terça-feira, 24 de abril de 2018

Rússia cria drone submarino capaz de mergulhar a 12.000 metros de profundidade


Submarino (imagem referencial)


CC0 / Pixabay

Ciência e tecnologia

05:44 24.04.2018URL curta

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A Corporação Unida de Construção Naval da Rússia (OSK, sigla em russo) está desenvolvendo novo submarino não tripulado capaz de submergir ao ponto mais profundo do oceano.

"Daqui a dois anos, concluiremos os trabalhos de construção de um veículo submarino que pode imergir a uma profundidade de 12 quilômetros", afirmou o presidente da corporação, Aleksei Rakhmanov, à rádio Ekho Moskvy.

Submarino australiano HMAS AE1

© AP Photo/ HOGP

Drone filma VÍDEO de submarino australiano da Primeira Guerra Mundial em águas profundas

A empresa de São Petersburgo Malakhit, responsável pelo desenvolvimento do veículo submarino não tripulado, está levando a cabo construção de outro drone subaquático que já consegue atingir hoje em dia 6.000 metros de profundidade, afirmou o diretor da OSK.

Anteriormente, surgiram notícias sobre realização bem-sucedida de testes do drone planador subaquático Morskaya Ten (Sombra Marinha) capaz de avançar através das correntes submarinas sem ser detectado por sonares.

Fonte: https://br.sputniknews.com/ciencia_tecnologia/2018042411062263-russia-drone-submarino-construcao/

Vem à tona origem do armamento que radicais entregaram ao exército sírio


Armamento entregue ao exército sírio pelos grupos radicais

© Sputnik / Yazan Kalash

Oriente Médio e África

10:53 24.04.2018URL curta

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Os combatentes dos grupos radicais Jaysh al-Islam e Forças de Ahmad-al-Abdo, em Qalamoun oriental, mais especificamente no nordeste da província de Damasco, entregaram ao exército sírio armamentos de grande e médio porte em troca da permissão de saída da zona junto com suas famílias.

Como resultado, nas mãos do exército sírio ficaram grandes arsenais de armamento e novíssimos meios de comunicação.

Uma fonte militar do exército da Síria, entrevistado pela Sputnik Árabe, revelou que tipos de armamento os radicais entregaram ao exército governamental.

"Foram encontrados mísseis de produção chinesa, munições canadenses, meios de comunicação por satélite da França, bem como lançadores do sistema de defesa antiaérea Strela e mísseis Islam 4 e Islam 5 de produção local", contou a fonte.

"Além disso, o arsenal inclui 30 tanques T-62, T-55, T-72, morteiros de 60, 82 e 120 mm, além de canhões de 122 e 130 mm, mísseis terra-ar e mísseis antiaéreos Cobra", acrescentou.

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© Sputnik / Yazan Kalash

Armamento entregue ao exército sírio pelos grupos radicais

De acordo com a fonte, os radicais entregaram mísseis roubados ainda em 2014 de um armazém do exército sírio, bem como mísseis Scud com lançadores que os extremistas fizeram por conta própria.

Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2018042411065531-siria-armamento-terroristas-entrega-exercito-fotos/

Irã revela objetivos de sua presença militar na Síria


Destacamento iraniano na Síria


© Sputnik / Mikhail Voskresenky

Oriente Médio e África

08:33 24.04.2018URL curta

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O ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohamad Yavad Zarif, frisou que o país não apoia ninguém na Síria e falou sobre as metas de Teerã no país.

O Irã se envolveu no conflito sírio para lidar com a ameaça criada pelos aliados dos EUA, afirmou o ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohamad Yavad Zarif.

"Respondemos a uma ameaça, uma ameaça criada pelos aliados dos EUA, com seu dinheiro, sua ideologia e suas armas, eles financiaram esses grupos, armaram-nos, e, mais importante, proporcionaram-lhes a ideologia do ódio", assegurou Zarif durante reunião do Conselho das Relações Exteriores em Nova York.

Presidente do Irã, Hassan Rouhani

© REUTERS / Danish Siddiqui

Irã adverte Trump: caso acordo nuclear seja descumprido, consequências serão graves

O chanceler iraniano expressou a esperança de que os aliados norte-americanos cumpram suas promessas para que a "região e o mundo se livrem das pessoas que estão dispostas a decapitar inocentes e se suicidar para matar mais gente".

"Devem nos agradecer por termos evitado que Damasco, Bagdá e Arbil tenham caído nas mãos do Daesh [organização proibida na Rússia e em vários outros países], pois, ao invés de uma organização terrorista, haveria dois Estados terroristas", frisou.

Zarif desmentiu também que seu país apoia o governo do presidente sírio, Bashar Assad, e destacou que as forças iranianas se encontram no país para impedir a conquista dos extremistas.

"Não apoiamos ninguém na Síria […] Estamos na Síria para impedir que o país seja conquistado por radicais", ressaltou.

Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2018042411063895-ira-siria-presenca-motivos/

Bombardeios a um casamento pela Coalisão Árabe apoiada pelos EUA ao Iêmen, matando dezenas


FONTE: MINT PRESS

Semanas depois de o presidente Donald Trump agradecer ao príncipe herdeiro da Arábia Saudita pelo uso de seu poder militar nos Estados Unidos, a coalizão apoiada pelos EUA bombardeou uma festa de casamento no Iêmen, matando pelo menos 20 civis, incluindo a noiva. O número de vítimas deverá aumentar.

Na mídia social, o jornalista Glenn Greenwald lembrou os leitores da conexão dos EUA com o ataque da Arábia Saudita ao empobrecido país, que levou ao que a ONU chamou de "a pior crise humanitária do nosso tempo" - e que não seria possível sem apoio dos EUA.

No Iêmen de hoje, os sauditas bombardearam um casamento, matando pelo menos 20 pessoas, incluindo a noiva. Eles mataram "principalmente mulheres e crianças". Os EUA e Reino Unido - que alguns acreditam fazer intervenções humanitárias - ambos desempenham papéis vitais na destruição saudita do Iêmen https://t.co/496jXAigq7

- Glenn Greenwald (@ggreenwald) 23 de abril de 2018

O bombardeio saudita de uma festa de casamento no Iêmen - em um país onde eles, juntamente com seus parceiros dos EUA e do Reino Unido, criaram uma das piores crises humanitárias do mundo - ocorre apenas algumas semanas depois dessa orgia de amor do tapete vermelho pelo tirano saudita pelas elites americanas mais brilhantes: pic.twitter.com/z0yRs23Ahl

- Glenn Greenwald (@ggreenwald) 23 de abril de 2018

O massacre em um casamento na província de Hajjah, controlada pelo Houthi, aconteceu poucas semanas depois que o príncipe Mohammed bin Salman (MbS) visitou os EUA, posou para fotos com líderes empresariais ricos e se encontrou com Trump na Casa Branca.

O presidente elogiou a Arábia Saudita por seu apoio aos EUA no comércio de armas, "na forma da compra dos melhores equipamentos militares em qualquer parte do mundo", e disse à imprensa que as baixas civis na guerra da coalizão liderada pela Arábia Saudita Os rebeldes houthi no Iêmen "não surgiram de maneira importante".

A Arábia Saudita e os EUA até agora conseguiram escapar da culpa oficial pela crise humanitária do Iêmen ao estabelecer um painel para investigar ataques  que mataram civis, o que eliminou a coalizão de responsabilidade.

A Human Rights Watch criticou o painel por “não cumprir os padrões internacionais em matéria de transparência, imparcialidade e independência”.

Mais de 10.000 civis foram mortos na guerra no Iêmen desde 2015, e outros dois milhões de pessoas foram deslocadas, segundo as Nações Unidas.

Foto superior | Médicos atendem pessoas feridas por ataques aéreos enquanto participam de um casamento em uma vila no noroeste do Iêmen, em um hospital em Hajjah. (Foto: Reuters)

Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com.br/

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Tensão Anglo-russa


23 de abril de 2018

Putin adverte estudantes russos na Grã-Bretanha para "voltar para casa imediatamente" como Moscou debate sobre um ataque  nuclear em Londres

Um sinistro novo relatório do Conselho de Segurança circula hoje  e afirma que o aviso do presidente Putin para estudantes russos que moram na Grã-Bretanha "voltam para casa imediatamente" é devido a crescentes "considerações fortes" sendo discutidas em Moscou de um ataque no Reino Unido para impedir que esta nação ocidental cada vez mais isolada cause a Terceira Guerra Mundial - sendo o “método de ataque” mais discutido uma explosão de 10 kiloton de uma arma do Programa EMP Alabuga sobre Londres projetada para enfraquecer toda a infra-estrutura eletrônica do Reino Unido, minimizando as baixas civis. [Nota: Algumas palavras e / ou frases que aparecem entre aspas neste relatório são aproximações em inglês de palavras / frases em russo que não possuem uma correspondência exata.]

De acordo com este relatório, enquanto a grande maioria do povo americano está sendo levada por sua mídia de propaganda a acreditar que os incansáveis ​​ataques ao presidente Trump são direcionados de dentro dos EUA, nada pode estar mais longe da verdade - como a nação mais ameaçada. por Trump é surpreendente para subir ao poder é a Grã-Bretanha - cujos próprios cidadãos, em 23 de junho de 2016, repreenderam toda a sua liderança liderada pelo globalismo demoníaco, votando-se fora da União Europeia.

Para as décadas, a meta demoníaca globalista da Grã-Bretanha ameaçada pela ascensão de Trump ao poder, explica o relatório, é a normalização da pedofilia - que viu a maioria das nações da UE reduzir sua idade de consentimento para 14-16 anos, desde suas idades históricas de 18 anos. -21 - e cujo plano mestre sob uma presidência de Hillary Clinton veria a Suprema Corte dos EUA, liderada pela justiça Ruth Bader Ginsberg, forçar o povo americano (como fizeram o casamento homossexual e outras práticas moralmente corruptas) uma idade de consentimento menor mais de 12 anos de idade, mais favorecida pelas elites dos EUA-UE - e que o Ministro Ginsberg defende há muito tempo, além de tornar legal a prática maligna do tráfico sexual.

Com o presidente Putin presidindo o triunfo do cristianismo na Rússia contra esses globalistas demoníacos, este relatório continua, a Grã-Bretanha encarou como uma ameaça à sua própria existência o Presidente Trump, da mesma forma, criando uma Aliança Evangélica-Nacional Cristã para levá-lo ao poder. que outras nações da UE que sofrem sob o domínio satânico da UE logo seguiriam - e como evidenciado pela rebelião contra esses globalistas demoníacos da Polônia, Hungria e Áustria - todos os quais se recusam a permitir migrantes islâmicos em seus países favorecendo, ao contrário, seu histórico Raízes cristãs.

Enquanto as forças ocidentais-cristãs se rebelando contra esses globalistas demoníacos continuaram ganhando poder, este relatório diz que os piores receios dos líderes britânicos de elite se concretizaram no ano passado quando o Presidente Trump, falando diante de dezenas de milhares de poloneses, emitiu sua impressionante defesa do Ocidente. Civilização Cristã em um manifesto que, em parte, afirmou:

Nós escrevemos sinfonias. Nós recompensamos o brilho. Nós nos esforçamos para a excelência e apreciamos obras de arte inspiradoras que honram a Deus. Valorizamos o estado de direito e protegemos o direito à liberdade de expressão e liberdade de expressão. ”

Capacitamos as mulheres como pilares da nossa sociedade e do nosso sucesso. Colocamos a fé e a família, não o governo e a burocracia, no centro de nossas vidas. E nós debatemos tudo. Nós desafiamos tudo. Procuramos conhecer tudo para que possamos nos conhecer melhor.

A questão fundamental do nosso tempo é se o Ocidente tem a vontade de sobreviver. Temos confiança em nossos valores para defendê-los a qualquer custo?

Temos respeito suficiente pelos nossos cidadãos para proteger nossas fronteiras?

Temos o desejo e a coragem de preservar nossa civilização em face daqueles que a subverteriam e destruiriam?

Das pessoas mais vis que buscavam “subverter e destruir” a Civilização Cristã-Ocidental, como o Presidente Trump havia avisado, os detalhes do relatório eram os líderes da Grã-Bretanha - que nos meses anteriores à posse de Trump tiveram seus serviços secretos unidos. a campanha corrupta de Hillary Clinton e o igualmente corrupto regime de Obama, para impingir ao povo americano um documento inteiramente inventado chamado "Dossiê Trump-Rússia" produzido pelo agente do MI6 Christopher Steele - e que foi auxiliado pelo agente duplo russo-russo Sergei Skripal.

Ao mesmo tempo, a Grã-Bretanha estava impondo essa história de conluio Trump-russo sobre o povo americano, observa o relatório, o caminho mais perigoso que eles trabalharam com o regime de Obama foi um estudo diabólico realizado nas semanas anteriores à tomada de Trump para determinar se a Rússia e a China poderiam ser exterminadas por um primeiro ataque de uma arma nuclear - e cujos resultados levaram a Grã-Bretanha a declarar satanicamente que suas "armas nucleares poderiam facilmente destruir países inteiros".

A primeira-ministra Theresa May diz que está "pronta e disposta a usar armas nucleares para disparar um ataque preventivo”.

Com Moscou, a princípio, vendo qualquer contemplação dos britânicos lançando um primeiro ataque nuclear à Rússia como nada mais do que “fantasia insana”, este relatório explica gravemente, essa avaliação começou a mudar no mês em que o presidente Trump não apenas rebateu todos os ataques contra ele, mas cujas forças leais, também, começaram a se aproximar dos serviços secretos britânicos que tentavam destruir Trump - com o medo da Grã-Bretanha de ficar exposto a um horror absoluto quando o agente russo-russo Sergei Skripal solicitou permissão para retornar lar da Rússia em troca de revelar a verdade sobre o “Dossiê Trump-Russia” que ele ajudou a criar.

Sabendo que sua nação seria banida e isolada pelo mundo inteiro, uma vez que seus crimes vis contra o presidente Trump foram expostos, este relatório diz que os líderes britânicos determinaram que seu único caminho para a sobrevivência seria começar a Terceira Guerra Mundial - sendo sua primeira ação inicial o envenenamento deliberado de Sergei Skripal e sua filha Yulia em uma operação de “falsa bandeira” orquestrada pelo MI5 e destinada a difamar a Rússia.

Com a mídia de propaganda ocidental apoiando as alegações absurdas da Grã-Bretanha de que a Rússia faria qualquer coisa com esse ataque de “falsa bandeira ” contra os Skripals este relatório continua, a Grã-Bretanha iniciou sua segunda ação para iniciar a Terceira Guerra Mundial quando ordenou sua organização terrorista totalmente financiada. na Síria, chamados de “Capacetes Brancos”, para inventar uma história de vídeo de ataque químico de “notícias falsas” que eles poderiam culpar o governo sírio por executar - mas que o famoso jornalista premiado britânico Robert Fisk expôs completamente as mentiras de fazer algo os jornalistas do Ocidente costumavam fazer - ele foi direto para a cena desse ataque de “bandeira falsa” na Síria e entrevistou as testemunhas - e, como parte, Fisk escreve sobre:

Eu atravessei esta cidade muito livremente ontem sem soldado, policial ou minder para assombrar meus passos, só dois amigos sírios, uma máquina fotográfica e um caderno. Às vezes eu tive que escalar muros de 20 pés de altura, subindo e descendo quase paredes de terra.

Feliz em ver os estrangeiros entre eles, mais felizes ainda que o cerco esteja finalmente terminado, eles estão na maior parte sorrindo; aqueles cujos rostos você pode ver, é claro, porque um número surpreendente de mulheres da Douma usa hijab preto comprido.

Foi uma curta caminhada até o Dr. Rahaibani. Da porta de sua clínica subterrânea - “Ponto 200”, é chamado, na estranha geologia desta cidade parcialmente subterrânea - há um corredor descendo a colina onde ele me mostrou seu humilde hospital e os poucos leitos onde uma menininha chorava. como as enfermeiras trataram um corte acima do olho.

“Eu estava com minha família no porão de minha casa a trezentos metros daqui à noite, mas todos os médicos sabem o que aconteceu.

Houve muito bombardeamento [pelas forças do governo] e os aviões estavam sempre sobre Douma à noite - mas nesta noite, houve vento e enormes nuvens de poeira começaram a entrar nos porões e caves onde as pessoas viviam. As pessoas começaram a chegar aqui sofrendo de hipoxia, perda de oxigênio.

Então alguém na porta, um “Capacete Branco”, gritou “Gás!”, E um pânico começou.

As pessoas começaram a jogar água umas sobre as outras. Sim, o vídeo foi filmado aqui, é genuíno, mas o que você vê são pessoas sofrendo de hipóxia - não envenenamento por gás. ”

Ao mesmo tempo, o jornalista britânico Robert Fisk andava livremente por este site de ataque “falso pavilhão” “sem soldado, policial ou perseguidor para assombrar seus passos”, este relatório diz que é importante notar que a mídia de propaganda ocidental era, é claro e, como sempre, mentindo para seus povos alegando falsamente que os inspetores de armas químicas estavam sendo barrados de lá - mas cuja real alegria demoníaca experimentada por esses tão chamados marionetistas ocidentais veio quando eles viram como eram eficazes em fazer com que os americanos liderassem ambos Grã-Bretanha e França, no que as forças armadas russas chamam agora de um ataque de "masturbação militar" à Síria - como 70% dos mísseis ocidentais disparados não atingiram nada.

O maior horror do Ocidente, no entanto, em relação a este ataque de “masturbação militar” liderado pelos americanos contra a Síria, segundo este relatório, foram dois dos mísseis de cruzeiro “agradáveis ​​e novos e inteligentes” do Presidente Trump que foram recuperados sem detonar pela Armada Síria. Forças - e que foram enviadas para a Rússia para que possam, sem dúvida, ser submetidas a engenharia reversa. [English]

Soldado sírio fica ao lado do míssil machadado dos EUA

Míssil francês entre os abatidos pelo sistema de defesa aérea síria



Sobre como as forças militares russas conseguiram derrubar esses mísseis norte-americanos para fazer engenharia reversa, explica o relatório, é devido ao que é chamado de Magrav Technology, que foi implantado em 2014 contra o USS Donald Cook por um único Sukhoi- 24 jato de combate - e que, sem disparar uma única bomba ou míssil, aleijou esse navio de guerra dos EUA a tal ponto que muitos de seus oficiais da Marinha dos EUA solicitaram imediatamente a demissão - e desde então nunca mais viu outro navio de guerra americano. chegam mesmo perto da Rússia - e de cujo poder o regime de Obama foi avisado pelos seus inventores iranianos que delineavam sombriamente o futuro da guerra contra a Rússia:

Os porta-aviões dos EUA tornar-se-ão nada mais do que banheiras flutuantes se a nossa tecnologia Magravs for usada de forma eficaz, e as pistas cheias de F16s e 18s e assim por diante não passarem de museus de passarela de ferro, já que estas embarcações não poderão voar se seus sistemas eletrônicos são uma vez tocados pela tecnologia espacial da Magravs.

Esses ofícios e navios de guerra teriam que ser religados de A a Z antes que pudessem operar novamente.

Com o Ocidente sabendo que qualquer ataque contra a Rússia destruiria instantaneamente toda a capacidade de guerra, conclui o relatório, a única chance que esses demoníacos combatentes globalistas têm de derrotar a nação cristã da Rússia é a esperança de que um primeiro ataque nuclear ocorra. menos parcialmente bem-sucedida - mesmo que isso signifique uma greve de retaliação nuclear total da Rússia contra os EUA - como esses molestadores de crianças satânicos de elite ocidentais sabem bem que uma troca termonuclear em escala real entre a Rússia e os EUA é patentemente sobrevivente, como o longo desacreditado A teoria dos “invernos nucleares” mostra que a erupção do Monte Tambora em 1815 foi aproximadamente igual em megatonnage à de todos os atuais arsenais nucleares do mundo, e ainda assim levou a um único “ano sem verão” que nem sequer produziu nenhum grandes fomes em um mundo pré-industrial - e é por isso que o governo sombra americano "Deep State", através de sua propaganda na Science Magazine Journal hpiece, surpreendentemente acaba de lançar um vídeo detalhando o que seria um ataque nuclear em Washington D.C.

WhatDoesItMean.Com.

Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com.br/

domingo, 22 de abril de 2018

Participante da encenação com armas químicas em Douma revela verdade


Mustafa, menino sírio, participando da encenação do ataque químico em Douma


© Sputnik / Nour Molhem

Oriente Médio e África

06:34 21.04.2018(atualizado 13:39 21.04.2018) URL curta

Tema:

EUA e aliados efetuam ataque de mísseis contra Síria (88)

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O menino Mustafa, de 10 anos, mora na cidade síria de Douma em Ghouta Oriental. Mustafa demorou muito para tomar coragem e começar a falar com os jornalistas da Sputnik, já que os radicais do grupo Jaysh al-Islam diziam que as pessoas que moram no território controlado pelo exército sírio odeiam crianças e querem matá-las.

O menino tinha medo de participar na gravação do vídeo, mas os jornalistas da Sputnik Árabe conseguiram tirar várias fotos dele. Com o tempo, Mustafa deixou de ter medo e contou que gostava de estudar, mas sua escola se encontrava destruída.

Mustafa, menino sírio, participando da encenação do ataque químico em Douma

© Sputnik / Nour Molhem

Mustafa, menino sírio, participando da encenação do ataque químico em Douma

Depois perguntou: "Caso eu diga o que fizemos aqui, vocês não vão me matar?" O menino contou que os radicais do Jaysh al-Islam prometeram dar às crianças tâmaras doces, caso as cumprissem suas ordens.

"As crianças foram juntadas perto do hospital e nos disseram que receberíamos biscoitos e sacos com batatas se nós fizéssemos tudo certo. Algumas pessoas trouxeram sacos grandes, mas não entendemos o que havia dentro deles. Começaram a nos regar com água da torneira. Depois os adultos correram ao edifício do hospital levando as crianças. Ali nos tiraram fotos. Depois distribuíram a comida prometida e disseram que podíamos brincar porque nos comportamos bem e obedecemos", contou.

Mustafa explicou: "Geralmente não permitiam que nós fôssemos a escolas e brincássemos. Nós devíamos trabalhar. Caso eles vissem alguma das crianças brincando, gritavam com ela e mandavam para casa."

Membros da defesa civil síria, mais conhecidos como Capacetes Brancos em Damasco, foto de arquivo.

© AFP 2018 / Msallam Abdalbaset

Garoto filmado durante 'ataque químico' em Douma revela detalhes

Anteriormente, os países ocidentais acusaram Damasco de ter realizado um ataque químico contra a cidade de Douma. As autoridades sírias veem desmentindo essas informações, qualificando-as como falsas. Por sua vez, a Rússia afirmou que as falsificações tinham como objetivo justificar os ataques contra a Síria.

Na madrugada do dia 14 de abril, as forças dos EUA, Reino Unido e da França lançaram ataques com mísseis contra várias instalações sírias que, em sua opinião, foram utilizadas para produzir armas químicas. As autoridades sírias frisaram repetidamente que todo o arsenal químico do país foi retirado sob controle da Organização para a Proibição de Armas Químicas.

Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2018042111044124-arma-quimica-siria-ataque-douma-ghouta-oriental-encenacao-foto/

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Fábrica de armas químicas de terroristas encontrada em Douma


Tanques destruídos em uma estrada na cidade síria de Douma

(FOTOS)

© AFP 2018/ LOUAI BESHARA

Oriente Médio e África

13:06 20.04.2018URL curta

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Os militares sírios, junto com seus colegas russos, encontraram uma fábrica e laboratórios de armas químicas de terroristas na cidade síria de Douma, em Ghouta Oriental.

Os laboratórios ficam em porões de casas residenciais a partir dos quais foram escavados numerosos tuneis. Através desses tuneis, os terroristas entravam nas salas onde eram realizadas todas as etapas de produção de armas químicas: desde armazenamento das substâncias químicas até colocação das substâncias químicas em mísseis ou bombas.

Um laboratório de armas químicas de terroristas na cidade síria de Douma, em Ghouta Oriental.

© Sputnik / Nour Molhem

Um laboratório de armas químicas de terroristas na cidade síria de Douma, em Ghouta Oriental.

Uma fonte no exército sírio revelou à Sputnik Árabe que "as embalagens de muitas substâncias químicas indicam que estas foram produzidas na Arábia Saudita. Também contêm instruções para produção de agentes de guerra química e explosivos. Segundo os especialistas, foi ali que foi preparada a provocação com uso de armas químicas para acusar as autoridades de ataques contra civis".

Uma fábrica de armas químicas de terroristas foi encontrada na cidade síria de Douma pelos militares sírios junto com seus colegas russos

© Sputnik / Nour Molhem

Uma fábrica de armas químicas de terroristas foi encontrada na cidade síria de Douma pelos militares sírios junto com seus colegas russos

Os especialistas russos estão agora estudando os agentes químicos e as notas com fórmulas abandonados pelos terroristas.

Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2018042011039671-fabrica-armas-terroristas-douma-fotos/

Chanceler russo: EUA não cruzaram 'linhas vermelhas' na Síria


Militares russos na base aérea Hmeymim na Síria


© Sputnik / Maksim Blinov

Oriente Médio e África

03:12 20.04.2018(atualizado 05:02 20.04.2018) URL curta

Tema:

EUA e aliados efetuam ataque de mísseis contra Síria (87)

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A Rússia informou com antecedência os EUA sobre as áreas que não devem ser atacadas na Síria e Washington não cruzou essas "linhas vermelhas", afirmou o chefe da Chancelaria russa, Sergei Lavrov.

Na madrugada de 14 de abril, aviões e navios das Forças Armadas dos EUA, junto com as forças aéreas do Reino Unido e da França, efetuaram um ataque de mísseis contra infraestruturas militares e civis sírias.

Um pouco antes dos ataques, os comandos militares russo e norte-americano efetuaram contatos.  Moscou avisou Washington de que, se os EUA atacassem determinadas áreas na Síria, cruzariam as "linhas vermelhas".

"Ainda antes de se concretizaram os planos de ataques" do Ocidente, "o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia, Valery Gerasimov, esclareceu que, se os EUA causassem danos aos militares russos, nós iríamos responder de forma dura e clara", declarou Sergei Lavrov à Sputnik.

Criança correndo pela rua em Douma

© AFP 2018 / Hasan Mohamed

EUA acusam Rússia e Síria de fazer 'varredura' no local de suposto ataque químico

Além disso, ele acrescentou que, nesse caso, os alvos de ataque de resposta seriam não só os mísseis, mas também seus portadores.

Neste contexto, o chanceler russo sublinhou que Washington foi informado sobre as "linhas vermelhas" com antecedência e que os resultados mostram que essas linhas não foram cruzadas.

Ao mesmo tempo, o ministro russo do Exterior indicou que, após os ataques aéreos na Síria, Moscou tem todo o direito de fornecer sistemas de defesa antiaérea S-300 a Damasco.

Em sua opinião, agora Moscou não tem nenhumas obrigações morais perante seus parceiros ocidentais, pois eles próprios desestabilizam a situação na região.

Segundo previamente comunicou o Ministério da Defesa da Rússia, foram lançados 103 mísseis de cruzeiro (inclusive Tomahawk de baseamento naval), cuja maior parte foi interceptada pelos sistemas antiaéreos sírios. O pretexto para realização do ataque de mísseis contra a Síria foi o incidente em 7 de abril, na cidade síria de Douma, onde alegadamente teriam sido usadas armas químicas.
Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2018042011034713-eua-siria-ataques-linhas-vermelhas-lavrov/

Política dos EUA com a Rússia é de confrontação, diz secretário de Segurança russo


Nikolai Patrushev durante um encontro com Vladimir Putin. Foto de arquivo


© Sputnik / Sergei Guneev

Europa

15:39 20.04.2018(atualizado 15:41 20.04.2018) URL curta

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Os Estados Unidos mudaram claramente as relações com a Rússia em direção ao uso de duros confrontos e mecanismos abertos de dissuasão, afirmou nesta sexta-feira o secretário do Conselho de Segurança da Rússia, Nikolai Patrushev.

"A política externa independente da Rússia e a consistente defesa de seus interesses nacionais é vista pelos Estados Unidos como uma ameaça à sua dominação incondicional no mundo", disse Patrushev, dirigindo-se a uma reunião da comissão interdepartamental do Conselho sobre planejamento estratégico.

Militar norte-americano na cidade de Manbij, Síria

© AP Photo/ Hussein Malla

Síria e Iraque: Ataques liderados pelos EUA atingem 30 alvos terroristas

"A este respeito, os Estados Unidos mudaram da política de cooperação anteriormente declarada com a Rússia para o uso aberto da dissuasão e das duras ferramentas de confrontação", enfatizou Patrushev.

As relações entre Washington e Moscou tem se deteriorado nos últimos anos devido a uma série de incidentes, entre eles a a investigação sobre uma suposta intereferência russa nas eleições presidenciais dos EUA, em 2016. Tanto a Rússia quanto o presidente norte-americano, Donald Trump, negam as acusações.

A dois momentos mais recentes dessa escalada de tensão entre os dois países foram, primeiro, a expulsão pelo lado dos EUA de dezenas de diplomatas após o suposto envenamento do ex-espião russo, Sergei Skripal, no Reino Unido. Os EUA acataram a tese britânica de envolvimento russo no incidente e acompanharam a expulsão de diplomatas feita pela Grã-Bretanha.

Já na Síria, após acusações de uso de armas químicas pelo governo de Bashar Assad, EUA, Reino Unido e França realizaram um ataque na noite do dia 13 de abril como forma de retaliação. O ataque aconteceu após debates com tensionamento direto entre EUA e Rússia no Conselho de Segurança da ONU.

Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/2018042011040898-eua-franca-reino-unido-russia-siria-armas-quimicas-sergei-skripal-tensao/

Turquia deixa bancos norte-americanos sem seu ouro


Capital da Turquia, Ancara


© flickr.com / Jorge Franganillo

Economia

11:49 20.04.2018(atualizado 11:54 20.04.2018) URL curta

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O Banco Central da Turquia retirou do Sistema de Reserva Federal dos EUA suas reservas de ouro, segundo o relatório anual publicado no site oficial do banco.

Com base no documento, as reservas de ouro do Banco Central da Turquia armazenadas nos EUA eram de 28.689 toneladas no final de 2016, mas já não constava nada no final de 2017.

Segundo o jornal Milliyet, também os maiores bancos privados turcos retiraram suas reservas de ouro do exterior, respondendo ao apelo do presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, para "se livrarem da pressão da taxa de câmbio e usarem o ouro contra o dólar". Assim, o banco Halk Bankasi transferiu para a Turquia o ouro armazenado no exterior no volume de 29 toneladas. Conforme os dados da publicação, foram devolvidas à Turquia 220 toneladas de ouro no total.

Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, secando as lágrimas (foto de arquivo)

© AP Photo / Emrah Gurel

Entrada da Turquia na União Europeia fica cada vez mais distante

As relações entre a Turquia e os EUA pioraram devido ao suporte dado pelos Estados Unidos às Unidades de Proteção Popular (YPG) dos curdos sírios, que Ancara considera um grupo terrorista. Por sua vez, Washington explica suas ações com o combate contra o Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e em outros países).

Além disso, as relações entre os dois países foram afetadas pela detenção nos Estados Unidos de Mehmet Hakan Atilla, vice-diretor-geral do banco Halkbank, e do empresário turco-iraniano Reza Zarrab. Eles são acusados de conspiração para realizarem transações multimilionárias a favor do Irã contornando as sanções.

Mevlut Cavusoglu, ministro das Relações Exteriores da Turquia, afirma que Atilla foi preso por iniciativa dos partidários da organização de oposição do pregador islâmico Fethullah Gulen. O vice-primeiro-ministro da Turquia, Bekir Bozdag, considerou o processo criminal contra Atilla e Zarrab como uma conspiração contra Ancara.

Fonte: https://br.sputniknews.com/economia/2018042011039407-turquia-reservas-do-ouro-bancos-eua/

terça-feira, 17 de abril de 2018

Mídia chama navios de guerra estadunidenses de 'monte de lixo flutuante'


Navio de guerra USS Little Rock no porto de Buffalo, EUA


© AP Photo/ Carolyn Thompson

Defesa

10:33 17.04.2018URL curta

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Os navios de guerra costeiros dos EUA do programa Littoral Combat Ship se tornaram um "monte de lixo flutuante", informa o site Task & Purpose.

"Depois de terem sido gastos 16 anos e bilhões de dólares, a Marinha dos EUA parece afinal reconhecer que o programa dos navios de guerra costeiros LCS é um fracasso absoluto", diz o artigo.

Navio chinês mostra suas capacidades durante manobras (imagem ilustrativa)

© AP Photo / Xinhua, Wu Dengfeng, File

Sinal a Washington? Pequim põe em alerta frota, caças e 10 mil marinheiros

Além disso, os novos navios não são adequados para operações militares. Em 2014, os EUA foram obrigados a reduzir as encomendas de navios LCS por não estarem seguros da sua eficácia e os barcos já existentes se encontrarem sempre em trabalhos de manutenção técnica e correções.

Segundo comunicaram no Instituto Naval dos EUA, em 2018 os marinheiros norte-americanos não poderão posicionar rapidamente nenhum navio costeiro.

Entre as falhas evidentes dos LCS, a edição menciona a falta de elementos do sistema de combate, em particular, dos sistemas de radar, as capacidades limitadas da proteção contra mísseis antinavio, bem como a ausência de um mecanismo de proteção que permita reduzir os danos em caso de um impacto forte.

"Nenhuma modificação dos LCS poderá suportar um combate intenso", nota o artigo.

Antes, o Pentágono reconheceu que os navios de guerra costeiros da Marinha dos EUA se demonstraram de forma fraca em testes contra um grupo de navios de ataque pequenos, tendo revelado uma série de avarias — desde problemas com geradores e sistemas de ar condicionado até falhas do sistema de cibersegurança.

Fonte: https://br.sputniknews.com/defesa/2018041711011680-navio-guerra-eua-lixo/

'Jogo perigoso': 'buracos negros' da Rússia impedem submarinos britânicos de atacar Síria


Submarino (imagem referencial)


CC0 / Pixabay

Opinião

04:45 17.04.2018URL curta

Tema:

EUA e aliados efetuam ataque de mísseis contra Síria (77)

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Os "buracos negros" da Rússia não deixaram o submarino britânico atacar a Síria, escreve a mídia. O especialista militar Viktor Baranets, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, comentou estas manobras.

O submarino britânico não conseguiu participar da operação militar contra a Síria, já que teve que manobrar em contraposição a submarinos russos, escreve o jornal Times.

O diário comunica que um submarino britânico da classe Astute, equipado com mísseis de cruzeiro, "jogava gato e rato" no mar Mediterrâneo com um ou dois submarinos russos classificados pelos especialistas ocidentais como "buracos negros" por serem muito silenciosos.

Tripulantes no submarino Aleksandr Nevsky, península de Kamchatka

© Sputnik / Ildus Gulyazutdinov

Por que submarinos russos venceriam em qualquer duelo com inimigos?

A edição nota que o submarino britânico também teve que escapar de duas fragatas russas e um avião antissubmarino. Neste respeito, o submarino não conseguiu se aproximar o bastante para efetuar ataques contra a Síria, embora antes o submarino tenha tentado evitar a detecção por vários dias.

Segundo o Times, estes "buracos negros" foram submarinos da classe Kilo, na designação da OTAN, que saíram da base de Tartus na Síria.

O analista militar Viktor Baranets comentou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik as ações dos militares russos.

"Dois submarinos da Marinha Real do Reino Unido deveriam atacar a Síria com mísseis de cruzeiro. Mas nesta mesma região também estavam dois submarinos diesel da Frota do Mar Negro que ocupavam constantemente uma posição que impedia os ataques britânicos conta a Síria a partir de posição submersa", disse ele.

Submarino U31 da Marinha Alemã no mar Báltico, 7 de fevereiro de 2005

© AP Photo / HERIBERT PROEPPER

Submarino mais avançado dos nazistas é encontrado na Dinamarca (FOTOS, VÍDEO)

Para Baranets, estas manobras foram uma espécie de "jogo perigoso". Sabe-se que os submarinos russos estão posicionados na parte leste do mar Mediterrâneo e também se espera que até o final de abril um grupo naval dos EUA chegue na região.

"Claro que os nossos submarinos vão vigiar com atenção o comportamento destes navios", concluiu Baranets.

No sábado passado (14), os EUA, França e Reino Unido lançaram ataques aéreos contra a Síria em resposta ao alegado uso de armas químicas nos arredores de Damasco, em Douma.

Os ataques foram realizados no mesmo dia em que a missão da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) iniciaria a investigação do alegado uso de armas químicas em Douma, após a culpa pelo alegado incidente ter sido imediatamente atribuída a Damasco pelo Ocidente.

Depois das acusações, o governo sírio negou categoricamente estar envolvido no suposto ataque e declarou que os ataques aéreos são uma "agressão brutal".

Fonte: https://br.sputniknews.com/opiniao/2018041711008583-submarino-russia-reino-unido-ataque-siria/

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Por que Pentágono não atacou posições russas na Síria apesar do desejo de Trump?


Presidente dos EUA, Donald Trump, com o secretário de Defesa, James Mattis (foto de arquivo)


© REUTERS / Mike Segar

Américas

05:42 16.04.2018(atualizado 06:05 16.04.2018) URL curta

Tema:

EUA e aliados efetuam ataque de mísseis contra Síria (74)

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Donald Trump insistia em lançar um ataque inclusive às instalações russas e sírias na Síria, mas o chefe do Pentágono, James Mattis, expressou-se contra tal decisão, escreve o jornal norte-americano The Wall Street Journal, citando fontes.

Segundo o jornal, Mattis apresentou na Casa Branca três opções de ataque: atacar instalações sírias ligadas a armas químicas; atacar um leque de alvos mais amplo, incluindo instalações de pesquisa relacionadas a armas químicas; e atacar centros militares de comando.

Manifestantes contra a guerra protestam contra o presidente Donald Trump em frente à Trump Tower em Nova York, em 2017, criticando ataques à Síria.

© AFP 2018 / Jewel SAMAD

Trump avisou o Congresso dos EUA sobre ataque na Síria

A terceira opção previa também ataque contra sistemas de defesa antiaérea russos na Síria. Este plano foi elaborado para "minar o potencial militar do regime sírio" sem afetar "mecanismos políticos de Bashar Assad", diz o artigo do jornal.

De acordo com a edição, Trump insistia em atacar posições russas e iranianas na Síria para destruir equipamento militar sírio. No entanto, Mattis se expressou contra e Trump acabou optando por um "plano híbrido".

Comentando a notícia do The Wall Street Journal, o analista político Yevgeny Ben opinou no ar do serviço russo da Rádio Sputnik que Trump e Pentágono calcularam o ataque minuciosamente.

"O ataque foi realizado na madrugada de sexta-feira para sábado: sexta-feira é um dia santo para os muçulmanos, o sábado é sabá para israelenses. […] Trump temia reação muito negativa no mundo ao que iria acontecer", afirmou.

Ben sublinhou que Washington não quer uma nova guerra mundial, mas persegue outro objetivo.

"A tarefa principal [de Trump] não é começar uma terceira guerra mundial de grande escala. Trump e establishment norte-americano querem provocar uma confrontação global no Oriente Médio para de uma maneira ou outra 'empurrar' a Rússia de lá", disse.

Secretário-geral da Liga Àrabe, Nabil Elaraby

© AP Photo / Thomas Hartwell

Comunidade Internacional ignora o mundo árabe no debate sobre a Síria

Para alcançar um "caos controlado" na região, Washington aposta em um conflito entre Irã e Israel, tentando também causar uma disputa entre Moscou e Ancara, que ao contrário da Rússia, apoiou o recente ataque contra a Síria, afirma Ben.

Por outro lado, ressalta ele, os EUA não esperavam uma onda de crítica do ataque, pois a maioria dos países árabes não apoiou a medida. Mesmo Israel "com que contava Trump", continua neutro, conclui analista.

Na madrugada de sábado passado (14), os EUA, França e Reino Unido lançaram mais de 100 mísseis contra o território sírio, a maioria dos quais foram interceptados pelos sistemas sírios de defesa antiaérea. Três pessoas ficaram feridas.

Washington argumentou suas ações como resposta ao ataque químico realizado supostamente pelo governo sírio na cidade de Douma. Damasco, por sua vez, nega todas as acusações.

Fonte: https://br.sputniknews.com/americas/2018041611001179-pentagono-trump-ataque-siria-objetos-russos/

Síria afirma ter interceptado novos mísseis


Participantes de uma manifestação contra os ataques aéreos da coalizão internacional na Síria agitam bandeiras da República Árabe da Síria


© AP Photo / Hassan Ammar

Oriente Médio e África

19:43 16.04.2018(atualizado 20:23 16.04.2018) URL curta

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A mídia estatal da Síria afirma que as defesas antiaéreas do país interceptaram novos mísseis nesta segunda-feira (16).

De acordo com a agência de notícias SANA, os mísseis invadiram o espaço aéreo sírio e foram derrubados perto da província de Homs. Uma fonte militar ouvida pela Sputnik afirmou que cerca de 10 mísseis foram interceptados enquanto se aproximavam da base militar de Shayrat. Não há relatos de feridos ou de explosões.

A Síria classificou o episódio como "uma agressão".

Militantes do opositor Exército Livre da Síria, apoiados pela Turquia, caminham em direção da cidade síria de Afrin, 17 de março de 2018

© REUTERS / Khalil Ashawi

Estados Unidos teriam aberto nova base militar em região síria rica em petróleo

Ainda não foi feita a identificação de quem lançou o ataque. 

O Pentágono afirmou que "não há atividade militar dos Estados Unidos naquela área neste momento". O porta-voz Eric Pahond afirmou que no momento não há mais informações.

Um militar de Israel ouvido pela agência Agence France-Presse disse que não tem informações sobre o incidente.

Na sexta-feira (13), uma coalizão formada por Estados Unidos, França e Reino Unido lançou mísseis contra a Síria em resposta a um possível ataque químico realizado pelo presidente da Síria, Bashar Assad.

Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2018041611007921-siria-afirma-interceptado-novos-misseis/

Por que submarinos russos venceriam em qualquer duelo com inimigos?


Tripulantes no submarino Aleksandr Nevsky, península de Kamchatka


© Sputnik / Ildus Gulyazutdinov

Opinião

12:50 16.04.2018URL curta

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Na península de Kamchatka submarinos russos simularam uma espécie de duelo. Ao comentar as manobras em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar Aleksei Leonkov contou como, para ele, poderia se desenrolar a situação em condições de combate reais.

Os submarinos nucleares Vladimir Monomakh e Aleksandr Nevsky realizaram manobras na península de Kamchatka simulando um duelo, comunicou em coletiva de imprensa o chefe do Departamento de Informação do Distrito Militar Oriental para a Frota do Pacífico, capitão-de-fragata Nikolai Voskresensky.

Submarino U31 da Marinha Alemã no mar Báltico, 7 de fevereiro de 2005

© AP Photo / HERIBERT PROEPPER

Submarino mais avançado dos nazistas é encontrado na Dinamarca (FOTOS, VÍDEO)

"De acordo com o plano da preparação militar, o cruzador submarino nuclear estratégico Vladimir Monomakh, treinando ações do submarino inserido em agrupamento, efetuou busca e vigilância de um submarino do suposto inimigo. Do lado opositor esteve atuando outro cruzador estratégico — o Aleksandr Nevsky", disse ele.

Conforme Voskresensky, as tripulações dos cruzadores estratégicos, "encenando uma situação de duelo", efetuaram manobras de ataque e contra-ataque com uso de armas e meios hidroacústicos.

Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar Aleksei Leonkov comentou estes exercícios.

"Treinamentos desse tipo com submarinos continuam atuais porque não se exclui que em sequência de algum conflito global ou local os submarinos possam se encontrar. Nesse caso, a única arma de luta destes submarinos são os torpedos", disse o analista.

Ele acrescentou que se um dos submarinos atinge o outro, ele priva de fato o possível adversário de certas vantagens no combate futuro. Conforme Leonkov, exercícios desses são necessários tanto na Rússia como nos EUA.

Mais de 20 navios de guerra russos saíram ao mar Báltico para manobras

© AP Photo / RIA Novosti, Alexei Nikolsky, Presidential Press Service

Treinamentos marítimos russos se tornam 'brincadeira nacional' da Suécia, diz analista

Segundo ele, em circunstâncias reais durante a realização de tais "duelos" há algumas particularidades: "Os nossos submarinos do projeto Yasen têm um torpedo-míssil único que, ao contrário dos torpedos convencionais, supera a distância de 50 quilômetros até o submarino do inimigo hipotético com uma velocidade surpreendente."

Leonkov ressaltou que o torpedo inicia o movimento debaixo d'água, supera a maior parte da distância pelo ar, atingindo velocidade até 3.000 km/h, e depois ataca do ar para a água. Os adversários da Rússia não têm tais armas. "Por isso, há mais chances que em um 'duelo' de submarinos vença o nosso submarino", concluiu.

Fonte: https://br.sputniknews.com/opiniao/2018041611006035-submarino-russo-batalha-inimigos-vitoria/

Resultado fantástico: conheça o armamento que salvou Damasco dos mísseis americanos


Sistema de mísseis russo Buk-M2


© Sputnik / Ramil Sitdikov

Defesa

09:55 15.04.2018(atualizado 10:08 15.04.2018) URL curta

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A defesa aérea da Síria interceptou 71 dos 103 mísseis lançados pelos Estados Unidos e seus aliados na madrugada de 14 de abril. Especialistas russos explicam como os sírios alcançaram tal sucesso e que papel desempenhou a Rússia nisso.

A principal força de defesa foi o novo sistema de mísseis Buk-M2 que a Síria comprou à Rússia pouco antes da guerra.

Aleksandr Luzan, ex-comandante adjunto da defesa aérea das Forças Armadas da Rússia, que visitou a Síria várias vezes, conhece em primeira mão as capacidades da defesa aérea do país árabe e a sua estrutura.

Sistema de mísseis russo Buk-M2E

© Sputnik / Pavel Lisitsyn

Sistema de mísseis russo Buk-M2E

"Além de sua plataforma de fogo multicanal autopropulsada, o Buk-M2 tem um radar equipado com uma antena que se eleva a 22,5 metros de altura em dois minutos. Isto amplia a zona de cobertura, sendo capaz de detectar mísseis de cruzeiro que operam a altitudes extremamente baixas. Se outros sistemas de defesa aérea, que não contam com uma antena tão alta, podem disparar contra um míssil de cruzeiro voando a uma altitude de 15 metros em um raio entre 12 e 15 quilômetros, o Buk-M2 pode disparar a uma distância entre 40 e 42 quilômetros", detalhou o militar ao jornal russo Vzglyad.

Cruzador de mísseis norte-americano USS Monterey lança um míssil Tomahawk durante o ataque à Síria, 14 de abril de 2018

© REUTERS / U.S. Navy/Lt. j.g Matthew Daniels

Pentágono divulga VÍDEOS dos Tomahawks sendo lançados contra Síria

O especialista também destacou que "enquanto os mísseis de cruzeiro se aproximam do alvo, o Buk-M2 pode realizar vários ciclos de disparos".

Cada um destes sistemas pode atacar simultaneamente quatro alvos diferentes. Cada divisão dispõe de seis unidades e radares. Em um ataque, uma divisão é capaz de derrubar até 24 mísseis de cruzeiro ou até 30-40 mísseis se estão em frente, explicou Luzan.

Além destes sistemas, a Síria comprou à Rússia vários sistemas Pantsir-S1. Este não possui uma antena tão elevada, mas tem um tempo de reação curto, por isso consegue neutralizar um míssil de cruzeiro a curta distância. De acordo com Luzan, os Buk-M2 e os Pantsir foram os principais meios que permitiram destruir os mísseis inimigos.

Sistema de artilharia antiaérea móvel Pantsir-S1

© Sputnik / Mikhail Mokrushin

Sistema de artilharia antiaérea móvel Pantsir-S1

O número de mísseis interceptados pelos sistemas sírios não é simplesmente alto, mas fantástico, afirmou o ex-comandante do 4º exército da Força Aérea russa, Valery Gorbenko.

"A eficiência do ataque [da coalização ocidental] não foi muito alta", opinou Gorbenko.

Um sistema de defesa aérea é considerado forte se consegue interceptar mais de 60% dos alvos, recordou Luzan, por isso o resultado dos sistemas sírios é de aplaudir.

O ex-comandante sublinhou que um nível de eficiência tão alto foi atingido graças à Rússia, que ajudou Damasco a reconstruir seus sistemas de defesa antimíssil. Os programas de treinamento realizados por instrutores russos também desempenharam um papel importante, acrescentou.

Como assinalam os analistas do Vzglyad, os EUA não consideraram os sistemas de defesa aérea como alvo, embora em um conflito real estes sistemas sejam o alvo número um.

Segundo Luzan, Washington e aliados apenas fizeram um "grande barulho" e não é a primeira vez que isso acontece.

"Já antes teve lugar um ataque contra um aeródromo sírio. Naquela vez, lançaram 58 Tomahawk, 38 dos quais foram derrubados. Os que atingiram o aeródromo não causaram danos sérios, pois no dia seguinte os aviões começaram a decolar desse mesmo aeródromo. Por isso, desta vez o objetivo também foi propagandista."

S-300 durante um ensaio de treinamento

© Sputnik / Alexei Danichev

Israel receia que Rússia forneça mísseis S-300 à Síria

Durante o bombardeio noturno na Síria, a Força Aeroespacial russa também obteve uma experiência muito valiosa. Os sistemas russos S-300 e S-400 deslocados na Síria detectaram e seguiram os mísseis ocidentais, recolhendo informações para análise e estudo posterior.

"Os exercícios militares e, em especial, as operações militares reais sempre são úteis do ponto de vista informativo […] Disso podemos concluir que é preciso aperfeiçoar o sistema de reconhecimento dos meios de ataque aéreo. Precisamos de criar um espaço comum de gerência da informação. Nesse caso, nenhumas surpresas serão ameaças", concluiu o militar.

Na madrugada de sábado (14), o Reino Unido, os Estados Unidos e a França lançaram ataques contra a Síria em retaliação a um suposto ataque químico na cidade de Douma, atingindo instalações sírias governamentais onde supostamente eram produzidas armas químicas. Os aliados lançaram mais de 100 mísseis, 71 dos quais foram interceptados pelo sistema de defesa aérea sírio.

Fonte: https://br.sputniknews.com/defesa/2018041510995570-eua-siria-ataque-misseis-defesa/

Exército da China recebe nova 'arma mortífera'


Militares do Exército de Libertação Popular se preparam para o desfile militar comemorativo do 90° aniversário da fundação do exército, na base militar de Zhurihe na China, em 30 de julho de 2017.


© REUTERS / China Daily

Defesa

03:24 16.04.2018(atualizado 05:32 16.04.2018) URL curta

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A Força de Mísseis Balísticos do Exército Popular de Libertação da China já recebeu em seu serviço uma nova "arma mortífera" que aumenta significativamente as capacidades de defesa do país.

Segundo informa a agência Xinhua, o exército chinês recebeu um míssil balístico de nova geração. Se trata de um míssil de longo alcance capaz de efetuar um ataque de resposta nuclear.

"Todo o sistema deste armamento — é um míssil balístico de produção própria, do qual a China possui todos os direitos intelectuais", comunica a agência.

A mídia destaca que a cerimônia de admissão em serviço teve lugar há alguns dias em uma das unidades da Força de Mísseis Balísticos da China.

Lançamento de míssil na China (arquivo)

© AP Photo / Wu Dengfeng

Mídia: China testa com êxito míssil aerobalístico

A nova arma é capaz tanto de realizar um ataque de resposta nuclear, como atingir alvos terrestres e marítimos, inclusivamente navios de média e grande envergadura localizados a distâncias significativas.

De acordo com a Xinhua, o míssil representa uma "arma mortífera", enquanto sua adoção pelo Exército da China significa um aumento das capacidades de defesa da Força de Mísseis do país.

Fonte: https://br.sputniknews.com/defesa/2018041611000198-china-exercito-nova-arma-missil-balistico/

domingo, 15 de abril de 2018

Vida em Damasco segue como de costume, sírios fazem chacota de Trump


Vida da cidade síria de Damasco após os ataques aéreos da coalizão internacional em 14 de abril de 2018

Vida em Damasco segue como de costume, sírios fazem chacota de Trump (FOTOS)

© Sputnik / Stringer

Oriente Médio e África

13:39 15.04.2018URL curta

Tema:

EUA e aliados efetuam ataque de mísseis contra Síria (62)

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Para os residentes de Damasco, o dia de ontem começou com o som de explosões após o ataque conjunto dos EUA, Reino Unido e França. Logo depois, os cidadãos se reuniram em pleno coração da capital para expressar seu apoio ao presidente.

No decorrer do ataque, as forças estadunidenses usaram mais de 100 mísseis, porém, segundo as fontes militares sírias, mais de 70 deles foram interceptados pelos sistemas antiaéreos do país. Comunica-se que os mísseis americanos efetuaram um golpe contra um centro de pesquisa localizado em Damasco e alvos nas zonas rurais de Homs.

Presidente da Síria, Bashar Assad

© Sputnik / Assessoria de imprensa de Bashar Assad

Assad: 'É hora de Ocidente reconhecer que perdeu controle da situação na Síria'

Uma fonte militar comunicou à Sputnik que o sistema antiaéreo sírio "acabou por ser muito eficiente na luta contra os mísseis norte-americanos" e que o ataque "foi ineficaz", pois as forças sírias "sofreram poucos danos".

Um stringer da Sputnik Turquia falou com os residentes de Damasco, onde a vida está decorrendo como sempre.

"Eu e minha família acordamos ao ouvir os sons de explosão, acompanhamos o curso dos acontecimentos através da nossa mídia nacional. Para mim, este dia não foi muito diferente dos outros, acordei cedo e abri minha loja", contou Ahmet, funcionário de uma loja em Damasco.

Outra interlocutora da agência, Umm Reem de 50 anos, mãe de 4 filhos que mora na região de Barzeh, localizada perto do centro de pesquisa destruído na sequência do ataque, disse que seus filhos ficaram assustados com as explosões.

"Durante a Salá matinal, estava orando por meu país. Que as crianças norte-americanas vivam o mesmo medo que nossas foram obrigadas a viver", disse.

Vida da cidade síria de Damasco após os ataques aéreos da coalizão internacional em 14 de abril de 2018

© Sputnik / Stringer

Vida da cidade síria de Damasco após os ataques aéreos da coalizão internacional em 14 de abril de 2018

Ao mesmo tempo, nas redes sociais os sírios estão gracejando com Trump. Assim, um dos usuários escreveu que "os mísseis de Trump não são mais inteligentes que seu proprietário, ambos são patetas".

Vida da cidade síria de Damasco após os ataques aéreos da coalizão internacional em 14 de abril de 2018

© Sputnik / Stringer

Vida da cidade síria de Damasco após os ataques aéreos da coalizão internacional em 14 de abril de 2018

Já no Facebook, ontem foi publicada uma foto com fragmentos dos mísseis norte-americanos com este comentário: «Vendem-se mísseis usados de produção americana Tomahawk, nos quais há um rastro dos países do golfo Pérsico. Contudo, estão precisando de suas coisas: alas e tinta… Os interessados podem entrar em contato com as Forças Armadas da Síria.»

Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2018041510997321-damasco-siria-capital-fotos-vida-residentes/