sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Atentado em Paris: as lágrimas de crocodilo dos dirigentes europeus e dos EUA

 

por Edmilson Costa [*]

 

  O terrorismo é um método de ação pequeno-burguês, eivado de niilismo e revolta cega, cujos autores imaginam que podem mudar alguma coisa mediante ações individuais, desligadas das massas. Além disso, quando o terrorismo é realizado indiscriminadamente, atingindo a população civil, esse tipo de ação se torna ainda mais condenável, pois mata pessoas inocentes e não serve à causa que os próprios terroristas defendem. Trata-se apenas do terror pelo terror, da barbárie pura e simples. Em algumas situações, em que se torna necessário ações específicas contra certos objetivos militares ou governamentais, no bojo de grandes lutas de massas ou dualidade de poder, essas ações podem até ser realizadas, desde que não atinjam civis ou inocentes.
Esse atentado em Paris se enquadra nas ações de terrorismo puro e simples. Cerca de 130 pessoas foram assassinadas, nenhuma delas possuía relação com o governo ou tinha realizado qualquer ação contra o islamismo. Foram mortos simplesmente por estar no lugar errado, na hora errada. Tratou-se, evidentemente, de um ato bárbaro que ceifou a vida de inocentes, executado por fanáticos, sem nenhum critério político, ideológico ou militar. Na verdade, os executores desse massacre eram apenas peões guiados desde longe por interesses geopolíticos e econômicos do imperialismo, tanto europeu quanto norte-americano. O atentado deve ser duramente condenado e seus autores punidos severamente, mas é importante refletirmos: por que ocorrem tragédias tão bárbaras como esta em pleno século XXI?
Os atentados realizados na França, como o das torres gêmeas nos Estados Unidos e em vários países se assemelham à lenda do feiticeiro que, ao desenvolver de maneira descontrolada o feitiço, terminou não controlando mais a alquimia e esta voltou-se contra o próprio feiticeiro. Os atentados contra as torres gêmeas foram realizados pela Al Qaeda, um grupo terrorista treinado e financiado pela CIA para lutar contra os soviéticos no Afeganistão. Enquanto lutou contra os soviéticos, Bin Laden era festejado como herói, saia em fotos ao lado de dirigentes dos Estados Unidos e era reverenciado no Ocidente. Quando a guerra acabou e os EUA tentaram descartá-lo porque este não servia mais aos seus interesses, recebeu o troco, com os atentados que resultaram em milhares de mortes no centro do império.
Agora a França está sentindo na carne pela segunda vez a mesma dupla moral do imperialismo. O Estado Islâmico e outros grupos terroristas que atuam na Síria foram treinados e armados pelo Ocidente para derrubar o presidente Bashar Assad, porque a Síria representa no Oriente Médio um espinho na garganta do imperialismo, uma vez que não se dobra aos interesses do Ocidente na região. Os Estados Unidos e a Europa, especialmente a França, além da Arábia Saudita, Qatar e Turquia, organizaram milhares de mercenários, oriundos de dezenas de países, construíram rede logística, doaram equipamentos bélicos altamente sofisticados para invadir a Síria e depor seu presidente. Provocaram uma guerra civil e um banho de sangue no País, cujo resultado é a morte de 280 mil sírios, entre os quais milhares de crianças, o deslocamento de 11 milhões de habitantes e o êxodo de 800 mil refugiados que hoje perambulam famintos pela Europa.
Poucos também ainda lembram de que há quatro anos, o Departamento Militar dos Estados Unidos na Europa, a OTAN, com o apoio decisivo da França e sem nenhum motivo plausível, a não ser o desejo de derrubar o presidente da Líbia, Muamar Kadafi, colocou toda a sua máquina de guerra para bombardear a Líbia e organizou milhares de mercenários para invadir o País e matar o presidente, num espetáculo dantesco divulgado pelas TVs do mundo inteiro. Essa guerra particular do imperialismo contra uma nação soberana custou milhares de vidas, desarticulou o Estado líbio e espalhou a anarquia institucional, onde cada região do País é governada por gangues mercenárias que espalham diariamente o terror entre a população.
É educativo recordar ainda que a guerra dos mercenários contra a Síria tem o apoio também decisivo da França, que forneceu armamento aos mercenários, chamados eufemisticamente de "grupos moderados". Ao admitir que estava entregando armas para esses grupos, o presidente "socialista" francês, François Hollande, disse que os equipamentos bélicos estavam dentro do compromisso europeu com o esforço para derrubar Assad. Esse mesmo argumento foi também expresso pelo presidente dos Estados Unidos, Barak Obama, quando solicitou ao Congresso verbas para o financiamento dos "rebeldes sírios". Qualquer observador sabe que esses mercenários são treinados em campos da Jordânia e da Turquia pela CIA e depois são enviados para a Síria. Ao chegar na Síria, as armas terminam caindo nas mãos do Estado Islâmico porque os mercenários não têm moral: lutam ao lado de quem paga mais. E o Estado Islâmico, que controla regiões petrolíferas do Iraque, tem dinheiro suficiente para absorver os novos combatentes. Tudo isso é feito com o conhecimento da CIA, resultando no fato de que o Estado Islâmico se tornou o grupo mais forte entre os mercenários no interior do País.
Estado Islâmico ganha vida própria
Nessa conjuntura, o Estado Islâmico ganhou vida própria. Instalou um Califado na região, instituiu leis medievais nas cidades sob seu controle, destruiu monumentos históricos, realizou um conjunto de atrocidades contra os povos das áreas ocupadas e ainda tinha a prática de degolar os habitantes que não se convertiam ao islã. Enquanto acontecia com os povos da região, essa prática era tolerada pelo Ocidente e desconhecida do grande público. Só se tornou um fato internacional quando jornalistas ocidentais e estrangeiros em geral, europeus e norte-americanos, foram degolados publicamente, com grande estardalhaço e publicidade. A partir daí o mundo inteiro tomou conhecimento dos métodos do Estado Islâmico e sua imagem se deteriorou internacionalmente. Mesmo assim a CIA e os outros serviços de inteligência ocidental continuaram fornecendo, por baixo do pano, armas e material logístico para esses terroristas continuarem matando civis na Síria.
Um dos elementos da conjuntura que mostra a hipocrisia do imperialismo norte-americano e europeu na guerra da Síria é fato de que, quando a imagem do Estado Islâmico se deteriorou definitivamente, o Estados Unidos e os países da Europa resolveram "combater" o Estado Islâmico. Era uma forma de dar alguma satisfação à opinião pública diante das atrocidades cometidas por esses terroristas. Após mais de um ano de bombardeios, o Estado Islâmico continuou mais ativo do que nunca, sofisticando suas ações, ampliando seu exército e conquistando novos territórios.
Quando a Rússia decidiu, por solicitação da Síria, bombardear efetivamente os terroristas do Estado Islâmico, em coordenação em terra com o Exército Sírio, logo a opinião pública mundial tomou conhecimento do engodo que era a luta dos Estados Unidos e da Europa contra esses terroristas. Em menos de três semanas, os russos destruíram campos de treinamento, sua logística, depósitos de armas, bunkers, mudando assim o curso da guerra. A partir daí, com os terroristas em debandada, o Exército Sírio foi retomando as cidades ocupadas e demonstrando ao mundo a farsa dos bombardeios dos Estados Unidos. Ou seja, em um mês a Rússia fez mais do que os Estados Unidos e o Ocidente em mais de um ano.
Diante desse fato insofismável, qual foi a reação do governo norte-americano e de seus aliados? Um cinismo risível. Quando os primeiros resultados dos certeiros bombardeios se tornaram públicos, em vez dos Estados Unidos elogiarem os russos pelos êxitos no combate aos terroristas que eles teoricamente estavam também combatendo, colocaram toda a máquina de propaganda para divulgar que os russos não estavam bombardeando o Estado Islâmico mas os "rebeldes" treinados pela CIA, que os russos erraram alvos e acertaram civis ou que bombardearam por engano território do Irã. Como essas informações eram fantasiosas e convenciam poucas pessoas, mudaram de tática e agora procuram se desvincular do jogo sujo, criando algum fato para salvar sua imagem.
Recentemente, diante da inevitável derrota do Estado Islâmico pelos bombardeios russos, os Estados Unidos novamente buscam manipular a opinião pública através dos meios de comunicação a serviço de seus interesses. Agora, divulga-se que os EUA estão bombardeando efetivamente o Estado Islâmico e num desses bombardeios chegaram a matar o chefe dos terroristas que degolava os estrangeiros. Querem desesperadamente mudar a imagem, associando sua ação à morte de um terrorista "degolador de ocidentais". Pura propaganda. Para quem estava há mais de um ano lutando contra esse grupo terrorista, matar um degolador é um feito não muito digno do exército mais bem equipado e sofisticado do mundo.
Não se pode esquecer também que a França é um dos principais parceiros da Arábia Saudita, uma monarquia feudal e reacionária, principal baluarte do imperialismo no Oriente Médio. Fica muito difícil para a França dizer que todos devem se unir para combater o terrorismo, ao mesmo tempo em que é um dos principais países vendedores de armas para a Arábia Saudita, a principal financiadora dos grupos mais radicais do terrorismo internacional. Essas armas francesas terminam caindo nas mãos dos terroristas. Além disso, como país colonialista, a França não respeita a soberania dos países africanos, suas antigas colônias. Nos últimos anos, mesmo com um governo que se diz socialista, invadiu vários países para defender seus interesses. É contraditório e ridículo querer combater o terrorismo alimentando os terroristas ou os países que os financiam. Em outras palavras, a política francesa para o Oriente Médio contribuiu para o fortalecimento do terrorismo no mundo. Criaram um monstro e foram atacados por ele.
Os mortos de segunda classe
Neste momento, todos os dirigentes dos países ocidentais estão consternados com as mortes de Paris, mas nenhum deles se sensibiliza com as mortes que ocorrem diariamente nos países da periferia, fruto da política imperialista dos Estados Unidos e da Europa. No mesmo momento em que ocorreram os atentados em Paris também os terroristas do Estado Islâmico realizavam um atentado em Beirute no qual morreram 43 pessoas e mais de 280 ficaram feridas. Há algum tempo atrás os terroristas invadiram uma universidade no Quênia e mataram 147 estudantes, da mesma forma que mataram outras centenas na Nigéria.
Todos os dias palestinos são mortos pelas tropas de ocupação de Israel, num espetáculo de brutalidade que já se tornou rotina na região. Milhares de pessoal morreram na invasão da Líbia pelos bombardeios da OTAN e pelas tropas mercenárias a serviço do imperialismo. Outros milhares também morreram ou estão ainda morrendo no Iraque e no Afeganistão. Na Síria, o número de mortes causadas pela guerra imperialista já pode ser considerado um genocídio. Todas estas mortes são da responsabilidade direta da política imperialista para o Oriente Médio e a África na sua insaciável busca por fontes de petróleo, gás e matérias-primas. Para atingir seus objetivos, o imperialismo não limites.
Nenhum dirigente das potencias ocidentais veio a público condenar de forma tão indignada essas atrocidades como estão fazendo com os atentados de Paris. É a indignação seletiva do Ocidente. Parece que a vida dos árabes e africanos tem pouco valor, são mortes de segunda classe. Afinal, nenhum deles era branco de olhos azuis ou residente nas metrópoles imperialistas. Além da brutalidade como o imperialismo trata esses povos, existe também algo vinculado ao racismo, fenômeno típico das sociedades ocidentais, que cresceram e se desenvolveram explorando e humilhando esses povos.
Isso pode ser visto claramente na cobertura realizada pelos meios de comunicações, também controlados pelas nações ocidentais. Nas mortes de segunda classe, eles praticamente silenciam. Tratam a carnificina no Oriente Médio e na África como uma coisa de pouco destaque. Mas quando os atentados são realizados nas vitrines do capital, nos Estados Unidos ou na Europa, os jornais realizam uma cobertura com grande estardalhaço. Passam dias e dias desdobrando o assunto. Transformam essas mortes de primeira classe numa calamidade mundial, incitam a população à solidariedade induzida e todos os dirigentes tratam esses episódios como uma guerra contra os valores ocidentais.
Quem são os verdadeiros responsáveis?
Na verdade, os principais responsáveis pelo terrorismo no mundo são o imperialismo norte-americano e europeu, além de Israel. São os seus governos que armam, treinam e constroem a logística e fornecem as coordenadas de inteligência para esses grupos atacarem países que não seguem o receituário imperialista. Armam terroristas contra Cuba, "contras" para desestabilizar a Nicarágua, Bin Laden e a Al Qaeda para atacar os soviéticos, mercenários para invadir a Líbia e outros grupos que estão direta ou indiretamente servindo aos seus interesses. Na Síria, todos os grupos terroristas, especialmente o Estado Islâmico, foram armados e treinados pelos serviços de inteligência ocidental.
O Estado Islâmico e os outros grupos mercenários que atuam na Síria são criaturas do imperialismo, filhos legítimos ou bastardos da política externa do Ocidente imperial. Sem as armas, o treinamento, a logística e a inteligência e o financiamento do imperialismo estes grupos não teriam condições de operar da mesma forma que estão operando na Síria. Como se explica que um grupo como o Estado Islâmico, inexpressivo há cinco anos, construa num passe de mágica um exército com mais de 50 mil pessoas, com armamento pesado, artilharia, tanques, mísseis e toda a parafernália militar sofisticada que utilizam atualmente? Como explica os desfiles triunfais desse grupo terrorista, com centenas de pick-up novinhas, dezenas de tanques, armamento pesado e moderno, quando conquistam uma cidade ou território?
Todo esse armamento é fornecido pelos países imperialistas e por seus satélites para desestabilizar governos legítimos. Por isso, as lágrimas de crocodilo derramadas pelos dirigentes franceses e ocidentais em geral é uma tremenda hipocrisia contra a opinião pública mundial e os franceses em particular. As balas que mataram os franceses inocentes nesses atentados provavelmente foram fabricadas nos Estados Unidos, na Inglaterra ou na França e os terroristas que executaram os atentados possivelmente foram treinados pelos serviços de inteligência ocidentais. Denunciar essa hipocrisia dos líderes ocidentais neste momento, esclarecer a população sobre os verdadeiros responsáveis por esses atentados é um dever de todos aqueles querem transformar o mundo e se livrar do imperialismo.
A funcionalidade do terrorismo
Vale ressaltar finalmente que o terrorismo é funcional para o capital e o imperialismo, especialmente neste período de crise sistêmica global. Alimentando e financiando o terrorismo contra governos legitimamente eleitos, mas contrários à política do império, desestabiliza-se essas nações, depõe-se seus dirigentes e implementa-se a política econômica imperialista, ampliando-se assim as fronteiras geopolíticas do capital. Pouco importa se para realizar essas ações sejam assassinados centenas de milhares de pessoas, como aconteceu na invasão do Iraque, da Líbia e na guerra mercenária contra o governo da Síria.
Quando o terrorismo ganha vida própria, comete atrocidades nas regiões onde atua e esses fatos chegam à opinião pública internacional, os terroristas deixam de ser funcionais e são descartados por seus patrocinadores. Inverte-se então a equação: para vingar-se da ingratidão, os terroristas punem severamente seus antigos patrocinadores com atrocidades selvagens, como ocorreu agora em Paris. Mas essas atrocidades são muito menores do que aquelas que praticam nas regiões onde aterrorizam as populações locais. Como são realizadas contra povos de segunda classe não ganharam manchetes nos jornais, rádio ou televisão. Mas quando ocorrem no centro do império, ganham dimensão mundial.
No entanto, por incrível que pareça, esses atentados são também funcionais para o capital em época de crise. Sob o pretexto de combater o terrorismo, os governos ocidentais promulgam leis cada vez mais repressivas contra a população e os trabalhadores. Procuram criminalizar os movimentos sociais. Os partidos de extrema-direita, ganham novos argumentos para perseguir os imigrantes e crescerem eleitoralmente em seus países, tornando-se uma reserva de valor político muito importante que poderá ser utilizada nos momentos de agravamento da crise, como ocorreu no período anterior à Segunda Guerra. Portanto, as lágrimas de crocodilo dos dirigentes ocidentais representam não só a hipocrisia dos representantes de uma classe apodrecida e a dupla moral do imperialismo, mas principalmente a necessidade de superar o sistema imperialista.

17/Novembro/2015

[*] Doutorado em economia pela Universidade Estadual de Campinas e secretário de Relações Internacionais do Partido Comunista Brasileiro.
Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

http://resistir.info/franca/atentado_paris_17nov15.html

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

"Compra da BG pela Shell tem aval de órgão regulador australiano"

 

A anglo-holandesa Shell obteve nesta quinta-feira a aprovação de um importante órgão regulador australiano para a compra da britânica BG, por 70 bilhões de dólares, em um movimento que irá tornar a companhia a principal sócia da Petrobras no pré-sal.A Comissão Australiana de Competição e Consumidores (ACCC, na sigla em inglês) concedeu autorização incondicional para o negócio, que tornará a Shell o principal operador global de gás natural liquefeito (GNL) e grande produtor de
petróleo no mar.A fusão ainda precisa do aval de reguladores chineses. A Shell planeja concluir o negócio até início de 2016.Atualmente, a BG é a maior produtora de petróleo do Brasil depois da Petrobras, devido a suas participações em campos altamente produtivos do pré-sal.O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou no início de julho, sem restrições, a aquisição da totalidade das ações da BG Group pela anglo-holandesa Shell no Brasil.

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"China busca renegociar contratos de gás com a Shell antes de aprovar fusão com BG"

 

Reguladores chineses que analisam a oferta de fusão da Shell com a BG estão pressionando a empresa anglo-holandesa por condições mais vantajosas em contratos de fornecimento de gás de longo prazo, em um movimento que poderia lançar nova dúvida sobre os benefícios de curto prazo do negócio de 70 bilhões de dólares.Para a China, a oportunidade renegociar os contratos existentes com Shell para fornecimento de gás natural liquefeito (GNL), que deverão responder, junto com o gás da BG, por cerca de 30 por cento das importações do país até 2017, vem em um momento ideal, pois o maior consumidor de energia do mundo enfrentará uma grande abundância ao longo dos próximos cinco anos.Para a Shell, qualquer revisão dos contratos com a China poderia diluir os benefícios financeiros de curto prazo de uma fusão que já tem gerado preocupação entre alguns investidores e analistas por causa dos preços baixos do petróleo.A Shell declarou que queria se tornar o principal comerciante do mundo de GNL, quando anunciou a proposta de aquisição da BG em abril. A conclusão do negócio também permitirá que a companhia se torne a principal sócia da Petrobras no pré-sal.A proposta da Shell pela BG já teve o aval de órgãos no Brasil e na União Europeia. Também obteve aprovação de um regulador da Austrália nesta quinta-feira, mas ainda requer o sinal verde da China.Um porta-voz da Shell não quis comentar sobre uma renegociação de contratos existentes de GNL, e reiterou que a fusão deve ser concluída no início de 2016. Já o Ministério do Comércio da China não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

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Se a economia está bem, Por que tantos fundos de hedge, empresas de energia e grandes varejistas estão implodindo?

 

    Michael Snyder
    Economic Collapse
    19 de novembro de 2015
    Se a economia dos EUA realmente está em "grande forma", então por que todos os números continuam a dizer-nos que estamos em uma recessão?

    Os números de fabricação dizem que estamos em uma recessão, os números de comércio dizer que estamos em uma recessão, e, como você verá a seguir os números de varejo dizem que estamos em uma recessão. Mas, tal como em 2008, a Reserva Federal e os nossos principais políticos vão continuar a negar que uma grande crise econômica está acontecendo por tanto tempo quanto puderem. Neste artigo, eu quero olhar para mais sinais de que uma mudança dramática está acontecendo em nossa economia agora.

    Primeiro de tudo, vamos considerar o que está acontecendo com os fundos de hedge. Por muitos anos, os fundos de hedge tinha sido indo muito bem, mas agora eles estão fechando a loja em um ritmo que não temos visto desde a última crise financeira. O que se segue é um trecho de um artigo intitulado "Business Insider Os fundos de hedge continuam a implodir", que foi postada na quarta-feira ...

    BlackRock está terminando seu Fundo Ascent Global, um fundo de hedge macro global que uma vez contido $ 4,6 bilhões em ativos, de acordo com a Bloomberg Sabrina Willmer.

    "Acreditamos que resgatar o Fundo Global Ascent era a coisa certa a fazer para nossos clientes, dados os ventos contrários que os fundos macro têm enfrentado", disse uma porta-voz BlackRock Business Insider.

    O encerramento do fundo Ascent é o segundo alto perfil de fundo de hedge de fechamento em 24 horas. O Wall Street Journal informou terça-feira que Achievement Asset Management, um fundo de hedge com sede em Chicago, foi o encerramento.

    E esses são apenas dois exemplos. Muito poucos outros fundos de hedge proeminentes foram fechadas recentemente, e muitos estão se perguntando se este é apenas o começo de um grande "banho de sangue" em Wall Street.

    Outro sinal preocupante é a implosão de tantas empresas de energia. Assim como em 2008, uma grande queda no preço do petróleo está a atingir o sector da energia realmente difícil. Basta verificar essas quedas de preços stock ...

    -Cabot Oil & Gas para baixo 37,27 por cento nos últimos 12 meses

    -Southwestern Energia para baixo 68,11 por cento nos últimos 12 meses

    -Chesapeake Energia para baixo 73,98 por cento nos últimos 12 meses

    Um número de empresas de energia menores já saíram do negócio, e vários dos grandes jogadores estão à beira do abismo. Se o preço do petróleo não se recuperar significativamente muito em breve, é apenas uma questão de tempo antes que os dominós começam a cair.

    Nós também estamos vendo uma enorme turbulência no setor de varejo. A seguir vem do investimento em investigação Dynamics ...

    O relatório de vendas no varejo para outubro era muito pior do que o esperado. Não só isso, mas as estimativas originais do Governo para as vendas no varejo em agosto e setembro foram revisados ​​mais baixo. Um colega meu disse que ele estava conversando com seu irmão, que é um conselheiro fiscal, este fim de semana passado que disse que não entende como o Governo pode dizer que a economia está crescendo (Hillary Clinton recentemente deu à economia um "A"), porque seus clientes estão reduzindo seus pagamentos de imposto estimado. As empresas reduzir seus pagamentos de imposto estimado quando a sua actividade diminui.

    A temporada de férias é sempre a melhor época do ano para o varejo, mas em 2015 há uma grande quantidade de falar de tristeza e desgraça. A maioria dos grandes varejistas não vai começar anunciando loja massa fechamentos até janeiro ou fevereiro, mas, sem dúvida, muitos analistas estão prevendo que uma vez que temos passado a temporada de compras de Natal, vamos ver lojas encerrado em um ritmo que não temos visto desde, pelo menos, 2009. Aqui é mais a partir do artigo que eu acabei de citar acima ...

    As vendas no varejo nesta temporada de férias está configurando para ser um desastre. A maioria dos varejistas já estão anunciando "pré-Black Friday" eventos de vendas. Lembre-se quando da compra do feriado não começou, período, até o dia de Ação de Graças? Agora os varejistas vão canibalizar um ao outro com enorme beforeThanksgiving desconto. Qualquer um aviso no fim de semana que a BMW está agora oferecendo US $ 6500 descontos de preços? A economia em colapso está afetando a todos, em todos os dados demográficos de renda.

    Na semana passada vimos os estoques de Macy, Nordstrom e Advance Auto Parts fazer mergulhos penhasco depois eles anunciaram seus ganhos. Eu mencionei a um colega que o relatório da Nordstrom deve ser o mais preocupante para os analistas. Nordstrom em sua chamada de conferência com investidores, disse que eles começaram a ver um "abrandamento inexplicável nas vendas em agosto em transações em todos os formatos, em todas as categorias existentes e em todas as regiões que ainda não se recuperou."

    Eu acho que uma carta seria útil para dar uma idéia de quão ruim as coisas já tem ficado . Jim Quinn compartilhado isso em um artigo que ele acabou de enviar, e mostra a mudança nas vendas no varejo uma vez que você remover os números para a indústria automobilística. Como você pode ver, os números nunca foram tão terrível fora de uma recessão ...

    Retail Sales Ex-Autos

    Mas os estoques subiram 247 pontos na quarta-feira para que tudo tem de ser grande, certo?
    Errado.
    O mercado de ações nunca foi um bom barómetro para a economia global, e isso é especialmente verdade nos dias de hoje.
    Em 2008, as ações não caiam até bem depois que a economia dos EUA como um todo começou a cair, e a mesma coisa está acontecendo, aparentemente, desta vez também.
    Uma das coisas que está mantendo os estoques à tona no momento é recompras de ações. Nos últimos anos, grandes empresas gastaram centenas de bilhões de dólares comprando de volta suas próprias ações. A seguir vem a partir do lobo Richter ...
    IBM tem soprado $ 125.000.000.000 em recompras desde 2005, mais do que o $ 111.000.000.000 investiu em despesas de capital e R & D. É impressionante sob sua dívida, enquanto as receitas têm vindo a diminuir há 14 trimestres consecutivos. Ele cortou sua força de trabalho em 55.000 pessoas desde 2012. E sua ação se desvalorizou 38% desde Março de 2013.
    Ícone Big-pharma Pfizer arado $ 139.000.000.000 em recompras de ações e dividendos, na última década, em comparação com $ 82000000000 em P & D e US $ 18 bilhões em gastos de capital. 3M gasto 48000000000 $ em recompras e dividendos, e US $ 30 bilhões de dólares em P & D e as despesas de capital. Eles estão todos fazendo isso.
    Mais tarde nesse mesmo artigo, Richter explica que quase 60 por cento de todas as sociedades não financeiras de capital aberto têm se engajado em recompras de ações nos últimos cinco anos ...
    Quase 60% das 3.297 empresas norte-americanas não financeiras de capital aberto Reuters analisados ​​se envolveram em recompra de ações desde 2010. No ano passado, o dinheiro gasto na recompra de ações e dividendos excedeu o lucro líquido pela primeira vez em um período não-recessão.
    Grandes corporações gostam de fazer isso por um par de razões. Número um, ele empurra o preço das ações mais alto, e os investidores atuais aprecio isso. Número dois, executivos de empresas são geralmente em favor da realização de recompras de ações, porque aumenta o valor de suas opções de ações e as suas próprias participações.
    Mas agora os lucros corporativos estão caindo e é cada vez mais difícil para as grandes corporações para pedir dinheiro emprestado. Portanto, procure recompras de ações para começar a diminuir significativamente.
    Mesmo que ele está tomando um pouco mais do que muitos teriam previsto, a verdade é que estamos no caminho certo para um colapso financeiro enorme.
    Todos os indicadores que vejo são luzes vermelhas piscando, e mesmo que as coisas estão se movendo lentamente, eles estão definitivamente se movendo na mesma direção que nós vimos em 2008.
    Mas, tal como em 2008, haverá pessoas que zombam das advertências até o dia em que ela se torna completamente e totalmente evidente que os escarnecedores foram mortos errado.

    http://undhorizontenews2.blogspot.com.br/

    Campo de detenção dos EUA criou os maiores líderes do Estado Islâmico

     

    Líder do grupo terrorista Estado Islâmico Abu Bakr al-Baghdadi. (Arquivo)

     

    © East News/ Balkis Press

     

    Logo após a intervenção norte-americana ao Iraque começou os líderes militares criaram um campo de detenção geralmente conhecido como Camp Bucca para deter milhares de homens que apresentaram (na verdade ou não) ameaça à segurança.

    O ex-guarda do campo Mitchell Gray declarou no ar da emissora Sputnik que o Bucca se tornou num terreno fértil para aqueles que um tempo passado se formaram no grupo terrorista Estado Islâmico.

    Um homem jovem suspeito de ser militante era trazido na sala de interrogações nos primeiros dias da guerra no Iraque. Deixado só com uma edição do jornal para homens Maxim ele era observado pelos funcionários do campo. Se ele apanhar o jornal e der uma olhada, ele seria considerado "moderado" e levado para um pavilhão comum, e se não, seria considerado "radical" e acabaria em um pavilhão para jihadistas.

    Combatentes do grupo terrorista Estado Islâmico no Iraque, cidade de Mosul. 25 de junho de 2014

    © AP Photo

    Moscou: prorrogação das sanções antirrussas ajudará Estado Islâmico

    É esse o procedimento de Camp Bucca para determinar o futuro de prisioneiros nos tempos da guerra iraquiana, segundo divulgou a investigação do jornal norte-americano The New York Post.

    Os funcionários da prisão deviam também separar os detidos e manter os sunitas separadamente dos xiitas e os jihadistas moderados, dos radicais para manter a paz no centro da detenção.

    Segundo Mitchell Gray divulgou à Sputnik, caso os prisioneiros não fossem separados, apareceriam problemas “com mais radicais radicalizando os menos radicais”.

    Tal política também previa a coexistência por muito tempo de jihadistas radicais e permitiria o terreno fértil para estes desenvolver ideias radicais.

    "Entre os prisioneiros existia violência. Eles criavam seus próprios tribunais da Sharia e mesmo executaram ou torturaram outros e intimidaram pessoas para se tornar mais radical," disse Gray.

    Os problemas podem ser rastreados às origens do campo, que nunca foi preparado para enfrentar adequadamente a situação política da região.

    Com o desenvolvimento da guerra no Iraque muitos problemas geopolíticos apareceram e Bucca nunca lidava com estes, segundo o ex-guarda.

    Ele serviu no campo de detenção entre 2007 e 2008 e disse que cerca de 30 mil pessoas foram detidas e mantidas na instituição penitenciária:

    “Foi uma mistura. O lugar tinha todos, de membros da Al-Qaeda até milícias locais e criminosos francos”.

    Gray divulgou que quando foi admitido para o trabalho ele foi dito que um dos detidos poderia ser um próximo Nelson Mandela. Mas na verdade aconteceu o completamente contrário.

    "Isso é o que aconteceu com Abu Bakr al-Baghdadi, é ele que não foi considerado uma ameaça e foi libertado e voltou para a comunidade. Na verdade, ele tinha sido visto, realmente, como alguém que era um mediador e uma influência moderadora", disse Gray.

    Depois de ser libertado, al-Baghdadi organizou uma organização terrorista que já é geralmente sabida notoriamente por todo o mundo – o Estado Islâmico.

    Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20151119/2817330/estado-islamico-terrorismo-eua-prisao.html#ixzz3rxTnqjFO

    quarta-feira, 18 de novembro de 2015

    Único acordo que o Ocidente faz é derrubar Assad. Pois foi para isso que a OTAN criou Isis

     


    Ignorar o direito internacional e replicar Dresden no Oriente Médio

    Kurt Nimmo
    PrisonPlanet.com
    18 de novembro de 2015

    Um artigo publicado no New York Times na terça-feira argumenta a única maneira de eliminar o Estado Islâmico é tirar o governo de Bashar al-Assad em Damasco.
    "Provavelmente, não há solução para ISIS até que haja uma solução para Assad," JM Berger disse ao jornal de registro do estabelecimento.
    Berger é um estudioso da Brookings Institution, um think tank financiado pela Fundação Ford, os Rockefellers, as Nações Unidas, bancos e do complexo industrial militar.
    "Assad não é um espetáculo", disse Emile Hokayem, um membro sênior do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos. "Ele está no centro desse enorme dilema."
    O Instituto Internacional de Estudos Estratégicos foi criada com fundos "generosamente fornecidos pela Fundação Ford" e os "interesses representados incluem financiamento e investimento, bancário internacional, seguro" e uma variedade de outras corporações transnacionais. A Fundação Ford trabalha em conjunto com a CIA, as mesmas pessoas que projetado al-Qaeda e do Estado islâmico.
    "A resposta é simples: Para bater ISIS, é necessário o alistamento das forças sunitas que não vai acontecer enquanto Assad continua no poder em Damasco", disse Ehud Yaari, um sujeito com sede em Israel no Instituto Washington para Médio Oriente Política. "O caminho mais curto e mais eficaz para lidar com ISIS é para os Estados Unidos ea Rússia para chegar a um acordo sobre a remoção de Assad, e que irão receber apoio dos outros. Em seguida, as forças sunitas, os rebeldes, pode lidar com ISIS no chão. "
    O Instituto Washington para Política do Oriente Próximo é um pró-Israel think tank que tem uma adesão de crossover neocon. Os membros do conselho incluem Henry Kissinger, Joe Lieberman, Richard Perle, Condoleezza Rice, George Shutlz e outros insiders profundas. Membros atuais e antigos serviu em altos cargos nas administrações Obama, Bush e Clinton.
    The Times defende "o estabelecimento de uma aliança para realizar uma guerra se intensificou" contra o Estado islâmico e "prioriz [ando] a remoção de Assad."
    De acordo com Shabtai Shavit, ex-chefe do Mossad, o direito internacional e as Convenções de Genebra devem ser descartados.
    "Com este inimigo, temos de deixar de lado os argumentos sobre a lei, a moral e comparações de segurança e os direitos do indivíduo. Isso significa fazer o que eles fizeram na Segunda Guerra Mundial para Dresden. Eles limpou-o fora do mapa. Isso é o que tem de ser feito a todos os enclaves territoriais que ISIS está segurando ".
    De fora do argumento é o fato de que não havia uma "guerra civil" na Síria até que os Estados Unidos e seus parceiros-NED, o NDI, o IRI, a Freedom House e outras ONG-engenharia para a chamada Primavera Árabe. Isso foi admitido pelo mesmo jornal de registro sugerindo agora o Oriente Médio árabe deve sofrer o mesmo destino de um ataque de bomba incendiária Dresden.
    Também está excluído o fato de o Estado islâmico é o filho bastardo dos Estados Unidos e seus parceiros medievais na Arábia Saudita, Kuwait e Qatar. Turquia e Jordânia também têm desempenhado um papel instrumental.
    Antes pelo citado organizações-al-Qaeda não tem uma presença no Iraque e na criação de ISIS e, posteriormente, -suportada invasão do Estado Islâmico não teria ocorrido de Bush. 11/09 não teria acontecido se as administrações Carter e Reagan não tinha injetaram bilhões para o Afeganistão no final de 1970 e 1980 e criou os mujahideen afegãos que mais tarde se tornariam al-Qaeda e os talibãs.
    Também é ignorado o fato de que está acontecendo na Síria e em outros lugares é precisamente o que os Estados Unidos desejos, como revelado em documentos da Agência de Inteligência da Defesa.
    Estas realidades políticas são estritamente proibidas em qualquer discussão sobre o dilema atual no Oriente Médio, um dilema criado pela elite global e seus parceiros. Em vez disso, a única opção disponível, segundo o The New York Times e grande parte da mídia corporativa, é aumentar o sofrimento e miséria de inocentes e avançar com políticas responsáveis ​​pela situação atual.

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    NYT:Fundo de investimentos americano desmata e ocupa terras no Brasil

     

    Floresta Amazônica.

     

    © AFP 2015/ Raphael Alves

    O jornal norte-americano “The New York Times” noticiou que o fundo de investimentos TIAA-CREF, sediado nos Estados Unidos e voltado para a administração de benefícios previdenciários de professores universitários e funcionários das instituições de ensino superior, desvirtuou suas funções.

    Em matéria assinada por Simon Romero, o NYT afirma que o fundo vem promovendo o desmatamento de grandes áreas na região do cerrado, vizinha à Amazônia, e em seguida estaria ocupando as terras de forma ilegal.

    Vista aérea da reserva florestal amazônica de Trairao, no Pará, Brasil

    © AFP 2015/ LUNAE PARRACHO

    Embrapa faz trabalho de inteligência estratégica para monitorar uso da terra na Amazônia

    A matéria diz ainda que o fundo TIAA-CREF se associou a parceiros no Brasil para executar estes atos, inclusive exercendo ações de grilagem (ocupação pela força de terras em detrimento dos posseiros).

    Ronaldo de Albuquerque, diretor-executivo da SNA – Sociedade Nacional de Agricultura, diz que atualmente está muito difícil para os estrangeiros a compra de terras no Brasil, “mas Estados Unidos, Canadá, França, Itália, Alemanha, Reino Unido e Japão, integrantes do G8, demonstraram interesse em apoiar o Programa de Proteção às Florestas Tropicais Brasileiras, mediante a liberação inicial de 50 milhões de dólares, de um total de 1,5 bilhão de dólares. A oferta foi bem recebida pelo Governo brasileiro, que faria um programa-piloto, mas isso não aconteceu”.

    “Portanto, o que pretende o fundo previdenciário norte-americano não atende o interesse brasileiro, porque os investidores querem as áreas marginais à Floresta Amazônica que não podem adquirir atualmente. Eles tiveram êxito com a compra, em 2012. A Crecico formou uma joint-venture com a Cosan, de combustíveis, e comprou áreas marginais da Floresta Amazônica. Esta compra seria impossível atualmente.”

    Segundo ainda o diretor-executivo da SNA, o Governo brasileiro reage contra essa exploração, tanto que o Presidente Lula sancionou uma lei em novembro de 2009 favorável ao parecer da Advocacia-Geral da União que não permitia a compra de terras brasileiras.

    “Eu hoje luto para que a compra de terras brasileiras por estrangeiros seja liberada”, diz Ronaldo de Albuquerque, “mas para o fim específico de plantar para ajudar o agronegócio brasileiro e não para explorar as terras brasileiras. O que eles querem fazer é praticamente uma grilagem, porque eles não podem comprar. Eles dizem aos sócios do fundo que podem comprar, mas não podem, o Governo brasileiro é totalmente contra isso.”

    Também sobre o assunto, o promotor de Justiça Lindonjonson Gonçalves de Souza, do Ministério Público do Maranhão, conta sua experiência no combate à grilagem e à violência no campo. “Nós tivemos a experiência de atuar no enfrentamento dessa questão da ocupação irregular do cerrado, mesmo antes da atuação desse fundo norte-americano.”

    Área de plantação de eucalipto na Amazônia

    © Luciana Macêdo

    Em 10 anos, desmatamento na Amazônia teve queda de 82%

    “Em 2007 nós recebemos alguns posseiros que estavam trabalhando na agricultura da região a partir do reconhecimento do INCRA – Instituto Nacional da Reforma Agrária. São agricultores que se credenciam a ocupar áreas públicas. áreas que não têm registro particular como propriedade. Depois vem a atuação dos grileiros, feita com o uso de violência, com pistoleiros, pessoas armadas que vão ao encalço dos posseiros no sentido de expulsá-los da região em nome de um suposto proprietário ou de alguém que se diz proprietário.”

    O Promotor Lindonjonson Gonçalves de Souza diz ainda que este não é o único problema da ocupação do cerrado. “Além da forma como está sendo viabilizada pelo fundo norte-americano, é preciso equacionar outras questões, que são as reservas de manutenção determinadas pela legislação brasileira nos cerrados. Toda área do cerrado, qualquer propriedade, tem que manter pelo menos 50% de cobertura vegetal da mata nativa. Além daquelas que são também legalmente protegidas, áreas com declive acentuado, mais altas, e a vegetação em torno do lençol d'água, as bordas dos rios. Todas são áreas protegidas e não podem ser desmatadas para uso de agricultura ou corte errado.”

    Leia mais: http://br.sputniknews.com/brasil/20151117/2792606/NYT-Fundo-de-investimentos-americano-desmata-e-ocupa-terras-no-Brasil.html#ixzz3rqewfTZb

    Presidente do Irã diz que Estado Islâmico foi criado para promover a islamofobia

     

    Hassan Rohani, presidente do Irã

     

    © AP Photo/ Mohammad Berno

     

    O presidente iraniano, Hassan Rohani, afirmou nesta quarta-feira (18), durante uma reunião do Conselho Supremo do Irã, que o Estado Islâmico e outros grupos terroristas foram criados para manchar a imagem do Islã e promover a islamofobia.

    “O Islã é uma religião de paz e misericórdia. É nobre e tais tentativas, na Europa e nos EUA, onde vivem muitos mulçumanos, não deve resultar em um aumento da islamofobia”, afirmou Rohani.

    Vladimir Putin  (esquerda) e Mahmoud Abbas durante a cerimônia de inauguração da nova mesquita em Moscou

    © Sputnik/ Aleksei Druzhinin

    Putin: Estado Islâmico compromete o verdadeiro Islã

    O líder da República Islâmica afirmou que seu país sempre condenou o terrorismo e a morte de inocentes. O presidente ainda destacou que o Irã é uma vítima do extremismo.

    No início do ano, o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, divulgou uma carta para os jovens da Europa. Ele destacou que o Islã que o Ocidente tenta retratar é um conceito forjado, não representando a realidade, e pediu para que pesquisem e não aceitem a propaganda de seus países.

    Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20151118/2797024/Estado-Islamico-criado-promover-islamofobia.html#ixzz3rqdlVCVn

    Presidente francês: coalizão com Rússia prepara 'golpe decisivo' contra o ISIL

     

    Helicóptero Mi-24 patrulha base aérea de Hmeymim, na Síria

     

    © Sputnik/ Dmitry Vinogradov

     

    O presidente da França, François Hollande, disse nesta quarta-feira (18) que uma "ampla coalizão" com a participação da Federação da Rússia e dos Estados Unidos poderá assestar o golpe decisivo contra o Estado Islâmico.

    Este anúncio vem um dia depois de o presidente russo, Vladimir Putin, ordenar a elaboração de um plano de ações conjuntas no mar e no ar com a Marinha francesa, depois de encarregar o cruzador Moskvá de estabelecer contato com o grupo naval francês no Mediterrâneo. Este foi o sinal para o início da cooperação entre a Rússia e a França no combate ao Estado Islâmico, grupo terrorista proibido nesses países.

    Porta-aviões Charles de Gaulle, da Marinha francesa (foto de arquivo)

    © Sputnik/ Aleksander Vilf

    Porta-aviões Charles de Gaulle, da Marinha francesa (foto de arquivo)

    Presidente da Rússia Vladimir Putin e presidente da França François Hollande

    © REUTERS/ Michel Euler

    Rússia e França concordam em coordenar ações militares contra EI na Síria

    O Estado Islâmico, com sedes no Iraque e na Síria, assumiu a responsabilidade pelo múltiplo atentado que se deu em Paris na sexta-feira, dia 13, matando mais de 130 pessoas.

    A Rússia enviou a sua Força Aeroespacial à Síria em 30 de setembro, satisfazendo o pedido correspondente do governo de Bashar Assad. A aviação russa realizou quase 2 mil missões de combate, destruindo mais de 2,7 mil alvos dos terroristas, de acordo com o Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.

    EUA

    Bombardeiro estratégico russo Tu-160

    © Sputnik/ Yury Strelets

    Rússia lança mísseis de cruzeiro contra Estado Islâmico (VIDEO)

    Os EUA lideram a coalizão internacional que tem realizado uma campanha contra o Estado Islâmico na Síria por um ano, com um resultado menos visível.

    Contudo, a parte estadunidense não quer ver o governo sírio atual como um aliado legítimo, alegando a necessidade da saída imediata do presidente Assad. Porém, muitos representantes da oposição, que, inclusive, foram treinados por militares estadunidenses, acabaram sumindo.

    Ontem, o Pentágono disse não descartar a possibilidade de cooperar com a Rússia na Síria — "se for necessário", de acordo com as palavras da representante oficial da pasta, Michelle Baldanza. Mais tarde, o porta-voz da presidência russa, Dmitry Peskov, declarou que "não há cooperação" e que os parceiros norte-americanos até "se recusam a cooperar".

    Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20151118/2796853/coalizao-com-franca-russia-e-eua-planeja-golpe-decisivo.html#ixzz3rqd0HUqO

    EUA intencionalmente poupam ISIS na Síria

    EUA intencionalmente poupam ISIS na Síria, querem terroristas para enfraquecer Assad - FM russo

    18 Nov, 2015

    © Stringer

    © Stringer / Reuters

    Os EUA e seus aliados estão jogando um jogo perigoso na Síria como eles contam com Estado Islâmico para enfraquecer o presidente Bashar Assad, mas ao mesmo tempo não quer que o grupo terrorista para tomar o poder no país, disse o ministro do Exterior russo Sergey Lavrov.

    Apesar de anunciar planos ambiciosos para sua coalizão contra o Estado Islâmico (IS, anteriormente ISIS / ISIL), "a análise daqueles [levou os EUA a-] ataques aéreos durante mais de uma vantagem de ano para conclusão de que eles estavam batendo seletivamente, eu diria que, com moderação e em maioria das vezes não tocam aqueles IS unidades, que foram capazes de desafiar seriamente o exército sírio ", disse Lavrov ao canal Rossiya 1.
    O Min.Rel.Ext. russo chama ações de Washington na Síria de um "jogo perigoso", o que torna difícil determinar verdadeiros objetivos dos EUA na Síria.
    "Aparentemente, é uma espécie de um" mel é doce, mas as picadas de abelha 'situação: eles querem é enfraquecer Assad o mais rápido possível para fazê-lo sair de alguma forma, mas ao mesmo tempo eles não querem reforçar excessivamente IS , o que pode, em seguida, tomar o poder ", explicou ele.
    A postura dos EUA "enfraquece seriamente as perspectivas da Síria continuar a ser um Estado laico, onde será fornecido os direitos de todos os grupos étnicos e religiosos e garantida", acrescentou Lavrov.
    Segundo o ministro, a avaliação da Rússia da operação anti-terror liderada pelos Estados Unidos na Síria "é baseado em observações de resultados específicos e há poucos resultados, para não dizer não há nenhum - exceto o fato de que, durante este período [desde agosto 2014 ], o Estado Islâmico tem crescido nos territórios que controlam. "
    Ele também disse que a Western afirma que as forças aéreas da Rússia foram bater civis pacíficos na Síria são "infundadas".
    "Nós ... estamos fazendo isso (que realizam ataques aéreos) em uma maneira passo-a-passo e não dividir os terroristas em aqueles que possam nos ajudar a resolver alguns problemas táticos na esperança de que eles seriam tratados mais tarde, mas bateu todos , que professam e pregam a ideologia terrorista ", Lavrov sublinhou.
    Também na terça-feira, o ministro das Relações Exteriores russo visitou a embaixada francesa em Moscow para expressar condolências ao longo dos ataques do Estado islâmico em Paris na semana passada, em que pelo menos 129 vidas foram perdidas e mais de 350 pessoas ficaram feridas.
    "As parcelas do Estado Islâmico bárbaros deve ser prevenida. Nossa tristeza, nossa raiva deve ajudar a colocar de lado todas as questões secundárias e unir os esforços de Rússia, França e todos os outros países na luta implacável contra o terrorismo, formando uma coalizão militar verdadeiramente global ", escreveu Lavrov no livro de condolências.
    No começo do dia, os serviços de segurança da Rússia confirmou que o acidente do A321 jato russo sobre Península do Sinai do Egito no final de outubro foi causado por um ataque terrorista, como vestígios de explosivos foram encontrados nos destroços do avião que o Estado Islâmico assumiu a responsabilidade para derrubar a aeronave, em que 224 passageiros e tripulantes morreram.

    Moscou anunciou que está agora indo para usar a sua frota de 25 bombardeiros de longo alcance para dobrar o número de ataques aéreos contra IS e outros grupos terroristas.

    https://www.rt.com

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    terça-feira, 17 de novembro de 2015

    "China financiará e construirá duas centrais nucleares na Argentina"

     

    A China participará do financiamento e da construção de duas centrais nucleares na Argentina, um investimento estimado de 15 bilhões de dólares, informou a China National Nuclear Corp (CNNC).A CNNC informou em seu site na internet que chegou a esse acordo com a estatal argentina Nucleoeléctrica durante o fim de semana à margem da cúpula do G20 na Turquia.A Argentina estima o investimento necessário em 15 bilhões de dólares, disse o ministro argentino da Economia, Axel Kicillof, em comunicado.A China participará no financiamento através de empréstimos bancários a juros vantajosos.No mês passado, a China concordou em participar no financiamento de uma central nuclear no Reino Unido.

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    O papel da OTAN no recrutamento de terroristas islâmicos do Isis

    A Aliança Atlântica na "Guerra Santa" contra o Estado islâmico (ISIS): o papel da OTAN no recrutamento de terroristas islâmicos

    De acordo com a inteligência israelita e Fontes de Notícias

    By Prof Michel Chossudovsky

    Global Research, 17 de November , 2015

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    Este artigo foi publicado pela primeira vez em setembro de 2014. Podemos acreditar em Hollande e Cameron? Evidência confirma que a OTAN está por trás do recrutamento de terroristas jihadistas "
    Enquanto os líderes da OTAN em Newport País de Gales [Setembro de 2014] a debater o papel da Aliança Atlântica "em conter uma ameaça militante de montagem no Oriente Médio", vale a pena recordar que, em 2011, no início da guerra na Síria, a OTAN tornou-se ativamente envolvido na recrutamento de combatentes islâmicos.
    Reminiscente do alistamento do Mujahideen para travar a jihad da CIA (guerra santa) no auge da guerra soviético-afegã, sede da OTAN em Bruxelas, em colaboração com o Alto comando turco, de acordo com fontes da inteligência israelense, estava envolvido no alistamento de milhares de terroristas:
    "Também discutido em Bruxelas e Ancara, o nosso relatório fontes, é uma campanha para mobilizar milhares de voluntários muçulmanos em países do Oriente Médio e do mundo muçulmano para lutar ao lado dos rebeldes sírios. O exército turco abrigaria estes voluntários, treiná-los e garantir a sua passagem para a Síria. (DEBKAfile, 31 de agosto de 2011 ênfase adicionada).
    Confirmado pela News inteligência israelense, a OTAN desempenhou um papel fundamental no fornecimento de armas para rebeldes da Al Qaeda filiadas na região de Aleppo na fronteira para a Turquia:
    OTAN e um número de governos europeus, mais significativamente no Reino Unido, já começaram o transporte aéreo de armas pesadas para os rebeldes sírios pronta em Aleppo para se defender de uma grande ofensiva exército sírio, de acordo com fontes militares exclusivas da DEBKAfile. Eles revelam que os primeiros embarques foram desembarcou segunda-feira à noite, 17 jun [de 2013], e nesta terça-feira na Turquia e Jordânia. Elas continham anti-aérea e mísseis de tanques, bem como canhões sem recuo mm 120 montado em jipes. De lá, eles foram transferidos para as forças rebeldes no sul da Síria e Aleppo, no noroeste. (DEBKAfile, 18 de junho de 2013)
    "Os terroristas R Us"

    Ironicamente, o presidente Barack Obama eo primeiro-ministro David Cameron (que está hospedando a Cimeira da NATO em País de Gales), afirmaram que eles "não serão intimidados por assassinos bárbaros":
    "Nós não vamos vacilar em nossa determinação de confrontar o Estado Islâmico ... Se os terroristas acho que vai enfraquecer em face de suas ameaças não poderia estar mais errado." (Barack Obama e David Cameron, fortalecendo a aliança da OTAN, op ed publicado no o London Times, 4 de setembro de 2014, ênfase acrescentada)

    Mas esses "bárbaros" assassinos foram criados pela aliança militar ocidental. Eles estão servindo os interesses estratégicos de os EUA, a Grã-Bretanha, para não mencionar Israel.
    [foto de arquivo]
    "Eles são nossos Terrorists". Sem os terroristas, a "Guerra Global contra o Terrorismo" iria cair no esquecimento.
    A narrativa Obama-Cameron faz fronteira com o ridículo. É não só absurdo, é criminoso.
    O que eles estão propondo é um mandato abrangente OTAN para "Vá atrás de Entidades terroristas" que eles próprios criaram como parte de uma operação de inteligência insidiosa para desestabilizar e destruir a Síria e Iraque
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    Forças Especiais britânicas e francesas têm estado a treinar ativamente os rebeldes de oposição da Síria a partir de uma base na Turquia.
    Israel forneceu um refúgio seguro para os rebeldes Al Qaeda filiadas incluindo ISIS e Al Nusrah rebeldes nas Colinas de Golã ocupados.
    Netanyahu reuniu-se com líderes jihadistas nas Colinas de Golã. A cúpula da IDF reconhece que há "elementos da jihad global dentro da Síria" apoiados por Israel.
    Imagem acima do primeiro-ministro israelense Netanyahu agita a mão a um terrorista da Al Qaeda ferido no Golã ocupado.
    Para que não esqueçamos, a Al Qaeda foi desde o início uma criação da CIA. Quem está por trás dos terroristas ISIS? A grande mídia é mãe sobre o assunto, apesar de montanhas de evidências de que eles são criações da aliança militar ocidental.

    Islamic State fundado entre Iraque e A.Saudita

    Agenda criminosa da OTAN

    O que estamos a lidar com uma agenda criminosa sob os auspícios da NATO. A evidência confirma amplamente que os EUA ea Grã-Bretanha em articulação com a Aliança Atlântica têm apoiado incansavelmente tanto a criação, bem como o desenvolvimento de uma Terror rede islâmica que agora se estende do Oriente Médio e Norte da África para a África Subsaariana, Sul e Sudeste da Ásia .
    E agora Obama e Cameron, cujos governos são os arquitetos do Estado islâmico, estão apelando para a Aliança Atlântica bem todos os governos dos 28 países membros da OTAN para endossar a campanha de bombardeios sobre o Iraque ea Síria como parte da "luta contra o terrorismo " operação.
    As brigadas ISIS são "ativos de inteligência" apoiados pelos EUA-OTAN-Israel. Eles não vão ser objeto de bombardeios. Muito pelo contrário.
    O que está previsto como parte da campanha de propaganda é usar a "ameaça do Estado Islâmico" como um pretexto e justificação para intervir militarmente no âmbito de um "humanitária" "Responsabilidade de Proteger" (R2P) mandato. A população civil não vai ser protegido. Sob esta operação militar e de inteligência diabólica, O Estado Islâmico (ISIS) com brigadas das forças especiais ocidentais dentro de suas fileiras estão programados para ser "protegido".
    A guerra contra a Síria
    Desde o início da guerra na Síria, em Março de 2011, os Estados membros da Aliança Atlântica, assim como Israel, Arábia Saudita e Qatar têm (secretamente) apoiou os terroristas -incluindo al Nusrah eo ISIS, com vista a desestabilizar a Síria como um Estado-nação. Essas ações foram implementadas, em articulação com a sede da OTAN em Bruxelas.
    O processo de recrutamento e treinamento de mercenários tinham sido sub-contratada para empresas de segurança privadas que operam fora da Arábia Saudita e os Estados do Golfo. Relatórios apontam para a criação de campos de treinamento no Qatar e os Emirados Árabes Unidos (EAU).
    Em Zayed Military City (EAU), "um exército secreto está em formação" foi operado por Xe Services, anteriormente Blackwater. Os Emirados Árabes Unidos lidam para estabelecer um acampamento militar para o treinamento de mercenários foi assinado em julho de 2010, nove meses antes do ataque das guerras na Líbia e Síria. (Ver Manlio Dinucci, um exército secreto de mercenários para o Oriente Médio e Norte da África, Il Manifesto de Maio. 18, 2011)
    Além disso, confirmada pela CNN, as empresas de segurança no contrato de países membros da OTAN estavam envolvidos na formação Síria "oposição" esquadrões da morte no uso de armas químicas:
    "Os Estados Unidos e alguns aliados europeus estão usando empreiteiros da defesa para treinar rebeldes sírios sobre como proteger os estoques de armas químicas na Síria, um oficial sênior dos EUA e vários diplomatas disseram à CNN domingo. (CNN Report, 09 de dezembro de 2012)
    OTAN apoiando terroristas na Líbia
    Desde o início de 2011 "guerra humanitária" da OTAN na Líbia, a aliança do Atlântico estava trabalhando em estreita ligação com as "brigadas pró-Al Qaeda", liderada pelo "antigo" Grupo de Combate Líbia Islâmica (LIFG) líder Abdul Hakim Belhhadj (Debka, Pro brigadas -Al-Qaeda controlar fortalezas Kadafi Trípoli apreendidos pelos rebeldes, 28 de agosto de 2011)
    Abdul Hakim Belhhadj recebeu seu treinamento militar em um acampamento da guerrilha patrocinado pela CIA no Afeganistão. Ele constitui um "activo de inteligência" da CIA operando no teatro de guerra da Líbia. Um relatório de 2011 sugeriu que ele tinha cerca de 1.000 homens sob seu comando. (Rebeldes líbios nas dores para distanciar-se dos extremistas - The Globe and Mail, 12 de março de 2011)
    A coalizão EUA- OTAN está armando os jihadistas. Armas estão sendo canalizadas para o LIFG da Arábia Saudita, que historicamente, desde o início da guerra soviético-afegã, foi secretamente apoiando a Al Qaeda. Os sauditas estão agora fornecendo aos rebeldes, em ligação com Washington e Bruxelas, com foguetes anti-tanque e mísseis terra-ar . (Ver Michel Chossudovsky "Nosso homem em Tripoli": Os terroristas islâmicos dos EUA- OTAN patrocinados a Integrar Oposição Pro-democracia da Líbia, Global Research, 3 de abril de 2011)

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    Espanha emite ordem de detenção contra Netanyahu

     

    Primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu

     

    © REUTERS/ Carlos Barria

    O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e outros seis antigos e atuais ministros poderão ser detidos se entrarem em Espanha, depois de o Tribunal espanhol ter ordenado um mandado de detenção.

    A decisão judicial foi motivada pelas ações israelitas durante os ataques à Flotilha da Liberdade em 2010.

    O juiz espanhol do Tribunal Nacional Jose de la Mata ordenou à polícia e à guarda civil informá-lo se Netanyahu ou seis outros altos funcionários entrarem no país, uma vez que o Tribunal pode abrir um processo contra eles.

    Junto com Netanyahu, as outras seis pessoas são: o ex-ministro das Relações Exteriores Avigdor Lieberman, o ex-ministro da Defesa Ehud Barak, o ex-ministro de Assuntos Estratégicos Moshe Yaalon, o ex-ministro do Interior Eli Yishai, o ministro sem pasta Benny Begin e o vice-almirante Maron Eliezer, que era responsável na altura pela operação das Forças de Defesa israelenses.

    O caso, que fora congelado pelo juiz espanhol no ano passado, foi iniciado contra os responsáveis israelenses na sequência do ataque das Forças de Defesa de Israel (IDF) contra a chamada Flotilha da Liberdade em 2010.

    Ele refere-se especificamente ao principal navio civil, o Mavi Marmara, parte da frota de seis navios que tentou romper o bloqueio israelense de Gaza para entregar ajuda humanitária.

    Quando o navio se aproximou da costa de Gaza, os militares da IDF assaltaram o navio em um ataque que deixou 10 ativistas mortos.

    A comunidade internacional acusou Israel da violação do direito internacional por causa das ações do IDF durante o incidente. A recente decisão do tribunal espanhol significa que Netanyahu, junto com os outros seis altos funcionários israelenses, podem ser acusados.

    No entanto, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores israelense, Emmanuel Nachshon, disse ao Jerusalém Post que Israel reuniu todos os esforços diplomáticos para anular a decisão do tribunal espanhol.

    "Nós consideramos isto uma provocação. Estamos trabalhando com as autoridades espanholas para que o processo seja cancelado. Nós esperamos que vá logo acabar".

    Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20151117/2783786/espanha-israel-netanyahu.html#ixzz3rmPU2JVg

    Boechat: 'PMDB é a maior aglomeração de salteadores da República'

     

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    Jornalista fez duras críticas ao encontro que o PMDB realiza nesta terça-feira 17 em Brasília; Ricardo Boechat lembrou que o PMDB integrou "rigorosamente" todos os governos desde o fim da ditadura e que assumiu fatias importantes de poder nos governos Lula e Dilma; "Nossa inflação está sendo pressionada sucessivamente por conta dos aumentos na tarifa de energia elétrica e isso é obra do Ministério de Minas e Energia, que esteve nas mãos do PMDB durante os últimos muitos anos", afirmou; "Essa reunião de hoje é um movimento de traição mais vil que possa acontecer. Vocês são o maior aglomerado de salteadores que a República brasileira já viu", criticou

    17 de Novembro de 2015 às 09:28

    247 - O jornalista Ricardo Boechat, comentarista da rádio Band News, fez duras críticas na manhã desta terça-feira, 17, ao encontro que o PMDB realiza nesta terça, em Brasília, que deve marcar um primeiro movimento de afastamento gradual do partido da administração da presidente Dilma Rousseff.

    Boechat lembrou que o PMDB integrou "rigorosamente" todos os governos desde o fim da ditadura. "E não integrou com uma fatiazinha de poder, com um Ministério da Pesca, o partido sempre teve pastas importantes, estatais, diretorias e fundos de pensão importantes, detendo uma parcela significativa de poder", afirmou.

    E exemplificou: "A nossa inflação está sendo pressionada sucessivamente por conta dos aumentos na tarifa de energia elétrica e isso é obra do Ministério de Minas e Energia, que esteve nas mãos do PMDB durante os últimos muitos anos. O preço dos combustíveis, comprimido do jeito que foi, quebrando a Petrobras, esteve na mãos do PMDB", disse Boechat.

    "Então, o partido vem querer dizer agora que não tem nada a ver com a degradação da zona? Não conheço as moças que trabalhavam aqui? Não me locupletei de seus corpos? Que papo é esse, PMDB, que conversa fiada é essa? Essa reunião de hoje é um movimento de traição mais vil que possa acontecer", afirmou.

    Ricardo Boechat também questionou o distanciamento do vice-presidente Michel Temer em relação à responsabilidade por eventuais erros do governo. "Michel Temer querer dizer que não tem nada a ver com o que está aí. Ele foi vice-presidente nos últimos quatro anos. Não chegou Dilma e disse 'generala, essa política econômica vai dar caca'?", questionou.

    O jornalista da Band News terminou seu comentário com uma frase dura contra o partido. "Vocês são o maior aglomerado de salteadores que a República brasileira já viu", afirmou.

    Programa de governo

    Durante o encontro do PMDB, organizado pela Fundação Ulysses Guimarães, entre os temas discutidos está o documento "Uma Ponte ara o Futuro", encarado com o programa de uma eventual governo do PMDB, que faz duras críticas à política econômica e fiscal do governo Dilma Rousseff e faz propostas polêmicas, como o fim da política de valorização do salário mínimo e a desvinculação de receitas para a Saúde e Educação".

    A ministros petistas, o vice Michel Temer afirmou que o encontro será para discutir um programa para o país, que poderia ser debatido com o governo Dilma e, se as ideias peemedebistas não forem adotadas, podem ser um programa de governo do partido para 2018. O vice disse ainda que a ala que pede a saída do PMDB do governo é minoritária (leia mais).

    PMDB do Rio ignora encontro

    Estado em que o partido é mais forte, caciques do PMDB decidiram não participar de evento da sigla desta terça. “Tenho a inauguração de uma fábrica de tintas e o príncipe da Noruega, Haakon”, disse o governador Luiz Fernando Pezão. “Vou não. Muito trabalho por aqui. Tem uma Olimpíada ano que vem no Rio”, alegou o prefeito do Rio, Eduardo Paes. Já o líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani, está em Boston, num evento da Faculdade de Direito de Harvard (leia mais).

    http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/205520/Boechat-'PMDB-é-a-maior-aglomeração-de-salteadores-da-República'.htm

    As mentiras que contaram para justificar o fiasco

     

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    A manifestação pró-impeachment convocada para o último domingo em Brasília foi um retumbante fracasso. Reuniu cerca de duas mil pessoas quando os organizadores esperavam as multidões de março e agosto. Para justificar o fiasco, semearam algumas mentiras toscas internet afora, identificadas e desmontadas pelo deputado petista Paulo Pimenta.

    A primeira grande mentira foi a postagem de uma fotografia de ônibus parados numa rodovia com a notícia de que foram barrados pela Polícia Rodoviária, a mando do governo, para que não chegassem a Brasília com os manifestantes que transportavam. “Mas a foto utilizada é a mesma que foi publicada pelo jornal O Globo, numa matéria publicada em 2005 sobre a fiscalização da Polícia Rodoviária Federal a ônibus e vans paradas na região de Angra dos Reis, estado do Rio de Janeiro”.

    Embarcando na mentira, o deputado Fernando Francischini (SD-PR) pagou mico. Anunciou pelo Twitter que iria requerer informações sobre o bloqueio irregular dos ônibus.

    Uma outra mentira também teve pernas curtas. Uma postagem nas redes sociais dizendo que o MST estava fazendo bloqueios contra os manifestantes. A foto é mesmo de militantes do movimento com suas camisetas vermelhas bem identificadas. Mas esta fotografia, Pimenta pesquisou e descobriu, foi publicada pelo jornal Tribuna do Norte sobre uma manifestação do MST ocorrida em 2014.

    Outra postagem identificada pelo deputado petista dizia que mais de 600 ônibus e cerca de um milhão de pessoas não puderam chegar a Brasília para o ato de domingo porque o PT deixou a cidade com as entrada sitiadas. Chegaram a divulgar uma foto mostrando milhares de pessoas na frente do Congresso Nacional, e não a verdadeira, em que aparece o pequeno grupo de manifestantes. A foto divulgada em que aparece uma multidão no gramado é de um outro domingo na capital federal, em que houve uma partida de vôlei de praia na Esplanada. A arena montada para o evento aparece na fotografia. No último domingo não havia arena no local nem jogo programado.

    “Então vai ser assim. Eles mentem, a gente desmente e apresenta a verdade. Não houve nenhum grande ato pelo impeachment mas uma reunião grotesca, de gente de extrema direita. Não haverá golpe. A democracia vai prevalecer”, diz Paulo Pimenta.

    Os partidos favoráveis ao impeachment trataram nesta segunda-feira de desvincularem-se da fracassada manifestação.

    http://www.brasil247.com/pt/blog/terezacruvinel/205488/As-mentiras-que-contaram-para-justificar-o-fiasco.htm

    segunda-feira, 16 de novembro de 2015

    Putin sai forte e Obama fraco da crise do terrorismo

     

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    16 de Novembro de 2015 às 21:32

    Fernando Brito, do Tijolaço - A declaração do presidente da França, François Hollande, hoje, de que o presidente sírio Bashar Al-Assad pode não ser a solução, mas que o inimigo da França na Síria é o Estado Islâmico foi o sinal de que os Estados Unidos ficaram numa situação canhestra na posição de dar prioridade à derrubada do governante da Síria em relação ao enfrentamento aos grupos do “Estado Islâmico”.

    Tanto é assim que, horas antes do atentado em Paris, Barack Obama havia dado uma declaração, de rara infelicidade” de que os grupo estava abalado e contido. O “inimigo a ser batido” era Assad, não o Isis.

    Os tiros na noite parisiense mostraram que não.

    O jogo duplo da OTAN, que fechava os olhos às possibilidades de que os grupos rebeldes tivessem ligações com o Isis – a própria França admitiu estar armando os rebeldes – criou uma situação de completo vazio de poder e de generalização dos conflitos, formando a maré humana que se despejou sobre a Europa, na qual os simpatizantes do grupo terrorista, claro, usam como covarde cobertura para suas ações.

    Hoje, na reunião do G-20, o presidente russo Vladimir Putin capitalizou a ofensiva de seu país contra o Exército Islâmico: “Infelizmente, ninguém está a salvo de atentados terroristas.a França estava entre os países que mantinham uma postura muito firme contra o presidente sírio, Bashar al Assad”, disse.”Isto salvou Paris dos ataques terroristas? Não”.

    Putin já disse que não pretende a continuidade incondicional de Assad, mas não aceita – e não considera viável – qualquer acordo na Síria do qual o governo do país seja excluído. Sugeriu que a “oposição armada” a Assad ataque o Isis e ofereceu até apoio aéreo para isso.

    Está emparedando os americanos, porque a Europa, assustada, quer uma solução de curto prazo para o Isis, sabe que não a terá sem presença física de seus opositores e que a tal “oposição síria” não passa de grupos sem coordenação e sem identidade. Muito provavelmente, boa parte dela é composta de grupos tribais – como aconteceu na Líbia – que não tem capacidade de impor uma ordem em escala nacional, como não têm os governos instalados pelo Ocidente no Iraque e no Afeganistão.

    Putin, o “duro”, está dando um banho diplomático nos americanos. Já fez a sua exibição de força, exibiu seu poderio bélico – sobre o qual havia dúvidas tecnológicas – e estabeleceu um planejamento coordenado entre bombardeios aéreos e operações terrestres do exército sírio, o qual nem a velhinha de Taubaté acredita, a esta hora, que atua sem a orientação dos russos.

    E sabe que, com a inevitável adesão da Europa a uma operação coordenada entre seus países com a presença da Rússia, seu país terá uma posição de protagonismo na rearrumação de forças naquela parte do Oriente Médio, com o Irã, a maior potência local (porque a Arábia Saudita fica capenga por seu apoio aos sunitas do Isis) a tiracolo.

    O videogame da guerra aérea é importante, decisivo e, por conta da tecnologia, devastador. Mas a guerra se ganha ou perde em terra e quem tem presença no tabuleiro, sabe Putin, é a Rússia.

    http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/205484/Tijolaço-Putin-sai-forte-e-Obama-fraco-da-crise-do-terrorismo.htm

    Moeda chinesa se torna moeda de reserva mundial

     

    China congratula-se com o apoio do FMI para tornar yuan moeda de reserva mundial

    AFP

    16 de November 015

    The yuan has rapidly grown in importance in recent years as China -- the world's top trading nation -- has used it to settle more of its commerce, and made it directly convertable with more currencies

    China no sábado congratulou-se com o apoio de especialistas do FMI que o yuan deve ser incluído em suas moedas de reserva, dizendo que o movimento seria fortalecer o sistema financeiro mundial.
    Agora a segunda maior economia do mundo, a China pediu no ano passado para o yuan a ser adicionado à cesta de moedas dos DSE elite, mas até recentemente era considerado muito rigidamente controlado para se qualificar.
    Agora parece provável que o yuan será formalmente admitido "direitos de saque especiais" cesta de moedas do FMI no final do mês, que marcaria um marco nos esforços da China para se tornar uma potência econômica global.
    Chefe do FMI, Christine Lagarde disse que o fundo agora considerado o yuan "satisfaz os requisitos para ser uma moeda 'livremente utilizável'" - um obstáculo chave para se juntar ao iene, dólar, libra e do euro como uma unidade de liderança no comércio internacional.
    O yuan atingiu as manchetes em agosto, quando o banco central da China desvalorizou a moeda e disse que usaria um sistema mais orientado para o mercado para calcular o ponto em torno do qual a moeda pode trocar cada dia.
    O movimento enviou mercados em uma pirueta como investidores tomaram isso como um sinal de desaceleração do crescimento na China, um motor essencial da economia mundial, mas o banco central no sábado disse que tais reformas tomara-lo mais perto de entrar para a cesta SDR.

    International Monetary Fund chief Christine Lagarde …

    Chefe do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde diz que o fundo agora considera que o yuan "satisfaz os requisitos para ser uma moeda 'livremente utilizável'" - um obstáculo chave para se juntar ao iene, dólar, libra e do euro como uma unidade de referência em comércio internacional (AFP foto / Yasser al-Zayyat)

    "A China acredita que a inclusão do RMB (yuan) na cesta de SDR irá fortalecer a representatividade ea atração da SDR (e) que irá melhorar o sistema monetário internacional existente", o Banco do Povo da China (PBoC) acrescentou.
    "Isso terá benefícios ganha-ganha tanto para a China e para o mundo."
    - Rápida ascensão de Yuan -
    O yuan tem crescido rapidamente em importância nos últimos anos como a China - nação comercial de topo do mundo - tem usado para liquidar mais de seu comércio, e fez-lo diretamente conversível com mais moedas.
    Incluindo a moeda chinesa no SDR provavelmente aumentará a demanda por ativos denominados em yuan entre os bancos centrais, e dar-lhe um brilho de respeitabilidade numa altura em que muitos investidores estão questionando a capacidade de Pequim para gerir a economia em desaceleração.

    Now the world's second-largest economy, China asked …

    Agora a segunda maior economia do mundo, a China pediu no ano passado para o yuan a ser adicionado à cesta de moedas da DSE elite, mas até recentemente era considerada muito rigidamente controlado para se qualificar.

    Lagarde disse que especialistas do FMI e governo em Pequim tinham abordado "todas as restantes questões operacionais" necessárias para SDR inclusão, que será decidida pelo conselho executivo em uma reunião 30 de novembro.
    "Eu apoio as conclusões da equipe", disse ela, acrescentando que as expectativas de que o conselho também vai apoiar o yuan.
    Isso marcaria uma reviravolta a partir do início de agosto - antes do yuan desvalorização - quando o Fundo disse que a moeda não era livremente utilizável suficiente para ser incluído na cesta.
    Apesar das recentes apreensões, tem havido uma forte pressão para o FMI para agir agora como a cesta SDR só é revisto a cada cinco anos.

    Se a decisão de incluir o yuan é feito este mês, a inclusão real poderia ocorrer tão tarde quanto 30 de setembro de 2016, dando Pequim mais tempo para se preparar.
    A recomendação sexta-feira foi amplamente apoiada pelos Estados Unidos, principal rival da China pela supremacia econômica mundial.

    "Temos a intenção de apoiar a inclusão do renminbi na cesta Direitos de Saque Especial desde que a moeda satisfaz os critérios existentes do Fundo Monetário Internacional", disse o Departamento do Tesouro, usando outro nome para o yuan.

    "Vamos rever o papel do FMI a luz do saber."

    http://undhorizontenews2.blogspot.com.br/

    Putin:Estado Islâmico é financiado por 40 países inclusive membros do G20

     

    Presidente russo Vladimir Putin participa da cúpula do G20 na Turquia, 15 de novembro de 2015

     

    © Sputnik/ Michael Klimentyev

    Na cúpula do G20 o presidente russo Vladimir Putin apresentou os exemplos de financiamento do terrorismo pelos empresários de 40 países, inclusive de países-membros do G20.

    Além disso, na cúpula a Rússia apresentou fotos de reconhecimento aéreo que mostram a escala de venda de petróleo pelo Estado Islâmico.

    "Foram mostradas imagens do espaço aos nossos colegas que mostram claramente a escala real do mercado de comércio ilegal de petróleo e produtos de petróleo", disse Putin aos jornalistas depois da cúpula do G20.

    Barack Obama conversa com Vladimir Putin antes da sessão de abertura da Cúpula do G-20 em Antália

    © AP Photo/ Cem Oksuz/Anadolu Agency via AP, Pool

    Putin e Obama se encontram às margens do G20 na Turquia (VÍDEO)

    O presidente russo afirmou que a oposição síria está prestes a começar ações antiterroristas contra o Estado Islâmico no caso de a Rússia prestar suporte aéreo.

    "Uma parte da oposição síria considera possível começar ações militares contra o Estado Islâmico com o apoio da Força Aeroespacial russa e estamos prontos para prestar este apoio", afirmou Putin depois da cúpula do G20.

    Segundo Putin, a Rússia precisa de apoio por parte dos Estados Unidos, da Arábia Saudita e do Irã na luta contra o terrorismo para fazer com que este processo se torne irreversível.

    "Não é tempo para discutir quem é mais eficiente no combate ao Estado Islâmico, do que precisamos é juntar os nossos esforços", acrescentou Putin.

    Líderes posam para foto de grupo durante a cúpula do G20, em Brisbane, Austrália, em 15 de novembro de 2014

    © AP Photo/ Martinez Monsivais

    Líderes do G20 expressam necessidade de solidariedade na luta contra o terrorismo

    O presidente da Rússia disse que ninguém no mundo está seguro em relação à ameaça terrorista. A França tinha uma posição dura relativamente ao regime de Bashar Assad mas isto não salvou Paris de ataques terroristas.

    O presidente russo disse ter esperança de que o trabalho em conjunto com os colegas do G20 na luta contra o terrorismo continuará no futuro.

    "Penso que a cooperação na luta contra o terrorismo é muito importante", disse Vladimir Putin aos jornalistas.

    Respondendo à questão sobre a queda do A321 na península do Sinai, Putin disse que todas as versões da queda estão em consideração. A conclusão final será tirada depois de todas as investigações serem completadas.

    De acordo com Putin, a Rússia propôs à Ucrânia uma opção melhor para a sua dívida de 3 bilhões de dólares que o adiamento da data de pagamento, como sugeriu o FMI.

    Putin disse que a Rússia acordou não somente em reestruturar a dívida ucraniana como oferecer condições mais favoráveis que as propostas pelo FMI.

    "Pediram-nos para adiar o pagamento para o ano próximo e eu disse que estamos prontos para uma reestruturação mais profunda", afirmou Putin.

    Putin acrescentou que a Rússia se prontifica a não receber nenhum pagamento este ano mas receber um bilhão no próximo ano, em 2016, mais um bilhão em 2017, e mais um bilhão em 2018.

    Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20151116/2769255/Putin-Estado-Islamico-financiamento.html#ixzz3rfiiIZ6e

    domingo, 15 de novembro de 2015

    Deputados aprovam repatriação de recursos e derrotam Eduardo Cunha

    Do El País

    A bancada governista na Câmara dos Deputados fez um movimento incomum e obteve uma rara e importante vitória em um dos projetos considerados fundamentais pela gestão Dilma Rousseff dentro de seu pacote de ajuste fiscal, o de repatriação de recursos. O Governo ajudou a aprovar duas emendas de partidos oposicionistas à proposta, uma do DEM e outra do PSDB, e abriu mão de parte dos recursos de impostos para ver a proposta aprovada. Desta forma impôs duas derrotas ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

    O primeiro revés para o peemedebista foi o de minar, ainda que temporariamente, a estratégia dele de deixar todos os projetos do ajuste fiscal para serem votados só no ano que vem e continuar desgastando o Governo Rousseff com o objetivo de poder negociar sua própria sobrevivência. A principal arma de Cunha contra o Governo petista é a possibilidade de ele decidir sobre a abertura do processo de impeachment presidencial.

    A segunda derrota, foi a de impedir que autoridades detentoras de cargos públicos e seus familiares não recebessem anistia caso aderissem ao programa de repatriação. Desta forma, o presidente da Câmara, que tem dinheiro não declarado em contas bancárias na Suíça, não seria anistiado pela nova lei. Cunha, após a sessão, disse que não se sentia atingido por “nada que se toca ao projeto”. Esse ponto específico foi sugerido pela bancada do PSDB. A proposta ainda precisa ser votada pelo Senado e passar pela sanção presidencial antes de se tornar lei.

    Os debates, que iniciaram na noite de quarta-feira, foram acalorados e entraram na madrugada de quinta-feira. Essa era a terceira vez que o Governo tentava votar o projeto e só conseguiu uma vitória de 230 a 213 votos porque cedeu aos opositores e ameaçou colocar em votação outra proposta sobre repatriação de recursos que tramita no Senado. Esta, seria uma lei mais dura.

    A expectativa da gestão Rousseff é que no ano que vem a nova lei renda cerca de 11 bilhões de reais em recursos para a União. O valor seria uma maneira de reduzir uma eventual rejeição da CPMF (o imposto sobre movimentações bancárias) pelos congressistas. A criação de um novo imposto dificilmente será aprovada pelo Legislativo, que tem registrado mais derrotas do que vitórias na Câmara nas últimas semanas.

    As regras da repatriação

    A proposta de repatriação de recursos prevê que todos os brasileiros que possuem contas no exterior podem ser liberados de punições criminais se trouxerem os recursos de volta ao país. Será necessário, porém, comprovar que a origem dos valores é lícita. Entre os crimes tributários anistiados estão sonegação fiscal, descaminho, evasão de divisas, uso de documento falso, associação criminosa, contabilidade paralela, funcionamento irregular de instituição financeira e falsa identidade a terceiro para operação de câmbio.

    A anistia foi um dos pontos criticados pelo Ministério Público Federal que vê a possibilidade de se regularizar milhares de reais ilícitos.

    Quem aderir ao programa terá de pagar apenas um imposto, que incidirá sobre os bens, o Imposto de Renda, com alíquota de 15%, além de uma multa de igual percentual. Conforme a proposta aprovada, aquele que regularizar ficará isento de todos os demais tributos federais e penalidades aplicáveis por outros órgãos regulatórios. A nova lei só abrangerá os recursos enviados ao exterior até 31 de dezembro de 2014.

    http://www.zedirceu.com.br/deputados-aprovam-repatriacao-de-recursos-e-derrotam-eduardo-cunha/

    Petrobras supera Exxon e vira número 1 do mundo

    A Petrobras tornou-se a maior produtora de petróleo entre as empresas de capital aberto no mundo, após superar a norte-americana ExxonMobil no terceiro trimestre de 2014. A ExxonMobil produziu 2,065 milhões de barris de petróleo por dia (bpd) no terceiro trimestre, segundo o balanço da companhia, enquanto a Petrobras produziu 2,209 milhões de barris/dia no mesmo período. Quando somadas as produções de óleo e gás, a Petrobras ainda ocupa a quarta posição no ranking.

    A notícia positiva acontece em um momento em que o preço do petróleo atingiu mínima de diversos anos no mercado internacional. Ao mesmo temo, as previsões de preço do petróleo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) apontam para um crescimento não superior a US$ 5 por barril por ano até a cotação alcançar US$ 80 em 2020. Hoje, o preço é de cerca de US$ 45.

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    E ainda querem reduzir a participação da Petrobras no regime do pré-sal, com argumentos falaciosos. É por isso que os trabalhadores da Petrobras estão em greve. Mais do que enfrentar o plano de desinvestimento da empresa, a greve significa um enfrentamento ao capital internacional, como explica Gilberto Cervinski em artigo para a Carta Maior. Com a redução da lucratividade das petroleiras imperialistas, diz ele, a estratégia de disputar o controle das melhores reservas e privatizar estatais se acelera.

    http://www.zedirceu.com.br/petrobras-supera-exxon-e-vira-numero-1-do-mundo/

    Quem realmente está por trás da prisão do Dr. Othon?

    Vice-Almirante R1 Dr Othon Luiz Pinheiro da Silva

    Esse homem foi o responsável pelos avanços do Brasil no domínio da tecnologia nuclear. O Brasil nunca deixou que os EUA espionassem a produção de urano refinado. Othon foi o responsável pelo barateamento das centrífugas brasileira. Com o valor de uma centrífuga americana, Othon construiu 20 no Brasil. Numa concorrência com os americanos, quem levaria a melhor? Todas as manobras para eliminar o programa nuclear brasileiro, foi tentado pelos EUA, inclusive impondo ao Brasil assinar acordos internacionais de não proliferação de armas nucleares. O Brasil conseguiu se esquivar de todas essas manobras. Mas quando o Brasil resolveu alimentar submarinos com combustível nuclear, aí os americanos se desesperaram. Ainda mais porquê os brasileiros produziram um reator nuclear horizontal para seu submarino, com um rendimento superior aos verticais americanos. O Brasil só não havia construído seu submarino por deficiência na tecnologia da construção do casco, o que foi resolvido quando o Brasil comprou da França essa tecnologia. Com essa parte resolvida, o Dr. Othon começa a construção dos estaleiros onde serão construídos nossos submarinos atômicos. Será que os americanos estavam felizes com esse avanço do Brasil? Eles que tem muuito interesse no pre-sal brasileiro e até já tinha reativado a quarta frota de sua marinha para fiscalizar o atlântico sul. Como o Brasil só tinha submarinho alimentado a óleo diesel, que tem que vir à superfície a cada 12 horas, era fácil fiscalizar, mas com submarinos nucleares e mais rápidos do que os da quarta frota, isso já mais seria tolerado. E eis que de repente o Dr. Sergio Moro encontra irregularidades nas atividades do Sub Almirante Othon e o põe atrás das grades. Têm mesmo alguma coisa de estranho nisso, ou é eu que estou pirando?

    Leia entre outras, a matéria do link abaixo:

    http://www.defesanet.com.br/nuclear/noticia/19882/CV-Vice-Almirante-R1-Dr-Othon-Luiz-Pinheiro-da-Silva/

    Exército Islâmico é cria dos EUA, diz democrata

     

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    15 de Novembro de 2015 às 07:40

    247 – O debate entre os candidatos democratas à presidência dos Estados Unidos, promovido ontem pela emissora CBS, teve seu ponto alto quando um dos pretendentes, o senador Bernie Sanders, responsabilizou a política externa norte-americana pela tensão no Oriente Médio e pelo terrorismo na Europa, que fez mais de uma centena de vítimas em Paris na última sexta-feira.

    "A invasão desastrosa do Iraque, à qual eu me opus frontalmente, desorganizou toda a região e permitiu a ascensão não apenas da Al-Qaeda como também do Estado Islâmico", disse ele. "Foi a pior decisão de política externa dos Estados Unidos em toda a sua história".

    O questionamento de Sanders tocou numa ferida de Hillary, que, como senadora, apoiou a invasão do Iraque em 2003, pelo governo de George W. Bush, motivada pelas falsas acusações de que o regime de Saddam Hussein possuía ligações com o atentado de 11 de Setembro de 2001 e também desenvolvia armas de destruição em massa.

    Desde a queda de Saddam, não houve mais estabilidade política no Iraque e o Exército Islâmico, que assumiu a autoria dos ataques em Paris, hoje controla a região de Mosul, uma das mais importantes áreas petrolíferas do país.

    Confira aqui o vídeo de ontem em que Sanders tocou na ferida americana:

    Sanders disse ainda que os Estados Unidos deveriam cessar com a política de tentar mudar regimes políticos à força, como vem sendo tentado na Síria.

    Leia, abaixo, o perfil do senador que é o melhor candidato à presidência dos Estados Unidos em 2016, recentemente publicado pela revista Carta Capital:

    Bernie Sanders, uma ameaça a Hillary

    Por Eduardo Graça, na Carta Capital

    Ninguém imaginava, mas a principal ameaça às pretensões eleitorais de Hillary Clinton nas hostes do Partido Democrata parte de um provecto senador de Vermont. Aos 73 anos, Bernie Sanders, único parlamentar declaradamente socialista, assusta a ex-primeira-dama e ex-secretária de Estado. As pesquisas mais recentes apontam sua impressionante ascensão entre os eleitores: em dois meses ele reduziu pela metade a diferença em relação a madame Clinton e empatou com a antiga colega no Capitólio no decisivo estado de New Hampshire.

    Cabelos brancos, corpo tenso em um terno preto ao menos um número acima do ideal, óculos simples de aro branco, sem gravata, o candidato a candidato celebrou o feito na primeira semana de julho em um comício com 10 mil espectadores no Veterans Memorial Coliseum, em Madison, no Wisconsin. A cidade não foi escolhida por acaso. É uma das joias da coroa da direita americana, principal palco da batalha entre o governador Scott Walker, apoiado pelo movimentoultraconservador Tea Party, e os sindicatos, por conta da plataforma de austeridade fiscal e Estado mínimo defendida pelo republicano, um dos 16 candidatos oficiais da oposição na disputa pela Casa Branca do próximo ano.

    “Hoje fizemos história. Nenhum comício desta campanha reuniu tanta gente em um mesmo evento. Ontem, cheguei à cidade e as propagandas republicanas me identificaram como o extremista de Vermont. Extremista é quem nega o direito dos trabalhadores de barganhar na mesa por melhores condições de trabalho. É quem diz às mulheres que elas não são capazes de decidir o melhor para seus próprios corpos. É quem as trata como crianças ao negar o direito de acesso a contraceptivos. É quem corta os impostos de bilionários e se recusa a aumentar o salário mínimo”, discursou.

    Os gritos de “Bernie! Bernie! Bernie!” remeteram a outro candidato, negro, igualmente oriundo do Senado, sem projeção nacional, que em 2008 reuniu um número de militantes em torno de um projeto político capaz de derrotar os poderosos Clinton nas primárias democratas. Em seu comício em Madison, Sanders recebeu os mais intensos aplausos públicos da campanha até o momento ao afirmar que “é chegada a hora da criação de um movimento político que diga aos mais ricos de forma decisiva: vocês não podem ter tudo”.

    As reações das cabeças coroadas do Partido Democrata revelam o temor de o senador enfraquecer aquela que poderá ser a primeira mulher a governar os Estados Unidos. De acordo com a revista semanal The Nation, uma ação da cúpula partidária impediu a maior central sindical do país de anunciar o apoio a Sanders e garantir um compromisso de neutralidade. O mago das duas campanhas presidenciais de Obama, David Axelrod, escreveu no Twitter, logo após a divulgação das pesquisas, que as plateias do senador lembram mais Howard Dean, outro político oriundo de Vermont, do que aquelas de Obama. Em 2004, Dean conseguiu galvanizar a esquerda do partido. “Seu impacto foi inegável, mas quem venceu as prévias foi John Kerry”, anotou Axelrod. O atual secretário de Estado, como se sabe, figura moderada, mas sem a capacidade de levantar as massas, acabou derrotado nas eleições gerais por George W. Bush.

    Nem todos concordam. “O novo nesta campanha até agora é justamente a quantidade de eleitores dispostos a discutir as ideias propostas por Sanders, que, fora de Vermont, pareciam até ontem alienígenas ao status quo da sociedade americana”, diz a advogada Carole Echanis, simpatizante de Sanders desde que este se elegeu, em 1981, prefeito de Burlington, a cidade mais populosa do estado vizinho ao Canadá.

    O analista político Nate Cohn, do New York Times, lembra que, além das pesquisas e dos comícios, Sanders demonstra poder de fogo nas arrecadações, com 15 milhões de dólares em seus primeiros três meses de campanha, ou um terço dos números apresentados por madame Clinton. Uma diferença: o senador recebeu doações de mais de 400 mil indivíduos, enquanto a ex-secretária de Estado se valeu do apoio dos mais ricos. Dados que alimentam a mensagem de Sanders de ser ele o único candidato anti-lobby no flanco democrata e bem à esquerda da concorrente em relação a Wall Street e à política externa. Também se lançaram na disputa entre os governistas, sem grande repercussão, os ex-governadores de Maryland e Rhode Island, Martin O’Malley e Lincoln Chafee, e o ex-senador Jim Webb, da Virgínia.

    “Neste momento, ele tem números idênticos aos de Obama na campanha de 2008. Mas Obama tinha um discurso moderado fundamental para vencer Hillary em uma disputa apertadíssima. O que pesou foram os votos dos negros, o grupo mais conservador entre os democratas, especialmente em temas sociais. De lá para cá, por sua vez, Hillary ampliou a vantagem que já tinha há oito anos entre os democratas de origem latino-americana”, pondera Cohn.

    De qualquer modo, Sanders conseguiu o feito de mover a candidatura Clinton para a esquerda. Interessada em assegurar o apoio das principais figuras da ala mais liberal do partido, cujas duas principais estrelas são a senadora Elizabeth Warren, de Massachusetts, e o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, a ex-secretária de Estado tem defendido a ampliação de programas de combate à desigualdade social e de redução da pobreza nos EUA, temas caros ao senador. O receio da cúpula do partido governista é de que esse inesperado obstáculo à esquerda impeça a favorita da legenda de conquistar o apoio dos eleitores independentes na eleição geral, nem republicanos nem democratas, cruciais nos estados mais decisivos na disputa de 2016.

    http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/205251/Exército-Islâmico-é-cria-dos-EUA-diz-democrata.htm