sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Putin adverte que guerra global é cada vez mais provável: Eis aqui porque

 

Vladimir Putin está aquecendo o retorno triunfal da Rússia para o cenário mundial.
O que começou com uma apropriação de terras na Crimeia e escalado com suporte para os separatistas em Donetsk, culminaram com a entrada dramática de Moscou em uma guerra civil prolongada da Síria.
Para ter certeza, a deplorável (para não mencionar comicamente absurdas) estratégia adotada por os EUA e seus aliados regionais na Síria definir Putin para o sucesso. A situação era altamente explorável por qualquer um que é estrategicamente ocupado e, graças ao conjunto complicado de alianças Washington tem construído com os grupos que mais tarde acabou por ser extremistas, Moscow começa a atingir as suas ambições regionais, enquanto luta contra o terrorismo simultaneamente. Enquanto isso, Washington, Riad, Ancara, Doha e são deixados para olhar impotente como os seus exércitos de proxy sunitas extremistas estão devastados pela força aérea russa. O Kremlin sabe que há pouca chance de que o Ocidente e seus aliados vão intervir para apoiar diretamente os rebeldes - a ótica ao redor que rapidamente se transformar em um pesadelo de relações públicas.
Tudo isso tem servido de cenário perfeito para Putin para começar o que equivalia a uma turnê de palestras sobre a forma de conduzir a política externa.
Soundbites variaram de comentário muito séria sobre por que o Ocidente não deve empregar extremistas para provocar uma mudança de regime para jabs cômicas em os EUA e seus aliados que o presidente russo, na semana passada, acusado de ter "cérebros de aveia" quando se trata de política de Mid-East .
Falando hoje na 12ª reunião anual da Valdai Discussão Club International em Sochi, Putin fez uma crítica abrangente da estratégia militar e política externa tocar em tudo, desde a marcação errônea de alguns extremistas como "moderados" para a futilidade da guerra nuclear.
"Por que brincar com as palavras dividindo terroristas em moderada e não moderada. Qual é a diferença ?, "perguntou Putin, acrescentando que" o sucesso na luta contra os terroristas não pode ser alcançado se estiver usando alguns deles como um aríete para derrubar regimes não gostavam [porque] é apenas uma ilusão de que eles podem ser tratados com [mais tarde], removido de poder e de alguma forma negociou com. "
"Eu gostaria de enfatizar mais uma vez que [a operação da Rússia na Síria] é completamente legítimo, e seu único objetivo é ajudar a estabelecer a paz", disse Putin da estratégia de O.Médio de Moscou. E enquanto ele está provavelmente dizendo a verdade lá, é só por padrão. Ou seja, a paz na Síria provavelmente significa a restauração de Assad (é difícil imaginar de que outra forma o país pode ser estabilizado no curto prazo), e porque que se alinha com os interesses da Rússia, o Kremlin está a tentar promover a paz - é mais um tautologia do que é um comentário sobre o desejo de Putin para boa vontade para com os homens.
E depois há o Irã e seu programa nuclear nascente. Putin acusou os EUA de forma ilegítima buscando jogar policial nuclear, um ponto em que ele é, sem dúvida correto: A "ameaça nuclear do Irã hipotético é um mito. Os EUA estavam apenas tentando destruir o equilíbrio estratégico, [e] não apenas dominar, mas ser capaz de ditar a sua vontade de todos -. Não apenas adversários geopolíticos, mas também aliados "
Falando de armas nucleares, Putin também alertou que algumas potências nucleares parecem acreditar que há uma maneira de tirar o "mutuamente" fora de "destruição mútua assegurada".
Ou seja, Putin advertiu contra os perigos de pensar que é possível "ganhar" uma guerra nuclear. Comentando US escudos anti-mísseis na Europa e sobre a idéia de MAD, Putin disse o seguinte:
"Nós tínhamos o direito de esperar que o trabalho sobre o desenvolvimento do sistema de defesa de mísseis dos EUA iria parar. Mas nada como isso aconteceu, e continua. Este é um cenário muito perigoso, prejudicial para todos, incluindo os próprios Estados Unidos. A dissuasão das armas nucleares começou a perder seu valor, e alguns até mesmo com a ilusão de que uma verdadeira vitória de um dos lados pode ser alcançado em um conflito global, sem consequências irreversíveis para o próprio vencedor - se houver um vencedor no todos."
Em suma, Putin está sugerindo que o mundo pode ter enlouquecido. A implicação é que os EUA acreditam que não só tem a capacidade de ganhar uma guerra contra as nações Washington coloca habitualmente em suas várias listas de "bandidos" (isto é, Rússia, Irã e China), mas que Washington acredita que a América pode ganhar sem incorrer em conseqüências que são proporcionais ao dano que os EUA infligem a seus inimigos. Isso, Putin acredita, é um erro de cálculo perigoso e que poderia acabar por pôr em perigo os cidadãos dos EUA.
Então mais uma vez, este é Putin definir a narrativa e pulando em cada oportunidade para retratar a Rússia como uma nação que não é conteúdo para "levar por trás" (como tantos recentemente acusou os EUA de fazer). E mais uma vez, sua avaliação parece extraordinariamente sóbrio em um mundo que de fato parece ter perdido a sua mente coletiva.

Veja vídeo abaixo:

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=-W923PAexwU

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Putin: EUA usando Terroristas como "ponta de lança para derrubar os regimes dos quais não gosta'

 

"Por que brincar com as palavras dividindo terroristas em moderados e não moderada. Qual é a diferença?"
Mikael Thalen
PrisonPlanet.com
23 de outubro de 2015

O presidente russo, Vladimir Putin acusou os Estados Unidos de usar grupos terroristas para derrubar governos do Oriente Médio durante um discurso em Sochi nesta quinta-feira no Valdai Internacional Discussão Club.
Durante a reunião anual 12º, intitulado "Sociedades entre guerra e paz: Superando a lógica de conflito no mundo de amanhã", Putin falou com inúmeras questões internacionais, incluindo a guerra em curso na Síria e práticas questionáveis ​​do Ocidente na luta contra Bashar al-Assad.
"O sucesso no combate a terroristas não pode ser alcançado se estiver usando alguns deles como um aríete para derrubar regimes não gostei", disse Putin. "É apenas uma ilusão de que eles podem ser tratados com [mais tarde], retirado do poder e de alguma forma negociou com."
Putin também mirou chamados apoiadas pelos EUA "rebeldes moderados", que reconhecidamente apoiam e lutam ao lado das organizações terroristas como a ISIL e a Frente al-Nusra.
"Por que brincar com as palavras dividindo terroristas em moderada e não moderado", o presidente russo acrescentou. "Qual é a diferença?"
Desde que entrou no campo de batalha, a Rússia tem sido acusada por os EUA de bombardear grupos moderados e não ISIL. De acordo com Putin, os EUA até agora se recusou a fornecer intel em que áreas devem ou não ser alvo.
"Estamos sendo criticado por supostamente bater metas erradas. Diga-nos quais os alvos estão corretos, se você sabe. Mas eles mantêm silêncio ", afirmou Putin. "Diga-nos o que tem como alvo não devemos bater -. Eles também se recusam a"
"A comunidade internacional deve perceber que estamos lidando. Um inimigo, na verdade, da civilização, humanidade e cultura mundial ".
Putin também culpou o governo Obama para o surgimento de ISIL e a desestabilização do Oriente Médio durante o discurso do ano passado no Valdai também.
O presidente russo novamente fez comentários semelhantes na Organização das Nações Unidas no mês passado, questionável traduzido pelo New York Times, na qual ele culpou os Estados Unidos para criar e armar ISIL.
Só em julho passado, Michael T Flynn, o ex-chefe da Agência de Inteligência de Defesa dos EUA, admitiu em entrevista à Al Jazeera que o governo Obama fez uma "decisão voluntária" para apoiar organizações terroristas no Oriente Médio após documentos do Pentágono sobre a política foram descobertos através da Lei de Liberdade de Informação.
De acordo com o documento de 2012, a administração Obama ainda ignorado as advertências que armar grupos terroristas levaria ao surgimento de um "Estado islâmico".

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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Conventos e monastérios que viraram hotéis sonegam impostos e preocupam o Papa

 

Na Itália, muitos desses locais se tornaram verdadeiras empresas de turismo, competindo com a hotelaria geral

BBC

A Casa di Santa Francesca Romana é uma organização católica, hospedagem custa  90 eurosCasa di Santa Francesca Romana

A Casa di Santa Francesca Romana é uma organização católica, hospedagem custa 90 euros

Conventos e monastérios pertencentes à igreja católica que funcionam como hotéis estão entre os maiores sonegadores de impostos imobiliários da Itália, o que está causando uma grande polêmica no país. Até o Papa já se pronunciou sobre o assunto.

Na Itália, imóveis pertencentes a entidades ligadas à religiões são isentos de impostos quando ali são exercidas funções religiosas ou caritativas. Essa regra se estende às centenas de conventos e monastérios espalhados pelo país. No entanto, muitos deles se tornaram verdadeiras empresas de turismo, competindo com a hotelaria geral.

Apesar disso, segundo o ministério das finanças italiano, grande parte dos estabelecimentos continua não pagando impostos. Entre os albergues acusados de sonegação estão até hotéis de luxo que pertencem a instituições religiosas ligadas à igreja católica.

Segundo a Associazione Nazionale dei Comuni Italiani (ANCI) - órgão que representa os interesses dos municípios italianos - o rombo causado por esse tipo de sonegação chega a cerca de 800 milhões de euros ao ano, o que equivale a cerca de R$ 3,5 bilhões.

Muitas das empresas nunca pagaram impostos, diz a ANCI. Por isso, segundo a associação, a dívida total chegaria a vários bilhões de euros.

Domus Sessoriana é ex-convento em que os quartos podem custar 140 euros Domus Sessoriana

Domus Sessoriana é ex-convento em que os quartos podem custar 140 euros

Rombo em Roma
Só na capital italiana, Roma, estatísticas da prefeitura mostram que cerca de 60% dos hotéis mantidos por instituições religiosas não pagam a taxa IMU, o imposto municipal único sobre imóveis.

Com base nos dados da prefeitura, o jornal Il Tempo publicou uma lista com dezenas de congregações e ordens religiosas com impostos atrasados. Nela constam nomes como o da "Congregação das Freiras do Espírito Santo" ou da "Associação de Voluntários do Serviço Social Cristão", reconhecidas como entes de caridade.

Veja também

Os jornais La Stampa e Fatto Quotidiano citam como exemplo de hotel abusivo o Domus Sessoriana, no centro de Roma, um ex-convento cujo imóvel pertence a um instituto de ensino católico. Ali, os quartos chegam a custar 140 euros por noite, o equivalente a R$ 615. Na internet o hotel faz propaganda com sua "tradição de hospitalidade de 2000 anos".

Papa adverte
O problema aflige até o papa Francisco. Em uma entrevista de rádio, o pontífice disse claramente que conventos e monastérios que se tornaram hotéis devem pagar impostos como qualquer outra empresa.

"Algumas congregações dizem: o nosso convento está vazio, vamos fazer um hotel, um albergue, assim podemos mantê-lo e ganhar dinheiro. Muito bem, mas então devem pagar impostos, senão não será um negócio às limpas", advertiu o Papa.

Exceções à regra
Em julho deste ano um tribunal italiano já havia deixado claro que escolas mantidas por instituições católicas também devem pagar impostos imobiliários.

Segundo a lei, que foi modificada em 2014, só não pagam impostos entidades religiosas com atividades claramente não-comerciais.

Isso incluiria, por exemplo, albergues para peregrinos a baixo preço e também estabelecimentos "caracterizados pela presença de lugares para a prática do retiro e da meditação espiritual".

Site da instituição oferece hospedagemReprodução

Site da instituição oferece hospedagem

"Essa cláusula é usada como subterfúgio para a evasão sistemática de impostos", diz Roberto Magi, presidente do Partido Radical Italiano e um dos políticos que exigiu a lista dos evasores fiscais em Roma.

Magi lembra que o "Jubileu Extraordinário da Misericórdia" convocado pelo Papa deverá levar a partir de dezembro deste ano uma quantidade enorme de peregrinos a Roma. O jubileu é um ano festivo em que os católicos são chamados à peregrinação.

"A cidade vai arcar com a maior parte dos custos de infra-estrutura do jubileu, e o setor hoteleiro vai lucrar com isso", diz o político. "Mais uma razão para esses estabelecimentos contribuírem para o erário como todos os outros."

    Leia tudo sobre: BBCItáliaPapaConventosMonastériosImposto

    http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2015-10-22/conventos-e-monasterios-que-viraram-hoteis-sonegam-impostos-e-preocupam-o-papa.html

    Coitado dos cidadãos comuns dos EUA, estão perdendo a liberdade de expressão e de ir e vir

    As coisas estão ficando assustadoras: Polícia Global, Pré-Crime e a Guerra aos 'extremistas' domésticos

    Se você respondeu sim a alguma das perguntas acima, você pode ser um extremista anti-governo (terrorista domésticos ) aos olhos da polícia.
    Como tal, vocês agora são vistos como uma ameaça maior para a América do que a Al-Qaeda ou ISIS.
    Deixe que se afundam em um momento.
    Se você acredita em e exercer os seus direitos nos termos da Constituição (a saber, o seu direito de falar livremente, adoração livremente, associado com indivíduos like-minded que compartilham de seus pontos de vista políticos, criticar o governo, possuir uma arma, exigir um mandado antes de ser interrogado ou procurou, ou qualquer outra atividade vista como potencialmente anti-governamental, racista, preconceituoso, anárquico ou soberano), que acaba de beenpromoted para o topo da lista de observação terrorismo do governo.
    Asseguro-lhe que não estou fazendo este material acima.
    Agências policiais acreditam agora que a "principal ameaça terrorista nos Estados Unidos não é de muçulmanos extremistas violentos, mas a partir de extremistas de direita."

    Um editorial do New York Times faz o backup desses achados:
    Agências de aplicação da lei em todo o país estão treinando seus funcionários para reconhecer sinais de extremismo anti-governo e para ter cuidado durante o tráfego de rotina pára, investigações criminais e outras interações com potenciais extremistas. "A ameaça é real", diz o comunicado de um programa de treinamento patrocinado pelo Departamento de Justiça. Desde 2000, as notas do comunicado, agentes de aplicação da lei 25 foram mortos por extremistas de direita, que compartilham um "medo de que o governo vai confiscar armas de fogo" e uma "crença no colapso se aproximando do governo e da economia."
    Então, o que o governo está fazendo sobre estes chamados terroristas?
    O governo está indo para a guerra.
    Mais uma vez.

    Só que desta vez, ele declarou guerra contra os chamados "extremistas americanos."
    Depois de décadas passou a travar campanhas militares dispendiosas, mortais e ineficazes para o exterior em busca da elusiva ISIS e da Al Qaeda cooperativas e células terroristas (incluindo o recente bombardeio "acidental" de um hospitalar Médicos Sem Fronteiras no Afeganistão, que deixou 22 pacientes e equipe médica mortos), a administração Obama anunciou uma campanha para concentrar suas forças de combate terroristas para dentro.
    Sob o pretexto de combater o extremismo violento "em todas as suas formas e manifestações" em cidades e comunidades em todo o mundo, a administração Obama concordou em parceria com a Organização das Nações Unidas para participar de sua forte programa Rede de Cidades. Financiado pelo Departamento de Estado até 2016, após o que "instituições de caridade são esperados para assumir o financiamento," as cidades incluídas na rede global incluem Nova York, Atlanta, Denver, Minneapolis, Paris, Londres, Montreal, Beirute e Oslo.
    Trabalhando com as Nações Unidas, o governo federal vai treinar as agências locais da polícia em toda a América em como identificar, combater e prevenir o extremismo, bem como intolerância endereço dentro de suas comunidades, usando todos os recursos à sua disposição.
    O que este programa é realmente tudo sobre, no entanto, é o policiamento comunitário em uma escala global.
    O policiamento comunitário, que se baseia em uma teoria "janelas quebradas" de policiamento, as chamadas para a polícia para se envolver com a comunidade, a fim de prevenir o crime local, interrompendo ou prevenção de delitos menores antes que eles pudessem evoluir para maior crime, mais grave e talvez violento. O problema com a abordagem janelas quebradas é que ele levou a tolerância zero policiamento e brincadeiras de práticas de abordagem entre outras táticas policiais agressivas.
    Quando aplicado ao forte programa Rede de Cidades, o objetivo é ostensivamente para evitar o extremismo violento, visando a sua fonte: o racismo, intolerância, ódio, intolerância, etc.
    Em outras palavras, ostensivamente como extensões das Nações Unidas de ação policial a identificar, monitorar e deter indivíduos que exibem, expressas ou se envolver em qualquer coisa que possa ser interpretado como extremista.
    Considere como procuradora-geral Loretta Lynch descreve a iniciativa:
    Como residentes e especialistas em suas comunidades, os líderes locais são muitas vezes melhor posicionados para localizar as fontes de inquietação e discórdia; melhor equipado para identificar sinais de perigo potencial; e melhor capaz de reconhecer e acomodar as culturas da comunidade, tradições, sensibilidades e costumes. Com a criação de uma série de parcerias que desenha no conhecimento e experiência de nossos funcionários locais, podemos criar uma resposta mais eficaz a esta ameaça virulento.
    Tradução: agências policiais norte-americanos estão embarcando em um esforço para identificar e gerir os potenciais "ameaças" extremistas violentos ou não, antes de se tornarem ameaças reais. (Se você quiser uma prévia de como "extremas" as coisas poderiam ficar em os EUA.: Novas medidas anti-terrorismo no Reino Unido exigem que os extremistas ser tratados como pedófilos e proibidos de trabalhar com jovens e das pessoas vulneráveis)
    Guerra do governo sobre extremistas, dos quais o programa Cidades fortes é uma parte, está sendo vendido aos americanos, da mesma forma que o Patriot Act EUA foi vendido para os americanos: como um meio de luta contra os terroristas que procuram destruir a América.
    Por exemplo, tornando o caso para a guerra do governo sobre o extremismo doméstico, a administração Obama sugeriu que ele pode exigir mais poderes legais para combater ataques violentos por lobos solitários (como "pessoas motivadas pela vista raciais e religiosas ódio e anti-governo" que "comunicar o seu ódio pela Internet e através de mídias sociais").
    Digite mais novo funcionário do governo: um czar terrorismo doméstico.
    No entanto, como sabemos agora, a Lei Patriota EUA foi usada como uma frente para fazer avançar o estado de vigilância, permitindo ao governo para estabelecer um programa de espionagem doméstica de longo alcance que se transformou cada cidadão americano em um suspeito criminal.
    Da mesma forma, a preocupação com o programa anti-extremismo do governo é que ele vai, em muitos casos, ser utilizado para renderizar o contrário legais, atividades não-violentos como potencialmente extremista.
    Tenha em mente que as agências governamentais envolvidas em desentocar "extremistas" americanos vão realizar os seus objetivos de identificar e deter potenciais concerto extremistas com centros de fusão (dos quais existem 78 em todo o país, com parceiros no setor privado e no mundo) , agências de coleta de dados, os cientistas comportamentais, empresas, meios de comunicação sociais e lideranças comunitárias e confiando em tecnologia de ponta para a vigilância, reconhecimento facial, o policiamento preditivo, biometria, e

    epigenética comportamentais (em que experiências de vida alteram sua composição genética).

    Este é pré-crime em uma escala ideológica e já faz um bom tempo.
    Por exemplo, em 2009, o Departamento de Segurança Interna (DHS) divulgou dois relatórios, um sobre "de direita extremismo", que em geral define os extremistas de direita como indivíduos e grupos ", que são principalmente antigovernamentais, rejeitando a autoridade federal em favor do estado ou autoridade local , ou rejeitar a autoridade do governo inteiramente ", e um no" Leftwing extremism ", que o classificou grupos ambientalistas e ativistas dos direitos dos animais como extremistas.
    Incrivelmente, os dois relatórios usar as palavras terrorista e extremista alternadamente.
    Nesse mesmo ano, o DHS lançou a operação Vigilant Eagle, que apela para a vigilância de veteranos militares retornando do Iraque e do Afeganistão, caracterizando-os como extremistas e potenciais ameaças terroristas domésticos, pois eles podem ser "descontentes, desiludidos ou a sofrer os efeitos psicológicos da guerra. "
    Estes relatórios indicam que, para o governo, ninguém visto como oposição ao governo-se são Esquerda, Direita ou algures no meio-pode ser rotulado um extremista.
    Avanço rápido de alguns anos, e você tem a National Defense Authorization Act (NDAA), que o presidente Obama tem constantemente re-levantado, que permite que os militares para levá-lo para fora da sua casa, trancá-lo, sem acesso a amigos, familiares ou os tribunais, se você é visto como um extremista.
    Agora ligar os pontos, a partir dos 2009 relatórios de extremismo para o NDAA e Rede de Cidades fortes da ONU com suas forças globalizadas policiais, de longo alcance redes de vigilância da Agência de Segurança Nacional, e centros de fusão que coletar e compartilhar dados de vigilância entre local, estadual e federal agências policiais.
    Adicionar em dezenas de milhares de drones de vigilância armadas, que logo cobrem céus Americana, tecnologia de reconhecimento facial que irá identificar e acompanhar onde quer que vá e faça o que fizer. E, em seguida, para completar o círculo, atirar nos centros de crime em tempo real que está sendo implantado em várias cidades do país, que será tentando "prever" crimes e identificar os criminosos antes que eles aconteçam baseado na vigilância generalizada, algoritmos matemáticos complexos e programas prognosticação.
    Esperamos que você está recebendo a imagem, que é como é fácil para o governo para identificar, rotular e alvo indivíduos como "extremistas".
    Nós estamos vivendo em um mundo assustador.
    A menos que possamos colocar um freio nesta dramática expansão e globalização dos poderes do governo, nós não vamos reconhecer este país daqui a 20 anos.
    Francamente, como eu deixar claro no meu livro Battlefield America: A guerra contra o povo americano, a paisagem já mudou dramaticamente de como era 10 ou 20 anos atrás. Demorou menos de uma geração para nossas liberdades para ser corroídas e a estrutura estado policial a ser erguido, ampliado e enraizado.
    Tenha certeza de que o governo não vai salvar-nos das cadeias do estado policial. Programa Rede de Cidades fortes da ONU não vai nos salvar. O próximo ocupante da Casa Branca não vai salvar-nos. Para essa matéria, anarquia e revolução violenta não nos salvará.
    Se há alguma esperança de nos libertarmos, descansa-como sempre-em nível local, com você e seus compatriotas que participam no ativismo de base, que tem uma abordagem de pingando-se à reforma governamental através da implementação de mudança em nível local.
    Participar de reuniões do conselho local da cidade, falar-se em reuniões da câmara municipal, organizar protestos e campanhas de cartas, empregar "resistência não-violenta militante" e desobediência civil, que Martin Luther King Jr. usada com grande efeito através do uso de sit-ins, boicotes e marchas.
    E então, enquanto você está nisso, incitar seus governos locais de anular tudo o que o governo federal faz isso é ilegítimo, flagrantes ou flagrantemente inconstitucional.
    Se isso soa anti-governo ou extremista, talvez seja, mais ou menos da mesma forma que o próprio Rei foi considerado anti-governo e extremista. Reconhecendo que "a liberdade nunca é dada voluntariamente pelo opressor; deve ser exigida pelo oprimido, "táticas enquanto rei não-violenta-eram extremas pelos padrões de sua época.
    Como o rei observou em seu 1963 "Carta do Birmingham City Jail":
    [A] s eu continuei a pensar sobre o assunto eu gradualmente ganhou um pouco de satisfação de ser considerado um extremista. Jesus não era um extremista em amor- "Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, orai pelos que maliciosamente usá-los." Não era Abraham Lincoln um extremista- "Esta nação não pode sobreviver metade escravo e metade livre." Não era Thomas Jefferson um extremista- "Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais". Portanto, a questão não é se vamos ser extremista, mas que tipo de extremista seremos. Será que vamos ser extremistas para ódio ou seremos extremistas para o amor?
    Assim como você não só empurrar para trás contra a burocracia, corrupção e crueldade do estado policial, mas também lançar uma contra-revolução que visa recuperar o controle sobre o governo através de meios não-violentos?

    Take a cue from King.

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    Presidente Carter Comete Traição, dando à Rússia Top Secret Mapas da Síria

     

    21 de outubro de 2015

    Um interessante relatório elaborado pelo Ministério da Defesa (MoD) afirma que o ex-presidente americano Jimmy Carter "mais provável" cometeu um ato de traição contra o governo Obama quando ele forneceu a Forças Aerospace da Federação mapas top secretos do Estado Islâmico (ISIS / ISIL) e suas posições na Síria tanto os EUA e britânicos tinham anteriormente recusado a fazer.
    De acordo com este relatório, como um ex-presidente dos Estados Unidos, Carter está fornecendo em uma base diária com uma cópia do que é chamado Breve diário do Presidente (APO), que é um documento secreto produzido a cada manhã pelo Presidente dos Estados Unidos.
    Ao ver que o governo Obama não estava cooperando com obliteração dos terroristas islâmicos bárbaros furiosos em toda a Síria e o Iraque , este relatório continua, o presidente Carter tomou sobre si mesmo para fornecer a Federação da Rússia com melhores mapas secretos contido dentro de seu APO de e para explicar as suas razões para fazê-lo, declarou:
    "Eu mandei a [Putin] uma mensagem quinta-feira e perguntei-lhe se ele queria uma cópia do nosso mapa para que ele pudesse bombardear com precisão na Síria, e, em seguida, na sexta-feira, a embaixada russa em Atlanta, quero dizer, em Washington, chamado e me disse que eles gostaria muito de ter o mapa, Assim, no futuro, se a Rússia não bombardear os lugares certos, você vai saber que não é culpa de Putin, mas a culpa é minha. "
    Importante notar, este relatório diz, é que o presidente Carter tem sido um amigo de longa data da Federação que, com seu companheiro Elders (ex-líderes globais e estadistas), em abril passado, foi fundamental para alcançar uma cessação das hostilidades na Ucrânia com o Acordo Minsk que Obama se recusou a assinar.

    Presidente Putin cumprimenta ex-presidente americano Jimmy Carter e o ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, de abril de 2015
    As informações fornecidas à Federação pelo presidente Carter, este relatório diz, tornou-se inestimável, especialmente quando visto à luz do fato de recusa absoluta do governo britânico para ajudar a Rússia como alvo desses terroristas islâmicos, bem como o govenor Obama, de igual modo, coloca por escrito sua recusa em ajudar a direcionar esses terroristas, também, no acordo assinado ontem com Moscou projetado para evitar quedas de aviões americanos que operam ilegalmente sobre a Síria.
    Ainda mais perturbador sobre asações de Obama na Síria, este relatório notas são novos relatórios que os seus de 11 de Outubro sobre lançamento 50 toneladas de armas por via aérea na Síria que eles disseram foi para as forças sírias "moderadas" tem sido negadas pelos líderes desses grupos muitos a especular exatamente quais os americanos estão caindo estes carregamentos de armas para.
    Como tínhamos observado anteriormente em nosso relatório de 11 de Outubro intitulado Obama entrega armas para os curdos, em seguida, dirige a Turquia para bombardear e destruí-los, políticas insanas do regime de Obama na Síria desafiam qualquer entendimento a respeito de porque em um braço apóiam os curdos na luta contra estes terroristas islâmicos , depois no outro ordena-lhes ser destruídos, mas, em seguida, torna-se mais compreensível quando visto à luz da grave advertência do presidente turco Erdogan

    Aqueles que secretamente apoiam organizações terroristas, enquanto não fornecer apoio suficiente para a Turquia na sua luta contra o terrorismo devem saber que eles estão arrastando a região e o mundo para uma catástrofe.”

    Ao ver esta vinda catástrofe evoluindo, este relatório continua, pelo menos, um líder ocidental está se movendo para proteger sua nação, o recém-eleito primeiro-ministro canadense indigitado Justin Trudeau que ontem informou ao Obama que o seu país iria estar puxando seus caças do Oriente Médio.
    Infelizmente, porém, este relatório diz, um piloto da US Marine Corps se tornou uma vítima de guerra desse conflito quando ele foi morto hoje cedo após o seu F-18 do avião de combate caiu em Inglaterra, enquanto em seu voo de regresso com o seu esquadrão para os EUA do Oriente Médio , juntando-se, assim, o porta-aviões americano USS Theodore Roosevelt e seu grupo de batalha entre as forças norte-americanas atualmente fogem desta região.
    Quanto ao porquê Obama está tendo suas forças rapidamente saindo desta zona de guerra, este relatório sombriamente conclui, pode ser facilmente entendido no contexto de ser um prelúdio para uma ação norte americana com armas atômicas que ontem mostrou movimentos maciços de guerra da OTAN que são projetados para capitalizar.
    Para o que vai acontecer ao presidente Carter por suas traições ao agir neste relatório não diz, mas vale a pena notar, mais uma vez, que os relatórios ainda estão circulando que um dos principais aliados do presidente Obama (que se acredita estar na Alemanha) pensa que ele é "bastante mentalmente doente ", e começou a pedir através de canais secretos ou não, ele poderia ser acusado.
    Afinal, como a Terceira Guerra Mundial fica mais perto e mais próximo da realidade, faz o nosso mundo realmente quer esse homem apertar o botão?

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    quarta-feira, 21 de outubro de 2015

    “Meu pai continua a se manifestar de maneira raivosa e grotesca”

     

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    21 de Outubro de 2015 às 10:50

    247 - Em nova carta ao ex-presidente Lula, em resposta a uma que recebeu no início de outubro, publicada pelo Diário do Centro do Mundo, o filho do advogado Hélio Bicudo, José Eduardo, descreve o pai como alguém que tem se comportado "de maneira raivosa e grotesca".

    E cujas "ações têm encorajado a aproximação de grupos de extrema direita, os quais têm se aproveitado da espantosa guinada na sua trajetória pessoal e política nos últimos dez anos, para se promoverem à sua custa."

    No momento em que seu pai apresenta uma nova versão de seu pedido de impeachment, José Eduardo fala ainda da aproximação de Hélio Bicudo com "aqueles que hoje pregam o golpe". "Não há como isentá-lo de responsabilidades, ainda mais que ele continua a se manifestar de maneira raivosa e grotesca, com argumentos que contradizem a sua história de vida de até há pouco tempo atrás", escreve.

    Leia aqui a íntegra da carta.

    Prezado ex-Presidente Lula,

    Agradeço-lhe pela carta a mim enviada em 02 de outubro passado. Sou-lhe também grato pela solidariedade e respeito emprestados a mim e à minha família.

    Sua carta fez aumentar ainda mais a responsabilidade que envolve lidar com situação tão delicada como aquela que vivemos hoje, eu e meus irmãos, Maria do Carmo, José, Maria Clara e José Roberto, todos preocupados com os caminhos que meu pai vem escolhendo para se manifestar e com os desdobramentos de suas manisfestações públicas.

    Ninguém questiona aqui a legitimidade de meu pai ter toda a liberdade de pensar e dizer aquilo que bem entender. A questão que se põe não é esta, mas sim a maneira pela qual ele tem agido, causando espanto e temor àqueles que o conhecem bem. Suas recentes ações têm encorajado a aproximação de grupos de extrema direita, os quais têm se aproveitado da espantosa guinada na sua trajetória pessoal e política nos últimos dez anos, para se promoverem à sua custa.

    A visão ciclotímica dos acontecimentos no nosso país, amplamente difundida pela mídia conservadora, apostando sempre na indigência intelectual e na falta de senso crítico, tem estimulado pessoas, as quais no passado o criticavam, a defendê-lo agora. Esquecem-se estas, porém, que a situação é muito mais complexa e delicada do que se imagina, exigindo um certo grau de conhecimento e sensibilidade para compreendê-la no seu todo. Visões simplistas, difundidas na mídia, menosprezando a manifestação pública de familiares e amigos em relação às ações recentes de meu pai, não ajudam em nada e só servem para empobrecer ainda mais a discussão.

    Como bem registrado em sua carta, caro ex-Presidente, meu pai deu importante contribuição para o restabelecimento do estado de direito no Brasil, em flagrante contraposição, portanto, com aquilo que defendem esses grupos de extrema direita que agora o apóiam e que pregam deliberadamente o golpe para destituir a Presidente Dilma Roussef, sem qualquer preocupação com princípios democráticos básicos.

    A guinada de meu pai o fez, infelizmente, afastar-se também de amigos como Marilena Chaui, Margarida Genevois, Maria Victoria Benevides, Antonio Cândido de Mello e Souza, Dalmo Dallari, Fábio Konder Comparato, Paulo Sérgio Pinheiro, Pedro Estevam Serrano e de tantos outros que hoje subscrevem manifesto contra o afastamento de Dilma Roussef da Presidência da República, em respeito à Constituição de 1988 e ao modo republicano de convivência democrática.

    Reitero que o afastamento deliberado de meu pai de familiares e amigos o deixou livre e descompromissado com que aqueles que lhe têm verdadeiro apreço, tornando assim mais fácil a sua aproximação daqueles que hoje pregam o golpe. Não há, portanto, como isentá-lo de responsabilidades, ainda mais que ele continua a se manifestar de maneira raivosa e grotesca, com argumentos que contradizem a sua história de vida de até há pouco tempo atrás.

    Esperemos apenas que aqueles que o cercam no momento, se ainda lhes resta um mínimo de sobriedade, demovam-no das luzes dos holofotes, as quais, se outrora lhe deram alguma projeção e prestígio, hoje apenas servem para dar vida aos oportunistas que posam ao seu lado.

    Meus irmãos, citados nesta carta, e eu reiteramos o nosso sincero reconhecimento pela sua deferência e respeito para conosco e esperemos, finalmente, que o bom senso e a razão prevaleçam para que os avanços conquistados pelo nosso país nos últimos doze anos tenham continuidade e se aprofundem.

    Um abraço cordial,

    José Eduardo Pereira Wilken Bicudo

    Corte no Bolsa Família é “piada de mau gosto”

     

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    21 de Outubro de 2015 às 16:49

    Pernambuco 247 - O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), criticou duramente à proposta de redução de R$ 10 bilhões no orçamento do programa Bolsa Família como colocado no projeto de lei orçamentária para 2016, do relator, deputado Ricardo Braga (PP-PR). Humberto qualificou o corte como sendo uma "piada de mau gosto, absurda e totalmente descabida" e chamou o relator de "Robin Hood às avessas".

    Segundo Humberto, o PT irá trabalhar para derrubar o corte na votação da proposta pelo Congresso. Irritado, o petista sugeriu que o corte fosse feito em cima das emendas parlamentares a que os congressista têm direito de apresentar.

    "Quero crer que essa ideia não vá prosperar. Mas se o relator insistir nessa visão estreita de trucidar uma das políticas de Estado mais exitosas deste país, vai contar com toda a nossa oposição para que possamos rejeitar essa medida no plenário do Congresso Nacional", afirmou Humberto em discurso no plenário da Casa. O valor do corte corresponde a 35% do orçamento total do Bolsa Família, que é de R$ 28,8 bilhões.

    "Não dá para aceitar uma análise rasa da peça orçamentária, em que os investimentos sociais são vistos meramente como números passíveis de tesouradas sem qualquer critério. Não estamos tratando apenas de números. Estamos tratando de gente", disparou. "Não seja um Robin Hood às avessas, senhor relator: não tire dos pobres para manter o dos ricos. Tenha a coragem de ser duro com os mais fortes e suave com os mais fracos", destacou.

    "Corte, por exemplo, os R$ 10 bilhões de emendas parlamentares impositivas a que todos nós congressistas temos direito. [...]Tenha a coragem de contrariar os mais ricos e defender a volta da CPMF por um período de dois anos, tributo por meio do qual quem tem mais, paga mais; encampe a ideia do Imposto sobre Grandes Fortunas; enfim, avance sobre onde o dinheiro sobra e não sobre onde ele falta", completou.

    http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/201880/Corte-no-Bolsa-Família-é-“piada-de-mau-gosto”.htm

    Aniversariante de hoje

    Hoje é dia de abraçar e parabenizar o supervisor de TI Dayvid Camilo (Execute Computadores), o mestre Pe. Osvaldo Carneiro Chaves, o ex-deputado federal Pe. José Linhares, o empresário e radialista Expedito Vasconcelos (Rádio Regional/Café Jaibaras), o médico Seiji Matsui, o desportista Luís Edilson Frota (presidente do Palmeiras Country Club), o advogado Manoel Mota Diniz Filho, a produtora cultural Adja Réginni (Sunset Produções), a assistente social Simone da Silva Alves, o eletrotécnico Antoniel Viana, o corretor de imóveis Hálex Cavalcante e o Radialista e Tenente PM Danúsio Melo

    Felicidades também a todos os demais aniversariantes desta data.

    http://sobralemrevista.blogspot.com.br/

    terça-feira, 20 de outubro de 2015

    FHC foi alertado de “escândalo” na Petrobras em 1996, mas diz que não queria “mexer”

     

    O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso revela, em “Diários da Presidência – volume 1″, que foi alertado em 16 de outubro de 1996 de que um “escândalo” acontecia na Petrobras. O assunto foi tratado num almoço entre FH e o dono da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Benjamin Steinbruch. O executivo havia sido nomeado por Fernando Henrique para o conselho da estatal.

    “Eu queria ouvi-lo sobre a Petrobras. Ele me disse que a Petrobras é um escândalo. Quem manobra tudo e manda mesmo é o Orlando Galvão Filho, embora Joel Rennó tenha autoridade sobre Orlando Galvão”, diz FH no livro, que será lançado no dia 29.

    Galvão Filho era presidente da BR Distribuidora e foi diretor financeiro da Petrobras. Rennó era o presidente da estatal.

    FH cita que o mais grave na estatal era “que todos os diretores da Petrobras são os mesmos do conselho de administração”, sugerindo um uma má prática de governança e um jogo de cartas marcadas nas decisões da empresa.

    “São sete diretores e sete membros do conselho. Uma coisa completamente descabida”, segue o relato do ex-presidente sobre a conversa com Steinbruch.

    FH relata que havia necessidade de “intervenção” na estatal, mas, apesar da gravidade do fatos, ele não a faria.

    “Acho que é preciso intervir na Petrobras. O problema é que eu não quero mexer antes da aprovação da lei de regulamentação do petróleo pelo Congresso, e também tenho que ter pessoas competentes para botar lá”, confidencia o ex-presidente.

    http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/fhc-foi-alertado-de-escandalo-na-petrobras-em-1996-mas-diz-que-nao-queria-mexer/

    10 revelações sobre o programa norte-americano de assassinatos seletivos

     

    Entre as revelações, está a de que a ordem para matar é validada pelo presidente dos EUA e que os ataques com drones se multiplicaram no governo Obama.

    Damien Leloup, do Le Monde

    The white house / Flickr

    Milhares de ataques de mísseis e de mortes, em apenas meia dúzia de operações. O programa de assassinato seletivo conduzido pelos Estados Unidos no Afeganistão ou no Iêmen, como parte de sua luta contra o terrorismo é extenso – e muito sigiloso. A investigação do site The Intercept, "The Drone Papers", revela muitos aspectos desconhecidos do programa, e confirma outros já conhecidos, no momento em que a França também começa a realizar ataques direcionados na Síria, com a ajuda dos órgãos de inteligência dos EUA.
    1) Até nove em cada dez pessoas mortas não eram alvos
    A primeira constatação a partir dos documentos do exército norte-americano é a ineficiência do caráter "seletivo" dos assassinatos por drones. Em uma análise detalhada dos resultados da operação Haymaker, no norte do Afeganistão, os relatórios militares revelam que o número de "jackpots" – morte da pessoa visada por um ataque – é baixo: em fevereiro de 2013, a operação tem 35 "jackpots", e 200 "EKIA" – inimigos mortos em combate – no mesmo período.
    Os militares dos EUA usam este termo para designar as pessoas mortas que eles identificam como insurgentes ou soldados inimigos não diretamente visados – para estabelecer esta classificação, o exército se baseia em suas próprias fontes, como imagens captadas, também, por drones. Contas que tende a subestimar o número de vítimas civis, diz a interceptação. Durante um período de cinco meses no Afeganistão, o site descobriu que nove em cada dez pessoas mortas não eram os alvos dos ataques.
    O The Intercept também cita um estudo realizado pelo acadêmico Larry Lewis, que analisou os resultados das operações americanas no Afeganistão durante vários anos. Segundo seus cálculos, os ataques realizados por drones na região mataram muito mais civis que os bombardeios da aviação: ele conclui que os drones matam, em média, dez vezes mais civis do que os aviões norte-americanos. Uma diferença explicada em parte pela baixa qualidade das informações em que se baseiam os ataques por drones.
    2) A ordem para matar é validada pelo presidente dos Estados Unidos
    Para determinar quem pode ser alvo de um ataque de um drone, o exército dos EUA segue uma complexa cadeia de comando, com alguns aspectos não detalhados nos documentos publicados pelo Intercept.
    Tudo começa com a criação de um "dossiê", chamado "Cartão de Beisebol", que estabelece o perfil da pessoa, as razões pelas quais o seu assassinato é solicitado, e que segue um processo de validação em sete etapas. Em média, leva-se dois meses para obter todas as aprovações necessárias; em seguida, começa um período de sessenta dias, durante o qual o ataque é autorizado.
    Na última cena do documentário Citizen Four, sobre as revelações do informante Edward Snowden, Glenn Greenwald, fundador do Intercept, já sugeria possuir documentos secretos sobre o programa de drones americanos, transmitido a ele por outro informante. No filme, podemos vê-lo desenhar uma pirâmide em um pedaço de papel, mostrá-la a Edward Snowden e dizer: "vai até o presidente" – o diagrama que aparece rapidamente na tela se assemelhava bastante ao publicado agora pelo Intercept.
    3) Os assassinatos são decididos, essencialmente, com base em espionagem eletrônica
    Os "Cartões de Beisebol" e os dossiês compilados pelas forças americanas são, em grande parte, elaborados com base em fontes de inteligência eletrônica – programas de vigilância em massa da NSA e escutas, como explica o Intercept. Os próprios drones são utilizados para coletar grande quantidade de dados: armados ou de observação, a maioria dos drones utilizados pelos militares americanos dispõe de uma antena de retransmissão, que os permite triangular a posição de um telefone celular com grande precisão.
    De acordo com uma fonte anônima citada pela reportagem, o sistema "conta com máquinas muito potentes, capazes de coletar uma quantidade incrível de dados", mas "comporta, em muitos níveis, riscos de erros de análise e de atribuição". De acordo com a mesma pessoa, "é incrível o número de casos em que um seletor (uma identificação com login e senha, por exemplo) é atribuído à pessoa errada. E só várias semanas ou meses depois você percebe que a pessoa que você está seguindo não é o seu alvo, porque você está na verdade rastreando o telefone da mãe daquela pessoa, por exemplo".
    4) Os critérios para entrar na "lista de morte" são vagos
    Oficialmente, a política dos Estados Unidos é a de atirar para matar apenas em casos em que o alvo "represente um risco contínuo e iminente para a segurança dos americanos". Os documentos publicados pelo Intercept, no entanto, mostram que apenas um critério é analisado para determinar se uma pessoa pode ou não ser incluída na lista de alvos potenciais: o fato de "representar uma ameaça para as tropas dos EUA ou para os interesses americanos".
    Este critério particularmente vago tem pouco sentido em algumas regiões do mundo onde os militares dos EUA só realizam ataques direcionados por drones – no Iêmen, por exemplo, a presença dos EUA é quase inexistente. Os ataques de drones, no entanto, já mataram 490 pessoas no país, segundo dados do próprio exército.
    5) "Capturar ou matar" tornou-se "Matar"
    As campanhas direcionadas do exército americano são chamadas de "Capture/kill" – capturar ou matar. Mas, no caso de ataques de drones, "a expressão é enganadora - "Capturar" se escreve em minúsculas: nunca capturamos ninguém", reconheceu o tenente-general Michael Flynn, ex-chefe da agência de inteligência do exército.
    A escolha de se concentrar em ataques letais por drones, em vez de operações de captura, de maior risco, tem implicações para o tipo de informações coletadas. Sem interrogatórios, os militares se fiam cada vez mais na inteligência eletrônica, em detrimento da inteligência humana, considerada, no entanto, essencial.
    6) "Exploração e análise" são os primos pobres das operações
    A doutrina do exército americano sobre terrorismo é resumida em uma sigla: FFFEA. Find, fix, finish, exploitation and analysis – “achar, consertar, dominar, explorar e analisar". Mas os documentos mostram que a última parte do processo é quase inexistente em ataques de drones, particularmente no Leste da África e no Iêmen.
    Na maioria dos casos, depois de um ataque mortal, não há soldados no local para recuperar documentos, computadores ou telefones celulares, nem para interrogar os sobreviventes. O que leva a "becos sem saída" em matéria de inteligência.
    7) Os ataques de drones fortalecem os adversários dos EUA
    Devido à falta de precisão dos ataques e aos erros de informação que levam a atingir as pessoas "erradas", as campanhas de drones ajudam a fortalecer os adversários americanos, explica o Intercept. O site menciona o exemplo de Haji Matin, morto por um ataque em 2012: este comerciante de madeira tinha sido denunciado como militante talibã por rivais nos negócios. O exército dos EUA bombardeou sua casa, matando vários membros de sua família... e transformou-o em líder local da militância antiamericana.
    8) O número de ataques se multiplicou no governo Obama
    Antes da posse de Barack Obama, apenas um ataque de drone havia ocorrido no Iêmen, em 2002. Em 2012, houve um ataque a cada seis dias naquele país. Desde agosto de 2015, estes ataques já mataram 490 pessoas.
    Um ex-funcionário dos serviços de inteligência do governo dos Estados Unidos disse que o uso de drones "foi a escolha política mais vantajosa: de baixo custo, não faz vítimas americanas. É bem recebida nos EUA, sendo impopular apenas no exterior. Os danos desta política aos interesses americanos só serão visíveis a longo prazo".
    9) A distância e o "efeito canudo" reduzem bastante a eficácia dos drones
    Apesar da tecnologia avançada, e da impressão de que podem intervir em qualquer lugar e a qualquer momento, os drones não são eficazes em todas as situações. Para conseguir identificar, rastrear e abrir fogo contra um suspeito, é preciso manter contato visual por um longo período. No entanto, em algumas áreas, especialmente no Iêmen, a longa distância que os drones precisam percorrer torna esta cobertura permanente muito difícil, pois eles muitas vezes gastam mais tempo de vôo para chegar a sua posição do que na "ação" propriamente dita.
    Além disso, os operadores de drones são vítimas de um "efeito canudo" (como se estivessem avaliando o todo observando através de um canudo): o alcance das câmeras é limitado, o que leva a dificuldades para seguir os "suspeitos" e aumenta o risco de erros de identificação.
    10) Para ampliar o programa de drones, o exército americano multiplicou o número de bases na África
    Para reduzir as distâncias percorridas pelos drones, o comando americano discretamente aumentou o número de bases, especialmente na África. Estas bases secretas complementam o sistema criado pelo U.S. Africa Command, cuja base principal está no acampamento Lemonnier, antigo posto avançado da Legião Estrangeira da França.
    Tradução de Clarisse Meireles

    http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Internacional/10-revelacoes-sobre-o-programa-norte-americano-de-assassinatos-seletivos/6/34774

    Ousadia: Brasil quer pousar sonda em triplo asteroide em 2019

     


    O Brasil está prestes a dar um importante salto tecnológico e realizar o que poucos países já fizeram em termos de tecnologia espacial. Se tudo der certo, o país pousará uma pequena sonda em um raro mundo distante, dando início à primeira exploração espacial brasileira.

    Orbita da Sonda Aster
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    Batizada de Missão ASTER, o projeto é uma parceria entre diversas universidades e instituições brasileiras e tem como objetivo principal o desenvolvimento e a qualificação do país em tecnologias de ponta, além de fornecer uma grande oportunidade de pesquisa em diversos setores do conhecimento, especialmente a geologia planetária.

    O alvo da missão ASTER é o triplo asteroide 2001 SN263, descoberto pelo projeto LINEAR em 2001. Na ocasião da descoberta, pesquisadores estadunidenses acreditavam se tratar de um objeto único, mas através de imagens de radar feitas em 2008 através do radiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico, constatou-se que era um sistema triplo, com duas rochas orbitando o asteroide principal.

    Programada inicialmente para ser lançada em 2015, a missão ASTER teve seu início adiado e a nova data foi marcada para outubro de 2017, com previsão de chegada ao asteroide em fevereiro de 2019, quando o objeto estiver a 150 milhões de quilômetros da Terra.

    O projeto da estrutura principal da nave não é de concepção brasileira, mas uma adaptação de uma sonda espacial desenvolvida pelo IKI, Instituto de Pesquisas Espaciais, da Rússia.

    Asteroide 2001 sn263
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    Instrumentos e Experimentos
    O veículo será modificado para receber uma série de experimentos que fazem parte da missão, entre eles o instrumento ALR, um altímetro laser desenvolvido pela Universidade de Campinas e que terá importância fundamental durante as fases de aproximação e pouso no asteroide. Além disso, o instrumento deverá registrar dados para obtenção de perfis topográficos e confecção de um modelo global de 2001 SN263.

    A bordo da sonda seguirão viagem uma vasta gama de instrumentos, entre eles um espectrômetro infravermelho, que será usado na mineralogia do asteroide e um espectrômetro de massa, que possibilitará determinar os componentes químicos encontrados na rocha.

    A ASTER também carregará em seu interior um experimento de astrobiologia, que verificará a resistência de micro-organismos no ambiente do asteroide e um experimento de plasma, para detectar e analisar esse estado da matéria nas imediações de 2001 SN263.

    Além dos instrumentos e experimentos mencionados, a ASTER também levará uma câmera imageadora de alta resolução, que fará fotografias antes, durante e depois do pouso.

    A alimentação dos circuitos e computadores de bordo ficará a cargo de um conjunto de painéis solares de arseneto de Gálio, com capacidade de 2100 Watts.

    Propulsão da ASTER
    Para chegar ao asteroide, a sonda fará uso de um moderno trio de propulsores iônicos, PION, PTT e PHALL, desenvolvidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e pela Universidade de Brasília. Esses propulsores são 10 vezes mais econômicos que os modelos tradicionais, permitindo que a sonda viaje por dois anos até entrar na órbita de 2001 SN263.

    A massa estimada da sonda ASTER é de 150 kg, dos quais 66 kg correspondem ao peso do combustível.

    Missão Difícil
    Até hoje, poucas sondas realizaram o desafio proposto pela missão ASTER.

    Em 2000, os EUA enviaram a nave Near-Shoemaker para explorar o asteroide Eros. Em 2003 foi a vez do Japão enviar a sonda Hayabusa até o asteroide Itokawa, onde realizou imagens e dados geológicos. Em 2012 a Nasa lançou a sonda Dawn com destino ao asteroide VESTA.

    Se os planos brasileiros não forem adiados, será a primeira vez que um asteroide triplo receberá a visita de uma nave terrestre.

    Foguete
    Apesar do desenvolvimento da sonda estar bem adiantado, o mesmo não se pode dizer de um possível veículo lançador brasileiro que poderia levar a sonda até a órbita de transferência, condição necessária para a ASTER seguir viagem rumo ao asteroide.

    Os testes do Veículo Lançador de Satélites, VLS, estão bem atrasados e ao que tudo indica não poderá ser usado para colocar em órbita a sonda. Se essa opção não for possível, o Brasil deverá usar a estrutura e os foguetes lançadores russos.

    Equipe da Missão
    O projeto ASTER é uma parceria entre diversas instituições brasileiras, entre elas o Observatório do Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Observatório Nacional (ON), Universidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto Astronômico e Geofísico da Universidade de São Paulo (IAG-USP), Universidade Federal do ABC, Unicamp, INPE, Agência Espacial Brasileira (AEB) e Instituto de Pesquisas Espaciais da Rússia.

    Logo Missao ASTER

    A missão está sendo coordenada pelos pesquisadores Elbert Macau e Haroldo de Campos Velho, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Othon Winter, ligado à Universidade Estadual Paulista e Alexander Sukhanov, cientista ligado ao INPE e Instituto de Pesquisas Espaciais da Rússia.

    Artes: No topo, diagrama das órbitas envolvidas na missão ASTER rumo ao asteroide 2001 SN263. O traço vermelho é a órbita da sonda. Na sequência, imagens de radar do triplo asteroide 2001 SN263, registradas pelo radiotelescópio de Arecibo. Acima, logo da missão ASTER com todas as instituições envolvidas. Créditos: Ciência Hoje, Apolo11.com.

    http://www.apolo11.com/espaco_brasil.php?posic=dat_20121119-095832.inc

    Relações entre Rússia e Brasil enfrentam ‘nova agenda’

     

    Carlos Gadelha

    © Sputnik/ Arti Soni

     

    Para que o intercâmbio comercial entre a Rússia e o Brasil atinja a meta de 10 bilhões de reais, é preciso que os países aumentem o grau de cooperação na área industrial.

    Esta opinião, que pertence ao secretário de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Carlos Gadelha, foi expressada por ele em um comentário exclusivo à Sputnik às margens do encontro de ministros da Indústria dos BRICS nesta terça-feira (20) em Moscou.

    “Pela primeira vez, os BRICS se encontram para cooperação em produção, para se integrar melhor nas cadeias globais de valor. A cooperação com a Rússia tem um papel estratégico em diversas áreas: a espacial, a da tecnologia, mineração, biotecnologias, da saúde. Então, nós vemos este momento como um momento único. Sem cooperação produtiva, não há avanço comercial”, disse o secretário.

    Ele lembrou o patamar de 10 bilhões de dólares é a meta do comércio dos dois países e que ambos fazem parte do grupo BRICS. Notando que agora, as exportações e as importações entre a Rússia e o Brasil estão em um patamar de 6-7 bilhões de dólares, destacou que “nós precisamos de cooperar no setor produtivo e no setor industrial” para fazer este aumento de 30%.

    “Isto coloca uma nova agenda para a relação Brasil-Rússia e para os BRICS, cooperação não apenas na diplomacia, mas na cooperação industrial também”, frisou

    Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20151020/2486454/relacoes-entre-russia-e-brasil-enfentam-nova-agenda.html#ixzz3p88FeU5r

    segunda-feira, 19 de outubro de 2015

    Governo único globalista

     

    Caminhando para um Governo Mundial, com uma economia e uma única religião Global

    Michael Snyder
    Economic Collapse

    A elite global nunca foram mais perto de seu objetivo de um mundo unido.
    Graças a uma série de intertravamento tratados e acordos internacionais, o governo deste planeta é cada vez mais globalizado e centralizado, mas a maioria das pessoas não parecem estar alarmado com isso em tudo. Nos últimos 30 dias, temos visto alguns dos maiores passos em direção a um governo de um mundo, uma economia de um mundo e uma religião mundial que já testemunhou, mas esses eventos geraram muito pouca discussão ou debate públicos. Então, por favor, compartilhe este artigo com tantas pessoas quanto possível. Precisamos acordar as pessoas sobre isso antes que seja tarde demais.
    A partir de 25 setembro - 27 setembro, as Nações Unidas lançaram uma "nova agenda universal" para a humanidade. Essas não são minhas palavras, eles realmente sair diretamente do documento de base para esta nova agenda. O Papa viajou para Nova York para dar uma palestra que teve início esta conferência, dando assim o seu aval considerável para esse novo plano. Praticamente todas as nações no planeta inteiro assinado de boa vontade para os 17 gols que estão incluídos neste plano, mas desta vez impressionante de eventos fez muito poucas manchetes internacionais.
    As Nações Unidas estão prometendo que, se trabalharmos todos juntos que nós podemos transformar nosso planeta em algum tipo de "utopia", mas a verdade é que toda essa conversa sobre "unidade" mascara uma agenda muito insidioso. A seguir vem de uma peça recente de Paul McGuire, autor de um novo livro inovador, intitulado "O Código Babylon" ...
    A ONU não está a pedir permissão, mas a emissão de um comando que o planeta inteiro se comprometerá a 17 metas de desenvolvimento sustentável e 169 metas de desenvolvimento sustentável que visa transformar radicalmente nosso mundo até 2030. O plano da ONU 2030 promovido pelo Papa vai avançar Agenda 21 em esteróides . Através de uma mídia controlada das populações em massa serão informados de que isto é tudo sobre como salvar o meio ambiente e "acabar com a pobreza." Mas isso não é a verdadeira agenda da Agenda 21. A verdadeira agenda da Agenda 21 é o de estabelecer um governo global, econômica global sistema, e da religião global. Quando o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-Moon falou de "um sonho de um mundo de paz e dignidade para todos" isso não é diferente do que quando os comunistas prometeram ao povo um "paraíso dos trabalhadores."
    Para a população em geral ", a Agenda 2030" foi rebatizada como "os objetivos globais". Em 26 de setembro, alguns dos maiores nomes do mundo da música (incluindo Beyonce) promoveu estas novas "metas globais" no "Festival do Cidadão Global", que foi realizada no Central Park. E você pode assistir a um vídeo do YouTube, onde alguns dos nomes mais famosos em todo o planeta exortar todos nós para chegar por trás desses novos "objectivos globais" aqui mesmo.
    Nada disso é por acaso. Nós estamos sendo treinados para pensar em nós mesmos como "cidadãos globais" que pertencem a uma "comunidade global". Décadas atrás, a maioria dos americanos teria sido em pé de guerra sobre algo como isso. Mas agora a maioria das pessoas apenas parecem aceitar essas mudanças de forma passiva. Sociedades secretas muito poderosas e as organizações internacionais têm sido nos movendo nessa direção por muito tempo, ea maioria dos americanos simplesmente não têm idéia o que está acontecendo. Aqui é mais a partir de Paul McGuire ...
    As Nações Unidas são um governo global de fato e não descarta pelo "consentimento dos governados." As Nações Unidas são um governo global ao qual os políticos americanos de ambos os partidos se renderam nossos direitos constitucionais. Se você olhar para a presidencial republicano debates você vê a grande maioria das pessoas corrida são "homens e mulheres compraram." Eles estão lá para fazer a licitação de seus verdadeiros mestres, as famílias de banqueiros internacionais e suas entrelaçadas sociedades secretas. Se um candidato tem um conjunto diferente de crenças do que o "grupo orwelliano pensar" que constitui política interna e externa, ele está autorizado a ir apenas até certo ponto.
    Quem são esses poderosos grupos de elite e as sociedades secretas que executá-los? Como nós extensivamente documentar em nosso novo livro, O Código Babilônia, co-escrito por este autor e Troy Anderson, um jornalista investigativo Pulitzer Prize-nomeado, existe uma rede muito real de grupos semi-secretos e secretos. Grupos como o Conselho de Relações Exteriores, a Comissão Trilateral, do Instituto Real de Relações Internacionais, Nações Unidas, Clube de Roma, O Grupo Bilderberg, e outros controlar presidentes, primeiros-ministros, redes de mídia, políticos, diretores executivos e nações inteiras. Você quase nunca ouvir qualquer análise substantiva pelos meios de comunicação, que é controlada por esses grupos nem de tentativas de responsabilizá-los pelos governos ao redor do mundo.
    Outra maneira que o nosso planeta está sendo "unida" é através da utilização de acordos comerciais internacionais.
    O objetivo final é para todo o mundo para se tornar um "mercado único", com leis uniformes, regras e regulamentos. Mas como nós mesclar nossa economia com o resto do mundo, os Estados Unidos tem vindo a perder dezenas de milhares de empresas e milhões de empregos como as corporações monolíticas que agora dominam a nossa economia a produção de mudança para áreas onde o trabalho é muito mais barato. Isto é absolutamente destruir a classe média, mas muito poucas pessoas parecem se importar.
    As negociações para um dos maiores tratados internacionais de comércio que o mundo já viu recentemente concluídos. A Parceria Trans-Pacífico, também conhecido como "Obamatrade", representaria um passo gigante em direção a uma economia global verdadeiramente unificado. O que se segue é um trecho de um de meus artigos anteriores ...
    Acabamos de assistir um dos passos mais significativos em direção a um sistema econômico um mundo que já vi. As negociações para a Parceria Trans-Pacífico foram concluídos e, se aprovado, irá criar o maior bloco comercial do planeta. Mas este não é apenas um acordo comercial. Neste tratado, Barack Obama tem jogado em todos os tipos de coisas que ele nunca teria sido capaz de obter através do congresso contrário. E uma vez que este tratado seja aprovado, será extremamente difícil de sempre fazer alterações nele. Então, basicamente o que está acontecendo é que a agenda de Obama está sendo permanentemente bloqueado por 40 por cento da economia global.
    Os Estados Unidos, Canadá, Japão, México, Austrália, Brunei, Chile, Malásia, Nova Zelândia, Peru, Cingapura e Vietnã, todos eles pretendem assinar para esse plano insidioso. Coletivamente, essas nações têm uma população total de cerca de 800 milhões de pessoas e um PIB combinado de cerca de 28 trilhões de dólares.
    E você quer saber quem empurrou muito duro para dar a Obama autoridade para negociar acordos Fast Track para que essas negociações poderiam ser levados a uma conclusão bem-sucedida?
    Era a liderança republicana no Congresso traidor. Eles fizeram tudo o que podiam para pavimentar o caminho para Obamatrade.
    Nós também estamos vendo alguns movimentos impressionantes em direção a uma religião mundial.
    Nos últimos anos, você pode ter notado que ele tornou-se muito na moda dizer que todas as religiões são apenas diferentes caminhos para o mesmo Deus. Na verdade, muitos líderes religiosos proeminentes estão agora proclamar abertamente que as duas maiores religiões em todo o planeta, o cristianismo eo islamismo, adoram o mesmo deus exato.
    Por exemplo, basta considerar o que o Papa está dizendo publicamente sobre este assunto. O que se segue é um trecho extenso de um dos meus últimos artigos sobre Fim do sonho americano ...
    *****
    O Papa Francisco tinha a dizer na Catedral de St. Patrick em Manhattan tem recebido muito pouca cobertura pela mídia mainstream, mas foi extremamente significativo. O seguinte é como ele começou seu discurso ...
    Eu gostaria de expressar dois sentimentos para os meus irmãos e irmãs muçulmanos: Em primeiro lugar, as minhas saudações como eles celebram a festa do sacrifício. Eu teria desejado a minha saudação a ser mais quente. Meus sentimentos de proximidade, os meus sentimentos de proximidade em face da tragédia. A tragédia que sofreu Meca.
    Neste momento, eu dar garantias de minhas orações. Uno-me com todos vocês. A oração a Deus todo-poderoso, todo misericordioso.
    Ele não escolheu essas palavras por acidente. No Islã, Deus é conhecido como "o todo-misericordioso". Se você duvida disso, basta fazer uma pesquisa no Google.
    E esta não é a primeira vez que o Papa Francis tem usado esse tipo de linguagem. Por exemplo, a seguinte vem de observações que ele fez durante seu primeiro encontro ecumênico como o Papa ...
    Além disso, saúdo cordialmente e agradeço a todos vocês, queridos amigos que pertencem a outras tradições religiosas; primeiro de todos os muçulmanos, que adoram o Deus único, vivo e misericordioso, e chamá-Lo em oração, e todos vocês. Eu realmente aprecio a sua presença: nele eu vejo um sinal tangível da vontade de crescer na estima mútua e da cooperação para o bem comum da humanidade.
    A Igreja Católica está ciente da importância de promover a amizade e respeito entre homens e mulheres de diferentes tradições religiosas - Quero repetir isso: promover a amizade e respeito entre homens e mulheres de diferentes tradições religiosas - também atesta o valioso trabalho que a Pontifícia Conselho para o diálogo inter-religioso realiza.
    Papa Francisco acredita claramente que os cristãos e os muçulmanos adoram o mesmo Deus exata. E assim que ajuda a explicar por que ele autorizou "orações islâmicas e leituras do Alcorão" no Vaticano pela primeira vez de volta em 2014.
    *****
    O que está acontecendo é inegável.
    Estamos caminhando em direção a um governo de um mundo, uma economia de um mundo e uma religião mundial.
    É claro que não vai chegar lá durante a noite. Vai levar algum tempo, e não vão ser muito poucos solavancos ao longo do caminho. Na verdade, eu acredito que o nosso planeta vai experimentar uma quantidade extrema de caos antes de realmente chegar lá.
    Mas toda grande crise será usado como uma desculpa para fazer avançar esta agenda. Praticamente todas as soluções que a elite nos oferecer envolverá mais a globalização e uma maior centralização. Vamos ser informados de que todos os nossos problemas serão resolvidos se a humanidade só vai vir junto na unidade.
    Para alguns, a meta de um "planeta unida" em que estamos todos a trabalhar em conjunto para erradicar coisas como pobreza, guerra e doença faz todo o sentido do mundo.
    Para outros, um governo mundial, uma economia de um mundo e uma religião mundial significaria simplesmente preparando o palco para "uma tirania mundial".
    Então, o que você acha? Por favor, sinta-se livre para compartilhar seus pensamentos por postar um comentário abaixo ...

    Poderá também http://undhorizontenews2.blogspot.com.br/

    China cooptando o principal parceiro dos EUA

    "Presidente chinês elogia abertura de mercado visionária dos britânicos" 18.02.15

    O presidente da China, Xi Jinping, não economizou elogios aos britânicos pelo que chamou de “escolha visionária e estratégica” de fortalecer os laços comerciais com a China, ao se preparar para uma visita de Estado ao Reino Unido que, segundo expectativas, será mais rica em pompa e consideravelmente mais calorosa do que a sua recente viagem aos Estados Unidos.A visita se dá num momento de ansiedade global por causa da desaceleração econômica chinesa. O próprio Xi reconheceu haver “preocupações com a economia chinesa”, mas buscou minimizá-las em entrevista por escrito à Reuters.A própria China está preocupada com a desaceleração econômica global, disse Xi, mesmo enquanto expressava confiança de que o país atravessará o atual período, à medida que reformula a economia para que ela seja mais resiliente no futuro.Essa confiança vai estar à mostra quando Xi chegar a Londres no fim da segunda-feira para iniciar a visita de quatro dias que, espera-se, consolidará os laços entre britânicos e chineses e que inclui acordos comerciais.

    "O Reino Unido afirmou que será o país ocidental mais aberto para a China. Essa é uma escolha visionária e estratégica que corresponde completamente aos interesses de longo prazo britânicos”, afirmou Xi, na resposta por escrito às perguntas da Reuters."A China quer interagir com o Reino Unido de forma ampla, em alto nível e grande profundidade.”A visita de Xi ocorre em meio ao debate no Reino Unido e em outros países ocidentais sobre qual seria a melhor maneira de se relacionar com a China comunista, que tem se tornado mais influente na diplomacia e na economia, mas que mantém posições em tópicos que vão de direitos humanos até o Mar do Sul da China que não são frequentemente as que o Ocidente tem.Xi pediu ao Reino Unido para evitar o que ele chamou de preconceito contra companhias chinesas. Pequim dá apoio a empresas que vão de trem de alta velocidade até tecnologia nuclear, como parte dos esforços para competir por contratos internacionais."A competição é necessária para um negócio crescer, e ninguém vai deixar um mercado para os rivais”, afirmou Xi, em comentários feitos em inglês. “Esperamos que essa competição seja benigna e baseada nas forças do mercado. Não deve haver nenhuma porta vaivém ou portas de vidro colocadas como barreiras não econômicas, sem base no mercado.”

    http://inteligenciabrasileira.blogspot.com.br/

    A mais nova prova histórica das armações da imprensa contra Lula

     

    folha lula

    A grandiloquência da manchete principal de primeira página da edição da Folha de São Paulo de 16 de outubro de 2015 sugeriu ao leitor uma grande revelação sobre o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Porém, a matéria era mentirosa. A manchete, falsa. Uma “bala de festim”. E não, não é um “petralha” quem diz isso.

    A ombudsman da Folha de São Paulo, Vera Guimarães Martins, criticou, na última edição dominical desse veículo, matéria que noticiou menção de delator da Lava Jato ao ex-presidente.

    Vera criticou o destaque dado a uma declaração do tal “Fernando Baiano”. A ombudsman disse, simplesmente, que o jornal distorceu a declaração do delator. Mas o que a fez condenar a Folha ainda mais foi ter elevado uma declaração inconclusiva ao patamar de notícia bombástica.

    Para entender por que, há que fazer uma comparação. Não há diferença alguma entre a declaração desse delator sobre Lula e outra dada pelo doleiro Alberto Yousseff sobre Aécio Neves.

    O delator “Fernando Baiano” diz ter repassado dinheiro ilegal ao empresário José Carlos Bumlai, que teria pedido a quantia em nome de uma das noras de Lula. O doleiro Alberto Youssef afirmou que o ex-deputado José Janene e o presidente da empresa Bauruense, Airton Daré, acusaram Aécio Neves e a irmã dele de usarem a empresa Furnas para arrecadar propinas.

    Qual é a diferença entre as duas acusações? Zero.

    Qual a diferença entre o destaque dado pela imprensa à acusação de “Fernando Baiano” e o que foi dado à acusação contra Yousseff? Enorme.

    A acusação contra Lula ganhou manchetes principais de primeira página. Mas e contra Aécio, houve celeuma igual? Claro que não. Todos sabem que não.

    Qual é a diferença de importância entre Lula e Aécio? Neste momento, nenhuma. Um é o maior líder político dos governistas e o outro é o maior líder político dos oposicionistas. Fazer bombar a acusação contra um e minimizar a acusação contra o outro, pois, é partidarismo descarado.

    Não existe um único jornalista responsável que seja capaz de negar esse fato.

    Aliás, por que a acusação contra Lula está sendo investigada e a acusação contra Aécio, não? Além da imprensa, Ministério Público, Polícia Federal e Justiça tampouco conseguirão explicar uma diferença tão grande de tratamento a casos praticamente iguais.

    Apesar do texto curto, as palavras da ombudsman da Folha são demolidoras para o jornal. Ela simplesmente o acusa de ter mentido sobre o que disse o delator “Fernando Baiano” sobre Lula e sua família.

    Vejamos.

    folha lula 1

    Duas outras ponderações da ombudsman valem a pena ser comentadas.

    Primeiro, quando ela acusa a Folha de transformar “títulos esquentados” em manchete principal de primeira página. Sabe o que é um “título esquentado”? É uma manchete sensacionalista e que, segundo diz a ombudsman, não condiz com a reportagem a que essa manchete remete.

    Trocando em miúdos: a ombudsman acusou a Folha de fazer seu leitor de palhaço. Simples assim.

    A segunda ponderação da ombudsman que deve ser destacada de seu texto curtíssimo sobre o caso é a explicação da Folha para ter feito o que fez. Segundo a Redação do jornal, “As declarações [de “Fernando Baiano”] foram prestadas à Justiça em um acordo de delação premiada”. O jornal diz que não acha “justo”, portanto, dizer que a matéria é “disse-me-disse”.

    Vamos falar do que é justo, então. A matéria (linkada acima) sobre acusação quase idêntica contra Aécio quando era governador de Minas Gerais – acusação que veio à tona recentemente – foi feita, também, em um acordo de delação premiada entre o delator Alberto Yousseff e a Justiça. Por que a Folha tratou aquele caso de forma diferente?

    Eis que o Blog resolveu verificar de que forma a Folha tratou a acusação de Yousseff contra Aécio. Abaixo, resultado da busca feita no site do jornal.

    folha lula 2

    Ou seja: acusação contra Lula ganha a manchete mais destacada possível e a acusação contra Aécio não ganha manchete nenhuma. Nem com pouco destaque.

    Como a “Redação” explica isso? Não explica. Nunca explicou. E, se for instada a explicar, não o fará.

    Por que? Porque ninguém vai dar (voluntariamente) uma explicação que o comprometa. E a explicação para esse comportamento do jornal é a de que ele atua com viés político-partidário, o que não poderia comprometer mais um veículo que tenta passar ao público a imagem de “isento”.

    Apesar de ser triste comprovar, mais uma vez, o nível transbordante de má fé que permeia o jornalismo corporativo no Brasil, a coluna da ombudsman acima reproduzida servirá como registro histórico de grande eloquência.

    No futuro, os historiadores concluirão que, além de os grandes meios de imprensa brasileiros desta época serem partidarizados, atuavam com dose cavalar de cinismo, de desfaçatez, de verdadeiro deboche, pois chegavam a reconhecer que seu jornalismo era antiético, mas, apesar disso, não mudavam de comportamento.

    http://www.blogdacidadania.com.br/2015/10/a-mais-nova-prova-historica-das-armacoes-da-imprensa-contra-lula/

    domingo, 18 de outubro de 2015

    Dilma diz 'lamentar' que Cunha seja um brasileiro

     

    :

    Ao comentar as denúncias do Ministério Público suíço contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a presidente Dilma Rousseff disse neste domingo, 18, de Estocolmo, 'lamentar' que elas digam respeito a um brasileiro; Dilma também negou que o governo estivesse articulando qualquer acordo com o deputado e acusou a oposição de fazer tal trato; "Eu acho fantástico essa conversa de que o governo está fazendo acordo com quem quer que seja", ironizou; "O acordo de Eduardo Cunha não é com o governo, era com a oposição. Era público e notório. Até na nota aparece", destacou a presidente, em referência à nota em que a oposição defendia o afastamento de Cunha, mas que foi vista apenas como uma forma de responder às pressões de governistas e oposicionistas

    18 de Outubro de 2015 às 17:58

    247 - Durante entrevista neste domingo, 18, na Suécia, onde cumpre viagem oficial, a presidente Dilma Rousseff comentou as denúncias de que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tem contas secretas na Suíça. "Eu lamento que seja um brasileiro", afirmou a presidente, por três vezes.

    Dilma descartou as insinuações de que teria firmado um acordo com Cunha para garantir "estabilidade! ao País. "Eu acho fantástico essa conversa de que o governo está fazendo acordo com quem quer que seja", disse . "O acordo de Eduardo Cunha não é com o governo, era com a oposição. Era público e notório. Até na nota aparece", disse Dilma, referindo-se a um comunicado emitido em 8 de outubro pelas direções do PSDB, DEM, PPS e PSB, no qual a oposição pediu o "afastamento do cargo" do presidente da Câmara para que ele pudesse "exercer seu direito constitucional à ampla defesa".

    Para Dilma, os interesses do País devem estar acima de questões partidárias. "Nós ainda temos de alcançar uma estabilidade política baseada em um acordo no sentido de que os interesses partidários, pessoais, de cada corrente, têm de ser colocados abaixo dos interesses do país", completou.

    http://www.brasil247.com/pt/247/poder/201412/Dilma-diz-'lamentar'-que-Cunha-seja-um-brasileiro.htm

    Dilma rebate PT e assegura: “o ministro Levy fica”

     

    Roberto Stuckert Filho/PR:

    18 de Outubro de 2015 às 13:47

    247 – Na primeira entrevista concedida desde a reunião com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, na última sexta-feira 16, a presidente Dilma Rousseff foi contundente na tarde deste domingo ao dizer que Levy fica no governo.

    A declaração foi feita em Estocolmo, na Suécia, e vai contra todas as pressões do PT. "Ele não está saindo do governo. Ponto. Eu não trato mais desse assunto", disse Dilma, irritada com o tema.

    "Qualquer coisa além disso está ficando especulativo. Vocês não farão especulação a respeito do ministro da Fazenda comigo", acrescentou a presidente.

    Neste domingo, o presidente do PT, Rui Falcão, aumentou a pressão pela saída do ministro. "Ou muda a política econômica, ou sai", afirmou, em entrevista.

    Sobre a declaração, Dilma rebateu enfática que a opinião de Rui Falcão "não é a opinião do governo". "Eu acho que o presidente do PT pode ter a opinião que quiser, mas não é a opinião do governo. A gente respeita a opinião do presidente do PT, mas isso não significa que seja a opinião do governo", disse.

    Diante da insistência sobre quais seriam as chances de Levy, após a declaração de Rui Falcão, deixar o governo, Dilma reforçou: "Se eu lhe disse que não é opinião do governo [a de Rui Falcão], o ministro Levy fica". Dilma acrescentou: "Se ele fica, é porque concordamos com a política econômica dele."

    Na sexta-feira, a imprensa divulgou que Levy entregaria a Dilma uma carta de demissão, pois estaria cansado de ser fritado pelo PT. Levy saiu irritado da reunião, sem falar com os jornalistas. A notícia divulgada posteriormente, após a agitação do mercado, foi de que ele não teria entregado a carta e continuaria no governo a contragosto.

    Segundo Dilma, a demissão de Levy não foi assunto na reunião. "O que nós conversamos na sexta-feira foi sobre quais são os próximos passos e qual é a nossa estratégia no sentido de que se aprovem as principais medidas sobre o equilíbrio fiscal", declarou.

    http://www.brasil247.com/pt/247/economia/201411/Dilma-rebate-PT-e-assegura-“o-ministro-Levy-fica”.htm

    EUA e China em rota de colisão

     

    Com navios de guerra norte-americanos indo em rota para ilhas contestadas , China pergunta: "O que na terra faz pensar que nós vamos tolerar isso?"

    Zero Hedge
    18 de outubro de 2015
    Os EUA estão em uma situação militarmente difícil .

    A Síria, a Rússia e o Irã têm aproveitado o fato de que o plano chocado pelo Ocidente e seus aliados regionais para desestabilizar o regime de Assad levou muito tempo para se desenvolver. A idéia era fomentar a discórdia e fornecer apoio encoberto para as várias milícias armadas que lutam para derrubar o governo. Mas o esforço está caminhando em seu quinto ano e Assad ainda está lá. Não só isso, tem havido uma série de consequências não intencionais (bem, pelo menos nós esperamos que eles são não intencionais). Em primeiro lugar, um dos grupos rebeldes apoiados pelo Ocidente e seus aliados transformou em uma banda insana de basquete branco vestindo sapato agitando bandeiras pretas , espada em punho como bandidos do deserto. Em segundo lugar, a luta criou uma crise de refugiados horrível que agora ameaça desestabilizar toda a Europa. Sentindo uma oportunidade geopolítica histórica, Moscou e Teerã simplesmente entraram em cena e deixando Washington nas nuvens. Agora, os EUA basicamente tem que decidir se querem ir para a guerra com a Rússia, porque paraquedear munição no meio do deserto não vai ser uma estratégia viável.

    Enquanto isso, os EUA enfrentam outro confronto entre superpotências no Mar do Sul da China.

    Quando Pequim iniciou seus esforços de recuperação de terras nas Spratly, estamos razoavelmente certos que o Pentágono não antecipará a medida em que o esforço seria rapidamente tornar-se uma dor de cabeça gigante para Washington.

    Como um lembrete, não é tanto a dragagem que tem aliados regionais de Washington na virada do Pacífico Sul. Edifícação de Ilha foi feito antes na área. Pelo contrário, é o escopo do projeto que tem todos enervados com Beijing até agora construído mais de 3.000 acres de um novo território soberano no topo de que a China construiu tudo, desde fábricas de cimento, de estufas, para pistas.

    Quer ou não os EUA realmente se preocupam com isso é discutível, embora estas pistas de envio é de fato fundamental para o comércio mundial. Mas com as Filipinas e outros lamentando, Washington fica com pouca escolha além de colocar uma cara brava para que o mundo deveria ter a idéia de que a China pode apenas redesenhar as fronteiras marítimas na vontade e estabelecer uma Doutrina Monroe a la chinesa-no processo.

    Então, finalmente, os EUA decidiram que eles irão velejar alguns navios de guerra pelas ilhas só para ver se eles podem fazê-lo sem levar um tiro.

    Não mesmo. Esse é o plano. "Vamos ver até onde podemos empurrá-los."

    Este é, naturalmente, orquestrada sob o pretexto de uma liberdade de operação de navegação que, de certa forma, faz pouco sentido, porque a China nunca ameaçou o comércio global. Então, novamente, é bastante óbvio que Pequim tem algum papel militar para os novos consoles em mente.

    Em qualquer caso, a China reagiu na quinta-feira, dizendo que o PLA irá "se levantar e usar a força" se necessário se os EUA devem fazer um "erro" com todo o plano de enviar navios de guerra.

    Assim, em breve, Washington está agora em uma disputa de e encarar com tanto Moscou e Pequim e Rússia e China parecem ter começado a idéia de que os EUA perderam a sua determinação ultimamente e, provavelmente, irá piscar primeiro em ambos os impasses.

    É com tudo isso em mente que nós trazemos-lhe o seguinte op-ed bastante divertido de Pequim no sábado em Xinhua, apresentados a seguir com nenhum comentário adicional:

    * * *

    Via Xinhua

    Tentativas de provocação dos Estados Unidos para que se viole o Mar do Sul da China a soberania da China estão sabotando a paz e a estabilidade regional e militarizando as águas.

    A Marinha dos EUA está preparando para realizar operações da "liberdade de navegação" , o envio de navios de guerra dentro de 12 milhas náuticas das ilhas chinesas no Mar do Sul da China. As operações dos Estados Unidos podem ter lugar dentro de dias, de acordo com relatórios.

    No mês passado, em sua resposta à reivindicação de soberania sobre o Mar da China do Sul da China, o secretário de Defesa dos EUA Ash Carter disse que os EUA "vão voar, navegar e operar onde quer que a lei internacional permite, como fazemos em todo o mundo."

    O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest disse em 08 de outubro que os navios de guerra norte-americanos vão ficar patrulhando perto de ilhas artificiais construídas pela China no Mar do Sul da China "e que não deve provocar reação significativa dos chineses."

    Não nos esqueçamos de que em outubro de 1962, quando a União Soviética foi na construção de silos de mísseis em Cuba - nem mesmo em solo americano -O Presidente Kennedy dos EUAdeixou claro em um discurso televisionado que os Estados Unidos não iria "tolerar a existência dos silos de mísseis atualmente em vigor. "

    O que na terra faz com que os Estados Unidos acreditam que a China deve e vai tolerar isso quando navios de superfície dos EUA em transgressão em território chinês no Mar do Sul da China?

    China jamais tolerará qualquer provocação militar ou violação da soberania dos Estados Unidos ou qualquer outro país, assim como os Estados Unidos se recusaram a 53 anos atrás.

    O stand da China nas disputas Mar da China Meridional é firme e clara. Soberania e reivindicações de direitos sobre Ilhas Nansha e suas águas adjacentes no Mar da China do Sul da China ter sido formado no longo curso da história e acolhido por sucessivos governos chinês e tem base histórica e jurídica adequada e sólida.

    Assim como o artigo 15 da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar estipula, delimitando as águas territoriais da China e de outros países no Mar da China do Sul devem estar de acordo com o "título histórico" da China para a região.

    China tem sido sempre, de uma forma construtiva e eficaz, um defensor firme da liberdade de navegação, bem como a paz e a estabilidade no Mar do Sul da China. E a China prometeu continuar a fazê-lo no futuro.

    Construção de instalações civis e públicos sobre as ilhas e recifes de Nansha, que se inserem no âmbito da soberania de China da China, serve não só a China, mas também nações costeiras no Mar do Sul da China.

    Por exemplo, dois faróis recentemente construído nos recifes da região ajudaram a guiar navios de passageiros de todo o mundo e melhorou significativamente a segurança da navegação.

    Contrariamente ao dos EUA afirmam, serão os Estados Unidos, como um outsider, que provoca ainda mais as tensões no Mar do Sul da China, enviando soldados, aviões e navios de guerra para território chinês em nome da "liberdade de navegação".

    Esta não é a primeira jogada pelos Estados Unidos para minar a paz e a estabilidade regionais que a China tem trabalhado tão duro para.

    Ao longo dos últimos anos, os Estados Unidos tem realizado exercícios de grande escala frequentes com seus aliados no Mar da China Meridional, flexionando seus músculos militares.

    De acordo com o website do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, o país tem implantado milhares de funcionários civis e militares, bem como um grande número de armas, a região do Pacífico.

    Desestabilizar a região e conter a China, os Estados Unidos deliberadamente envolvendo nações sem partido, como o Japão, na questão do Mar do Sul da China e agitou disputas entre a China e outras partes, incluindo as Filipinas.

    De maneira nenhuma irá China deixar os provocadores fazer ondas em águas que devem ser caracterizadas pela paz, amizade e cooperação.

    No ano passado, o volume de comércio bilateral entre a China e os membros da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) ultrapassou 480 bilhões de dólares.

    Nações em causa não têm outra alternativa senão lidar em conjunto com disputas no Mar do Sul da China que representam uma ameaça para o desenvolvimento ea prosperidade das partes na região.

    Em 18 de setembro, em resposta às observações feitas pelo comandante das forças americanas no Pacífico em patrulhar o Mar da China do Sul, um porta-voz do Ministério do Exterior chinês disse que a China, como os Estados Unidos, defende a liberdade de navegação nas águas.

    No entanto, o porta-voz sublinhou, a China se opõe ao desafio de qualquer país, em nome da liberdade de navegação, à soberania e à segurança da China no Mar da China Meridional.

    Durante uma visita à Europa em Março de 2014, o presidente chinês, Xi Jinping salientou que seu país "nunca agitar-se-á qualquer problema, mas vai resolutamente salvaguardar os seus direitos legítimos" quando se trata de soberania e integridade territorial.

    Apesar de reforçar a confiança mútua e gestão de disputas através de visitas de alto nível e fala ainda continua a ser a primeira opção para a China, o país vai, sem dúvida alguma, adotar medidas contra os Estados Unidos, se ele não parar de provocações militares que violem China.

    Pessoas com visão em Washington deve e tem que ver claramente a determinação da China para salvaguardar a soberania nacional e a segurança regional.

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    Dilma desembarca na Suécia em busca de acordos comerciais e educacionais

     

    Visita de Dilma à Suécia renova parceria estratégica, afirmou embaixador

    A presidenta Dilma Rousseff desembarcou neste sábado (17) em Estocolmo, na Suécia, onde terá compromissos oficiais com empresários e reuniões com o primeiro-ministro Stefan Löfven para ampliar cooperação comercial e educacional. Na agenda da presidenta está prevista uma visita à fábrica da Saab, fabricante dos caças Gripen NG, comprados pelo Brasil.
    Após desembarcar, Dilma recebeu os cumprimentos de boas-vindas da vice-primeira-ministra sueca Åsa Romson e do embaixador da Suécia no Brasil, Per-Arne Hjelmborn. O primeiro compromisso oficial de Dilma será neste domingo (18), quando será recebida pelo rei Carlos XVI Gustavo e a rainha Silvia.
    Para o embaixador do Brasil na Suécia, Marcos Pinta Gama, a visita é oportuna e marca a renovação de uma parceria estratégica entre Brasil e Suécia. “Brasil e Suécia já possuem uma relação extremamente sólida, e nós buscaremos aprofundar através da visita tão importante da presidenta porque ela vai permitir justamente a intensificação de uma série de projetos. E nós estamos discutindo com a Suécia um grande número de parcerias em áreas como o meio ambiente, a cooperação em mudança do clima, a cooperação em transportes, energia, área de inovação. Há grandes possibilidades de trabalho conjunto entre os dois países“, avalia.
    Presidenta recebe cumprimentos na chegada ao Aeroporto de Arlanda

    Presidenta recebe cumprimentos na chegada ao Aeroporto de ArlandaO Brasil foi convidado pelo primeiro-ministro sueco para integrar o Grupo de Alto Nível para apoiar a implementação da Agenda 2030, do qual também fazem parte África do Sul, Alemanha, Colômbia, Índia, Libéria, Suécia, Tanzânia, Timor Leste e Tunísia. O convite foi feito durante a Cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, realizada no mês passado em Nova Iorque.
    “Na área política, Brasil e Suécia também já trabalham, cooperam fortemente nas Nações Unidas, em temas os mais variados, como desarmamento, Direitos Humanos e defesa da democracia”, destaca o diplomata.
    Para Marcos Pinta Gama, o projeto de construção dos novos caças da Força Aérea Brasileira fortalece ainda mais as relações entre Brasil e Suécia. “Nosso relacionamento é extremamente diversificado: quase 250 empresas suecas estão instaladas no Brasil, algumas há quase 100 anos, como a Ericson, a SKF. E, portanto, a presença da Suécia na economia brasileira é uma presença muito forte, muito significativa, gerando quase 60 mil empregos, gerando pesquisa e desenvolvimento também, no Brasil”, afirma.
    Ao fecharem o acordo para comprar 36 aeronaves Gripen NG para renovar a frota da Força Aérea Brasileira (FAB), Brasil e Suécia abriram caminho para selar novos acordos bilaterais e comerciais, afirmou o diretor de Departamento Europa do Itamaraty, embaixador Oswaldo Biato.
    “O governo sueco ficou muito contente com as negociações da assinatura do acordo dos aviões Gripen pelo Brasil. Com base nessa decisão, querem muito construir uma cooperação muito mais ampla na área comercial, tecnológica, científica e também na área educacional”, comentou. De acordo com o embaixador, atualmente a Suécia é o único país europeu que tem interesse no etanol proveniente da cana-de-açúcar.
    * Com informações do Blog do Planalto e da Agência Brasil

    Do blog do Macário Batista