrumento criado a partir do nada em qualquer dia da semana.

    Logo depois, pudemos ver mais e mais nações a saltar no bandwagon, resultando em um aumento substancial nos preços do ouro.

    Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com.br/

    Rússia emite alerta aterrorizante de “Mercúrio retrógrado”, diz ataque à América iminente


    Um novo relatório do Conselho de Segurança (SC)  afirma que durante a conferência de guerra realizada entre o chefe do Estado-Maior general russo Valery Gerasimov e o chefe do Estado-Maior Conjunto Joseph Dunford, os americanos foram informados que se atacarem a Síria, as forças militares russas responderão instantaneamente mirando aviões e navios de guerra americanos - constituindo assim o que é em essência o temido "Mercury Retrograde" que o mais secreto ramo do Serviço de Segurança Federal (FSB) documentou causaria o surto de Terceira Guerra Mundial - e isso começa com este pôr-do-sol à noite. [Nota: Algumas palavras e / ou frases que aparecem entre aspas neste relatório são aproximações em inglês de palavras / frases em russo que não possuem uma correspondência exata.]

    De acordo com este relatório, virtualmente desconhecido no Ocidente é o fato de que desde o início do século 20, todas as principais potências mundiais estabeleceram “forças astrais” - cujas operações permanecem em vigor hoje com uma das unidades mais secretas de segurança do Estado da Rússia. A FSB “unidade de inteligência astral” liderada pelo major-general Boris Ratnikov - e que, em sua única entrevista pública, em 2006, revelou seus segredos declarando [inglês]:

    Não há nada de paradoxal no fato de que havia tal assunto no campo de visão das agências de segurança, não. Desde os tempos antigos, a humanidade tem se interessado pelo que a consciência é sobre si mesma. Strongers (governantes) deste mundo usaram uma variedade de tecnologias para influenciar a psique.

    No século XX, a prática mágica dos antigos sacerdotes atingiu o nível científico de pesquisa, que imediatamente se viu no campo de visão dos serviços especiais.

    Foi dada especial atenção a este problema na Grã-Bretanha, na Alemanha e na União Soviética. Em nosso país, por exemplo, quase todas as pessoas com poderes sobrenaturais eram controladas pelas autoridades do GB (inteligência militar).

    Você não pode nem imaginar o que uma guerra de cérebros desenvolveu neste campo na primeira metade do século passado. Não vou exagerar se disser que algumas vezes houve batalhas “astrais” reais.

    E tudo isso foi classificado e camuflado, provavelmente nada menos que um projeto nuclear.

    Um dos mais bem-sucedidos “batalhas astrais” praticado por esta “unidade astral inteligência” altamente secreto FSB, detalhado neste relatório, era contra o regime Clinton demoníaca na década de 1990, cujos então primeira-dama, Hillary Clinton, “comunhão com os mortos” -e cujos americano “forças astrais” foram “psiquicamente programação” o presidente Boris Yeltsin em ceder o controle das Ilhas Curilas ao Japão e à China, mas cuja “batalha astral” foi perdido, como revelado pelo major-general Boris Ratnikov que afirmou [Inglês]:

    Interrompemos a primeira visita de Yeltsin ao Japão. Deveria ter ocorrido em 1992.

    Como aprendemos, o presidente foi intensamente “programado” para abandonar várias Ilhas do Japão. Mas este foi apenas o primeiro passo em uma combinação de forças que reivindicam a hegemonia global.

    E depois da transferência das ilhas do Japão, a China, que também estava programada, teve que começar a exigir ativamente o retorno de territórios disputados, o que já era suficiente.

    O caso poderia ter chegado a um conflito armado. E imediatamente no mundo se levantaria uma onda de protesto contra a expansão da República Popular da China.

    A Rússia, provocada pela comunidade mundial, poderia então declarar guerra à China.

    O presidente russo Boris Yeltsin (à esquerda) caiu sob o “controle astral” demoníaco americano no início dos anos 90


    Com a “unidade de inteligência astral” do FSB evitando uma guerra Rússia-China, da qual somente os americanos teriam se beneficiado, este relatório continua, o major-general Boris Ratnikovthen procurou impedir que tais “batalhas astrais” voltassem a acontecer - e isso levou a seu encontro com um dos principais agentes da "unidade de inteligência astral" da CIA, mas cujo confronto terminou em fracasso [em inglês]:

    No início dos anos noventa, tive uma reunião com um funcionário específico da CIA. Nós o aceitamos bem, como resultado, o americano disse que, para os Estados Unidos, não há segredo de nossos transportadores de mísseis submarinos nucleares.

    É como se os médiuns especialmente treinados estivessem conduzindo todos os nossos submarinos nucleares, “observando” as ações da tripulação e o estado das armas estratégicas.

    Ao mesmo tempo, ele nos mostrou evidências que, paradoxalmente, realmente confirmaram a correção de suas palavras.

    Então nós dissemos a ele que a “translucidez” dos submarinos nucleares é impressionante, mas podemos seguramente “andar pelos cérebros” do presidente dos Estados Unidos e seus associados mais próximos.

    Então eles lhe deram informações, que apenas a primeira pessoa no estado poderia realmente saber.

    Este funcionário da CIA entrou em contato com seus superiores e disse: “por que precisamos esconder algo um do outro? Entramos em uma sociedade aberta, vamos ser amigos e trocar informações ”.

    Nós concordamos, mas depois disso todos os contatos no campo de serviços de segurança americanos psicotrônicos conosco pararam.

    Embora todas as comunicações da "unidade de inteligência astral" entre a Rússia e os Estados Unidos tenham terminado há mais de um quarto de século, este relatório observa que a pesquisa científica "astral" do FSB não apenas continuou, mas expandiu para as descobertas "astrológicas horárias" dos mais célebres. astrólogo do século XVII chamado William Lilly - cuja publicação de 1647 da "Astrologia Cristã" é considerada uma das mais importantes obras seminais da astrologia ocidental já escritas.

    Não sendo permitido ser estudado sob o domínio soviético pelos comunistas anticristãos, este relatório detalha, uma vez que o Presidente Putin criou o “Triunfo do Cristianismo” na Rússia, a “unidade de inteligência astral” do FSB estava livre para pesquisar as descobertas de William Lily sobre “horary”. astrologia ”- é um antigo ramo da astrologia horoscópica em que um astrólogo tenta responder a uma pergunta construindo um horóscopo para o momento exato em que a pergunta foi recebida e compreendida pelo astrólogo.

    Um dos adeptos mais fortes dos dias modernos à "astrologia horária", continua o relatório, foi a primeira-dama Nancy Reagan, que se voltou para este antigo ramo da astrologia horoscópica após a tentativa de assassinato do marido Ronald Reagan em 30 de março de 1981. - mas o Presidente Reagan conseguiu sobreviver, pois a tentativa de sua vida veio logo após o “Mercúrio Retrógrado” de 8 de fevereiro a 2 de março de 1981, e não durante o mesmo

    A primeira-dama Nancy Reagan protegeu seu marido, o presidente Ronald Reagan, com a “astrologia horária” planejando seu dia e eventos para participar



    O que é crítico notar sobre a “astrologia horária” e o “Mercúrio Retrógrado”, explica o relatório, são os numerosos eventos catastróficos históricos que ocorreram durante este período de tempo - e com isso ocorrendo agora no signo de fogo “deus da guerra”. semanas o mais perigoso que nosso mundo experimentou em décadas - mas também poderia fornecer novas oportunidades para a paz.

    A “unidade de inteligência astral” do FSB declarando que a Terceira Guerra Mundial pode estourar durante o atual período de “Mercúrio Retrógrado”, que começa no pôr-do-sol hoje, diz o relatório, é devido à “caminhada cerebral” da Casa Branca do Presidente Trump mostrando que é “ extremamente instável ”devido ao colapso do mercado acionário americano e ao caos que surgiu na equipe jurídica de Trump, que está lidando com a suposta charada do conluio russo - e ao mesmo tempo confirmou que as Forças Especiais dos EUA entregaram 20 toneladas de cloro aos terroristas da Al Qaeda na Síria para executar um ataque de “bandeira falsa” com o propósito de culpar Damasco e Moscou.

    Com os EUA sendo confirmados para reconverter os terroristas do Estado Islâmico e rebranding-los como "forças democráticas" para realizar ataques químicos de "bandeira falsa" na Síria, este relatório continua, poucos dias atrás Ministro Lavrov disse aos americanos esta conspiração vil foi conhecido - com o General Gerasimov, o comandante geral das forças armadas da Rússia, seguindo em seguida advertindo:

    Moscou está pronta para responder se vidas dos militares russos estão ameaçadas, inclusive por ataques em Damasco. Há muitos conselheiros russos, representantes do Centro Russo para a Reconciliação de Lados Oponentes e militares [russos] em Damasco e nas instalações de defesa da Síria.

    Caso vidas de militares russos sejam postas em perigo, as Forças Armadas russas responderão com certa medida tanto aos “mísseis” quanto aos “lançadores” que estão entregando esses projéteis.

    Chefe do general russo Gerasimov emite alerta de guerra para os Estados Unidos

    Implícito na advertência do general Gerasimov aos Estados Unidos, este relatório diz que é importante notar que, ao contrário do “ataque simulado de 100 milhões de dólares” de abril passado (2017) em uma Syrianairbase vazia quando as forças russas se contentaram em destruir apenas 34 dos 59 cruzeiros Tomahawk mísseis dispararam contra ele - desta vez as mesmas forças russas vão retaliar os aviões americanos e os navios de guerra dos EUA lançando esses mísseis - e o sistema de guerra de rádio russo baseado em helicópteros Rychag-AV - que é capaz de proteger grandes áreas “Cegando” todos os aviões inimigos e mísseis em centenas de quilômetros - agora foi trazido para a Síria pela primeira vez para assegurar o sucesso - e cujo conflito o povo americano ainda está sendo informado da “Versão Disney” de.

    Quer saber a verdade sobre a guerra na Síria? Leia a "versão da faculdade" e, em seguida, o "Ph.D. Versão".

    Com o presidente francês Emmanuel Macron tendo acabado de emitir seu conselho a jornalistas estrangeiros para não ir à capital síria, Damasco, nos próximos dias e, para aqueles que já estão lá, deixar a capital imediatamente, concluem as "unidades de inteligência astral" do FSB. dada a advertência de “Mercúrio Retrógrado”, poderia muito bem ser tão terrível quanto parece - e cuja projeção final não é menos do que a eclosão da Terceira Guerra Mundial.

    WhatDoesItMean.Com.

    Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com.br/

    quinta-feira, 8 de março de 2018

    O que Putin e Xi descobriram na Antártica? ... A Terceira Guerra Mundial está em andamento?


    Como acompanhamento do meu artigo III  GM China e Rússia Ataque Iminente - Ataque Espacial - Parte I Eu lhe ofereço a Parte II na série. Esses artigos são projetados para esboçar e trazer à tona alguns dos pontos de ebulição que eu sinto que podem nos empurrar para a próxima guerra mundial se a diplomacia falhar.

    Estamos no limiar frio e gelado do que poderia ser a próxima Guerra Mundial. Depois de passar pela camada em cima da camada de teorias recentes em torno da nova atividade internacional na Antártida, você encontra uma realidade mais sombria e misteriosa; Imperialismo. O processo de aumentar o poder do seu país ao adicionar novos territórios para aumentar sua riqueza e recursos. Uma história contada ao longo da história. Para apontar seu interesse, foi afirmado de acordo com o DailyMail.com em seu artigo, a Rússia revela sua nova base militar do Ártico, habitando aviões de guerra prontos para armas nucleares e forças especiais com RENAS, pois busca reivindicar as enormes reservas de petróleo e gás da região

    "Ele vem como parte do maior impulso militar ártico da Rússia desde a queda da União Soviética e quando Moscou se move para reivindicar as enormes reservas de petróleo e gás da região - acredite em valer tanto quanto £ 23 trilhões".

    "O Ártico, estima a estimativa do Geological Survey dos Estados Unidos, detém reservas de petróleo e gás equivalentes a 412 bilhões de barris de petróleo, cerca de 22% do petróleo e gás não descoberto no mundo ..."

    Se você ler os milhares de artigos na web sobre o assunto, você verá tudo avistado de civilizações perdidas para anjos caídos para um campo de guerra nazista e estrangeiros trancados sob o gelo como os motivos de todas as visitas ao continente. Estas são grandes distrações de uma realidade mais sombria. A realidade de que o desbaste do gelo poderia estar expondo os segredos inestimáveis ​​e inexploradas da Antártica.

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    De acordo com a Newsweek em seu artigo ANTÁRTICO, ICE ESTÁ MELANDO PORQUE UM FENÔMENO NÃO VISTO POR 7.000 ANOS

    "Agora, possivelmente na primeira vez em 7.000 anos, um fenômeno conhecido como" upwelling "(o fluxo ascendente de águas oceânicas mais quentes para a superfície), provavelmente causou colapso recente da plataforma de gelo em todo o continente e o desbaste glacial associado com isso."

    Este desbaste de gelo, se fosse para continuar, tornará possível a mineração em áreas que nunca foi possível antes e abrirá novas rotas de viagem dentro e fora do continente. Com a capacidade potencial de mina, mova equipamentos mais pesados para o interior e, finalmente, acessem recursos no valor de trilhões de dólares, você rapidamente entenderá o impacto financeiro e o desejo de tantos países de acessar e controlar essa nova fronteira.

    2-130

    According to Antarctica: Mining, Minerals and Fuel Resources – AZoMining.com

    "Os recursos possíveis incluem prata, cobre, ouro, níquel, platina, minério de ferro, cromo, cobalto, molibdênio, zinco, chumbo de manganês, titânio, níquel e urânio. O carvão e os hidrocarbonetos foram localizados em quantidades mínimas não comerciais. Todos esses recursos ainda não foram explorados ".

    Então, o que está parado no caminho de ir para lá e puxar esses recursos do chão, você pode perguntar! Você deve começar por entender quem "tecnicamente" possui o território e o Tratado Internacional é governado por. Primeiro em uma lista de reivindicações de território; você verá que a Argentina, a Austrália, o Chile, a França, a Nova Zelândia, a Noruega e o Reino Unido reivindicam a maior parte do território. Mapa fornecido peloGoverno Australiano :

    Antartica Territory Claims Map

    Em seguida, você deve entender que o Continente é governado pelo Tratado Antártico, assinado em Washington em 1959. Os seguintes países são os que são considerados Partes Consultivas (tomada de decisão); O gráfico abaixo e as informações sobre o tratado podem ser encontradas em The Antarctic Treaty web-site:

    Antartic Treaty

    O tratado, em parte, afirma o seguinte:

    "... no interesse de toda a humanidade, a Antártica continuará para sempre para ser usada exclusivamente para fins pacíficos e não se tornará a cena ou objeto de discórdia internacional".

    Em parte do tratado pode ser encontrado "O Protocolo sobre Proteção Ambiental para o Tratado Antártico". Esta seção foi assinada em 1991 e entrou em vigor em 1998. Afirma:

    "... reserva natural, dedicada à paz e à ciência" (artigo 2º). O artigo 3 do Protocolo do Ambiente estabelece os princípios básicos aplicáveis ​​às atividades humanas na Antártica e o Artigo 7 proíbe todas as atividades relacionadas aos recursos minerais da Antártica, com exceção da pesquisa científica ... "

    Então, basicamente, temos um Tratado escrito para implementar um quadro para apoiar a liberdade pacífica de investigação científica que proíbe especificamente o uso não pacífico e / ou a mineração de recursos ... sério, e os países que reivindicam territórios estão inscritos e prontos para defender isso . Obviamente, com base nas informações que encontrei, não são e o Tratado está sendo arruinado, pisado e queimado. A Rússia, a China e os Estados Unidos estão buscando ativamente "interesses" na região? ... eles não poderiam construir uma base militar, eles poderiam ...? ... sim, eles certamente vão e fizeram!

    Assista este vídeo da CNN sobre o tema:

    Esse é um edifício bastante sério para um campo de mineração e muitas vezes você mina com aviões e soldados de guerra prontos para armas nucleares. Mas, é a Rússia, ninguém mais está realmente tocando com a idéia de que eles são? De acordo com Nick Whigham em seu artigo, devemos nos preocupar com um desafio à reivindicação territorial australiana na Antártica?

    "Um número crescente de vozes está alertando que a complacência da Austrália na Antártida poderia abrir a porta para a China reivindicar partes do continente gelado".

    "A Antártica é um continente rico em minerais e sustentando a suspeita é o fato de que a China é vista como uma nação com fome de recursos que precisa de combustíveis fósseis e minerais para alimentar sua economia em crescimento".

    Você pode perguntar o quão sério eles são; como eles são investidos? Para responder a esta pergunta ...

    "A China recentemente começou a trabalhar em sua quinta instalação de pesquisa na Antártica ...

    ... suscitam preocupações sobre o claro desejo da China de exercer maior controle na região, potencialmente a expensas da Austrália ".

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    Mais uma vez, a opção militar também levanta sua cabeça feia.

    "A China realizou atividades militares não declaradas na Antártida, está construindo um caso para uma reivindicação territorial, e está envolvida em exploração de minerais lá, ..."

    "... também apontando que o governo chinês declarou em documentos de política que se reserva o direito de fazer uma reivindicação na Antártida".

    Se isso não for suficiente para começar a juntar as partes do enigma do potencial para a nossa próxima Guerra Fria, então deixe-me fechar com isso ... de acordo com o Departamento de Estado dos EUA.

    Antártica "Os Estados Unidos têm fortes interesses diplomáticos na Antártica. Em particular, os Estados Unidos procuram promover o estatuto da Antártica como um continente reservado para a paz e a ciência de acordo com as disposições do Tratado Antártico de 1959. Os Estados Unidos desempenharam um papel importante na negociação deste Tratado, que foi assinado em Washington, e Participa ativamente em todos os aspectos do Sistema do Tratado Antártico. Atualmente, existem 53 Partes no Tratado, das quais 29 são Partes Consultivas que têm o direito de participar na tomada de decisões ".

    Podemos ser forçados a entrar em outro conflito e / ou ser um participante ativo para garantir os recursos inexplorados e ainda quantificados de outro continente internacional para o qual fomos um participante chave na criação de um Tratado para proteger e servir uma terra que não fazemos governar ... parece familiar ... isso é exatamente como os conflitos começam, precisamos prestar muita atenção aos movimentos de xadrez que virão.

    Devemos ficar acordados, estar conscientes, pensar com uma mente aberta e estar vigilantes na defesa de nossos direitos, nossas liberdades e nossa proteção da humanidade.

    Só nós

    Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com.br/

    Putin sobre a postura dos EUA


    Putin diz que "o sistema político dos EUA está se alimentando", explicando a preparação para a guerra nuclear

    Em um movimento que provavelmente provocará mais pedidos de colusão, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, ofereceu mais palavras de louvor para o presidente Trump na quarta-feira, mas acrescentou que ele estava muito desapontado com o sistema político dos EUA, dizendo que "está se alimentando". "

    Falando em uma entrevista com a televisão do estado russo, Putin esboçou Trump com louvor, descrevendo-o como um grande comunicador: "Eu não tenho desilusão em nada", disse Putin de acordo com a AP, quando perguntado sobre o presidente dos Estados Unidos. "Além disso, em um nível pessoal ele me causou uma boa impressão".

    Putin também elogiou Trump como um homem "equilibrado", que facilmente entra na essência de várias questões e escuta seu interlocutor. "É possível negociar com ele, procurar compromissos", acrescentou Putin.

    Os dois líderes se encontraram na margem de cúpulas internacionais no ano passado.

    O presidente russo também observou que ele passou algum tempo conversando com Melania Trump quando se sentou ao lado dela durante um jantar oficial na cúpula do G-20, em Hamburgo, na Alemanha, em julho. O líder russo disse que contou a ela e a esposa do primeiro ministro italiano "sobre a Sibéria e o Kamchatka, sobre a pesca ... sobre os ursos sobre o Kamchatka e os tigres no Extremo Oriente".

    "Eu fiz alguns exageros", disse o líder russo amante da ação com um sorriso. "Quando você fala sobre pesca, você não pode ajudar a exagerar".

    Perguntou brincando pelo entrevistador se ele estava tentando recrutar as mulheres, o veterano da KGB respondeu dizendo: "Não, deixei de lidar com isso há muito tempo". Ele acrescentou com um sorriso: "Mas gostei de fazer isso, foi meu trabalho por muitos anos".

    * * *

    Putin mudou o tópico e liberou sua frustração com o sistema político dos EUA dizendo que "demonstrou sua ineficiência e está se alimentando".

    "É bastante difícil interagir com esse sistema, porque é imprevisível", disse Putin.

    O russo espera uma distorção e melhores laços com Washington foram criticados pelas investigações em curso do Congresso e do FBI sobre alegações de colusão entre a campanha de Trump e a Rússia. Falando sobre as tensões amargas nas relações Rússia-Oeste, Putin disse que foram enraizados nos esforços ocidentais para conter e enfraquecer a Rússia.

    "Somos um grande poder, e ninguém gosta de competição", disse ele.

    Voltando a sua atenção para um tópico particularmente sensível, Putin disse que ficou consternado com o que ele descreveu como o papel dos EUA na expulsão do presidente russo da Ucrânia em fevereiro de 2014, em meio a protestos maciços.

    Putin acusou os Estados Unidos de terem pedido à Rússia que ajudasse a persuadir o então presidente Viktor Yanukovych a não usar a força contra os manifestantes e então "grosseiro e descaradamente" enganou a Rússia, patrocinando o que chamou de "golpe". A Rússia respondeu atravessando um referendo na península da Criméia da Ucrânia, cujo resultado foi uma maioria esmagadora votando para se juntar à Rússia.

    "Poucos esperavam que agissemos tão rapidamente e com tanta força, para não dizer de forma audaz", disse Putin.

    Ele descreveu as sanções ocidentais sobre a Criméia e a insurgência no leste da Ucrânia como parte de esforços "ilegítimos e injustos" para conter a Rússia, acrescentando que "vamos ganhar a longo prazo". Ele acrescentou que "aqueles que nos servem com veneno acabarão engolindo e envenenando".

    Respondendo a uma pergunta sobre a crescente alavancagem global da Rússia, Putin respondeu: "Se jogarmos fortemente com cartões fracos, isso significa que os outros são apenas jogadores pobres, eles não são tão fortes quanto parece, eles devem estar faltando alguma coisa".

    * * *

    Finalmente, Putin, que apresentou uma vasta gama de novas armas nucleares russas na semana passada, expressou a esperança de que as armas nucleares nunca serão usadas - mas advertiu que a Rússia retaliria em espécie se for submetido a um ataque nuclear.

    "A decisão de usar armas nucleares só pode ser feita se o nosso sistema de alerta precoce não só detectar um lançamento de mísseis, mas claramente prevê sua trajetória de vôo e o tempo em que as ogivas chegam ao território russo", disse ele. "Se alguém tomar uma decisão para destruir a Rússia, então temos o direito legítimo de responder".

    Ele concluiu ominosamente: "Sim, isso significará uma catástrofe global para a humanidade, para o mundo inteiro. Mas, como cidadão da Rússia e chefe do Estado russo, eu perguntaria: para o que é esse mundo, se não existisse a Rússia? "

    https://www.zerohedge.com

    A máquina de guerra americana



    EUA continuam construindo poderio militar massivo

    A "volta interna" dos americanos é, de fato, uma invenção do mainstream.

    Por Shane Quinn

    By Shane Quinn

    Menos de um ano em seu segundo mandato como presidente, Barack Obama afirmou a nação dizendo que "durante quase sete décadas, os Estados Unidos tem sido a âncora da segurança global". Entre suas primeiras palavras, Obama destacou a Síria e "onde vamos daqui ... contra o regime repressivo de Bashar al-Assad".

    Obama acusou (com uma série de provas) o governo Assad de ter "gaseado até morrer mais de mil pessoas", lamentando "a terrível natureza das armas químicas" que são "um crime contra a humanidade". Obama desprezou mencionar como, 25 anos antes, as políticas americanas possibilitaram o ataque de gás mais destrutivo do período pós-Segunda Guerra Mundial - o assalto de Saddam Hussein aos curdos de Halabja, no norte do Iraque, que matou pelo menos 5.000 pessoas.

    Em março de 1988, Halabja - a apenas nove milhas da fronteira do Irã - foi alvo do exército iraquiano patrocinado pelos EUA, porque a cidade estava sob o controle de guerrilheiros curdos aliados de Teerã. A administração Reagan estava apoiando fortemente Hussein durante a Guerra Irã-Iraque (1980-1988). Os nacionalistas iranianos derrubaram anteriormente a ditadura do Shah em 1979, que estava na raiz da guerra que se seguiu entre os vizinhos.

    Os americanos já conheciam em 1983 que o déspota iraquiano estava utilizando guerra química e biológica sobre o Irã. Continuou por anos. Rick Francona, um coronel aposentado da Força Aérea dos Estados Unidos, disse mais tarde que

    "Os iraquianos nunca nos disseram que pretendiam usar gás nervoso. Eles não precisavam. Nós já conhecemos ".

    Apesar desse conhecimento, os EUA continuaram a fornecer ajuda militar significativa à ditadura iraquiana.

    Também não mencionado por Obama, os ataques químicos e biológicos da América contra Cuba, que duraram muitos anos. No início da década de 1960, durante a Operação Mongoose, a CIA infligiu doenças aos trabalhadores de cana-de-açúcar cubanos espalhando produtos químicos ao longo dos campos de cultivo. Durante o mesmo período, agentes americanos repetidamente contaminaram as exportações cubanas de açúcar, uma mercadoria chave da indústria da ilha caribenha.

    Em 1971, os EUA introduziram a peste suína africana em Cuba, o primeiro desses surtos no hemisfério ocidental. Isso levou a que toda a população de suínos do país fosse derrubada, sendo a carne de porco uma fundamentação da dieta cubana, que depois não estava disponível por meses.

    Uma década depois disso, uma forma virulenta de dengue foi transmitida a Cuba, resultando em 273 mil pessoas infectadas na ilha. A doença reivindicou 158 vidas, com mais de 100 daqueles que morreram sendo filhos. Outras doenças como a ferrugem da cana-de-açúcar, o molde de tabaco azul e a conjuntivite hemorrágica também foram introduzidas pelos EUA. No entanto, nenhuma dessas ações vem sob a "violação das leis da guerra" que Obama descreveu em seu discurso nacional.

    Em outros lugares, a América utilizou armas químicas em massa durante seus ataques à Coréia na década de 1950, e mais tarde, durante a guerra contra o Vietnã e o resto da Indochina. Na Guerra da Coréia, os EUA liberaram mais de 32 mil toneladas de napalm, um líquido incendiário, em alvos disponíveis.

    Durante as invasões do Vietnã, do Camboja e do Laos (nos anos 60 e 70), as aeronaves norte-americanas caíram mais de 20 milhões de galões de "agentes de laranja" - carcinógenos letais como a dioxina. Essa forma covarde de guerra só se tornou uma questão moral em casa, quando os líquidos venenosos foram acidentalmente pulverizados em dezenas de milhares de soldados americanos que operavam nas áreas.

    Na verdade, muitas tropas dos EUA estavam na época inconscientes dos perigos que esses produtos químicos mortais representavam. Seriam os vietnamitas e seus vizinhos que sofrerão o maior sofrimento, no entanto. Como resultado da guerra química, as mortes continuam a crescer hoje nesta parte da Ásia - enquanto os defeitos congênitos e as crianças deformadas são outro efeito colateral.

    Entre as "âncoras da segurança global" de Obama na Europa, a OTAN é a organização liderada pelos EUA. Na realidade, essa aliança militar agressiva está tendo o efeito oposto, pois desestabiliza regiões inteiras perto das fronteiras russas.

    Já em 1960, James P. Warburg, antigo assessor financeiro do presidente Franklin D. Roosevelt, descreveu a OTAN como "um instrumento ultrapassado para a busca de interesses mundiais livres". Warburg, que escreveu vários livros sobre a política externa dos EUA, sentiu que a OTAN poderia ser usada apenas como "um balcão para um eventual acordo de paz na Europa". No entanto, o veterano da Primeira Guerra Mundial e o aclamado banqueiro sentiram que "pode ​​ser muito tarde para usar a OTAN mesmo assim". Com a NATO há 11 anos, Warburg sentiu que tinha seguido o seu curso.

    Nem estava ele sozinho em suas opiniões. Como primeiro comandante supremo da OTAN no início da década de 1950, Dwight D. Eisenhower, que não era uma pomba, já colocava um período de 10 anos na organização. Em seu discurso de despedida em 1961, depois de servir dois mandatos como presidente, Eisenhower disse

    "Devemos nos proteger contra a influência injustificada, quer procurada ou não, pelo complexo militar-industrial".

    Há pouco mais de 20 anos, sua neta, Susan Eisenhower, assinou uma carta aberta ao presidente Bill Clinton, juntamente com 49 líderes militares, políticos e acadêmicos. Eles protestavam contra os planos da OTAN para expandir, descrevendo ações como "um erro de política de proporções históricas". Para nenhum proveito.

    No decorrer do tempo, outros 13 países se juntaram à OTAN, incluindo dois que estão situados nas fronteiras da Rússia (Estônia e Letônia). Montenegro, no sul da Europa, foi o último a se aliar à OTAN em junho de 2017, trazendo sua adesão a 29 estados.

    Só poderia imaginar a reação americana se o Canadá e o México se juntassem ao Pacto de Varsóvia dominado pela URSS durante a Guerra Fria. O ex-embaixador e historiador dos EUA, George Kennan, escreveu em 1997 que

    "A expansão da OTAN seria o erro mais fatídico da política americana na era pós-Guerra Fria", o que "impulsaria a política externa russa em direções decididamente não a nosso gosto".

    Numa cimeira da Otan em Bucareste [Roménia], em Abril de 2008, ficou claro que a Geórgia e a Ucrânia "tornar-se-ão membros da OTAN". Isso não foi perdido nos russos. Muito para a indignação do Ocidente, a Rússia respondeu inevitavelmente a essas graves ameaças perto da sua porta.

    A intervenção de Vladimir Putin em agosto de 2008 na Geórgia foi projetada para evitar que esse país ganhasse a adesão à OTAN. A Geórgia está, afinal, situada na fronteira da Rússia, ao longo do Cáucaso. A fronteira do norte da Geórgia fica a apenas 500 milhas de Stalingrado [hoje, Volgograd], e o que muitos consideram o ponto de viragem da Segunda Guerra Mundial à medida que as forças de elite dos nazistas estavam cercadas.

    A Ucrânia também compartilha uma fronteira com a Rússia, o último se mostrando horrorizado à medida que as forças patrocinadas pelos EUA derrubaram ilegalmente o governo democrático de Viktor Yanukovych em 2014. No ano seguinte, o próprio Obama admitiu que os EUA haviam negociado um acordo na Ucrânia, que viu a Rússia intervir compreensivelmente no leste do país.

    As palavras proféticas de Kennan de duas décadas atrás, em relação à mudança da Rússia em "direções decididamente não ao nosso gosto", falaram verdade. À medida que as políticas dos EUA / OTAN na Europa tornaram-se cada vez mais hostis, os russos emergiram mais fortes do outro lado. A Rússia está em uma posição muito mais importante do que há 20 anos, quando o alargamento da OTAN começou a acelerar.

    No outro lado do mundo, as forças dos EUA estão tentando cercar e intimidar a China, seu outro inimigo. O estabelecimento de mais de 400 bases militares americanas - localizadas no Japão, Coréia do Sul e para a Índia - cercaram a China, cuja influência ainda continua a aumentar, mesmo na Europa. O "pivô para a Ásia" dos Estados Unidos não foi a iniciativa de Donald Trump, mas foi anunciado em 2011 pelo Obama, não supostamente intervencionista.

    O mainstream relata amplamente que a América está "virando para dentro", enquanto simultaneamente a superpotência continua a maior acumulação de suas forças militares desde 1945, dirigida principalmente para a China. O desembolso militar americano para 2016 prejudicou qualquer outra nação, o que contradiz as afirmações de um país que se retira do mundo.

    *

    Shane Quinn obteve um diploma de jornalismo de honras. Ele está interessado em escrever principalmente em assuntos estrangeiros, tendo sido inspirado por autores como Noam Chomsky.

    Global Research

    Postado por Um novo Despertar às 12:59 Nenhum comentário:

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    Marcadores: EUA

    EUA com planos para atacar forças iranianas na Síria

    Trump apresenta a Netanyahu  o plano dos EUA para frustrar a entrada do Irã na Síria

    EUA com novo plano militar na Síria. O presidente Trump demostrou ao primeiro-ministro Netanyahu querer frustrar o esforço do general iraniano Qassem Soleimani por um ponto de apoio na Síria.

    O primeiro-ministro israelense estava prestes a pedir ao presidente para reter as tropas dos EUA na Síria a leste do rio Eufrates como o baluarte mais eficaz contra a passagem de forças pró-iranianas para e para o Iraque. Ele foi antecipado. O presidente dos EUA o mostrou com um plano detalhado para o exército dos EUA fazer exatamente isso - em combinação com a Arábia Saudita e a Jordânia. O plano operacional de Trump, juntamente com seu programa para um papel militar dos EUA na Síria, é revelado.

    https://www.debka.com

    Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com.br/

    EUA propensos a nova escalada militar na Síria


    EUA Considerando Novo Ataque ao Governo da Síria - Chefe de Inteligência Nacional

      Sputnik
      8 Mar , 2018

      Uma possível decisão de Washington de tomar novas medidas militares contra Damasco marcaria a segunda greve norte-americana na Síria em menos de um ano.

      A administração Trump está considerando novos ataques contra o governo sírio em resposta a relatórios de uso de armas químicas, informou na diretora de Direção Nacional de Inteligência Nacional (DNI) na terça-feira.

      "Como você viu a resposta do presidente ao ataque no ano passado, isso é algo que está em discussão séria enquanto falamos, mas novamente, algo que precisa ser discutido em uma sessão classificada", disse Daniel Coats a um comitê do Senado, referindo-se ao lançamento de 59 mísseis Tomahawk em direção a uma base militar na Shairat da Síria.

      Na semana passada, o presidente Donald Trump discutiu a possibilidade de "uma nova ação militar" contra o governo sírio como uma medida punitiva, citando o suposto uso de armas químicas de Damasco no Ghouta Oriental, disse o Washington Post citando funcionários anônimos americanos.

      A discussão ocorreu pouco depois de os famosos Capacetes Brancos terem informado que três civis foram mortos e dezenas mais foram feridas em um suspeito de ataque com gás de cloro no Ghouta Oriental.

      Apesar de o centro russo de reconciliação síria ter repetidamente avisado de que um residente local da Ghouta Oriental anunciou que os terroristas Tahrir al-Sham (anteriormente Jabhat al-Nusra) e os Cascos brancos estavam se preparando para provocar uma provocação, envolvendo o uso de armas químicas em Idlib para culpar o governo pelo ataque a civis, essas advertências foram ignoradas pela coalizão internacional liderada pelos EUA.

      Em 7 de abril de 2017, os EUA lançaram 59 mísseis Tomahawk no aeródromo da Síria em Ash Sha'irat, localizados a cerca de 40 quilômetros da cidade de Homs, em resposta à alegada usos de armas químicas no Idlib da Síria, que Washington culpou Governo sírio. As acusações foram negadas veementemente por Damasco. A Rússia descreveu o ataque como uma agressão contra um estado soberano.


      Moscou como um corretor de energia regional credível no Oriente Médio


      Dirigindo-se ao papel da Rússia no conflito, Daniel Coats escreveu em seu depoimento ao Comitê de Serviços Armados do Senado que os Estados Unidos não tinham certeza de que Moscou pudesse convencer Assad para fazer concessões.

      "Moscou provavelmente não pode forçar o presidente Assad a concordar com um acordo político que ele acredita que o enfraquece significativamente, a menos que Moscovo esteja disposto a remover Assad pela força. Enquanto Assad pode se envolver em conversações de paz, é improvável que se negocie com o poder ou ofereça concessões significativas à oposição ", escreveu o diretor de inteligência nacional.

      O tenente-general Robert Ashley, diretor da Agência de Inteligência de Defesa, também considerou o papel da Rússia em seu testemunho preparado ao Comitê.

      "Na Síria, a intervenção militar da Rússia mudou a dinâmica do conflito, reforçando o regime de Assad e postando Moscou como um corretor de poder regional credível no Oriente Médio", diz o testemunho.


      O conflito mudou decisivamente em favor de Damasco


      Avaliando o conflito em si, Coats destacou o sucesso de Damasco, acrescentando que o nível de violência diminuiu:

      "O conflito mudou decisivamente a favor do regime sírio, permitindo que a Rússia e o Irã continuassem se afogando dentro do país. A Síria é provável que experimente conflitos episódicos até 2018, mesmo que Damasco recupere a maior parte do terreno urbano e o nível geral de violência diminua ", ele escreveu, acrescentando:" A insurreição de sete anos da oposição da Síria provavelmente não é mais capaz de derrubar o presidente Bashar al -Assad ou superando uma crescente desvantagem militar. Rebeldes provavelmente reterão as fontes para sustentar o conflito pelo menos no próximo ano ".

      Quanto a Daesh, ele ressaltou que "apesar das perdas territoriais, provavelmente possuía recursos suficientes e uma rede clandestina na Síria, para sustentar as operações de insurgência até 2018."

      Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com.br/

      quarta-feira, 7 de março de 2018

      Armas hipersônicas da China ameaçam toda frota de superfície dos EUA


      Porta-aviões Ronald Reagan dos EUA perto da península da Coreia (foto de arquivo)


      CC BY 2.0 / Frota do Pacífico dos EUA

      Ásia e Oceania

      05:20 07.03.2018(atualizado 05:21 07.03.2018) URL curta

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      Durante uma conferência anual dedicada à defesa, celebrada nesta terça-feira (7) em Washington, Michael Griffin, subsecretário de defesa para pesquisa e engenharia e ex-administrador da NASA, alertou para o perigo que o desenvolvimento das armas hipersônicas chinesas representa para a frota norte-americana.

      Militares do Exército de Libertação Popular durante o desfile militar comemorativo do 90° aniversário da fundação do exército, na base militar de Zhurihe na China, em 30 de julho de 2017

      © REUTERS/ China Daily

      Estados Unidos estão se preparando para guerra nuclear com China?

      "Em números redondos, a China efetuou 20 vezes mais testes de armas hipersônicas que os EUA ao longo da última década", afirmou ele, citado pela edição Washington Examiner

      O desenvolvimento ativo deste novo tipo de armas coloca em perigo os porta-aviões norte-americanos posicionados na região da Ásia e do Pacífico, já que os EUA não dispõem de sistemas de defesa eficazes para responder a seus possíveis ataques.

      'Toda a frota de superfície dos EUA está ameaçada'

      "Quando os chineses puderem posicionar sistemas hipersônicos táticos ou regionais, eles estarão ameaçando nossos grupos de combate de porta-aviões", declarou Griffin, acrescentando que de fato, "toda a frota de superfície" dos EUA está ameaçada, bem como as forças terrestres instaladas em posições avançadas.

      Soldados chineses gritando slogans enquanto o presidente Xi Jinping inspeciona o Exército de Libertação Popular, em 30 de junho de 2017

      © AP Photo/ Kin Cheung

      'Se quer paz, prepare-se para a guerra': analista comenta novo orçamento militar da China

      O desenvolvimento de sistemas de defesa contra as armas hipersônicas virou uma prioridade para o Pentágono, segundo confirmou o alto funcionário, que considera inaceitável uma situação em que a única resposta possível de seu país é "permitir que eles sigam o seu caminho ou recorrer ao nuclear".

      Na semana passada, o presidente russo, Vladimir Putin, fez seu tradicional discurso anual perante a Assembleia Federal da Rússia. Durante o discurso foram mostrados vários vídeos com os mais recentes desenvolvimentos do equipamento militar russo que nunca foram publicados antes, inclusive armas hipersônicas de nova geração.

      Fonte: https://br.sputniknews.com/asia_oceania/2018030710679092-armas-china-eua-ameaca-frota/

      Putin: Rússia é uma grande potência e é melhor tê-la como parceira


      Chancelaria russa: Washington está criando premissas para guerra nuclear e de mísseis

      Presidente russo, Vladimir Putin, durante seu discurso anual perante a Assembleia Federal (Parlamento bicameral russo)


      © Sputnik/ Grigory Sysoev

      Rússia

      05:16 07.03.2018(atualizado 06:30 07.03.2018) URL curta

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      O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que os países que desenvolvem uma política antirrussa se tornaram vítimas de sua própria postura.

      Coletiva de imprensa anual de Vladimir Putin, 14 de dezembro de 2017

      © Sputnik/ Ramil Sitdikov

      Putin denuncia pressão 'sem precedentes' sobre países que querem cooperar com a Rússia

      "Aqueles que destilam veneno, acabam se envenenando com ele", comentou o líder russo sobre vários países que tentam fomentar conflitos entre a Rússia e seus parceiros, durante uma entrevista ao jornalista russo Vladimir Soloviov em seu documentário "Miroporyadok 2018". 

      Para ilustrar suas palavras, o presidente recordou um provérbio russo: "Não cuspa em um poço, um dia precisará beber água de lá".

      "Trata-se exatamente deste caso. Tudo se volta contra aqueles que fazem isso", explicou o líder russo. De acordo com ele, "não o deveriam ter feito". Há, sim, "que construir relações com a Rússia e tudo ficará bem", afirmou.

      "Tendo em consideração as tendências mundiais de desenvolvimento, é melhor ter a Rússia como parceira. Somos uma grande potência", destacou o presidente.

      Vista do Kremlin de Moscou

      © Sputnik/ Aleksei Druzhinin

      'Primeiro estágio sempre é raiva': analista comenta sobre reação ao discurso de Putin

      O líder russo abordou também a questão nuclear.

      "A inclusão do Irã, da Rússia e da Coreia do Norte em uma lista de países sancionados é um sinal de fraqueza por parte dos EUA", assinalou Vladimir Putin.

      Do mesmo modo, o líder russo destacou que a decisão quanto ao uso de armas nucleares pela Rússia somente pode ser tomada como medida de retaliação.

      "No que diz respeito concretamente a este assunto, trata-se, claro, de um tópico muito importante e extremamente sensível. Gostaria de assinalar […] que nossos planos de utilização [das armas nucleares], espero que isso nunca aconteça, nossos planos teóricos de utilização seriam o que se chama de golpe de resposta", destacou Putin. 

      "A decisão sobre a utilização de armas nucleares somente pode ser tomada caso nossos sistemas de aviso de ataque de mísseis indiquem, além do momento do lançamento, uma previsão exata sobre sua trajetória de voo e o tempo de queda das ogivas no território da Rússia. Isto se chama de golpe de retaliação, quando passamos a ter o direito legítimo de responder", acrescentou.

      Espião

      © flickr.com/ Philippe Put

      Putin parabeniza serviços secretos por manterem confidencial desenvolvimento da nova arma

      Além do mais, Putin confessou como encara o rótulo de principal vilão do mundo que lhe tentam atribuir.

      "Perguntem aos vilões. Essa é uma opinião das fontes ocidentais, e não de todas", respondeu, acrescentando que tal tipo de afirmações não o ofendem.

      "Já me acostumei. Existem pontos de referência muito bons, faróis muito bons. Esses faróis são os interesses da Federação da Rússia e de seu povo. Se eu sinto que não me desviei e sigo o caminho certo, não ligo para mais nada. Isso não me afasta da resolução das tarefas que eu considero prioritárias para meu país".

      Fonte: https://br.sputniknews.com/russia/2018030710679050-putin-russia-potencia-parceira/

      terça-feira, 6 de março de 2018

      Convite ufológico

      Resultado de imagem para Óvnis

      Na próxima sexta feira 09/03, eu estou em Sobral e estou convidando aos que gostam de Ufologia para nos encontrarmos para um bate papo ufológico, no mesmo local e horário de nossas reuniões ordinárias do Centro Sobralense de Pesquisas Ufológicas, ou seja: Rua Coronel Diogo Gomes, 998 - Centro - Sobral. Telefone para contato: 88 999210172. Vamos colocar em dia as novidades do Fenômeno Óvni.
      Um abraço.
      Jacinto Pereira de Souza

      Putin denuncia pressão 'sem precedentes' sobre países que querem cooperar com a Rússia


      Coletiva de imprensa anual de Vladimir Putin, 14 de dezembro de 2017

      © Sputnik/ Ramil Sitdikov

      Mundo

      13:01 05.03.2018(atualizado 13:10 05.03.2018) URL curta

      10352

      O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou nesta segunda-feira (5) que os países que querem cooperar com a Rússia na esfera militar sofrem uma pressão "sem precedentes e aberta".

      Vladimir Putin gesticula durante Mensagem anual à Assembleia Federal da Rússia em 1 de março de 2018

      © Sputnik/ Mikhail Klimentiev

      Putin: países estrangeiros não criaram armas de alta tecnologia como a Rússia

      "Não é segredo que os Estados que querem cooperar com a Rússia no campo técnico-militar estão sujeitos a pressões sem precedentes e abertas", disse Putin em uma reunião da Comissão para a Cooperação Técnico-Militar da Rússia.

      De acordo com ele, "a Rússia irá desenvolver ativamente a cooperação técnico-militar com todos os países interessados, inclusive nos segmentos da mais alta tecnologia" que se mostraram eficientes na operação na Síria.

      O líder russo afirmou também que o país conseguiu se consolidar como um líder mundial na exportação de armamentos, destacando que em 2017 a Rússia assinou contratos de fornecimento de armas no valor de mais de 16 bilhões de dólares.

      Fonte: https://br.sputniknews.com/mundo/2018030510666618-putin-russia-cooperacao-militar-armas/

      segunda-feira, 5 de março de 2018

      'Primeiro estágio sempre é raiva': analista comenta sobre reação ao discurso de Putin


      Vista do Kremlin de Moscou


      © Sputnik/ Aleksei Druzhinin

      Opinião

      11:18 05.03.2018(atualizado 12:54 05.03.2018) URL curta

      Tema:

      Novo arsenal da Rússia (19)

      9300

      Gevorg Mirzayan, especialista em política externa, explicou a reação norte-americana ao discurso do presidente russo, Vladimir Putin, perante Assembleia Federal do país em 1º de março.

      A mídia internacional continua comentando sobre o discurso do presidente russo perante Assembleia Federal do país, durante o qual Putin apresentou diversas armas russas novíssimas. O comunicado do líder russo deixou os veículos da mídia agitados. Em particular, alguns afirmaram que Moscou possui um "armamento invencível", enquanto outros interpretaram o discurso de Putin nada mais nada menos como ameaça direta aos países do Ocidente e declaração de uma nova "Guerra fria".

      Imagem do novo drone submarino russo mostrada durante a mensagem anual de Vladimir Putin à Assembleia Federal Rússia

      © Foto: Ministério da Defesa da Rússia

      'Ciúmes e astúcia': analista militar comenta reação de Washington às novas armas russas

      O jornal norueguês Aftenposten publicou um artigo intitulado de "Putin apresentou nova arma do Juízo Final". O The Sun britânico atraiu a atenção com a manchete "Dedo no botão". O Washington Post qualificou o discurso de Putin como "mensagem para Washington" na sequência dos recentes planos apresentados de Donald Trump para desenvolver um novo arsenal de armamento nuclear. Não é uma coincidência que várias mídias apontam para o novo programa nuclear dos EUA como um dos principais impulsionadores do endurecimento da "retórica russa".

      Da mesma opinião compartilha Gevorg Mirzayan, que se expressou durante entrevista com a Sputnik Internacional.

      "Novas doutrinas norte-americanas quanto à segurança nuclear e nacional foram adotadas durante os últimos meses. Nestas doutrinas, os EUA nem mesmo tentaram esconder sua intenção de forçar seus parceiros geopolíticos a fazerem o que [EUA] precisam", assinalou Mirzayan.

      "Putin, por outro lado, demonstrou claramente que qualquer pressão de poder em nosso país é inaceitável. E ele não fez isso por palavras, mas demonstrando nosso armamento", acrescentou.

      Junto com os sistemas de mísseis Iskander e os sistemas antinavio Bastion, os S-400 constituem a base da estratégia militar russa destinada a proteger suas fronteiras de uma possível agressão por parte da OTAN.

      © Sputnik/ Aleksandr Galperin

      Para especialista, nova geração de armas russas é resposta à ofensiva dos EUA e da OTAN

      Washington desenrolou uma nova e dispendiosa estratégia nuclear no início de fevereiro, provocando uma forte reação da Rússia, e por este motivo, a edição Financial Time assinalou que as ameaças de Putin não surpreendem a Colina do Capitólio. 

      Entretanto, nenhum jornalista estrangeiro apontou a mensagem mais importante do discurso de Putin: ao apresentar as novas armas, o presidente russo destacou: “Nossa política nunca será baseada na pretensão e na excepcionalidade; não vamos somente proteger nossos interesses, mas também respeitar os interesses de outros países”.

      Mirzayan indicou como os EUA deveriam reagir.

      "1ª Opção: os EUA continuarão gastando enormes recursos para desenvolver medidas de contenção para as armas russas. Ou, em Washington entenderão que é mais viável chegar ao que o mundo viveu nas décadas de 70 e 80. Estou falando de um sistema de estabilidade estratégica — algo que Putin ofereceu para repetir" argumentou Mirzayan.

      Míssil hipersônico

      © Sputnik/ Ildus Gilyazutdinov

      'Noiva de Satã': Moscou começa produção em série de mísseis hipersônicos Avangard

      "Com a paridade nuclear entre Rússia e EUA, o mundo nunca poderá dormir quieto, já que cada lado pode destruir o adversário de forma igualmente eficaz. Portanto, [esta paridade] não garante a paz. Entretanto, acordos concretos sobre a criação de um sistema de segurança coletiva na Europa, algo que Putin propôs há muito tempo — isso realmente asseguraria a diminuição das tensões", explicou.

      Contudo, a realidade é que os EUA não reconhecem a necessidade de fazê-lo, assinalou Mirzayan.

      "Putin delineou uma nova realidade. Os psicólogos destacam várias fases da reação a uma nova realidade. A primeira sempre é raiva, repulsão e negação a aceitar uma nova realidade. Esta é a fase que vemos agora na mídia ocidental", disse Mirzayan.

      Espião

      © flickr.com/ Philippe Put

      Putin parabeniza serviços secretos por manterem confidencial desenvolvimento da nova arma

      "Porém, a Rússia tem que lidar com isso tranquilamente, sem histeria, apenas deixando que os analistas se acalmem. Mais tarde, certamente veremos uma análise coerente de como devemos viver neste novo mundo. Contudo, é claro que os EUA não chegarão para isso rapidamente, uma vez que a política norte-americana é abundante de mitos sobre a ameaça russa e de uma nova Guerra Fria com a Rússia", concluiu.

      Anteriormente, o porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov assinalou que as novas armas da Rússia não representam ameaça para os que não planejam atacar o país.

      De acordo com o Modelo de Kübler-Ross, mencionado pelo especialista, também conhecido como Modelo de Sofrimento de Kübler-Ross, uma pessoa passa a lidar com a perda, luto ou outro evento traumático por cinco fases de reação emocional e intelectual. Estas são, em ordem cronológica, negação, raiva, negociação, depressão e, finalmente a aceitação.

      Fonte: https://br.sputniknews.com/opiniao/2018030510665363-putin-armas-reacao-eua/

      Estados Unidos tentam prolongar intencionalmente a sangrenta guerra síria


      Um documento de políticas dos EUA de 2012 certamente procurou "sangrar" o governo sírio, e com ele o povo sírio. Hoje, na Síria, as consequências da política externa depravada dos Estados Unidos estão sendo culpadas pelos interesses especiais ocidentais sobre as próprias vítimas que visou.

      Desde o início do conflito da Síria, os Estados Unidos apresentaram ao mundo o seu ultimato inflexível de que o governo em Damasco seja deposto e substituído por um governo liderado pelos militantes armados que os EUA cultivaram antes do conflito e armou e financiou ao longo de seu curso de agora de sete anos .

      As exigências dos Estados Unidos de mudança de regime na Síria não eram exclusivas do conflito atual. A Síria estava sob o "Eixo do Mal" do presidente George W. Bush, anunciado após os ataques em 11 de setembro de 2001, apesar de a Síria não ter desempenhado nenhum papel nos ataques e, na verdade, ser uma das principais nações que travaram a guerra na Al Qaeda e seus muitos afiliados - incluindo o seu antecessor, a Irmandade Muçulmana - que remonta aos anos 80, quando os próprios EUA estavam armando e financiando os membros da organização terrorista no Afeganistão.


      EUA Combatem intencionalmente o conflito da Síria


      Hoje, as regiões da Síria sob controle do governo agora desfrutam da paz e da segurança invisíveis desde o início do conflito em 2011. Isso inclui a maior cidade de Aleppo, na Síria, que foi invadida por grupos militantes ligados à Al Qaeda que atravessam a fronteira da Síria com o membro da OTAN, Turquia a partir de 2012 .

      Veículos de construção estão substituindo tanques em Aleppo. Após anos de ocupação por grupos terroristas, Aleppo foi finalmente libertado, com a reconstrução em curso. A paz e a segurança foram restabelecidas a Aleppo, não através de nenhuma iniciativa liderada pelas Nações Unidas, ou estados ocidentais como os EUA, o Reino Unido ou outros membros da OTAN, mas sim por operações militares conjuntas sírio-russo-iranianas conduzidas em desafio direto às demandas ocidentais terroristas os enclaves permanecem intactos.

      Refletindo a segurança O governo da Síria ainda é capaz de oferecer ao povo sírio versus regiões ainda devastadas por militantes apoiados pelo Ocidente é o fato de que a grande maioria dos sírios deslocados residem no território de governo.

      Isso é revelado em um relatório da ONU de 2017 intitulado "O ACNUR vê retornos significativos de deslocados internos em meio ao conflito contínuo da Síria", que afirma (ênfase adicionada):

      As agências de ajuda estimam que mais de 440 mil pessoas deslocadas internamente voltaram para suas casas na Síria durante os primeiros seis meses deste ano. Paralelamente, o ACNUR acompanhou mais de 31 mil refugiados sírios que retornaram dos países vizinhos até agora em 2017. Desde 2015, cerca de 260 mil refugiados retornaram espontaneamente à Síria, principalmente da Turquia para o norte da Síria.

      Os principais fatores que influenciam as decisões de os refugiados retornarem auto-assistidos principalmente para Aleppo, Hama, Homs, Damas e para outras governorias estão principalmente ligados à procura de membros da família, ao controle da propriedade e, em alguns casos, a uma melhoria real ou percebida em condições de segurança em partes do país.

      Deve-se notar que Aleppo, Hama, Homs e Damasco estão todos sob o controle do atual governo sírio. Regiões ainda ocupadas por terroristas - particularmente Idlib no norte da Síria - são omitidas no relatório.

      É claro que se a agenda dos Estados Unidos na Síria fosse humanitária, ajudaria o governo sírio em seus esforços para melhorar as condições de segurança em todo o país. Em vez disso, os EUA trabalham ativamente para minar tais esforços - criando e perpetuando intencionalmente condições para pôr em perigo a segurança e induzir o sofrimento humano contínuo.

      Um mapa do conflito atual da Síria revela que a violência continua apenas nas áreas ocidentais e seus parceiros regionais continuam comprometidos. Isso inclui a Turquia membro da OTAN cuja invasão e destruição em curso da zona rural do norte da Síria para Afrin não está mencionada nos procedimentos da ONU. Também inclui a ocupação contínua e não convidada da América do leste da Síria.

      Enquanto os EUA alegaram que seu propósito para ocupar o leste da Síria era "derrotar" o auto-proclamado "Estado Islâmico" (ISIS), a própria Agência de Inteligência de Defesa de Washington revelou em um memorando vazado em 2012 que a criação inicial da ISIS era especificamente desejada pela EUA e seus aliados como meio de isolar o governo sírio.

      O memorando de 2012 (PDF) indicaria especificamente que:

      Se a situação se desenrolar, existe a possibilidade de estabelecer um principado declarado ou não declarado salafista no leste da Síria (Hasaka e Der Zor), e é exatamente isso que querem os poderes de apoio à oposição, a fim de isolar o regime sírio, que é considerado A profundidade estratégica da expansão xiita (Iraque e Irã).

      O memorando DIA também explicaria quem são esses "poderes de apoio":

      O Oeste, os países do Golfo e a Turquia apoiam a oposição; enquanto a Rússia, a China e o Irã apoiam o regime.

      Com o ISIS agora derrotado principalmente na Síria e no Iraque, os EUA usaram narrativas múltiplas e cada vez mais tensas para explicar por que ele não só permanece na Síria ilegalmente, mas também porque ele pretende expandir sua presença lá. Isso inclui reivindicações que deve "fornecer um baluarte contra a influência iraniana", de acordo com o Guardião. Tais pretextos são de valor comparativo como contraditórios, com a influência iraniana tendo desempenhado um papel central no desejo dos EUA de criar o ISIS em primeiro lugar, e a derrota da ISIS nas mãos de uma coalizão sírio-russo-iraniana.

      Ghouta Oriental, localizado a leste de Damasco, também permanece como um bolso de violência duradoura devida exclusivamente aos esforços dos EUA para impedir os esforços da Síria para libertar a área da ocupação terrorista e restaurar a mesma ordem que o resto de Damasco aproveita. Observadores do conflito sírio podem traçar paralelos idênticos entre a propaganda norte-americana destinada a impedir a libertação de Aleppo em 2016 e os esforços atuais para prolongar a violência no leste de Ghouta.

      Política dos EUA na Síria: sangra-lo

      Concluir que a política de Washington na Síria é prolongar intencionalmente o sofrimento humano pelo maior tempo possível não é apenas uma questão de avaliar superficialmente suas ações atuais - é declarado como política dos EUA em todos os documentos de política nos últimos anos.

      Já em 2012, quando as rápidas mudanças de regime respaldadas pelos EUA haviam falhado claramente e um conflito mais prolongado havia começado, um importante grupo de pesquisa da política dos EUA, a Brookings Institution, publicaria um documento de política intitulado "Salvando a Síria: Avaliando Opções para Mudança de Regime".

      O documento indicaria (ênfase adicionada):

      Os Estados Unidos ainda podem armar a oposição, mesmo sabendo que provavelmente nunca terão poder suficiente, por sua conta, para desalojar a rede Assad. Washington pode optar por fazê-lo simplesmente com a crença de que, pelo menos, proporcionar um povo oprimido com alguma capacidade de resistir aos seus opressores é melhor do que não fazer nada, mesmo que o apoio fornecido tenha poucas possibilidades de transformar a derrota em vitória.

      Alternativamente, os Estados Unidos podem calcular que ainda vale a pena determinar o regime de Asad e sangrá-lo, mantendo um adversário regional fraco, evitando os custos da intervenção direta.

      The paper not only openly admits US intervention in Syria has nothing to do with humanitarian concerns but rather “keeping a regional adversary weak,” it specifically recommends prolonging the conditions under which a humanitarian crisis will only expand, and for as long as possible.

      Os EUA que intencionalmente apoiam uma "oposição" que não tem chance de reverter o governo sírio equivalem a prolongar intencionalmente e maliciosamente um conflito mortal e todos os horrores que o acompanham. O documento de Brookings, especificamente sugerindo que os Estados Unidos "sangraram", o governo sírio é feito com pleno conhecimento do custo no sofrimento humano que incorrerria em "sangramento" sem dúvida.

      Com esta realidade mal escondida que sustenta as verdadeiras intenções da América na Síria, a charada em curso dos EUA dentro dos corredores da ONU que se postula como um campeão da dignidade humana em meio a uma catástrofe de seu próprio projeto intencional e premeditado revela os interesses especiais dos EUA e os " ordem internacional ", eles presidem como um estado rogue genuíno e incomparável.

      Em essência, os formuladores de políticas dos EUA pretendem reter o mundo refém ameaçando o derramamento de sangue até que suas demandas políticas sejam atendidas - no caso da Síria - a remoção do governo da Síria e sua substituição por proxies adequados dos EUA. Por sua própria definição, trata-se do terrorismo - e do terrorismo que não deveria ser uma surpresa, considerando o papel predominante dos EUA no financiamento das organizações terroristas atualmente devastadoras da Síria.

      Enquanto os EUA lideram os esforços para isolar e minar uma crescente lista de nações que se opõem à natureza cada vez mais depravada da hegemonia americana, incumbe ao resto do mundo isolar e minar os interesses especiais que conduzem a hegemonia americana. A noção de que a atual "ordem internacional" se baseia na regra de lei não tem credibilidade quando Washington pode criar abertamente uma catástrofe humanitária como o desdobramento na Síria, reter o mundo como refém se suas demandas não forem cumpridas, campeão pelas múltiplas leis e valores humanos, é flagrantemente violadora no processo.

      *

      Tony Cartalucci é um pesquisador e escritor geopolítico com sede em Banguecoque, especialmente para a revista on-line "New Eastern Outlook", onde este artigo foi originalmente publicado.

      https://journal-neo.org

      Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com.br/