terça-feira, 10 de abril de 2018

Estados Unidos encarregaram israelenses de atacar Síria, afirma analista militar


F-15 da Força Aérea israelense, foto de arquivo


© AP Photo/ Ariel Schalit

Oriente Médio e África

14:02 10.04.2018(atualizado 14:08 10.04.2018) URL curta

Tema:

Ataque à base aérea síria (7)

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O último ataque de Israel contra a base aérea síria era necessário não apenas para distrair a atenção das vitórias do exército sírio em Ghouta Oriental, mas também para submeter à prova o sistema da defesa antiaérea da Síria, opina Muhammed Mulhem, general de brigada e analista militar sírio.

Segundo ele, este ataque foi coordenado com o comando americano. Para além disso, os estadunidenses não realizaram eles próprios este ataque porque não queriam uma confrontação direta com a Rússia, por isso os EUA delegaram esta tarefa à Força Aérea israelense.

Menino sírio anda de bicicleta na cidade velha de Homs, Síria, 26 de fevereiro de 2016

© AP Photo/ Hassan Ammar

Irã promete responder ao ataque de Israel contra base síria

Na noite para segunda-feira, aviões israelenses atacaram uma base aérea síria a partir do território libanês, de acordo com Ministério da Defesa russo. De acordo com a mídia síria, o ataque resultou em vítimas e feridos. Três mísseis atingiram o alvo, outros cinco foram abatidos.

"O ataque contra base T-4 foi realizado para elevar o moral dos terroristas, para que estes continuem sua tarefa de destruir a Síria. Hoje em dia eles fazem tudo para adiar a derrota completa dos terroristas e distrair a atenção da derrota dos EUA em Ghouta Oriental. As declarações dos EUA que eles não realizarão ataques contra a Síria tem que ser entendido como eles não quererem uma confrontação direita com a Rússia", destacou.

Para o analista, Israel cumpriu a tarefa de realização deste ato de agressão em vez dos EUA. A Rússia disse que a resposta à agressão por parte dos americanos será dura, por isso Israel virou o executante, frisou Muhammed Mulhem, acrescentando que sem coordenação com os EUA este ataque não seria possível.

É importante referir que o sistema de defesa antiaérea sírio demostrou sua capacidade e prontidão para repelir o ataque, continuou o general de brigada em conversa com a Sputnik Árabe. Para além disso, os aviões de Israel não se arriscariam a atravessar a fronteira da Síria porque seriam abatidos.

Caça F-15 da Força Aérea de Israel

© AP Photo/ JACK GUEZ

Rússia: Israel foi o responsável por ataque contra base síria

"Estamos vendo que o exército sírio continua sua ofensiva contra as posições dos terroristas. Claro que, de uma maneira ou outra, está decorrendo uma luta contra os americanos que apoiam os militantes", disse.

No que diz respeito à retirada das tropas americanas da Síria, Muhammed Mulhem destacou que essa decisão não depende apenas do presidente Trump, existem vários centros de análise e especialistas que examinam as consequências de diferentes decisões.

"Esperamos que nos próximos seis meses os americanos deixem a Síria. Hoje em dia Washington tenta puxar os europeus para o conflito sírio para depois poder atribuir a derrota a eles. Conseguiremos a saída dos ocupantes da Síria através das negociações em Astana e Genebra ou usando a força das armas", resumiu Muhammed Mulhem.

Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2018041010952597-israel-ataca-siria-tarefa-eua/

Irã e Síria prometem responder a ação de Israel


Irã promete responder ao "crime israelense", referindo-se à  destruição de base aérea - Relatórios

    Sputnik

    10 de abril de 2018

    O Ministério da Defesa russo disse em 9 de abril que dois aviões israelenses F-15 realizaram um ataque contra a base aérea T-4 da Síria, em meio a relatos da mídia síria de que a instalação militar havia sido alvo de mísseis.

    O assessor sênior do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, alertou que o ataque israelense contra mísseis na base aérea de Tiyas, na Síria, "não ficará sem resposta", informou o canal de televisão al-Mayadeen, do Líbano.

    O Ministério das Relações Exteriores iraniano denunciou o ataque israelense, com a agência de notícias Tasnim, do Irã, informando que sete cidadãos iranianos foram mortos no ataque ao aeródromo militar T-4 da Síria.

    Em resposta ao ataque, o Ministério das Relações Exteriores da Síria também  enviou uma carta ao secretário-geral da ONU, afirmando que o país reservava o direito de “defender sua população, território e soberania por todos os meios disponíveis, em conformidade com a Carta da ONU e com a comunidade internacional”. lei."

    Na segunda-feira, a Agência de Notícias Árabe Síria (SANA) relatou, citando seu próprio correspondente, que a base aérea de Tiyas, na província de Homs, havia sido submetida a um ataque com mísseis. A agência de notícias sugeriu que os Estados Unidos poderiam estar por trás do ataque, no entanto, o Pentágono imediatamente negou qualquer envolvimento no incidente.

    No final do dia, o Ministério da Defesa da Rússia declarou que duas aeronaves israelenses haviam atacado o aeródromo, com greves sendo realizadas no espaço aéreo libanês. Segundo o ministério, cinco dos oito mísseis disparados foram interceptados pelas defesas aéreas sírias antes de atingirem seus alvos.

    Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com.br/

    Os tambores barulhentos da guerra síria


    Tambores de Guerra batem! Trump posiciona navios de  Guerra contra a Síria após o ataque de bandeira falsa. Além disso, a China recomenda a marinha para se juntar à frota russa (Vídeos dinâmicos)

    Os tambores de guerra que cercam a Síria estão batendo mais alto do que nunca. Quase um ano depois, em um cenário que se repetiu várias vezes, os EUA acusam Bashar Al Assad, da Síria, de atacar seu próprio povo poucos dias depois que Trump anunciou que os EUA estariam se retirando de sua nação devastada pela guerra.

    Na hora certa, um suposto ataque químico foi lançado matando muitas mulheres e crianças, fornecendo a desculpa que era necessária para entrar na região sob o disfarce de uma missão humanitária.

    Trump posiciona Navios de guerra contra a Síria

    Israeli News Live

    #TuckerCarlson é o  última âncora de notícias a se unir aos céticos crescentes do uso do presidente Bashar Al Assads de armas químicas contra seu próprio povo. Carlson traz esses desafios enquanto o presidente Trump prepara seus navios de guerra, unidos pelo Reino Unido e pela França, numa decisão de derrubar o presidente Assad e o povo da Síria de seu próprio direito soberano de escolher seu próprio destino. Nesta transmissão, vamos recapitular os fatos dos ataques químicos Kahn Shkoun e East Ghouta de 2017 e 2013. Você é o juiz

    BREAKING:  A guerra com a Síria é iminente devido ao ataque químico de Israel / US  false flag

    Press For Truth

    Neste vídeo, Dan Dicks, da Press For Truth, corta as mentiras contrariando a #propaganda enquanto aponta o dedo para o inimigo real, Israel e os próprios Estados Unidos!

    China recomenda a marinha para se juntar à frota russa

    Alerta de profecia! #China ordena que sua Marinha se junte à frota russa na costa da Síria enquanto os EUA, o Reino Unido e a França se preparam para a guerra contra o Presidente Assad pelo alegado uso de armas químicas. A profecia está à beira de cumprir um grande caminho.

    EUA enviam o segundo destróyer de mísseis para a costa da Síria enquanto as tensões disparam

    A Rússia sustentou que não houve evidência de qualquer ataque químico em Douma e vê as ameaças de Washington de "punir" a Síria com força militar como justificativa para a intervenção.

    Os próximos dias podem ver um segundo contratorpedeiro da Marinha dos EUA entrando no Mar Mediterrâneo, informou o The Wall Street Journal, citando fontes do Pentágono.

    “Os EUA já têm um destróier de mísseis guiados, o USS Donald Cook, no leste do Mediterrâneo, onde poderia participar de qualquer ataque à Síria, de acordo com autoridades de defesa dos EUA. Um segundo, o USS Porter poderia chegar lá em poucos dias ”, escreveu o jornal.

    O jornal turco Hurriyet escreveu que aviões de guerra russos supostamente tocaram o Donald Cook pelo menos quatro vezes, mas o relatório foi depois negado pelo Pentágono.

    Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump, acusou a Rússia eo Irã de apoiar o presidente sírio Bashar Assad e disse que tomaria uma decisão dentro de 48 horas sobre como responder ao suposto ataque de armas químicas em Douma, no qual Damasco está sendo culpada. Ele não descartou uma opção militar.

    Moscou e Damasco rejeitaram relatos de um ataque à bomba de cloro em Douma, com o Ministério das Relações Exteriores da Rússia descrevendo-os como uma tentativa de ajudar os terroristas e justificar uma possível intervenção militar na Síria vinda do exterior.

    Em 13 de março, o chefe do Estado-Maior militar da Rússia, general Valery Gerasimov, disse que Moscou tinha informações sobre militantes na região leste de Ghouta preparando um ataque químico simulado na área.

    O alto funcionário acrescentou que os EUA poderiam usar o falso ataque como pretexto para atacar os quartéis do governo em Damasco.

    Sputnik

    Press For Truth

    Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com.br/

    Senador russo: EUA se preparam para atacar todo o sistema de segurança internacional


    Os soldados do exército dos EUA da 101ª Divisão Aerotransportada


    © AFP 2018/ FILES DAVID FURST

    Oriente Médio e África

    05:19 10.04.2018(atualizado 06:15 10.04.2018) URL curta

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    Washington se prepara para lançar ataque não apenas contra Síria, mas contra todo o sistema de segurança internacional e também pretende descreditar o Conselho de Segurança da ONU, opina parlamentar russo.

    "Enquanto EUA desempenhem papel de 'polícia mundial', não se importando com o estudo das evidências, em qualquer canto do mundo haverá aqueles que querem pedir ajuda do 'cassetete' das sanções americanas ou até mesmo de ataques militares", declarou o presidente do Comitê de Assuntos Exteriores da Câmara Alta do Parlamento russo, Konstantin Kosachev.

    Em sua opinião, esse "apoio" dos EUA é necessário "para acertar as contas com seus oponentes, se eles são as autoridades do país, como é na Síria, ou qualquer oposição, como é na Ucrânia".

    "Sem dúvidas, desse modo os Estados Unidos estão preparando o terreno para lançar ataques, não apenas contra Síria, mas contra todo o sistema de segurança internacional e também pretendem descreditar o Conselho de Segurança da ONU", sublinhou.

    Em 7 de abril, fontes de notícias da oposição informaram que forças do governo supostamente usaram cloro em um ataque em Douma, matando aproximadamente 70 pessoas.

    Patrulha dos EUA na Síria

    © AP Photo/ Sem credenciais

    Casa Branca: EUA não atacam Síria, mas consideram todas as opções

    O Ocidente acusa Damasco de supostamente ter realizado um ataque químico em Douma. Moscou refutou informações sobre a bomba de cloro supostamente lançada pelos militares sírios. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia afirmou que o objetivo das acusações de uso de substâncias químicas pelas tropas da Síria é proteger os terroristas e justificar possíveis ataques do exterior.

    Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2018041010947670-eua-atacar-seguranca-internacional-onu-siria/

    domingo, 8 de abril de 2018

    Americanos promovem atentado para culpar a Síria e a Rússia

    Grifo meu: “O mal do sabido é achar que todo mundo é besta”

    Armagedom! Ataque químico da bandeira falsa encenado! Trump empurra notícias falsas sobre a Síria! Quem está provocando a 3ª Guerra Mundial?

    Ataque químico de bandeira falsa

    em Douma encenados por Neocons

    pode justificar a invasão da Síria



    A legenda óbvia de propaganda desta foto no Twitter dizia: “Imagens horríveis

    de Douma sitiada hoje à noite de um ataque de cloro suspeito pelo Assad

    regime. Serviços médicos no terreno dizem que 35 mortos confirmados, tratando mais

    de 700 para exposição. ”

    Presidente Trump Usado por Neocon Sionistas Para Acionar o Armagedom


    The Millennium Report

    A SOTN recentemente publicou uma exposição abrangente e penetrante sobre os eventos que se desdobram na Síria sob o título: O Plano Sionista Neocon para uma Guerra Apocalíptica no Oriente Médio

    Esse artigo previa que uma série de ataques com bandeiras falsas seria encenada em abril e depois no norte do Levante. O propósito explícito desses crimes de guerra é fabricar um pretexto para a OTAN, especialmente as forças armadas dos EUA, Israel e França, invadirem a Síria. No entanto, a Rússia claramente não tolerará uma guerra de agressão tão ilegal e não provocada. Moscou chama "ataque químico" em Douma "notícias falsas", alerta contra intervenção da Síria

    ATAQUES QUÍMICOS EM DOUMA

    Vivemos em uma época em que é virtualmente impossível confirmar se esses incessantes ataques terroristas são reais ou fraudulentos. Os Powers That Be demonstraram repetidamente sua capacidade e disposição para implementar eventos terroristas totalmente falsos. Eles também mostraram sua total desumanidade na execução de operações terroristas mortais e destrutivas.

    O recente ataque químico em Douma, na Síria, poderia ser um desses. No entanto, esse não é o ponto aqui. A questão crítica é que esses ataques químicos estão sendo usados ​​pelas potências ocidentais para justificar suas invasões ilegais da Síria. Até mesmo o presidente Trump parece estar totalmente a bordo com esse plano conspiratório. Por que Trump está pressionando agressivamente a agenda Neocon na Síria?

    O eixo zio-anglo-americano está bastante determinado em concluir seu projeto na Grande Israel, apesar de a Rússia de Putin já ter destruído seus planos uma vez. Veja: A Rússia de Putin Explode o Esquema da "Grande Israel"

    Desde que Trump foi eleito, os mesmos neocons sionistas sob W. Bush foram nomeados para vários cargos na ala oeste. John Bolton é apenas o mais recente e notório desses praticantes da guerra. “A nomeação de Bolton prova que Trump está sendo chantageado! - Q²

    Este contínuo empilhamento da administração Trump com os Russophobes e os inimigos do Irã é por design intencional. Também não é por acaso do destino presidencial que o Trump se permitiu ser usado para promover a guerra por Israel. De fato, esta data em particular com o Armagedon foi planejada durante séculos pela cabala globalista da NOM.

    Os Estados Unidos, o Reino Unido e Israel provaram para a comunidade mundial de nações que executarão qualquer ataque de bandeira falsa em qualquer lugar, a qualquer momento, para avançar sua agenda da Nova Ordem Mundial. Uma grande parte dessa agenda é o projeto da Grande Israel. Assim, o mundo inteiro tem sido testemunha de um ataque químico de bandeira falsa após o outro.

    A liderança da ZAAA sabe que fotos de crianças "aparentemente" envenenadas - empilhadas umas sobre as outras - têm a garantia de provocar uma reação instintiva dos acusadores falsos contra o inocente acusado. Os britânicos criaram toda uma rede de testemunhas fraudulentas no terreno e em todo o Reino Unido, que rotineiramente fornecem falsos testemunhos sobre estes ataques químicos encenados. O Observatório Sírio para os Direitos Humanos é uma dessas organizações falsas; assim são os Capacetes Brancos totalmente falsos.

    Dada a infraestrutura da Operação Gladio que foi meticulosamente colocada em prática ao longo dos anos pela OTAN em todo o Levante, é muito fácil conduzir esses ataques de bandeira falsa sem ser pego em flagrante. É claro, eles nunca são perpetrados sem detecção, já que a CIA, o MI6 e a MOSSAD têm suas impressões digitais em todas essas agressões propositalmente chocantes.

    POR QUE O PRESIDENTE TRUMP SEMPRE CONCORDA COM ESTAS FALSAS ACUSAÇÕES?

    Essa questão crucial deve ser respondida e tratada mais cedo ou mais tarde. O link que segue divulga informações que devem preocupar todos os patriotas que votaram em Trump para parar as guerras: a Síria de Trump "Retirada" foi o livro didático US Deception

    O timing do incêndio de sábado à noite que "rasgou um apartamento no 50º andar na Trump Tower" é bastante suspeito. Alguém está basicamente dizendo ao POTUS que vá com o plano Neocon para invadir a Síria… ou então seu mercado imobiliário - em todo o mundo - se tornará vulnerável a incêndios criminosos e outros “contratempos”?

    Trump também concordou com as acusações falsamente falsas de que o governo britânico visava a Rússia pelo envenenamento dos Skripals. Não apenas Trump concordou inquestionavelmente com as conclusões absurdas do Reino Unido, como também expulsou 60 diplomatas e oficiais russos baseados em uma mentira descarada.

    Todo o caso do agente nervoso Novichok agora pode ser visto em sua própria luz. A comunidade de inteligência britânica realizou a tentativa de assassinato do agente duplo russo por várias razões; no entanto, o mais importante foi manchar o Kremlin. Ao inundar a grande mídia com histórias falsas sobre o envenenamento químico da Rússia, os verdadeiros criminosos tornaram mais fácil associar o ataque químico em Douma ao governo de Putin.

    Este enredo só vai engrossar até que o Ocidente tenha terminado sua conquista do Oriente Médio. A Rússia continua sendo alvo dos neo-sionistas. Os globalistas não descansarão até que o governo do presidente Putin seja completamente derrubado. Eles empregarão todas as estratégias e táticas necessárias para forçar uma mudança de regime em Moscou, conforme este artigo delineia: O chefe da STRATFOR revela o enredo zio-anglo-americano para a dominação mundial.

    O seguinte artigo SOTN foi republicado em sua totalidade para aqueles que querem ler a história real. Ele contém a previsão sobre o ataque químico de bandeira falsa em Douma no RED.

    The Millennium Report
    8 Abril , 2018


    IRÃ NO ALVO: O Plano Sionista Neocon para uma Guerra Apocalíptica no Oriente Médio

    Peças-chave no Tabuleiro de Xadrez Global Geopolítico estão sendo reorganizadas para a fase quente da Terceira Guerra Mundial


    “A extraordinária March Madness deste ano foi projetada pela Operação Gladio da OTAN para provocar outra guerra de agressão não provocada no Oriente Médio. 2018 já viu uma cascata de eventos fabricados e provocativos que apontam para os globalistas da Nova Ordem Mundial. Os mesmos criminosos estão planejando mais ataques terroristas de bandeira falsa para este mês de abril e além. Esses atos estratégicos de terrorismo patrocinados pelo Estado estão sendo realizados pela liderança do Eixo Zio-anglo-americano, a fim de iniciar a fase quente da Terceira Guerra Mundial. Há tanto um roteiro quanto um cronograma sendo estritamente seguidos por essa cabala criminosa. de neocon sionistas. Cada operação terrorista é sempre seguida por um encobrimento altamente organizado coordenado pelas comunidades de inteligência dos EUA, Reino Unido e Israel, pelas forças militares da OTAN, pelos principais meios de comunicação social, pelas agências federais e locais, bem como por corporações transnacionais como como SERCO. Esses mesmos co-conspiradores também conduzem psicopsias incrivelmente sofisticadas antes, durante e depois dessas operações negras conhecidas como Operações Gladio A, B e C, dependendo de sua finalidade e localização.
    - Analista de Inteligência e Ex-Oficial Militar
    State of the Nation
    O eixo zio-anglo-americano (ZAAA) nunca foi tão determinado, mas tão frustrado, para iniciar uma guerra global entre as potências nucleares do mundo.
    Claramente, a liderança individual e coletiva das nações mais poderosas dentro do Eixo Zio-anglo-americano é desequilibrada e desequilibrada.
    O mês de março de 2018 é um testemunho de quão insanos os governos da ZAAA se tornaram, especialmente o partido governista Likud de Israel. Veja: Tropas israelenses matam sete palestinos, feridos 500 em meio a enormes protestos fronteiriços
    Uma análise objetiva dos últimos 100 anos ou mais indica que esses mesmos países sempre foram instigadores de guerra incorrigíveis. A grande diferença em 2018 é que os fabricantes de travessuras realmente não se importam se as pessoas testemunharem sua criminalidade total e corrupção desenfreada.
    A CONSPIRAÇÃO SKRIPAL

    O funcionamento do governo do Reino Unido é um ótimo lugar para assistir a essa onda de crimes fora de controle ocorrendo em plena luz do dia. A acusação transparente e falsa da inteligência britânica e da aplicação da lei contra a Rússia em relação à tentativa de assassinato do agente duplo russo Sergei Skripal e sua filha Yulia é apenas um dos muitos esquemas para transformar a comunidade mundial de nações contra o governo de Putin.

    Rússia afirma que envenenamento skripal foi encenado por inteligência do Reino Unido

    Primeiro, os fantasmas do MI6, MI5 e GCHQ conspiraram para enquadrar a Rússia para uma tentativa de assassinato dos russos Skripals com um agente nervoso mortal que provavelmente se originou em Porton Down.

    Porton Down é um parque científico do Reino Unido, situado a nordeste da vila de Porton, perto de Salisbury, em Wiltshire, Inglaterra. É o lar de duas instalações do Governo do Reino Unido: um local do Laboratório de Ciência e Tecnologia de Defesa do Ministério da Defesa (Dstl) - conhecido há mais de 100 anos como uma das instalações de investigação militar mais secretas e controversas do Reino Unido, ocupando 7.000 acres (2.800 ha) - e um site da Public Health England. [1]

    Então o governo britânico usou fraudulentamente seus próprios atos criminosos como justificativa para expulsar vários diplomatas russos. Além disso, os britânicos esperavam que os EUA e várias nações da UE também expulsassem numerosos oficiais russos. A expulsão dos diplomatas russos pelos EUA é "declaração de guerra" - George Galloway para a RT

    Nota especial: Não apenas o presidente Donald Trump chamou o presidente Putin no dia 20 de março para parabenizá-lo por sua vitória esmagadora como presidente da Rússia, mas também propôs uma reunião com ele na Casa Branca. No início do mês, os Skripals foram atingidos pelo agente nervoso Novichok, que a Rússia diz ter sido produzido por um laboratório britânico de armas biológicas. (Rússia alega que envenenamento espiritual foi encenado pela inteligência do Reino Unido) Todas as evidências circunstanciais apontam para a grande probabilidade de que a vigilância do GCHQ sobre a comunicação da Casa Branca pegou Trump que tentaria se encontrar com Putin depois que ele ganhou a eleição. Como resultado, a Comunidade de Inteligência do Reino Unido entrou em ação para atrair os Estados Unidos para sua psicopéia como forma de sabotar a reunião. Os russófobos britânicos também calcularam que tal "envenenamento descarado" era um meio de torpedear a Copa do Mundo de 2018, realizada na Rússia, o que foi feito posteriormente. Os ingleses estão usando esse escândalo de envenenamento para gerar a russofobia em todo o mundo, bem como para realizar outros resultados preconcebidos específicos. Como sempre, as operações negras britânicas como esta são multi-propósito. Os globalistas do Deep State farão tudo ao seu alcance para manter Trump e Putin afastados. O TPTB sabe que uma colaboração tão poderosa para a paz arruinaria sua agenda da Nova Ordem Mundial - para sempre.


    Se o mundo ainda não sabe, os britânicos são, indiscutivelmente, os prevaricadores e provocadores mais habilidosos do planeta. Isso porque eles dominaram a língua inglesa muito antes do resto da humanidade. Especialmente no que diz respeito à execução de bandeiras falsas, a comunidade de inteligência britânica é insuperável e inigualável (sim, eles geralmente trabalham em conjunto com a CIA e MOSSAD). Mas a sua habilidade real e experiência de longa data estão em falsamente culpar a Rússia por tudo o que eles próprios são culpados. Por exemplo: não foi a Rússia que tentou consertar a eleição presidencial dos EUA em 2016; foram os britânicos.Image result for russia surrounded by us military

    Por que a RÚSSIA?

    # 1 - Porque a Rússia detém a chave para a paz mundial. Putin trabalhou assiduamente para impedir as guerras que poderiam ter sido muito piores. Seus valentes esforços são invariavelmente enfrentados com uma perseguição incomparável das potências ocidentais. Ele é consistentemente demonizado como um novo "Hitler", enquanto a Rússia é injustamente processada por acusações infundadas. Veja: O que realmente está por trás de toda a histeria anti-Rússia fabricada? Continue lendo AQUI.

    # 2 - A Federação Russa também possui a maior massa terrestre da Terra - quase tão grande quanto o Canadá e os Estados Unidos combinados. Os britânicos têm cobiçado intensamente essa massa de terra rica em recursos há séculos; na verdade, desde que eles saibam até onde se estende de leste a oeste. Eles até iniciaram o Grande Jogo como um meio de roubar e / ou controlar as áreas fronteiriças russas. O interminável Great Game é, na verdade, uma guerra interminável contra a Rússia que os ingleses (e agora os americanos e israelenses) se recusam a abandonar. Hoje em dia, tanto Londres quanto Tel Aviv usam as forças armadas americanas e / ou a OTAN sempre que se trata de cutucar o urso (veja foto anterior).

    # 3 - Por último, porque a Terceira Guerra Mundial tão desejada por este verdadeiro Eixo do Mal - não o Irã, a Coréia do Norte e a Síria - só pode ser encenada com a participação total da Rússia de Putin. Assim, os guerreiros da ZAAA fazem todo o possível para atrair o Kremlin para um conflito manipulado. No entanto, Putin et al. já foram em torno deste bloco. Veja: A Rússia de Putin: Folha Perfeita para o Eixo Anglo-Americano e Sua Nova Ordem Mundial

    O Kremlin está totalmente ciente do enorme complô conspiratório para encenar o Armagedom pelos belicistas sionistas neoconservadores. O governo russo conhece todos os lunáticos malucos dentro do governo Trump - sionistas judeus e cristãos - que subscrevem todo o absurdo, mas extremamente perigoso, empreendimento do Armagedom.

    O presidente Vladimir Putin, o ministro das Relações Exteriores Sergey Lavrov, o primeiro-ministro Dmitry Medvedev e todos os outros grandes nomes do Kremlin sabem o quão profundamente desorientado e malfadado é esse esquema rude. Eles estão igualmente determinados a evitar a guerra por todos os meios possíveis.

    Somente porque as nações alinhadas aos BRICS são povoadas por líderes que estão bem cientes desta conivência “Estrada para o Armagedom”, as várias maquinações da ZAAA para desencadear uma Terceira Guerra Mundial foram repetidamente frustradas.

    No entanto, a extraordinária March Madness de 2018 indica que a cabala da NOM não irá ceder até que cumpram sua mais apocalíptica (e falsa) profecia conhecida como o Armagedom bíblico.

    FOI O LOUCO DE MARCO DESTE ANO FABRICADO PARA DEFINIR “AGRESSÃO DE ABRIL”?

    Os Powers That Be realmente preferem realizar alguns de seus eventos mais devastadores durante o mês de abril. Na astrologia ocidental, abril (e especialmente Áries) é governado por Marte, o deus da guerra. Os Illuminati sempre consultam seus astrólogos antes de realizar qualquer grande invasão, ataque violento ou ataque chocante.

    A lista a seguir do trabalho manual dos Illuminati ilustra o quanto eles realmente gostam de abril como o mês para chocar a consciência das pessoas. Mas por que mais é abril o mês de tanto agressão, tantos ataques de bandeiras falsas e tantos ataques profundos? Veja:

    DARK OCCULT Season of Sacrifice: March 19 thru May 1



    Dada a onda de provocações óbvias encenadas pelo Eixo Zio-anglo-americano, tanto a Rússia quanto a China, parece que as potências ocidentais estão se preparando para o rumor.

    De fato, tem havido um fluxo tão constante de alegações falsamente falsas dirigidas à Rússia, que o único objetivo deve ser o de amolecer a audiência da mídia para a propaganda de guerra nua. Fazer a guerra por engano é sempre precedido por uma flagrante campanha de desinformação, particularmente quando o Reino Unido, os EUA e Israel estão por trás disso.

    Por essas e outras razões, é provável que Abril tenha um aumento dramático em todas as formas de propaganda direta. Agora existem planos clandestinos para iniciar guerras e conflitos em várias frentes. Por exemplo, enquanto Trump diz que vai retirar os restantes 2000 mais tropas dos EUA da Síria (um excelente movimento), ele deu a sua aprovação tácita para outro poder militar da NATO - a França - para assumir (uma jogada terrível).France To Send Military Forces To Syria As Trump Prepares To Withdraw; Turkey Furious

    So, should hostilities in Syria heighten after an invasion by France, the many warhawks throughout the Trump administration will certainly scream for NATO intervention.  And that means the ‘official’ commitment of U.S. Armed Forces.  This is how they will attempt to confer a veneer of legitimacy on any US/NATO aggression?  Up until now, the American military presence in Syria is well-known to be a flagrant violation of international law.


    ATUALIZAÇÃO: A administração Trump foi pega em uma série de chinelos sobre a presença militar dos EUA na Síria. O que se segue são três notícias recentes que contradizem o plano do presidente Trump de retirar as tropas americanas do solo sírio. Só pode haver uma explicação para essas decisões instigantes e equivocadasI S R A E L.

    SDF CONFIRMS REPORTS THAT US ESTABLISHES MILITARY BASE IN VICINITY OF SYRIA’S LARGEST OIL FIELD

    US seems to be planning to stay in Syria for a long time to “disintegrate the Syrian state” — Russian Foreign Minister Sergey Lavrov

    Trump Agrees to Keep US Troops in Syria a ‘Little Longer’


    De fato, toda incursão militar americana na Síria é tecnicamente um ato de guerra. Depois, há os numerosos crimes de guerra cometidos contra os povos indígenas do norte do Levante pelas Forças Especiais dos EUA durante a execução de suas operações negras incessantes. A maioria das hostilidades em toda a Síria são realizadas por exércitos rebeldes liderados pelo Pentágono, por grupos terroristas dirigidos pela CIA e por combatentes da oposição apoiados pelo Departamento de Estado.

    Por uma questão de fato histórico, nenhum POTUS jamais declarou guerra à Síria, portanto a atual ocupação militar dos EUA é ilegal. Como o Congresso ainda precisa aprovar qualquer intervenção militar na Síria (seria inconstitucional mesmo assim), as tropas de Trump estão estacionadas lá ilegalmente. Curiosamente, a ONU se absteve de abordar a legitimidade da guerra na Síria. Toda a Assembléia Geral sabe que foi iniciada pelo governo Obama depois de ter sido provocada pelo Departamento de Estado de Hillary Clinton. O C.I.A. e os militares dos EUA apoiaram materialmente todas as fases da guerra, instigados por falcões neoconservadores como John McCain e Lindsey Graham.

    O Conselho de Segurança da ONU está bem ciente de que foi a agressão estrangeira que desencadeou e sustentou o conflito sírio; e que nunca foi uma guerra civil. Todos os países envolvidos estão cientes da dura realidade de que foi a Operação Gladio B da OTAN que foi usada para realizar a Primavera Árabe. A única conclusão lógica é que a OTAN liderada pelos EUA, com o Reino Unido liderando por trás enquanto Israel manipula os principais membros militares da OTAN, são os verdadeiros belicistas. Assim, a OTAN é agora conhecida como Organização Terrorista do Atlântico Norte ao longo dos círculos militares e de inteligência da Europa.

    Os belicistas da Neocon sabem que quanto mais países eles podem incitar à guerra, maior a chance de uma conflagração regional acontecer. O que eles realmente precisam, no entanto, é um envolvimento substancial de ambos os lados do confronto.

    Devido a estes e muitos outros desenvolvimentos sérios, abril é um mês crucial para os fazedores de guerra. Eles sabem que existem "janelas de oportunidade" únicas para o combate que, uma vez fechadas, desaparecerão para sempre. Portanto, a melhor resposta de Trump é fazer tudo ao seu alcance para atrasá-los. Estamos saindo da Síria muito em breve, vamos deixar que outros cuidem disso - Trump

    PORQUE ARMAGEDDON? PORQUE A ELITE DE POTÊNCIA ESTÁ INICIANDO!

    O ponto crítico aqui é que a elite do poder sabe que está indo para baixo e, mais cedo ou mais tarde. E eles sabem que eles têm apenas alguns modos de sair da situação predeterminada e impossível.

    A primeira é começar uma guerra mundial que aterrorize os participantes o suficiente para traumatizar os espectadores. Este estratagema tem sido usado desde tempos imemoriais pelos governos de todo o mundo para distrair a população da criminalidade governamental generalizada, da má conduta política e das irregularidades oficiais. De fato, não há maneira mais eficaz de desviar a atenção dos cidadãos do que de guerrear contra um inimigo fictício.

    Sua segunda opção é executar uma demolição controlada do Sistema Econômico e Financeiro Global. Embora essa alternativa faça muitas pessoas esquecerem rapidamente a onda de criminalidade globalista em curso, ela também pode sair pela culatra. Porque a Internet disponibilizou tanta verdade sobre as famílias controladoras do crime, bem como a história real das principais guerras nos últimos dois séculos, que não conhece os criminosos por nome e rosto até agora.

    Se o TPTB derrubasse os mercados, particularmente os mercados de ações e / ou obrigações, os seus próprios impérios corporativos também poderiam entrar em colapso, dia e noite, do inevitável efeito dominó. Não só isso, as massas desempregadas só podem pegar suas tochas e forcados e fazer um breve trabalho de você saber quem.

    Não há mais nada que assuste a elite do poder como o poder das pessoas. Eles sabem que a mentalidade da multidão pode degenerar muito rapidamente em um cenário de “Revolução Francesa”. E, dada a quantidade de raiva extrema que está sendo expressa na rede mundial de computadores hoje em dia, os vitimizados em todo o mundo não terão tempo para preparar guilhotinas ou erguer forcas. Consequentemente, os senhores da guerra e os banqueiros que lideram este sindicato internacional do crime não têm escolha senão evacuar as instalações. A menos, claro, eles começam a WW3 ou derrubam os mercados primeiro.

    MARCH MADNESS 2018

    As manchetes a seguir representam apenas um pequeno número de grandes eventos que retratam a loucura de março de 2018. Esse tipo de distração deliberada deve ser uma cobertura para algo bastante ENORME acontecendo em segundo plano.

    Did America’s new “Hitler Youth” just march in Washington?

    AUSTIN BOMBINGS: Deep State Carries Out False Flag Attacks To Terrorize Texas

    Will Governor Jerry Brown Be Arrested, Prosecuted and Imprisoned……for Repeatedly Violating Federal Law and Recklessly Endangering the U.S. Citizenry?

    Orange County Sheriff Defies California’s Sanctuary Law

    Women’s March In LA Degenerates Into Street Pornography by Lesbian Performance Artists (Video)

    Why is Trump making another misguided move against Russia? Not a shred of evidence supports the UK’s patently false accusations.

    John (“Bomb Iran”) Bolton, the New Warmonger in the White House

    Se alguém revisasse todas as coisas loucas e malucas que ocorreram de 1º de março a 31 de março, fica claro que a mídia tradicional (MSM) foi completamente dominada pela Operação Mockingbird. Em outras palavras, nada é liberado pelos órgãos de propaganda do MSM, a menos que seja explicitamente aprovado pelo CI.

    A questão crucial aqui é que sempre há uma série de eventos desestabilizadores encenados antes de qualquer grande operação negra de importação global. Essa tática deixa todo mundo em desequilíbrio para que os criminosos possam controlar a (s) cena (s) do crime e a narrativa. O caos generalizado e a ansiedade palpável criam uma atmosfera de imprevisibilidade e trepidação. É exatamente isso que a TPTB desenvolve antes de trabalhar sua magia negra.

    PONTOS-CHAVE: É bastante irônico que, enquanto globalistas como George Soros façam hora extra para tirar os americanos de suas armas de fogo, eles conduzem operações de tráfico de armas massivas e ininterruptas por todo o Oriente Médio e outros pontos quentes. O tiroteio na escola falsa de Parkland foi realizado especificamente por essa mesma razão - proibir o direito de portar armas. As criações da CIA de David Hogg e Emma Gonzalez são uma prova positiva da March Madness em esteróides. E esses dois agentes expostos do Deep Stateare continuam fortes em abril. Sua ousadia e arrogância só se intensificam a cada dia. O que aponta para algo muito grande no futuro. Isso significa que há outra bandeira falsa em funcionamento - um psicopata gigantesco que levará sua arma nacional para o próximo nível. A verdadeira questão é se Trump vai se permitir ser usado para [PRATICAMENTE] anular a Segunda Emenda. [2]


    Alvejar o IRÃ

    Não se engane: os neocons estão determinados a realizar uma mudança de regime no Irã. Cada movimento que os sionistas fazem no Oriente Médio é projetado para remover o atual governo em Teerã.

    O pretexto declarado de Israel para seus ataques esporádicos à Síria é limitar a influência do Irã perto das colinas de Golan. Tel Aviv é particularmente cauteloso com o acúmulo de combatentes e armamentos do Hezbollah na mesma área. Os israelenses cometerão qualquer crime de guerra necessário para perturbar as redes de distribuição de armas do Hezbollah, tão perto de suas fronteiras.

    O plano sub-reptício de derrubar o aiatolá e a administração atual está na prancheta por muitos anos. O Irã é o último dos vários países que os neo-sionistas juraram conquistar em sua busca para estabelecer o Grande Israel. General Wesley Clark: “Os EUA atacarão 7 países em 5 anos”

    A única manira de compreender adequadamente o incessante "caldronizing" do Oriente Médio é compreendeer a verdadeira profundidade e amplitude do projeto da Grande Israel [3]. Foi a Rússia de Putin que expôs e impediu este esquema maníaco com ataques devastadores da força aérea em 2015. Putin Goes Ballistic Na Síria, oblitera Secret Estratégia do Oriente Médio dos EUA

    Enquanto o Irã representa a maior ameaça regional ao projeto da Grande Israel, a Rússia fornece força militar para torpedear quaisquer tentativas do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu de se expandir para territórios soberanos (como a Síria). Israel demonstrou repetidamente que vai roubar corpos de terra e água sempre que puderem escapar.

    Como a Rússia e o Irã estão agora juntos, os belicistas ocidentais enfrentam um adversário formidável. Quando a China é adicionada a essa aliança de defesa mútua, fica claro que eles não podem ser derrotados individualmente ou coletivamente. No entanto, é o Irã que permanece na mira deles.

    CONCLUSÃO

    O mundo tornou-se um lugar muito complicado e perigoso. Agora que a vila global ficou muito pequena e tudo está interconectado, não há como realizar um cenário do Armagedon de 2018. Com a Internet funcionando a todo vapor, os planos globalistas para a guerra mundial estão sendo frustrados a cada passo. Implementar seus ataques de bandeira falsa e subseqüentes psicopéias só ficam mais difíceis a cada dia. Mas isso não impedirá o TPTB de tentar em abril.

    Isso não quer dizer que os psicólogos responsáveis ​​não tentem explodir o Oriente Médio! Eles já se mostraram dispostos a destruir qualquer coisa, em qualquer lugar, a qualquer momento, no interesse de atingir o objetivo de um governo mundial da NWO. Esse super-estado totalitário envolve escravizar toda a humanidade sob a rubrica de uma moeda, uma religião e um sistema legal administrado pelo governo comunista e pela ditadura fascista.

    No entanto, os globalistas sabem que devem primeiro desarmar o povo americano. Eles sabem que haverá “um patriota escondido atrás de cada folha de grama” se uma potência estrangeira ou tropas da ONU invadirem a soberania dos EUA. Portanto, a captura contínua de armas só se intensificará até que algo aconteça. Afinal, a Revolução Roxa só pode começar de verdade quando a Direita estiver indefesa.

    O "Movimento Nacional de Controle de Armas" financiado por Soros tem tudo a ver com o início de uma guerra civil americana

    Linha de fundo: O que será necessário para assustar suficientemente os traidores? Somente quando a classe política e a liderança corporativa temerem o We the People mais do que eles temem que seus mestres em Deep State realmente mudarão as coisas na América. É tão simples assim. O que significa que o próprio povo americano deve recuperar a República. O POTUS é apenas um homem; ele não pode fazer isso sozinho. Como as pessoas realmente se organizam para realizar este feito necessário está certamente sujeito a muita discussão e debate. No entanto, é uma tarefa cívica que não pode ser evitada ou ignorada.

    State of the Nation
    April 3, 2018

    Fonte

    [1] Porton Down

    [2] Why did Trump pick Friday evening to announce plan to ban ‘all bump stocks’?

    [3] “Greater Israel”: The Zionist Plan for the Middle East

    Leituras relatadas

    Yes, the prospect of World War III is quite serious!

    Glossário

    Eixo zio-anglo-americano:

    “O Eixo Zio-anglo-americano é representado, em primeiro lugar, pelos principais países de língua inglesa do mundo: EUA, Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Israel. As nações membros europeias da OTAN, como Alemanha, França, Itália, Espanha, Portugal, Bélgica, Luxemburgo e Holanda, também estão estreitamente alinhadas com a AAA, assim como todos os países escandinavos. O mesmo acontece com as nações asiáticas do Pacífico, Japão, Coréia do Sul, Taiwan e Filipinas. Arábia Saudita, Turquia, Egito, Paquistão, Kuwait, Jordânia, Bahrein, Emirados Árabes Unidos e Catar também devem sua fidelidade ao AAA, mas alguns deles podem estar mudando (em vermelho). O World Shadow Government é uma organização supranacional ultrassecreta que controla completamente o Eixo Anglo-Americano, bem como a União Européia, a OTAN, entre muitas outras entidades institucionais que constituem a Matriz de Controle Global. ”

    (Fonte: Rússia de Vladimir Putin: Folha Perfeita para o Eixo Anglo-Americano e sua Nova Ordem Mundial)

    ___
    http://stateofthenation2012.com/?p=97553


    http://themillenniumreport.com

    Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com.br/

    2 opções devastadoras com que China pode 'bombardear' EUA


    Bandeira chinesa e sinal de V (gesto com a mão)


    CC0 / Pixabay

    Economia

    09:57 08.04.2018(atualizado 09:59 08.04.2018) URL curta

    340

    Se Washington aplicar novas sanções comerciais, a resposta da China pode afetar o setor da energia norte-americano e a economia norte-americana em geral, preveem especialistas.

    Em 3 de abril, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês) anunciou que aplicará tarifas sobre as importações de 1.300 produtos chineses, com um valor total de 50 bilhões de dólares (R$ 160 bilhões). Dois dias depois, o presidente Donald Trump disse que está disposto a aumentar as tarifas com um valor de 100 bilhões de dólares (R$ 320 bilhões).

    Navios chineses durante exercícios navais no mar da China Oriental (foto de arquivo)

    © REUTERS/ China Daily

    Guerra comercial entre China e EUA já envolve armamentos reais

    O Ministério do Comércio da China, por sua vez, anunciou a aplicação de tarifas comerciais contra 128 produtos norte-americanos. Pequim também deu a entender que poderia tomar medidas contra as importações de portadores de energia dos EUA.

    Setor energético

    A China é o maior comprador regional de petróleo norte-americano, bem como de gás natural liquefeito. As matérias-primas poderão ser arrastadas para a guerra comercial se as tensões continuarem crescendo, avisaram Heesu Lee e Stephen Stapczynski em seu artigo para a Bloomberg.

    Os autores citaram Will Yun, um analista de petróleo cru da Hyundai Futures Corp. Ele afirmou que Pequim se dá conta de uma possível reação dolorosa dos EUA às medidas contra o setor da energia, portanto, as usaria com cuidado.

    "A China pode se recusar a importar portadores de energia norte-americanos em qualquer momento, porque existem outras fontes de abastecimento. Para os EUA, o setor da energia é uma questão muito sensível. Os países podem finalmente resolver o conflito e chegar a um acordo e a China pode não usar a energia na etapa inicial da disputa. É um ás na manga e o país tentará usá-lo de maneira sábia", disse ele.

    Presidente dos EUA, Donald Trump, segura taco na Casa Branca durante a exposição Made in America

    © AFP 2018/ Olivier Douliery

    Casa Branca explica como pretende vencer guerra comercial contra China

    Segundo as estimativas do banco Citigroup, em 2017, o volume das exportações de petróleo dos EUA à China duplicou em relação ao ano passado e atingiu um volume de 435 mil barris por dia.

    A China é também o maior comprador de gás natural liquefeito norte-americano: no quarto trimestre, o volume das importações chinesas chegou a cerca de 750 milhões de metros cúbicos por dia.

    Títulos públicos

    Pequim também tem uma "opção nuclear": a venda de títulos do Tesouro dos EUA, advertiram à Reuters os financistas norte-americanos.

    Mulheres em um supermercado de Pequim passando pelas prateleiras de produtos importados dos EUA e de outros países, 2 de abril de 2018

    © AP Photo/ Andy Wong

    Novas tarifas da China: se EUA querem guerra comercial, estamos prontos

    A China é o maior proprietário soberano do mundo (além da Reserva Federal dos EUA) de títulos públicos dos EUA: no fim de janeiro de 2018, ela possuía títulos de dívida norte-americana no valor de 1,17 trilhão de dólares (R$ 3,7 trilhões).

    Os especialistas reconheceram que, no caso de uma venda significativa desses títulos públicos pela China, os EUA enfrentarão um aumento significativo nas taxas de juros.

    Entretanto, tal como no caso da energia e das importações de petróleo norte-americano, os especialistas sublinharam que a China não aplicará essa medida imediatamente.

    Fonte: https://br.sputniknews.com/economia/2018040810936472-guerra-comercial-tarifa-russia-eua/

    sábado, 7 de abril de 2018

    Guerra comercial entre China e EUA já envolve armamentos reais


    Navios chineses durante exercícios navais no mar da China Oriental (foto de arquivo)


    © REUTERS/ China Daily

    Ásia e Oceania

    03:36 07.04.2018(atualizado 03:38 07.04.2018) URL curta

    3102

    A ameaça de sanções por parte dos EUA obriga Pequim a mostrar a Washington o seu poderio militar, afirmou o analista militar Minnie Chan em entrevista a edição chinesa South China Morning Post.

    Assim, no dia 5 de abril, a China iniciou manobras navais de grande escala em resposta aos exercícios militares de três porta-aviões da Frota dos EUA, planejados para esta região. No total, mais de 40 navios das Frotas do Norte, do Leste e do Sul participarão das manobras chinesas.

    Um mercado de roupa em segunda mão em Nairóbi

    © AFP 2018/ Simon Maina

    Guerra comercial dos EUA pode fazer nova 'vítima'

    Segundo o especialista militar, os treinamentos mostram a determinação do país asiático em defender seus interesses econômicos.

    De acordo com outro especialista militar, Zhou Chenming, "a China quer demostrar ao mundo seu compromisso com a defesa dos resultados das reformas econômicas alcançadas nos últimos 40 anos".

    O especialista ressaltou também que "para os EUA, bem como para a China, o poderio militar é uma das ferramentas do governo para defender os interesses nacionais".

    No dia 3 de abril, o Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) anunciou que aplicaria tarifas sobre as importações de 1,3 mil produtos chineses, em um valor total de US$ 50 bilhões. Dois dias depois, o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou estar disposto a aumentar as tarifas até US$ 100 bilhões. Por sua vez, o Ministério do Comércio da China anunciou a introdução de tarifas aduaneiras contra 128 produtos provenientes dos EUA.

    Fonte: https://br.sputniknews.com/asia_oceania/2018040710928094-guerra-comercial-china-eua-manobras-navios/

    O Mito de uma China Neo-Imperial


    Novos projetos de infraestrutura da Rota da Seda poderiam trazer de volta uma Eurasia pacífica e próspera

    By Pepe Escobar


    O foco geopolítico do ainda jovem século XXI abrange o Oceano Índico desde o Golfo Pérsico até o Mar da China Meridional, juntamente com o espectro do Sudoeste Asiático à Ásia Central e China.

    Isso acontece para configurar o terreno principal, terrestre e marítimo, das Novas Rota da Seda, ou a Iniciativa Faixa e Estrada (BRI).

    O epicentro do poder global que está mudando para o Oriente está irritando as penas em alguns círculos políticos dos EUA - com uma proliferação de análises paroquiais que vão desde o “alongamento imperial” chinês até o Sonho Chinês de Xi Jinping, provocando “pesadelos”.

    O argumento básico é que o imperador Xi está almejando uma tomada de poder global ao mitologizar as Novas Rota da Seda.

    O BRI é certamente sobre as enormes reservas cambiais da China; o know-how da construção; o excesso de capacidade na produção de aço, alumínio e concreto; parcerias de financiamento público e privado; a internacionalização do yuan; e conectividade total dos fluxos de infra-estrutura e informação.

    No entanto, o BRI não é uma questão de controle geopolítico apoiado por poder militar; é sobre a projeção geopolítica adicionada com base na conectividade comércio-e-investimento.

    O BRI é tão inovador que o Japão, a Índia e o "Quad" (EUA, Japão, Índia, Austrália) se sentiram forçados a criar seus próprios mini-BRIs "alternativos" e muito reduzidos - cuja lógica coletiva é essencialmente mentirosa. acusando o BRI de "revisionismo", enfatizando a necessidade de lutar contra a dominação global chinesa.

    A base da estratégia Indo-Pacific Free and Open da administração Trump, introduzida em outubro de 2017, foi definir a China como uma ameaça existencial hostil. A Estratégia de Segurança Nacional (NSS) e a Estratégia Nacional de Defesa (NDS) ampliaram a ameaça ao nível de uma nova doutrina.

    O NSS afirma que “a China e a Rússia desafiam o poder, influência e interesses americanos, tentando corroer a segurança e a prosperidade americanas.” O NSS acusa a China e a Rússia de querer “moldar um mundo antitético aos valores e interesses dos EUA”. Pequim de "procurar [para] deslocar os Estados Unidos na região do Indo-Pacífico" e de "expandir o seu poder em detrimento da soberania dos outros."

    A NDS afirma que Pequim “busca a hegemonia regional indo-pacífica no curto prazo e o deslocamento dos Estados Unidos para alcançar a preeminência global no futuro”.

    Esse é o novo normal no que diz respeito a múltiplas camadas do complexo industrial-militar-de vigilância-mídia dos EUA. A dissidência simplesmente não é permitida.


    Hora de falar com Kublai Khan


    Poderes “revisionistas” A China e a Rússia são consideradas um grande problema duplo quando se investiga a ligação direta entre o BRI e a União Econômica da Eurásia (EAEU), liderada pela Rússia. A EAEU está um passo à frente da parceria estratégica Rússia-China anunciada em 2012, crucialmente um ano antes de Xi anunciar o BRI em Astana e depois em Jacarta.

    No fórum BRI em Pequim, em maio de 2017, o presidente russo Vladimir Putin solidificou a noção de uma “maior parceria eurasiana”.

    O “pivô para a Ásia” russo começou antes mesmo de Maidan em Kiev, o referendo na Criméia e as subsequentes sanções ocidentais. Este foi um trabalho em andamento ao longo de várias sessões dentro da Organização de Cooperação de Xangai (SCO), os BRICS e o G-20.

    O Cazaquistão é o principal elo de ligação entre a BRI, a EAEU e a SCO. A Rússia e o Cazaquistão fazem parte de um dos principais corredores de conectividade terrestre entre o Leste da Ásia e a Europa - o outro passando pelo Irã e pela Turquia.

    Xinjiang para a Europa Oriental por trem, via Cazaquistão e Rússia, agora leva 14 dias e em breve cairá para 10. Isso é um grande impulso para o comércio de mercadorias de alto valor agregado - abrindo caminho para o futuro trilho de alta velocidade BRI capaz de competir com a cabeça -no transporte marítimo de baixo custo.

    Quanto ao desejo de Moscou de fazer parte da conectividade econômica BRI / EAEU, esse é apenas um vetor da política externa russa. Outro, tão importante, é o fortalecimento das relações comerciais / investimento germano-russas, prioridade também para os industriais alemães.

    A China, por sua vez, é agora o principal investidor estrangeiro em todos os cinco "stans" da Ásia Central. É crucial lembrar que a Ásia Central é configurada não apenas pelos cinco "stans", mas também pela Mongólia, Xinjiang e Afeganistão. Assim, a SCO dirige para resolver a tragédia afegã, com a participação direta dos principais atores China, Rússia, Índia, Paquistão e Irã.

    A estratégia da BRI de forjar uma rede de conectividade / logística pan-eurasiana naturalmente coloca a questão de como Pequim administrará um projeto tão aberto. O BRI nem está em fase de implementação, que começa oficialmente no próximo ano.

    É útil comparar as acusações de "revisionismo" com a história chinesa. Quando Marco Polo chegou à corte Yuan no final do século XIII, ele viu um império multicultural prosperando no comércio.

    Foram as rotas comerciais da Rota da Seda e não a projeção do poder militar que sintetizava a Pax Mongolica. O século 21 Pax Sinica é a sua versão digital. Xi é um novo imperador ou uma versão pós-moderna de Kublai Khan?

    A dinastia Yuan não “controlou” a Pérsia, a Rússia ou a Índia. A Pérsia, então superpotência, ligava o Nilo, a Mesopotâmia e o Indo ao comércio com a China. Durante a Dinastia Tang, nos séculos VIII e IX, a China também projetou influência na Ásia Central até o nordeste do Irã.

    E isso explica por que o Irã, agora, é um nó tão importante da BRI e por que a liderança em Teerã quer que as Novas Rota da Seda se solidifiquem. Uma aliança China-Rússia-Irã - a integração da Eurásia - interesses não pode deixar de chocar Washington; Afinal, o Pentágono define todos esses atores geopolíticos como “ameaças”.

    Historicamente, a China e a Pérsia foram, durante séculos, civilizações agrícolas ricas e estabelecidas tendo que lidar com ocasionais enxames de guerreiros do deserto - ainda que na maior parte do tempo em contato uns com os outros por causa da Rota da Seda. A entente cordilheira sino-persa está inserida em uma história sólida.

    E isso nos leva ao que está no coração do despedimento / demonização ininterrupto do BRI.

    Trata-se de evitar o surgimento não apenas de um “concorrente colega”, mas pior: um condomínio de comércio / conectividade da New Silk Road - com China, Rússia, Irã e Turquia - tão poderoso quanto os EUA ainda permanecem do outro lado do mundo. muito perturbado "Hemisfério Ocidental".

    Isso não tem nada a ver com o neoimperialismo chinês. Em caso de dúvida, invoque Kublai Khan.

    A fonte original deste artigo é Asia Times

    Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com.br/

    'Seria a última guerra da história': o ex-militar russo que adverte para as consequências da tensão entre a Rússia e o Ocidente


    Ex-integrante das forças militares russas, tenente-general Evgeny Buzhinsk diz à BBC que 'encurralar a Rússia é algo muito perigoso' e acredita na possibilidade real de escalada em crise iniciada por envenenamento de espião.

    BBC

    Por BBC

    04/04/2018 16h03 Atualizado 04/04/2018 16h03

    Evgeny Buzhinsky, ex-integrante do Estado Maior russo, diz que disputa entre a Rússia e o Ocidente pode acabar em guerra aberta (Foto: BBC) Evgeny Buzhinsky, ex-integrante do Estado Maior russo, diz que disputa entre a Rússia e o Ocidente pode acabar em guerra aberta (Foto: BBC) <?XML:NAMESPACE PREFIX = "[default] http://www.w3.org/2000/svg" NS = "http://www.w3.org/2000/svg" />

    Evgeny Buzhinsky, ex-integrante do Estado Maior russo, diz que disputa entre a Rússia e o Ocidente pode acabar em guerra aberta (Foto: BBC)

    A tensão diplomática entre a Rússia e parte do Ocidente desencadeada pelo envenenamento de um ex-oficial dos serviços de inteligência russo na Grã-Bretanha ainda não tem um desfecho previsível.

    O governo britânico acusou o governo russo de estar por trás do ataque a Sergei Skripal e sua filha, Yulia, em 4 de março, e anunciou a expulsão de 23 diplomatas do país. Desde então, outros 20 governos também expulsaram diplomatas russos. A Rússia respondeu expulsando mais de 100 diplomatas do Reino Unido, EUA e outros países.

    Skripal, que era agente duplo e fornecia informações ao serviço secreto britânico, teria sido atacado com um gás neurotóxico em Salisbury, na Inglaterra. Ele e sua filha estão sob tratamento em um hospital - ele em estado crítico, ela, em estado de recuperação.

    O apoio do presidente Vladimir Putin ao presidente sírio Bashar al-Assad e o suposto envolvimento do governo russo na disseminação de notícias falsas pata tentar influenciar as eleições americanas são outros fatores que complicam as relações com o Ocidente.

    Pessoas próximas ao Kremlin acreditam que existe a possibilidade de um conflito maior – incluindo uma guerra. Essa é a opinião do tenente-general Evgeny Buzhinsky, que foi um dos principais negociadores militares da Rússia até 2009 e hoje dirige o centro de estudos PRI em Moscou.

    Na terça-feira (3), quase um mês depois do ataque, Buzhinsky deu uma entrevista ao programa Today, da rádio BBC 4.

    O programa também entrevistou Tony Brenton, que foi embaixador britânico na Rússia entre 2004 e 2008. Ele afirmou que a opinião de Buzhinsky é uma "visão relativamente dominante (na Rússia), muito espalhada tanto na elite quanto no povo."

    "Nós dizemos para nós mesmos, no oeste, que Putin é um autocrata, que quando ele sair a situação vai melhorar. Mas a verdade é que não temos um problema com Putin, temos um problema com a Rússia", disse Brenton.

    No programa, Buzhinsky, começou explicando que Putin apoia Assad porque este "é um presidente legítimo e não queremos que a Síria vire uma bagunça, como aconteceu com a Líbia".

    "Ele (Assad) pode sair, mas como resultado de eleições gerais, não forçado por terroristas e seus aliados."

    Abaixo, o diálogo que se seguiu com o apresentador do Today, Nick Robinson:

    Então o objetivo da Rússia tem sido impedir uma mudança na Síria, e que os grupos que você chama de terroristas, mas que outros chamam de grupos rebeldes, obtenham algum tipo de poder?

    O principal objetivo agora é acabar com a guerra civil.

    Envenenamento do ex-espião russo Sergei Skripal no Reino Unido inflamou tensões entre a Rússia e o Ocidente (Foto: Yuri Senatorov/Kommersant/Reuters) Envenenamento do ex-espião russo Sergei Skripal no Reino Unido inflamou tensões entre a Rússia e o Ocidente (Foto: Yuri Senatorov/Kommersant/Reuters)

    Envenenamento do ex-espião russo Sergei Skripal no Reino Unido inflamou tensões entre a Rússia e o Ocidente (Foto: Yuri Senatorov/Kommersant/Reuters)

    Estamos muito, muito longe disso. A guerra já dura oito anos e mesmo se Assad vencer seus opositores, todos os ingredientes para um conflito prolongado estão aí, não?

    Sim, com certeza. Porque os objetivos da Rússia, da Turquia, do Irã e os da oposição, liderada pelos Estados Unidos, são diferentes. Todos querem a mudança do regime. A Rússia não quer isso.

    É interessante você levantar a questão de que existe uma visão do Ocidente e uma visão diferente da Rússia. Isso é verdade para quase todos as questões nas quais a Rússia está atualmente envolvida. Qual sua avaliação da situação internacional Rússia, considerando que não só o Reino Unido, mas países da União Europeia e do mundo todo expulsaram diplomatas russos e simplesmente não acreditam no que o Kremlin diz sobre o envenenamento (do ex-espião) em Salisbury?

    Não tem sentido (essa descrença). Foi com certeza um crime. Começando a investigação de qualquer crime, qual a primeira pergunta que o investigador faz? Quem se beneficia. Nesse crime, o presidente Putin é a última pessoa que se beneficia, porque o crime foi nas vésperas da eleição presidencial (na Rússia), nas vésperas da Copa Mundial de Futebol, é inacreditável que a Rússia...

    A Rússia que, a propósito, apresentou 13 perguntas para a Organização para a Proibição de Armas Químicas, porque o gás que acusam a Rússia de ter usado é tão venenoso que é impossível que as pessoas... A não ser que o antídoto seja administrado minutos depois. Se o antídoto foi usado, como (os britânicos) sabiam que tipo de gás foi usado? Há muitas questões.

    Há muitas perguntas, muitas teorias da conspiração que vem de Moscou também. O que não existem são respostas, respostas (que digam) o porquê de tantos países no mundo todo, não só os inimigos tradicionais da Rússia, acreditarem que o Kremlin é responsável pelo ataque.

    Por favor, quando você diz o mundo, você quer diz o Reino Unido, os Estados Unidos e alguns outros países.

    Mas "alguns outros países" é algo crucial, não? Não é apenas o Reino Unido, não é apenas a União Europeia, não são apenas os Estados Unidos.

    Quem mais responsabiliza a Rússia? Que grandes países? Índia, China, países asiáticos, Coreia, quem? Que países?

    Então você acha que não importa?

    Veja, é uma guerra fria. É pior do que a Guerra Fria porque se a situação continuar se desenvolvendo (da forma) como (está caminhando) hoje, vai ter um resultado muito, muito ruim.

    Dê mais detalhes, o que você quer dizer com "resultado muito ruim"? Porque seria pior que a Guerra Fria?

    Uma guerra real. Pior que a Guerra Fria é uma guerra real. Será a última guerra na história da humanidade.

    Você está dizendo que as repercussões do envenenamento podem levar a uma guerra real? Como?

    Não só o envenenamento em Salisbury, mas tudo o que está acontecendo. A pressão dos Estados Unidos e do Reino Unido vai continuar. O que vão conseguir com isso? Vão conseguir uma mudança no regime (na Síria)? É inútil. Vocês não conhecem os russos.

    Quanto maior a pressão externa, mais a sociedade se consolida em torno do presidente.

    Eu pediria que você desse mais detalhes. Você é um ex-militar de alta patente, chefia um respeitado centro de estudos e acaba de dizer que o resultado poderia ser pior que a Guerra Fria e levar a uma guerra real. Como poderia ser o desenrolar disso? Como iríamos da situação atual para essa?

    Bom, vamos começar a falar, vamos começar a discutir. Vocês não querem conversar. Vocês dizem "a Rússia deveria mudar o seu comportamento". Não é esse tipo de conversa, não é esse tipo de compromisso que precisamos. Ok, então vocês expulsam diplomatas, nós expulsamos diplomatas, vocês expulsam mais diplomatas... Aonde isso vai levar? Qual o próximo passo? O fim das relações diplomáticas?

    O que você acha que vai acontecer agora, depois disso?

    Como eu disse, vai levar a lugar nenhum. Na verdade, vocês estão colocando a Rússia contra a parede. E encurralar a Rússia é algo muito perigoso.

    Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/seria-a-ultima-guerra-da-historia-o-ex-militar-russo-que-adverte-para-as-consequencias-da-tensao-entre-a-russia-e-o-ocidente.ghtml

    sexta-feira, 6 de abril de 2018

    Rússia adverte: Apenas duas opções São deixadas para os Estados Unidos: iniciar a retirada ou destruir o mundo


    6 de abril de 2018

    Um interessante novo relatório do Conselho de Segurança (CS) circulando hoje no Kremlin afirma que, como o presidente Putin está advertindo que “evidências concretas” foram recebidas, os EUA criaram terroristas islâmicos na Síria, alinhados com o governo sombrio americano. em preparativos para a realização de um ataque químico de "bandeira falsa", enquanto o ministro da Defesa chinês, Wei Fenghe, declarou que suas delegações a Moscou pretendem deixar os EUA saberem sobre sua nação cortarem laços militares com a Rússia - esses eventos não podem ser vistos  sob qualquer outra luz que não a dos Estados Unidos, tendo apenas duas opções no cenário global - elas podem recuar ou destruir o mundo. [Nota: Algumas palavras e / ou frases que aparecem entre aspas neste relatório são aproximações em inglês de palavras / frases em russo que não possuem uma correspondência exata.]

    De acordo com este relatório, enquanto o povo norte-americano alimentou a dieta anti-Trump e anti-russa durante o ano passado, de tal forma que até mesmo o prestigiado CNN News Service viu suas classificações despencarem a baixas históricas, como a maioria das pessoas normais sabe quando estão sendo enganadas - o que foi perdido nessa barragem de propaganda sobre o qual essas pessoas deveriam ter sido informadas era que o mundo em que vivem já não existia - e isso mudou para sempre. Nos últimos meses, quando a Rússia completou seu segundo grande oleoduto para a China, a Rússia e a China expandiram sua bolsa Ruble-Yuan, deixando o dólar americano como a moeda fora do país.

    Não é do conhecimento das massas dos povos ocidentais, explica o relatório, que nos últimos 73 anos, desde 1945, os Estados Unidos conseguiram sua vasta riqueza e poder militar exigindo que todas as nações do mundo que compram petróleo o façam apenas em dólares americanos. que é chamado de "sistema de petrodólares", e que os EUA foram capazes de impor por serem os maiores compradores de petróleo do mundo - como o maior comprador de uma commodity é sempre capaz de determinar a moeda pela qual pagarão por ela. .

    Ao ter controle global completo através de seu "sistema de petrodólares", este relatório detalha, os Estados Unidos têm há décadas sido capazes de imprimir do nada um suprimento inesgotável de dólares americanos que forçaram cada nação a precisar comprar petróleo - mas que , em essência, tornou-se sem valor, em 1971, quando os americanos anunciaram chocantemente que não estavam mais apoiando o dólar americano com ouro.

    Não querendo trocar sua vasta riqueza em petróleo por pedaços de papel chamados dólares americanos, este relatório continua, o Iraque, em outubro de 2000, recebeu permissão das Nações Unidas para começar a vender seu petróleo apenas por euros - que foi seguido menos de um ano depois pelos ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos - e que, por sua vez, foram seguidos, menos de 24 meses depois (em maio de 2003), com os EUA invadindo ilegalmente o Iraque (como nada a ver com o 11 de setembro) e tornando mais uma vez vender o seu petróleo apenas para dólares americanos.

    Da mesma forma, em 2011, este relatório observa que, quando a Líbia tentou criar uma moeda de ouro para compradores de sua vasta riqueza em petróleo, ela também foi destruída pelos Estados Unidos e seus aliados da OTAN - com o Irã, em 2016, sendo alvo de massivo EUA. sancionou também quando se recusou a receber dólares americanos por sua enorme riqueza em petróleo.

    Quando os Estados Unidos instigaram uma guerra na Síria quando anunciaram que não venderiam mais seu petróleo por dólares americanos, no entanto, segundo esse relatório, tanto a Rússia quanto a China perceberam que os americanos precisavam ser detidos, pois não haveria fim guerras desnecessárias, elas começariam a proteger seu "sistema petrodólar" - e as forças militares russas se mobilizariam para proteger a Síria, enquanto a China começou a criar seu próprio sistema para comprar petróleo.

    Com a Rússia atrasando a expansão militar americana na Síria e a China criando seu próprio sistema para comprar petróleo, este relatório observa ainda que um evento inesperado ocorreu quando relatórios começaram a mostrar que devido ao "boom do petróleo de xisto" nos Estados Unidos, os americanos estavam fechando em independência de energia, e isso é esperado para ocorrer até 2026.

    Apesar de aplaudido pelo povo americano, que não conhecia melhor, este relatório diz que os EUA subiram em direção à independência energética e a China se tornou o maior importador de petróleo do mundo - o que torna a fonte de demanda marginal de petróleo no mundo - e a Rússia é o segundo maior exportador de petróleo do mundo, o que faz de Moscou um dos fornecedores do barril de petróleo marginal no mercado mundial, tornando-os assim o fornecedor marginal e o comprador marginal que são capazes de definir o preço do petróleo e mais importante, determine a moeda em que será vendida - e isso não é o dólar americano.

    Rapidamente aproveitando esta oportunidade histórica para destruir o “sistema petrodólar” de uma vez por todas, o relatório continua, a Rússia construiu dois enormes oleodutos para a China capazes de entregar 600.000 barris por dia avaliados em mais de US $ 7 bilhões por ano (ao preço atual de US $ 65 barril de petróleo bruto dos Urais) que permitiu que as reservas de ouro russas atingissem uma alta histórica - e, de tal forma, as reservas de ouro da Rússia já superaram a da China em outro golpe ao domínio do dólar - e também está permitindo que a Rússia não apenas aumente suas próprias reservas de ouro, mas para aumentar as vendas de ouro para a China e a Índia.

    Com a China para obrigar a Arábia Saudita, bem como todos os seus outros fornecedores de petróleo, a aceitar o pagamento em sua moeda Yuan apoiada em ouro (chamada de "petroyuan"), este relatório observa que todos os produtores de petróleo do Oriente Médio serão forçados a siga o exemplo do Irã ao proibir completamente o uso de dólares para todo o comércio, já que a China não pagará dólares pelo petróleo de que necessita - com o presidente Putin sendo um dos líderes mundiais sabendo que os EUA estão vivendo em um período de empréstimo - e com os americanos não tendo nenhuma estratégia de fim de jogo além da guerra, que os coloca na posição de recuar ou enfrentar a destruição total - e que a China pode começar o começo do momento em que desencadeia sua “opção nuclear” ao despejar suas posses de US Treasurybills um escalonamento de US $ 1,168 trilhão de dívida americana.

    Ao invés de escolher a opção sensata de recuar do cenário global para cuidar de seus próprios problemas em casa, entretanto, este relatório observa que o governo paralelo americano “Deep State” embarcou em um último suspiro para começar uma guerra. com a Rússia - o que, é claro, significou criar e manter uma massiva campanha de propaganda para iludir seus cidadãos a acreditarem absurdamente que uma nação russa com apenas 143 milhões de habitantes quer destruir os 327 milhões de pessoas que vivem nos Estados Unidos. e os mais de 508 milhões de pessoas que vivem na União Europeia também.

    Com apenas aqueles que têm mente dementes capaz de acreditar que uma fantasia de 143 milhões de russos representa algum tipo de ameaça aos quase 1 bilhão de pessoas nos EUA e na UE, detalha o relatório, o “Estado Profundo” continua a inventar inacreditáveis. contos de fadas sobre a Rússia para assustar seus cidadãos - a mais recente sendo a "Charada do Envenenamento do Reino Unido", cujos supostos fatos estão caindo mais rápido do que as folhas de uma árvore em uma tempestade de inverno.

    A primeira-ministra britânica Theresa May apresenta provas sólidas para o mundo de que o presidente Putin envenenou o


    Este relatório observa ainda que o embaixador da Rússia na ONU, Vassily Nebenzia, em seus comentários ao Conselho de Segurança da ONU, criticou essas acusações absurdamente falsas de envenenamento do Reino Unido ao declarar: “Eu nem sei comentar sobre isso. É uma espécie de teatro do absurdo. Você não poderia ter uma melhor história falsa? ”- e quem se juntou a Willy Wimmer, ex-vice-presidente da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), declarou que a Grã-Bretanha estava“ se comportando como uma máfia. em Skripalcase - e uma das muitas evidências que comprovavam esse fato era que a polícia britânica nunca inspecionava a casa da roldana como seria de se esperar em qualquer investigação, e isso levou à morte barbaramente cruel de seus animais de estimação da fome.

    Com o governo britânico, também, afirmando continuamente que Sergei Skripal e sua filha Yulia estão no hospital, com ele estando próximo da morte, e ela está se recuperando agora, este relatório continua, o Reino Unido divulgou uma declaração que eles disseram ter sido feita por Yulia. está em oposição direta à conversa telefônica gravada com toda a nação russa realizada entre Yulia Skripal e sua prima Viktoria - e em que Yulia declarou que “a saúde de todos está bem” e que ela esperava poder voltar para a Rússia em breve, mas cuja família não está recebendo permissão para entrar na Grã-Bretanha - causando novos temores de que ela será morta pelos serviços secretos do Reino Unido por causa do que ela sabe.

    Este relatório conclui observando que o plano do presidente Putin o tempo todo foi simplesmente vencer uma guerra híbrida de atrito com os EUA e a UE - que a Rússia está mais preparada para isso, com apenas uma insignificante dívida nacional de US $ 198 bilhões comparada a US $ 477. bilhões em reservas externas e US $ 76 bilhões em ouro, e que graças às sanções do Ocidente, a segurança alimentar da Rússia agora está em níveis recordes também - e isso se opõe aos EUA, com uma dívida nacional de US $ 21 trilhões e US $ 112 trilhões em passivos não financiados. É por isso que as elites bilionárias ocidentais têm estado freneticamente comprando ilhas remotas e construindo bunkers do dia do juízo final, pois sabem exatamente o que vem a seguir - mas os povos de quem governam ainda estão sendo mantidos dormindo sem poder conhecer a verdade.

    E os reis da terra, e os grandes, e os chefes militares, e os ricos, e os poderosos, e todo escravo, e todo livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas.


    Apocalipse 6:15

    WhatDoesItMean.Com.

    Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com.br/

    terça-feira, 3 de abril de 2018

    Dois Minutos para a Meia-Noite: A Máquina Global de Suicídio Nuclear


    By Dr. Andrew Glickson

    O poder desencadeado do átomo mudou tudo, menos o modo de pensar humano e, assim, nos encaminhamos para catástrofes sem paralelos.” Albert Einstein, 1946

    Daniel Ellsberg, ex-conselheiro presidencial, que divulgou os famosos documentos ultrassecretos do Pentágono relacionados à guerra do Vietnã [ii], também possuía um esconderijo de documentos secretos relacionados ao programa nuclear dos Estados Unidos na década de 1960. Neste livro “A máquina do dia do juízo final: confissões de um planejador da guerra nuclear” [iii] (12/5/2017) ele revela o conteúdo desses documentos, com sua relevância chocante para hoje. É uma descrição de um insider sobre o acúmulo de armas mais perigoso na história do mundo, cujo legado ameaça a própria sobrevivência da humanidade. A análise de Ellsberg sobre pesquisas recentes sobre o inverno nuclear mostra que mesmo uma pequena troca nuclear poderia se expandir para causar bilhões de mortes pela fome nuclear global.

    Grande parte da pesquisa nuclear foi feita em sigilo tanto nos blocos oeste quanto leste. Poucos iniciados com conhecimento abrangente das conseqüências das detonações nucleares revelaram esses segredos, sendo Daniel Ellsberg o mais proeminente. Uma das partes mais alarmantes do livro é o número de pessoas a quem a autoridade é delegada para ativar o gatilho das armas nucleares, como afirmado:

    “No que diz respeito a ataques estratégicos autorizados e autorizados pelos EUA, o sistema sempre foi projetado para ser acionado por uma gama muito maior de eventos do que o público jamais imaginou… Além disso, a mão autorizada a ativar as forças nucleares dos EUA nunca foi exclusivamente a do presidente, nem mesmo as mais altas autoridades militares ”.

    Isso torna a probabilidade de uma troca nuclear significativamente maior. A Rússia tem um protocolo similar, conhecido como autoridade delegada do sistema Mão Morta para retaliar uma greve dos EUA no caso de os comandantes do país serem retirados. Delegações semelhantes provavelmente existem em outros países nucleares. Consequentemente, o desencadeamento da guerra nuclear está agora nas mãos de um grande número de pessoas.

    Desde o primeiro teste atômico em Alamogordo, Nevada, em 6 de agosto de 1945, as potências mundiais empreenderam a construção de uma máquina nuclear global de suicídio em uma escala que desafia a contemplação humana. A urgência desesperada da existência de milhares de armas nucleares de estado em alerta foi largamente subestimada, recebendo foco limitado na mídia dominante culpada, preocupada como é com a política paroquial, esporte e escândalos sexuais.

    Sydney Drell, um físico e especialista em armas nucleares [iv], comentou sobre a proximidade de uma troca nuclear nos seguintes termos:

    “Considerando todos os gritos e erros nos 71 anos desde Hiroshima, ele considerou um milagre que nenhuma outra cidade tenha sido destruída por uma arma nuclear -“ está muito além do meu otimismo normal ”.

    A probabilidade de uma guerra nuclear ter aumentado devido à estratégia de Destruição Mútua Assegurada (MAD, sigla em inglês) e lançamento em alerta, ou seja, estratégias de uso ou perdê-las, diminuiu o controle humano, tornando a N-war possível devido a erros no computador. O medo de perder ativos nucleares levou as rampas de lançamento a uma maior mobilidade, submarinos, caminhões e trens, aumentando a probabilidade de uma guerra nuclear acidental.

    O teste de bomba de hidrogênio Castle Bravo, 1 de março de 1954, Atol de Bikini, Ilhas Marshall O mais poderoso dispositivo nuclear detonado, produziu 15 megatons de TNT, levando à contaminação radioativa inesperada de áreas a leste do Atol de Bikini. Fallout em residentes de atóis de Rongelap e Utirik espalhados pelo mundo. A explosão incitou a reação internacional sobre os testes termonucleares atmosféricos.

    Mas as conseqüências de uma troca nuclear pertencem ao impensável. De acordo com o artigo intitulado Guerra Nuclear, Inverno Nuclear e Extinção Humana (Starr 2015 - diretor do Programa de Ciência de Laboratório Clínico da Universidade de Missouri [vi]), além da destruição imediata por explosões nucleares [vii]:

    Tempestades de fogo nuclear queimariam simultaneamente em uma área total de superfície de milhares ou dezenas de milhares de milhas quadradas. Esses incêndios em massa liberariam muitas dezenas de milhões de toneladas de fuligem e fumaça de carbono negro, que subiriam rapidamente acima do nível das nuvens e entrariam na estratosfera;

    Um inverno nuclear faria com que a maioria dos humanos e grandes animais morressem de fome nuclear em um evento de extinção em massa semelhante ao que aniquilou os dinossauros;

    A luz do sol aqueceria a fumaça, produzindo um efeito de auto-elevação que não só ajudaria a ascensão da fumaça na estratosfera, mas atuaria para manter a fumaça na estratosfera por 10 anos ou mais. Uma vez na estratosfera, a fumaça envolveria rapidamente a Terra e formaria uma densa camada de fumaça estratosférica. A fumaça de uma guerra travada com armas nucleares estratégicas evitaria que até 70% da luz solar atingisse a superfície do Hemisfério Norte e 35% da luz do sol atingissem a superfície do hemisfério sul;

    Uma enorme perda de luz do sol em aquecimento produziria as condições climáticas da Era do Gelo na Terra em questão de semanas. Por um período de 1 a 3 anos após a guerra, as temperaturas ficariam abaixo de zero todos os dias nas zonas agrícolas centrais da América do Norte e da Eurásia;

    O inverno nuclear faria com que as temperaturas médias da superfície global ficassem mais frias do que no auge da última Era do Gelo. Esse frio extremo eliminaria as estações de cultivo por muitos anos, provavelmente por uma década ou mais;

    As temperaturas seriam muito frias para cultivar alimentos, e elas permaneceriam assim por tempo suficiente para levar a maioria dos humanos e animais a morrer de fome;

    A fome nuclear global resultaria em um cenário no qual a infra-estrutura das nações combatentes teria sido totalmente destruída, resultando em grandes quantidades de toxinas químicas e radioativas sendo liberadas na biosfera.

    Uma importante revisão do livro de Ellsberg, de Scott Ludlam, “A provocação nuclear e o cenário do dia do juízo final” [viii] afirma, entre outros:

    “Este trabalho não é assustador no sentido convencional. É silenciosamente aterrorizante. Não importa o quanto você pense que o complexo de armas nucleares é ruim, é pior do que você imagina. Muito pior Ellsberg sabe disso porque ele ajudou a projetá-lo ”e“ Hoje, nos níveis mais altos, a máquina do Juízo Final está se renovando. Os Estados de armas nucleares essencialmente deixaram de lado a charada de 40 anos que pretendem honrar suas obrigações de desarmamento sob o Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP). Este instrumento legal veio servir principalmente para a aplicação de um tipo de apartheid nuclear global onde um punhado de estados mantém a capacidade de cometer uma destruição impensável, enquanto a grande maioria dos governos mundiais se opõem à adoção da tecnologia. ”“ Isso, então, é a máquina do juízo final. Não apenas a existência de armas de fissão ou bombas de hidrogênio indescritivelmente destrutivas, mas toda a rede montada: milhares delas em equipamentos de alerta, comando e controle acionados por pêlos construídos nos anos 70 e 80, milhões de linhas de código antigo em bobinas de fita magnética ou embaralhada em disquetes até agora. Uma arquitetura cuidada por seres humanos falíveis e profundamente institucionalizados, alguns deles com botões maiores do que outros. Um arsenal de armas tem como premissa o fato de nunca poder ser usado, ameaçado de uso todos os dias desde 1945, e agora custa cerca de US $ 100 bilhões por ano em todo o mundo para manter e atualizar.

    Até o momento, as nações com armas nucleares se recusaram a endossar a Campanha Internacional do Tratado de Proibição Nuclear (ICAN) para Abolir Armas Nucleares [x].

    O futuro do mundo está em um fio.

    *

    Dr Andrew Glikson, Ciências da Terra e do Paleo-clima, Escola de Antropologia e Arqueologia da ANU, Instituto de Mudanças Climáticas da ANU, Instituto de Ciências Planetárias da ANU, Professor Associado Honorário do Centro de Excelência de Energia Geotérmica da Universidade de Queensland.

    Notas

    [1] https://thebulletin.org/2018-doomsday-clock-statement

    [2] https://www.history.com/topics/vietnam-war/pentagon-papers

    [3] https://www.amazon.com/Doomsday-Machine-Confessions-Nuclear-Planner/dp/1608196704

    [4] https://www.nytimes.com/2016/12/22/science/sidney-drell-dead.html

    [5] https://en.wikipedia.org/wiki/Nuclear_ethics#/media/File:Castle_Bravo_Blast.jpg

    [6] https://thebulletin.org/bio/steven-starr

    [7] http://www.springer.com/gp/book/9783319572369

    [8] https://www.themonthly.com.au/issue/2018/april/1522501200/scott-ludlam/nuclear-brinkmanship-and-doomsday-scenario

    [9] http://www.thehindu.com/news/international/50-nations-ink-un-nuclear-ban-treaty-opposed-by-big-powers/article19726015.ece

    [10] http://www.abc.net.au/news/2017-12-11/ican-urges-world-to-ban-nuclear-weapons/9245078

    Mais em:

    https://www.globalresearch.ca

    Fonte: https://undhorizontenews2.blogspot.com.br/