quarta-feira, 21 de outubro de 2015

“Meu pai continua a se manifestar de maneira raivosa e grotesca”

 

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21 de Outubro de 2015 às 10:50

247 - Em nova carta ao ex-presidente Lula, em resposta a uma que recebeu no início de outubro, publicada pelo Diário do Centro do Mundo, o filho do advogado Hélio Bicudo, José Eduardo, descreve o pai como alguém que tem se comportado "de maneira raivosa e grotesca".

E cujas "ações têm encorajado a aproximação de grupos de extrema direita, os quais têm se aproveitado da espantosa guinada na sua trajetória pessoal e política nos últimos dez anos, para se promoverem à sua custa."

No momento em que seu pai apresenta uma nova versão de seu pedido de impeachment, José Eduardo fala ainda da aproximação de Hélio Bicudo com "aqueles que hoje pregam o golpe". "Não há como isentá-lo de responsabilidades, ainda mais que ele continua a se manifestar de maneira raivosa e grotesca, com argumentos que contradizem a sua história de vida de até há pouco tempo atrás", escreve.

Leia aqui a íntegra da carta.

Prezado ex-Presidente Lula,

Agradeço-lhe pela carta a mim enviada em 02 de outubro passado. Sou-lhe também grato pela solidariedade e respeito emprestados a mim e à minha família.

Sua carta fez aumentar ainda mais a responsabilidade que envolve lidar com situação tão delicada como aquela que vivemos hoje, eu e meus irmãos, Maria do Carmo, José, Maria Clara e José Roberto, todos preocupados com os caminhos que meu pai vem escolhendo para se manifestar e com os desdobramentos de suas manisfestações públicas.

Ninguém questiona aqui a legitimidade de meu pai ter toda a liberdade de pensar e dizer aquilo que bem entender. A questão que se põe não é esta, mas sim a maneira pela qual ele tem agido, causando espanto e temor àqueles que o conhecem bem. Suas recentes ações têm encorajado a aproximação de grupos de extrema direita, os quais têm se aproveitado da espantosa guinada na sua trajetória pessoal e política nos últimos dez anos, para se promoverem à sua custa.

A visão ciclotímica dos acontecimentos no nosso país, amplamente difundida pela mídia conservadora, apostando sempre na indigência intelectual e na falta de senso crítico, tem estimulado pessoas, as quais no passado o criticavam, a defendê-lo agora. Esquecem-se estas, porém, que a situação é muito mais complexa e delicada do que se imagina, exigindo um certo grau de conhecimento e sensibilidade para compreendê-la no seu todo. Visões simplistas, difundidas na mídia, menosprezando a manifestação pública de familiares e amigos em relação às ações recentes de meu pai, não ajudam em nada e só servem para empobrecer ainda mais a discussão.

Como bem registrado em sua carta, caro ex-Presidente, meu pai deu importante contribuição para o restabelecimento do estado de direito no Brasil, em flagrante contraposição, portanto, com aquilo que defendem esses grupos de extrema direita que agora o apóiam e que pregam deliberadamente o golpe para destituir a Presidente Dilma Roussef, sem qualquer preocupação com princípios democráticos básicos.

A guinada de meu pai o fez, infelizmente, afastar-se também de amigos como Marilena Chaui, Margarida Genevois, Maria Victoria Benevides, Antonio Cândido de Mello e Souza, Dalmo Dallari, Fábio Konder Comparato, Paulo Sérgio Pinheiro, Pedro Estevam Serrano e de tantos outros que hoje subscrevem manifesto contra o afastamento de Dilma Roussef da Presidência da República, em respeito à Constituição de 1988 e ao modo republicano de convivência democrática.

Reitero que o afastamento deliberado de meu pai de familiares e amigos o deixou livre e descompromissado com que aqueles que lhe têm verdadeiro apreço, tornando assim mais fácil a sua aproximação daqueles que hoje pregam o golpe. Não há, portanto, como isentá-lo de responsabilidades, ainda mais que ele continua a se manifestar de maneira raivosa e grotesca, com argumentos que contradizem a sua história de vida de até há pouco tempo atrás.

Esperemos apenas que aqueles que o cercam no momento, se ainda lhes resta um mínimo de sobriedade, demovam-no das luzes dos holofotes, as quais, se outrora lhe deram alguma projeção e prestígio, hoje apenas servem para dar vida aos oportunistas que posam ao seu lado.

Meus irmãos, citados nesta carta, e eu reiteramos o nosso sincero reconhecimento pela sua deferência e respeito para conosco e esperemos, finalmente, que o bom senso e a razão prevaleçam para que os avanços conquistados pelo nosso país nos últimos doze anos tenham continuidade e se aprofundem.

Um abraço cordial,

José Eduardo Pereira Wilken Bicudo

Corte no Bolsa Família é “piada de mau gosto”

 

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21 de Outubro de 2015 às 16:49

Pernambuco 247 - O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), criticou duramente à proposta de redução de R$ 10 bilhões no orçamento do programa Bolsa Família como colocado no projeto de lei orçamentária para 2016, do relator, deputado Ricardo Braga (PP-PR). Humberto qualificou o corte como sendo uma "piada de mau gosto, absurda e totalmente descabida" e chamou o relator de "Robin Hood às avessas".

Segundo Humberto, o PT irá trabalhar para derrubar o corte na votação da proposta pelo Congresso. Irritado, o petista sugeriu que o corte fosse feito em cima das emendas parlamentares a que os congressista têm direito de apresentar.

"Quero crer que essa ideia não vá prosperar. Mas se o relator insistir nessa visão estreita de trucidar uma das políticas de Estado mais exitosas deste país, vai contar com toda a nossa oposição para que possamos rejeitar essa medida no plenário do Congresso Nacional", afirmou Humberto em discurso no plenário da Casa. O valor do corte corresponde a 35% do orçamento total do Bolsa Família, que é de R$ 28,8 bilhões.

"Não dá para aceitar uma análise rasa da peça orçamentária, em que os investimentos sociais são vistos meramente como números passíveis de tesouradas sem qualquer critério. Não estamos tratando apenas de números. Estamos tratando de gente", disparou. "Não seja um Robin Hood às avessas, senhor relator: não tire dos pobres para manter o dos ricos. Tenha a coragem de ser duro com os mais fortes e suave com os mais fracos", destacou.

"Corte, por exemplo, os R$ 10 bilhões de emendas parlamentares impositivas a que todos nós congressistas temos direito. [...]Tenha a coragem de contrariar os mais ricos e defender a volta da CPMF por um período de dois anos, tributo por meio do qual quem tem mais, paga mais; encampe a ideia do Imposto sobre Grandes Fortunas; enfim, avance sobre onde o dinheiro sobra e não sobre onde ele falta", completou.

http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/201880/Corte-no-Bolsa-Família-é-“piada-de-mau-gosto”.htm

Aniversariante de hoje

Hoje é dia de abraçar e parabenizar o supervisor de TI Dayvid Camilo (Execute Computadores), o mestre Pe. Osvaldo Carneiro Chaves, o ex-deputado federal Pe. José Linhares, o empresário e radialista Expedito Vasconcelos (Rádio Regional/Café Jaibaras), o médico Seiji Matsui, o desportista Luís Edilson Frota (presidente do Palmeiras Country Club), o advogado Manoel Mota Diniz Filho, a produtora cultural Adja Réginni (Sunset Produções), a assistente social Simone da Silva Alves, o eletrotécnico Antoniel Viana, o corretor de imóveis Hálex Cavalcante e o Radialista e Tenente PM Danúsio Melo

Felicidades também a todos os demais aniversariantes desta data.

http://sobralemrevista.blogspot.com.br/

terça-feira, 20 de outubro de 2015

FHC foi alertado de “escândalo” na Petrobras em 1996, mas diz que não queria “mexer”

 

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso revela, em “Diários da Presidência – volume 1″, que foi alertado em 16 de outubro de 1996 de que um “escândalo” acontecia na Petrobras. O assunto foi tratado num almoço entre FH e o dono da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Benjamin Steinbruch. O executivo havia sido nomeado por Fernando Henrique para o conselho da estatal.

“Eu queria ouvi-lo sobre a Petrobras. Ele me disse que a Petrobras é um escândalo. Quem manobra tudo e manda mesmo é o Orlando Galvão Filho, embora Joel Rennó tenha autoridade sobre Orlando Galvão”, diz FH no livro, que será lançado no dia 29.

Galvão Filho era presidente da BR Distribuidora e foi diretor financeiro da Petrobras. Rennó era o presidente da estatal.

FH cita que o mais grave na estatal era “que todos os diretores da Petrobras são os mesmos do conselho de administração”, sugerindo um uma má prática de governança e um jogo de cartas marcadas nas decisões da empresa.

“São sete diretores e sete membros do conselho. Uma coisa completamente descabida”, segue o relato do ex-presidente sobre a conversa com Steinbruch.

FH relata que havia necessidade de “intervenção” na estatal, mas, apesar da gravidade do fatos, ele não a faria.

“Acho que é preciso intervir na Petrobras. O problema é que eu não quero mexer antes da aprovação da lei de regulamentação do petróleo pelo Congresso, e também tenho que ter pessoas competentes para botar lá”, confidencia o ex-presidente.

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/fhc-foi-alertado-de-escandalo-na-petrobras-em-1996-mas-diz-que-nao-queria-mexer/

10 revelações sobre o programa norte-americano de assassinatos seletivos

 

Entre as revelações, está a de que a ordem para matar é validada pelo presidente dos EUA e que os ataques com drones se multiplicaram no governo Obama.

Damien Leloup, do Le Monde

The white house / Flickr

Milhares de ataques de mísseis e de mortes, em apenas meia dúzia de operações. O programa de assassinato seletivo conduzido pelos Estados Unidos no Afeganistão ou no Iêmen, como parte de sua luta contra o terrorismo é extenso – e muito sigiloso. A investigação do site The Intercept, "The Drone Papers", revela muitos aspectos desconhecidos do programa, e confirma outros já conhecidos, no momento em que a França também começa a realizar ataques direcionados na Síria, com a ajuda dos órgãos de inteligência dos EUA.
1) Até nove em cada dez pessoas mortas não eram alvos
A primeira constatação a partir dos documentos do exército norte-americano é a ineficiência do caráter "seletivo" dos assassinatos por drones. Em uma análise detalhada dos resultados da operação Haymaker, no norte do Afeganistão, os relatórios militares revelam que o número de "jackpots" – morte da pessoa visada por um ataque – é baixo: em fevereiro de 2013, a operação tem 35 "jackpots", e 200 "EKIA" – inimigos mortos em combate – no mesmo período.
Os militares dos EUA usam este termo para designar as pessoas mortas que eles identificam como insurgentes ou soldados inimigos não diretamente visados – para estabelecer esta classificação, o exército se baseia em suas próprias fontes, como imagens captadas, também, por drones. Contas que tende a subestimar o número de vítimas civis, diz a interceptação. Durante um período de cinco meses no Afeganistão, o site descobriu que nove em cada dez pessoas mortas não eram os alvos dos ataques.
O The Intercept também cita um estudo realizado pelo acadêmico Larry Lewis, que analisou os resultados das operações americanas no Afeganistão durante vários anos. Segundo seus cálculos, os ataques realizados por drones na região mataram muito mais civis que os bombardeios da aviação: ele conclui que os drones matam, em média, dez vezes mais civis do que os aviões norte-americanos. Uma diferença explicada em parte pela baixa qualidade das informações em que se baseiam os ataques por drones.
2) A ordem para matar é validada pelo presidente dos Estados Unidos
Para determinar quem pode ser alvo de um ataque de um drone, o exército dos EUA segue uma complexa cadeia de comando, com alguns aspectos não detalhados nos documentos publicados pelo Intercept.
Tudo começa com a criação de um "dossiê", chamado "Cartão de Beisebol", que estabelece o perfil da pessoa, as razões pelas quais o seu assassinato é solicitado, e que segue um processo de validação em sete etapas. Em média, leva-se dois meses para obter todas as aprovações necessárias; em seguida, começa um período de sessenta dias, durante o qual o ataque é autorizado.
Na última cena do documentário Citizen Four, sobre as revelações do informante Edward Snowden, Glenn Greenwald, fundador do Intercept, já sugeria possuir documentos secretos sobre o programa de drones americanos, transmitido a ele por outro informante. No filme, podemos vê-lo desenhar uma pirâmide em um pedaço de papel, mostrá-la a Edward Snowden e dizer: "vai até o presidente" – o diagrama que aparece rapidamente na tela se assemelhava bastante ao publicado agora pelo Intercept.
3) Os assassinatos são decididos, essencialmente, com base em espionagem eletrônica
Os "Cartões de Beisebol" e os dossiês compilados pelas forças americanas são, em grande parte, elaborados com base em fontes de inteligência eletrônica – programas de vigilância em massa da NSA e escutas, como explica o Intercept. Os próprios drones são utilizados para coletar grande quantidade de dados: armados ou de observação, a maioria dos drones utilizados pelos militares americanos dispõe de uma antena de retransmissão, que os permite triangular a posição de um telefone celular com grande precisão.
De acordo com uma fonte anônima citada pela reportagem, o sistema "conta com máquinas muito potentes, capazes de coletar uma quantidade incrível de dados", mas "comporta, em muitos níveis, riscos de erros de análise e de atribuição". De acordo com a mesma pessoa, "é incrível o número de casos em que um seletor (uma identificação com login e senha, por exemplo) é atribuído à pessoa errada. E só várias semanas ou meses depois você percebe que a pessoa que você está seguindo não é o seu alvo, porque você está na verdade rastreando o telefone da mãe daquela pessoa, por exemplo".
4) Os critérios para entrar na "lista de morte" são vagos
Oficialmente, a política dos Estados Unidos é a de atirar para matar apenas em casos em que o alvo "represente um risco contínuo e iminente para a segurança dos americanos". Os documentos publicados pelo Intercept, no entanto, mostram que apenas um critério é analisado para determinar se uma pessoa pode ou não ser incluída na lista de alvos potenciais: o fato de "representar uma ameaça para as tropas dos EUA ou para os interesses americanos".
Este critério particularmente vago tem pouco sentido em algumas regiões do mundo onde os militares dos EUA só realizam ataques direcionados por drones – no Iêmen, por exemplo, a presença dos EUA é quase inexistente. Os ataques de drones, no entanto, já mataram 490 pessoas no país, segundo dados do próprio exército.
5) "Capturar ou matar" tornou-se "Matar"
As campanhas direcionadas do exército americano são chamadas de "Capture/kill" – capturar ou matar. Mas, no caso de ataques de drones, "a expressão é enganadora - "Capturar" se escreve em minúsculas: nunca capturamos ninguém", reconheceu o tenente-general Michael Flynn, ex-chefe da agência de inteligência do exército.
A escolha de se concentrar em ataques letais por drones, em vez de operações de captura, de maior risco, tem implicações para o tipo de informações coletadas. Sem interrogatórios, os militares se fiam cada vez mais na inteligência eletrônica, em detrimento da inteligência humana, considerada, no entanto, essencial.
6) "Exploração e análise" são os primos pobres das operações
A doutrina do exército americano sobre terrorismo é resumida em uma sigla: FFFEA. Find, fix, finish, exploitation and analysis – “achar, consertar, dominar, explorar e analisar". Mas os documentos mostram que a última parte do processo é quase inexistente em ataques de drones, particularmente no Leste da África e no Iêmen.
Na maioria dos casos, depois de um ataque mortal, não há soldados no local para recuperar documentos, computadores ou telefones celulares, nem para interrogar os sobreviventes. O que leva a "becos sem saída" em matéria de inteligência.
7) Os ataques de drones fortalecem os adversários dos EUA
Devido à falta de precisão dos ataques e aos erros de informação que levam a atingir as pessoas "erradas", as campanhas de drones ajudam a fortalecer os adversários americanos, explica o Intercept. O site menciona o exemplo de Haji Matin, morto por um ataque em 2012: este comerciante de madeira tinha sido denunciado como militante talibã por rivais nos negócios. O exército dos EUA bombardeou sua casa, matando vários membros de sua família... e transformou-o em líder local da militância antiamericana.
8) O número de ataques se multiplicou no governo Obama
Antes da posse de Barack Obama, apenas um ataque de drone havia ocorrido no Iêmen, em 2002. Em 2012, houve um ataque a cada seis dias naquele país. Desde agosto de 2015, estes ataques já mataram 490 pessoas.
Um ex-funcionário dos serviços de inteligência do governo dos Estados Unidos disse que o uso de drones "foi a escolha política mais vantajosa: de baixo custo, não faz vítimas americanas. É bem recebida nos EUA, sendo impopular apenas no exterior. Os danos desta política aos interesses americanos só serão visíveis a longo prazo".
9) A distância e o "efeito canudo" reduzem bastante a eficácia dos drones
Apesar da tecnologia avançada, e da impressão de que podem intervir em qualquer lugar e a qualquer momento, os drones não são eficazes em todas as situações. Para conseguir identificar, rastrear e abrir fogo contra um suspeito, é preciso manter contato visual por um longo período. No entanto, em algumas áreas, especialmente no Iêmen, a longa distância que os drones precisam percorrer torna esta cobertura permanente muito difícil, pois eles muitas vezes gastam mais tempo de vôo para chegar a sua posição do que na "ação" propriamente dita.
Além disso, os operadores de drones são vítimas de um "efeito canudo" (como se estivessem avaliando o todo observando através de um canudo): o alcance das câmeras é limitado, o que leva a dificuldades para seguir os "suspeitos" e aumenta o risco de erros de identificação.
10) Para ampliar o programa de drones, o exército americano multiplicou o número de bases na África
Para reduzir as distâncias percorridas pelos drones, o comando americano discretamente aumentou o número de bases, especialmente na África. Estas bases secretas complementam o sistema criado pelo U.S. Africa Command, cuja base principal está no acampamento Lemonnier, antigo posto avançado da Legião Estrangeira da França.
Tradução de Clarisse Meireles

http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Internacional/10-revelacoes-sobre-o-programa-norte-americano-de-assassinatos-seletivos/6/34774

Ousadia: Brasil quer pousar sonda em triplo asteroide em 2019

 


O Brasil está prestes a dar um importante salto tecnológico e realizar o que poucos países já fizeram em termos de tecnologia espacial. Se tudo der certo, o país pousará uma pequena sonda em um raro mundo distante, dando início à primeira exploração espacial brasileira.

Orbita da Sonda Aster
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Batizada de Missão ASTER, o projeto é uma parceria entre diversas universidades e instituições brasileiras e tem como objetivo principal o desenvolvimento e a qualificação do país em tecnologias de ponta, além de fornecer uma grande oportunidade de pesquisa em diversos setores do conhecimento, especialmente a geologia planetária.

O alvo da missão ASTER é o triplo asteroide 2001 SN263, descoberto pelo projeto LINEAR em 2001. Na ocasião da descoberta, pesquisadores estadunidenses acreditavam se tratar de um objeto único, mas através de imagens de radar feitas em 2008 através do radiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico, constatou-se que era um sistema triplo, com duas rochas orbitando o asteroide principal.

Programada inicialmente para ser lançada em 2015, a missão ASTER teve seu início adiado e a nova data foi marcada para outubro de 2017, com previsão de chegada ao asteroide em fevereiro de 2019, quando o objeto estiver a 150 milhões de quilômetros da Terra.

O projeto da estrutura principal da nave não é de concepção brasileira, mas uma adaptação de uma sonda espacial desenvolvida pelo IKI, Instituto de Pesquisas Espaciais, da Rússia.

Asteroide 2001 sn263
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Instrumentos e Experimentos
O veículo será modificado para receber uma série de experimentos que fazem parte da missão, entre eles o instrumento ALR, um altímetro laser desenvolvido pela Universidade de Campinas e que terá importância fundamental durante as fases de aproximação e pouso no asteroide. Além disso, o instrumento deverá registrar dados para obtenção de perfis topográficos e confecção de um modelo global de 2001 SN263.

A bordo da sonda seguirão viagem uma vasta gama de instrumentos, entre eles um espectrômetro infravermelho, que será usado na mineralogia do asteroide e um espectrômetro de massa, que possibilitará determinar os componentes químicos encontrados na rocha.

A ASTER também carregará em seu interior um experimento de astrobiologia, que verificará a resistência de micro-organismos no ambiente do asteroide e um experimento de plasma, para detectar e analisar esse estado da matéria nas imediações de 2001 SN263.

Além dos instrumentos e experimentos mencionados, a ASTER também levará uma câmera imageadora de alta resolução, que fará fotografias antes, durante e depois do pouso.

A alimentação dos circuitos e computadores de bordo ficará a cargo de um conjunto de painéis solares de arseneto de Gálio, com capacidade de 2100 Watts.

Propulsão da ASTER
Para chegar ao asteroide, a sonda fará uso de um moderno trio de propulsores iônicos, PION, PTT e PHALL, desenvolvidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e pela Universidade de Brasília. Esses propulsores são 10 vezes mais econômicos que os modelos tradicionais, permitindo que a sonda viaje por dois anos até entrar na órbita de 2001 SN263.

A massa estimada da sonda ASTER é de 150 kg, dos quais 66 kg correspondem ao peso do combustível.

Missão Difícil
Até hoje, poucas sondas realizaram o desafio proposto pela missão ASTER.

Em 2000, os EUA enviaram a nave Near-Shoemaker para explorar o asteroide Eros. Em 2003 foi a vez do Japão enviar a sonda Hayabusa até o asteroide Itokawa, onde realizou imagens e dados geológicos. Em 2012 a Nasa lançou a sonda Dawn com destino ao asteroide VESTA.

Se os planos brasileiros não forem adiados, será a primeira vez que um asteroide triplo receberá a visita de uma nave terrestre.

Foguete
Apesar do desenvolvimento da sonda estar bem adiantado, o mesmo não se pode dizer de um possível veículo lançador brasileiro que poderia levar a sonda até a órbita de transferência, condição necessária para a ASTER seguir viagem rumo ao asteroide.

Os testes do Veículo Lançador de Satélites, VLS, estão bem atrasados e ao que tudo indica não poderá ser usado para colocar em órbita a sonda. Se essa opção não for possível, o Brasil deverá usar a estrutura e os foguetes lançadores russos.

Equipe da Missão
O projeto ASTER é uma parceria entre diversas instituições brasileiras, entre elas o Observatório do Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Observatório Nacional (ON), Universidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto Astronômico e Geofísico da Universidade de São Paulo (IAG-USP), Universidade Federal do ABC, Unicamp, INPE, Agência Espacial Brasileira (AEB) e Instituto de Pesquisas Espaciais da Rússia.

Logo Missao ASTER

A missão está sendo coordenada pelos pesquisadores Elbert Macau e Haroldo de Campos Velho, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Othon Winter, ligado à Universidade Estadual Paulista e Alexander Sukhanov, cientista ligado ao INPE e Instituto de Pesquisas Espaciais da Rússia.

Artes: No topo, diagrama das órbitas envolvidas na missão ASTER rumo ao asteroide 2001 SN263. O traço vermelho é a órbita da sonda. Na sequência, imagens de radar do triplo asteroide 2001 SN263, registradas pelo radiotelescópio de Arecibo. Acima, logo da missão ASTER com todas as instituições envolvidas. Créditos: Ciência Hoje, Apolo11.com.

http://www.apolo11.com/espaco_brasil.php?posic=dat_20121119-095832.inc

Relações entre Rússia e Brasil enfrentam ‘nova agenda’

 

Carlos Gadelha

© Sputnik/ Arti Soni

 

Para que o intercâmbio comercial entre a Rússia e o Brasil atinja a meta de 10 bilhões de reais, é preciso que os países aumentem o grau de cooperação na área industrial.

Esta opinião, que pertence ao secretário de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Carlos Gadelha, foi expressada por ele em um comentário exclusivo à Sputnik às margens do encontro de ministros da Indústria dos BRICS nesta terça-feira (20) em Moscou.

“Pela primeira vez, os BRICS se encontram para cooperação em produção, para se integrar melhor nas cadeias globais de valor. A cooperação com a Rússia tem um papel estratégico em diversas áreas: a espacial, a da tecnologia, mineração, biotecnologias, da saúde. Então, nós vemos este momento como um momento único. Sem cooperação produtiva, não há avanço comercial”, disse o secretário.

Ele lembrou o patamar de 10 bilhões de dólares é a meta do comércio dos dois países e que ambos fazem parte do grupo BRICS. Notando que agora, as exportações e as importações entre a Rússia e o Brasil estão em um patamar de 6-7 bilhões de dólares, destacou que “nós precisamos de cooperar no setor produtivo e no setor industrial” para fazer este aumento de 30%.

“Isto coloca uma nova agenda para a relação Brasil-Rússia e para os BRICS, cooperação não apenas na diplomacia, mas na cooperação industrial também”, frisou

Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20151020/2486454/relacoes-entre-russia-e-brasil-enfentam-nova-agenda.html#ixzz3p88FeU5r

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Governo único globalista

 

Caminhando para um Governo Mundial, com uma economia e uma única religião Global

Michael Snyder
Economic Collapse

A elite global nunca foram mais perto de seu objetivo de um mundo unido.
Graças a uma série de intertravamento tratados e acordos internacionais, o governo deste planeta é cada vez mais globalizado e centralizado, mas a maioria das pessoas não parecem estar alarmado com isso em tudo. Nos últimos 30 dias, temos visto alguns dos maiores passos em direção a um governo de um mundo, uma economia de um mundo e uma religião mundial que já testemunhou, mas esses eventos geraram muito pouca discussão ou debate públicos. Então, por favor, compartilhe este artigo com tantas pessoas quanto possível. Precisamos acordar as pessoas sobre isso antes que seja tarde demais.
A partir de 25 setembro - 27 setembro, as Nações Unidas lançaram uma "nova agenda universal" para a humanidade. Essas não são minhas palavras, eles realmente sair diretamente do documento de base para esta nova agenda. O Papa viajou para Nova York para dar uma palestra que teve início esta conferência, dando assim o seu aval considerável para esse novo plano. Praticamente todas as nações no planeta inteiro assinado de boa vontade para os 17 gols que estão incluídos neste plano, mas desta vez impressionante de eventos fez muito poucas manchetes internacionais.
As Nações Unidas estão prometendo que, se trabalharmos todos juntos que nós podemos transformar nosso planeta em algum tipo de "utopia", mas a verdade é que toda essa conversa sobre "unidade" mascara uma agenda muito insidioso. A seguir vem de uma peça recente de Paul McGuire, autor de um novo livro inovador, intitulado "O Código Babylon" ...
A ONU não está a pedir permissão, mas a emissão de um comando que o planeta inteiro se comprometerá a 17 metas de desenvolvimento sustentável e 169 metas de desenvolvimento sustentável que visa transformar radicalmente nosso mundo até 2030. O plano da ONU 2030 promovido pelo Papa vai avançar Agenda 21 em esteróides . Através de uma mídia controlada das populações em massa serão informados de que isto é tudo sobre como salvar o meio ambiente e "acabar com a pobreza." Mas isso não é a verdadeira agenda da Agenda 21. A verdadeira agenda da Agenda 21 é o de estabelecer um governo global, econômica global sistema, e da religião global. Quando o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-Moon falou de "um sonho de um mundo de paz e dignidade para todos" isso não é diferente do que quando os comunistas prometeram ao povo um "paraíso dos trabalhadores."
Para a população em geral ", a Agenda 2030" foi rebatizada como "os objetivos globais". Em 26 de setembro, alguns dos maiores nomes do mundo da música (incluindo Beyonce) promoveu estas novas "metas globais" no "Festival do Cidadão Global", que foi realizada no Central Park. E você pode assistir a um vídeo do YouTube, onde alguns dos nomes mais famosos em todo o planeta exortar todos nós para chegar por trás desses novos "objectivos globais" aqui mesmo.
Nada disso é por acaso. Nós estamos sendo treinados para pensar em nós mesmos como "cidadãos globais" que pertencem a uma "comunidade global". Décadas atrás, a maioria dos americanos teria sido em pé de guerra sobre algo como isso. Mas agora a maioria das pessoas apenas parecem aceitar essas mudanças de forma passiva. Sociedades secretas muito poderosas e as organizações internacionais têm sido nos movendo nessa direção por muito tempo, ea maioria dos americanos simplesmente não têm idéia o que está acontecendo. Aqui é mais a partir de Paul McGuire ...
As Nações Unidas são um governo global de fato e não descarta pelo "consentimento dos governados." As Nações Unidas são um governo global ao qual os políticos americanos de ambos os partidos se renderam nossos direitos constitucionais. Se você olhar para a presidencial republicano debates você vê a grande maioria das pessoas corrida são "homens e mulheres compraram." Eles estão lá para fazer a licitação de seus verdadeiros mestres, as famílias de banqueiros internacionais e suas entrelaçadas sociedades secretas. Se um candidato tem um conjunto diferente de crenças do que o "grupo orwelliano pensar" que constitui política interna e externa, ele está autorizado a ir apenas até certo ponto.
Quem são esses poderosos grupos de elite e as sociedades secretas que executá-los? Como nós extensivamente documentar em nosso novo livro, O Código Babilônia, co-escrito por este autor e Troy Anderson, um jornalista investigativo Pulitzer Prize-nomeado, existe uma rede muito real de grupos semi-secretos e secretos. Grupos como o Conselho de Relações Exteriores, a Comissão Trilateral, do Instituto Real de Relações Internacionais, Nações Unidas, Clube de Roma, O Grupo Bilderberg, e outros controlar presidentes, primeiros-ministros, redes de mídia, políticos, diretores executivos e nações inteiras. Você quase nunca ouvir qualquer análise substantiva pelos meios de comunicação, que é controlada por esses grupos nem de tentativas de responsabilizá-los pelos governos ao redor do mundo.
Outra maneira que o nosso planeta está sendo "unida" é através da utilização de acordos comerciais internacionais.
O objetivo final é para todo o mundo para se tornar um "mercado único", com leis uniformes, regras e regulamentos. Mas como nós mesclar nossa economia com o resto do mundo, os Estados Unidos tem vindo a perder dezenas de milhares de empresas e milhões de empregos como as corporações monolíticas que agora dominam a nossa economia a produção de mudança para áreas onde o trabalho é muito mais barato. Isto é absolutamente destruir a classe média, mas muito poucas pessoas parecem se importar.
As negociações para um dos maiores tratados internacionais de comércio que o mundo já viu recentemente concluídos. A Parceria Trans-Pacífico, também conhecido como "Obamatrade", representaria um passo gigante em direção a uma economia global verdadeiramente unificado. O que se segue é um trecho de um de meus artigos anteriores ...
Acabamos de assistir um dos passos mais significativos em direção a um sistema econômico um mundo que já vi. As negociações para a Parceria Trans-Pacífico foram concluídos e, se aprovado, irá criar o maior bloco comercial do planeta. Mas este não é apenas um acordo comercial. Neste tratado, Barack Obama tem jogado em todos os tipos de coisas que ele nunca teria sido capaz de obter através do congresso contrário. E uma vez que este tratado seja aprovado, será extremamente difícil de sempre fazer alterações nele. Então, basicamente o que está acontecendo é que a agenda de Obama está sendo permanentemente bloqueado por 40 por cento da economia global.
Os Estados Unidos, Canadá, Japão, México, Austrália, Brunei, Chile, Malásia, Nova Zelândia, Peru, Cingapura e Vietnã, todos eles pretendem assinar para esse plano insidioso. Coletivamente, essas nações têm uma população total de cerca de 800 milhões de pessoas e um PIB combinado de cerca de 28 trilhões de dólares.
E você quer saber quem empurrou muito duro para dar a Obama autoridade para negociar acordos Fast Track para que essas negociações poderiam ser levados a uma conclusão bem-sucedida?
Era a liderança republicana no Congresso traidor. Eles fizeram tudo o que podiam para pavimentar o caminho para Obamatrade.
Nós também estamos vendo alguns movimentos impressionantes em direção a uma religião mundial.
Nos últimos anos, você pode ter notado que ele tornou-se muito na moda dizer que todas as religiões são apenas diferentes caminhos para o mesmo Deus. Na verdade, muitos líderes religiosos proeminentes estão agora proclamar abertamente que as duas maiores religiões em todo o planeta, o cristianismo eo islamismo, adoram o mesmo deus exato.
Por exemplo, basta considerar o que o Papa está dizendo publicamente sobre este assunto. O que se segue é um trecho extenso de um dos meus últimos artigos sobre Fim do sonho americano ...
*****
O Papa Francisco tinha a dizer na Catedral de St. Patrick em Manhattan tem recebido muito pouca cobertura pela mídia mainstream, mas foi extremamente significativo. O seguinte é como ele começou seu discurso ...
Eu gostaria de expressar dois sentimentos para os meus irmãos e irmãs muçulmanos: Em primeiro lugar, as minhas saudações como eles celebram a festa do sacrifício. Eu teria desejado a minha saudação a ser mais quente. Meus sentimentos de proximidade, os meus sentimentos de proximidade em face da tragédia. A tragédia que sofreu Meca.
Neste momento, eu dar garantias de minhas orações. Uno-me com todos vocês. A oração a Deus todo-poderoso, todo misericordioso.
Ele não escolheu essas palavras por acidente. No Islã, Deus é conhecido como "o todo-misericordioso". Se você duvida disso, basta fazer uma pesquisa no Google.
E esta não é a primeira vez que o Papa Francis tem usado esse tipo de linguagem. Por exemplo, a seguinte vem de observações que ele fez durante seu primeiro encontro ecumênico como o Papa ...
Além disso, saúdo cordialmente e agradeço a todos vocês, queridos amigos que pertencem a outras tradições religiosas; primeiro de todos os muçulmanos, que adoram o Deus único, vivo e misericordioso, e chamá-Lo em oração, e todos vocês. Eu realmente aprecio a sua presença: nele eu vejo um sinal tangível da vontade de crescer na estima mútua e da cooperação para o bem comum da humanidade.
A Igreja Católica está ciente da importância de promover a amizade e respeito entre homens e mulheres de diferentes tradições religiosas - Quero repetir isso: promover a amizade e respeito entre homens e mulheres de diferentes tradições religiosas - também atesta o valioso trabalho que a Pontifícia Conselho para o diálogo inter-religioso realiza.
Papa Francisco acredita claramente que os cristãos e os muçulmanos adoram o mesmo Deus exata. E assim que ajuda a explicar por que ele autorizou "orações islâmicas e leituras do Alcorão" no Vaticano pela primeira vez de volta em 2014.
*****
O que está acontecendo é inegável.
Estamos caminhando em direção a um governo de um mundo, uma economia de um mundo e uma religião mundial.
É claro que não vai chegar lá durante a noite. Vai levar algum tempo, e não vão ser muito poucos solavancos ao longo do caminho. Na verdade, eu acredito que o nosso planeta vai experimentar uma quantidade extrema de caos antes de realmente chegar lá.
Mas toda grande crise será usado como uma desculpa para fazer avançar esta agenda. Praticamente todas as soluções que a elite nos oferecer envolverá mais a globalização e uma maior centralização. Vamos ser informados de que todos os nossos problemas serão resolvidos se a humanidade só vai vir junto na unidade.
Para alguns, a meta de um "planeta unida" em que estamos todos a trabalhar em conjunto para erradicar coisas como pobreza, guerra e doença faz todo o sentido do mundo.
Para outros, um governo mundial, uma economia de um mundo e uma religião mundial significaria simplesmente preparando o palco para "uma tirania mundial".
Então, o que você acha? Por favor, sinta-se livre para compartilhar seus pensamentos por postar um comentário abaixo ...

Poderá também http://undhorizontenews2.blogspot.com.br/

China cooptando o principal parceiro dos EUA

"Presidente chinês elogia abertura de mercado visionária dos britânicos" 18.02.15

O presidente da China, Xi Jinping, não economizou elogios aos britânicos pelo que chamou de “escolha visionária e estratégica” de fortalecer os laços comerciais com a China, ao se preparar para uma visita de Estado ao Reino Unido que, segundo expectativas, será mais rica em pompa e consideravelmente mais calorosa do que a sua recente viagem aos Estados Unidos.A visita se dá num momento de ansiedade global por causa da desaceleração econômica chinesa. O próprio Xi reconheceu haver “preocupações com a economia chinesa”, mas buscou minimizá-las em entrevista por escrito à Reuters.A própria China está preocupada com a desaceleração econômica global, disse Xi, mesmo enquanto expressava confiança de que o país atravessará o atual período, à medida que reformula a economia para que ela seja mais resiliente no futuro.Essa confiança vai estar à mostra quando Xi chegar a Londres no fim da segunda-feira para iniciar a visita de quatro dias que, espera-se, consolidará os laços entre britânicos e chineses e que inclui acordos comerciais.

"O Reino Unido afirmou que será o país ocidental mais aberto para a China. Essa é uma escolha visionária e estratégica que corresponde completamente aos interesses de longo prazo britânicos”, afirmou Xi, na resposta por escrito às perguntas da Reuters."A China quer interagir com o Reino Unido de forma ampla, em alto nível e grande profundidade.”A visita de Xi ocorre em meio ao debate no Reino Unido e em outros países ocidentais sobre qual seria a melhor maneira de se relacionar com a China comunista, que tem se tornado mais influente na diplomacia e na economia, mas que mantém posições em tópicos que vão de direitos humanos até o Mar do Sul da China que não são frequentemente as que o Ocidente tem.Xi pediu ao Reino Unido para evitar o que ele chamou de preconceito contra companhias chinesas. Pequim dá apoio a empresas que vão de trem de alta velocidade até tecnologia nuclear, como parte dos esforços para competir por contratos internacionais."A competição é necessária para um negócio crescer, e ninguém vai deixar um mercado para os rivais”, afirmou Xi, em comentários feitos em inglês. “Esperamos que essa competição seja benigna e baseada nas forças do mercado. Não deve haver nenhuma porta vaivém ou portas de vidro colocadas como barreiras não econômicas, sem base no mercado.”

http://inteligenciabrasileira.blogspot.com.br/

A mais nova prova histórica das armações da imprensa contra Lula

 

folha lula

A grandiloquência da manchete principal de primeira página da edição da Folha de São Paulo de 16 de outubro de 2015 sugeriu ao leitor uma grande revelação sobre o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Porém, a matéria era mentirosa. A manchete, falsa. Uma “bala de festim”. E não, não é um “petralha” quem diz isso.

A ombudsman da Folha de São Paulo, Vera Guimarães Martins, criticou, na última edição dominical desse veículo, matéria que noticiou menção de delator da Lava Jato ao ex-presidente.

Vera criticou o destaque dado a uma declaração do tal “Fernando Baiano”. A ombudsman disse, simplesmente, que o jornal distorceu a declaração do delator. Mas o que a fez condenar a Folha ainda mais foi ter elevado uma declaração inconclusiva ao patamar de notícia bombástica.

Para entender por que, há que fazer uma comparação. Não há diferença alguma entre a declaração desse delator sobre Lula e outra dada pelo doleiro Alberto Yousseff sobre Aécio Neves.

O delator “Fernando Baiano” diz ter repassado dinheiro ilegal ao empresário José Carlos Bumlai, que teria pedido a quantia em nome de uma das noras de Lula. O doleiro Alberto Youssef afirmou que o ex-deputado José Janene e o presidente da empresa Bauruense, Airton Daré, acusaram Aécio Neves e a irmã dele de usarem a empresa Furnas para arrecadar propinas.

Qual é a diferença entre as duas acusações? Zero.

Qual a diferença entre o destaque dado pela imprensa à acusação de “Fernando Baiano” e o que foi dado à acusação contra Yousseff? Enorme.

A acusação contra Lula ganhou manchetes principais de primeira página. Mas e contra Aécio, houve celeuma igual? Claro que não. Todos sabem que não.

Qual é a diferença de importância entre Lula e Aécio? Neste momento, nenhuma. Um é o maior líder político dos governistas e o outro é o maior líder político dos oposicionistas. Fazer bombar a acusação contra um e minimizar a acusação contra o outro, pois, é partidarismo descarado.

Não existe um único jornalista responsável que seja capaz de negar esse fato.

Aliás, por que a acusação contra Lula está sendo investigada e a acusação contra Aécio, não? Além da imprensa, Ministério Público, Polícia Federal e Justiça tampouco conseguirão explicar uma diferença tão grande de tratamento a casos praticamente iguais.

Apesar do texto curto, as palavras da ombudsman da Folha são demolidoras para o jornal. Ela simplesmente o acusa de ter mentido sobre o que disse o delator “Fernando Baiano” sobre Lula e sua família.

Vejamos.

folha lula 1

Duas outras ponderações da ombudsman valem a pena ser comentadas.

Primeiro, quando ela acusa a Folha de transformar “títulos esquentados” em manchete principal de primeira página. Sabe o que é um “título esquentado”? É uma manchete sensacionalista e que, segundo diz a ombudsman, não condiz com a reportagem a que essa manchete remete.

Trocando em miúdos: a ombudsman acusou a Folha de fazer seu leitor de palhaço. Simples assim.

A segunda ponderação da ombudsman que deve ser destacada de seu texto curtíssimo sobre o caso é a explicação da Folha para ter feito o que fez. Segundo a Redação do jornal, “As declarações [de “Fernando Baiano”] foram prestadas à Justiça em um acordo de delação premiada”. O jornal diz que não acha “justo”, portanto, dizer que a matéria é “disse-me-disse”.

Vamos falar do que é justo, então. A matéria (linkada acima) sobre acusação quase idêntica contra Aécio quando era governador de Minas Gerais – acusação que veio à tona recentemente – foi feita, também, em um acordo de delação premiada entre o delator Alberto Yousseff e a Justiça. Por que a Folha tratou aquele caso de forma diferente?

Eis que o Blog resolveu verificar de que forma a Folha tratou a acusação de Yousseff contra Aécio. Abaixo, resultado da busca feita no site do jornal.

folha lula 2

Ou seja: acusação contra Lula ganha a manchete mais destacada possível e a acusação contra Aécio não ganha manchete nenhuma. Nem com pouco destaque.

Como a “Redação” explica isso? Não explica. Nunca explicou. E, se for instada a explicar, não o fará.

Por que? Porque ninguém vai dar (voluntariamente) uma explicação que o comprometa. E a explicação para esse comportamento do jornal é a de que ele atua com viés político-partidário, o que não poderia comprometer mais um veículo que tenta passar ao público a imagem de “isento”.

Apesar de ser triste comprovar, mais uma vez, o nível transbordante de má fé que permeia o jornalismo corporativo no Brasil, a coluna da ombudsman acima reproduzida servirá como registro histórico de grande eloquência.

No futuro, os historiadores concluirão que, além de os grandes meios de imprensa brasileiros desta época serem partidarizados, atuavam com dose cavalar de cinismo, de desfaçatez, de verdadeiro deboche, pois chegavam a reconhecer que seu jornalismo era antiético, mas, apesar disso, não mudavam de comportamento.

http://www.blogdacidadania.com.br/2015/10/a-mais-nova-prova-historica-das-armacoes-da-imprensa-contra-lula/

domingo, 18 de outubro de 2015

Dilma diz 'lamentar' que Cunha seja um brasileiro

 

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Ao comentar as denúncias do Ministério Público suíço contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a presidente Dilma Rousseff disse neste domingo, 18, de Estocolmo, 'lamentar' que elas digam respeito a um brasileiro; Dilma também negou que o governo estivesse articulando qualquer acordo com o deputado e acusou a oposição de fazer tal trato; "Eu acho fantástico essa conversa de que o governo está fazendo acordo com quem quer que seja", ironizou; "O acordo de Eduardo Cunha não é com o governo, era com a oposição. Era público e notório. Até na nota aparece", destacou a presidente, em referência à nota em que a oposição defendia o afastamento de Cunha, mas que foi vista apenas como uma forma de responder às pressões de governistas e oposicionistas

18 de Outubro de 2015 às 17:58

247 - Durante entrevista neste domingo, 18, na Suécia, onde cumpre viagem oficial, a presidente Dilma Rousseff comentou as denúncias de que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tem contas secretas na Suíça. "Eu lamento que seja um brasileiro", afirmou a presidente, por três vezes.

Dilma descartou as insinuações de que teria firmado um acordo com Cunha para garantir "estabilidade! ao País. "Eu acho fantástico essa conversa de que o governo está fazendo acordo com quem quer que seja", disse . "O acordo de Eduardo Cunha não é com o governo, era com a oposição. Era público e notório. Até na nota aparece", disse Dilma, referindo-se a um comunicado emitido em 8 de outubro pelas direções do PSDB, DEM, PPS e PSB, no qual a oposição pediu o "afastamento do cargo" do presidente da Câmara para que ele pudesse "exercer seu direito constitucional à ampla defesa".

Para Dilma, os interesses do País devem estar acima de questões partidárias. "Nós ainda temos de alcançar uma estabilidade política baseada em um acordo no sentido de que os interesses partidários, pessoais, de cada corrente, têm de ser colocados abaixo dos interesses do país", completou.

http://www.brasil247.com/pt/247/poder/201412/Dilma-diz-'lamentar'-que-Cunha-seja-um-brasileiro.htm

Dilma rebate PT e assegura: “o ministro Levy fica”

 

Roberto Stuckert Filho/PR:

18 de Outubro de 2015 às 13:47

247 – Na primeira entrevista concedida desde a reunião com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, na última sexta-feira 16, a presidente Dilma Rousseff foi contundente na tarde deste domingo ao dizer que Levy fica no governo.

A declaração foi feita em Estocolmo, na Suécia, e vai contra todas as pressões do PT. "Ele não está saindo do governo. Ponto. Eu não trato mais desse assunto", disse Dilma, irritada com o tema.

"Qualquer coisa além disso está ficando especulativo. Vocês não farão especulação a respeito do ministro da Fazenda comigo", acrescentou a presidente.

Neste domingo, o presidente do PT, Rui Falcão, aumentou a pressão pela saída do ministro. "Ou muda a política econômica, ou sai", afirmou, em entrevista.

Sobre a declaração, Dilma rebateu enfática que a opinião de Rui Falcão "não é a opinião do governo". "Eu acho que o presidente do PT pode ter a opinião que quiser, mas não é a opinião do governo. A gente respeita a opinião do presidente do PT, mas isso não significa que seja a opinião do governo", disse.

Diante da insistência sobre quais seriam as chances de Levy, após a declaração de Rui Falcão, deixar o governo, Dilma reforçou: "Se eu lhe disse que não é opinião do governo [a de Rui Falcão], o ministro Levy fica". Dilma acrescentou: "Se ele fica, é porque concordamos com a política econômica dele."

Na sexta-feira, a imprensa divulgou que Levy entregaria a Dilma uma carta de demissão, pois estaria cansado de ser fritado pelo PT. Levy saiu irritado da reunião, sem falar com os jornalistas. A notícia divulgada posteriormente, após a agitação do mercado, foi de que ele não teria entregado a carta e continuaria no governo a contragosto.

Segundo Dilma, a demissão de Levy não foi assunto na reunião. "O que nós conversamos na sexta-feira foi sobre quais são os próximos passos e qual é a nossa estratégia no sentido de que se aprovem as principais medidas sobre o equilíbrio fiscal", declarou.

http://www.brasil247.com/pt/247/economia/201411/Dilma-rebate-PT-e-assegura-“o-ministro-Levy-fica”.htm

EUA e China em rota de colisão

 

Com navios de guerra norte-americanos indo em rota para ilhas contestadas , China pergunta: "O que na terra faz pensar que nós vamos tolerar isso?"

Zero Hedge
18 de outubro de 2015
Os EUA estão em uma situação militarmente difícil .

A Síria, a Rússia e o Irã têm aproveitado o fato de que o plano chocado pelo Ocidente e seus aliados regionais para desestabilizar o regime de Assad levou muito tempo para se desenvolver. A idéia era fomentar a discórdia e fornecer apoio encoberto para as várias milícias armadas que lutam para derrubar o governo. Mas o esforço está caminhando em seu quinto ano e Assad ainda está lá. Não só isso, tem havido uma série de consequências não intencionais (bem, pelo menos nós esperamos que eles são não intencionais). Em primeiro lugar, um dos grupos rebeldes apoiados pelo Ocidente e seus aliados transformou em uma banda insana de basquete branco vestindo sapato agitando bandeiras pretas , espada em punho como bandidos do deserto. Em segundo lugar, a luta criou uma crise de refugiados horrível que agora ameaça desestabilizar toda a Europa. Sentindo uma oportunidade geopolítica histórica, Moscou e Teerã simplesmente entraram em cena e deixando Washington nas nuvens. Agora, os EUA basicamente tem que decidir se querem ir para a guerra com a Rússia, porque paraquedear munição no meio do deserto não vai ser uma estratégia viável.

Enquanto isso, os EUA enfrentam outro confronto entre superpotências no Mar do Sul da China.

Quando Pequim iniciou seus esforços de recuperação de terras nas Spratly, estamos razoavelmente certos que o Pentágono não antecipará a medida em que o esforço seria rapidamente tornar-se uma dor de cabeça gigante para Washington.

Como um lembrete, não é tanto a dragagem que tem aliados regionais de Washington na virada do Pacífico Sul. Edifícação de Ilha foi feito antes na área. Pelo contrário, é o escopo do projeto que tem todos enervados com Beijing até agora construído mais de 3.000 acres de um novo território soberano no topo de que a China construiu tudo, desde fábricas de cimento, de estufas, para pistas.

Quer ou não os EUA realmente se preocupam com isso é discutível, embora estas pistas de envio é de fato fundamental para o comércio mundial. Mas com as Filipinas e outros lamentando, Washington fica com pouca escolha além de colocar uma cara brava para que o mundo deveria ter a idéia de que a China pode apenas redesenhar as fronteiras marítimas na vontade e estabelecer uma Doutrina Monroe a la chinesa-no processo.

Então, finalmente, os EUA decidiram que eles irão velejar alguns navios de guerra pelas ilhas só para ver se eles podem fazê-lo sem levar um tiro.

Não mesmo. Esse é o plano. "Vamos ver até onde podemos empurrá-los."

Este é, naturalmente, orquestrada sob o pretexto de uma liberdade de operação de navegação que, de certa forma, faz pouco sentido, porque a China nunca ameaçou o comércio global. Então, novamente, é bastante óbvio que Pequim tem algum papel militar para os novos consoles em mente.

Em qualquer caso, a China reagiu na quinta-feira, dizendo que o PLA irá "se levantar e usar a força" se necessário se os EUA devem fazer um "erro" com todo o plano de enviar navios de guerra.

Assim, em breve, Washington está agora em uma disputa de e encarar com tanto Moscou e Pequim e Rússia e China parecem ter começado a idéia de que os EUA perderam a sua determinação ultimamente e, provavelmente, irá piscar primeiro em ambos os impasses.

É com tudo isso em mente que nós trazemos-lhe o seguinte op-ed bastante divertido de Pequim no sábado em Xinhua, apresentados a seguir com nenhum comentário adicional:

* * *

Via Xinhua

Tentativas de provocação dos Estados Unidos para que se viole o Mar do Sul da China a soberania da China estão sabotando a paz e a estabilidade regional e militarizando as águas.

A Marinha dos EUA está preparando para realizar operações da "liberdade de navegação" , o envio de navios de guerra dentro de 12 milhas náuticas das ilhas chinesas no Mar do Sul da China. As operações dos Estados Unidos podem ter lugar dentro de dias, de acordo com relatórios.

No mês passado, em sua resposta à reivindicação de soberania sobre o Mar da China do Sul da China, o secretário de Defesa dos EUA Ash Carter disse que os EUA "vão voar, navegar e operar onde quer que a lei internacional permite, como fazemos em todo o mundo."

O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest disse em 08 de outubro que os navios de guerra norte-americanos vão ficar patrulhando perto de ilhas artificiais construídas pela China no Mar do Sul da China "e que não deve provocar reação significativa dos chineses."

Não nos esqueçamos de que em outubro de 1962, quando a União Soviética foi na construção de silos de mísseis em Cuba - nem mesmo em solo americano -O Presidente Kennedy dos EUAdeixou claro em um discurso televisionado que os Estados Unidos não iria "tolerar a existência dos silos de mísseis atualmente em vigor. "

O que na terra faz com que os Estados Unidos acreditam que a China deve e vai tolerar isso quando navios de superfície dos EUA em transgressão em território chinês no Mar do Sul da China?

China jamais tolerará qualquer provocação militar ou violação da soberania dos Estados Unidos ou qualquer outro país, assim como os Estados Unidos se recusaram a 53 anos atrás.

O stand da China nas disputas Mar da China Meridional é firme e clara. Soberania e reivindicações de direitos sobre Ilhas Nansha e suas águas adjacentes no Mar da China do Sul da China ter sido formado no longo curso da história e acolhido por sucessivos governos chinês e tem base histórica e jurídica adequada e sólida.

Assim como o artigo 15 da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar estipula, delimitando as águas territoriais da China e de outros países no Mar da China do Sul devem estar de acordo com o "título histórico" da China para a região.

China tem sido sempre, de uma forma construtiva e eficaz, um defensor firme da liberdade de navegação, bem como a paz e a estabilidade no Mar do Sul da China. E a China prometeu continuar a fazê-lo no futuro.

Construção de instalações civis e públicos sobre as ilhas e recifes de Nansha, que se inserem no âmbito da soberania de China da China, serve não só a China, mas também nações costeiras no Mar do Sul da China.

Por exemplo, dois faróis recentemente construído nos recifes da região ajudaram a guiar navios de passageiros de todo o mundo e melhorou significativamente a segurança da navegação.

Contrariamente ao dos EUA afirmam, serão os Estados Unidos, como um outsider, que provoca ainda mais as tensões no Mar do Sul da China, enviando soldados, aviões e navios de guerra para território chinês em nome da "liberdade de navegação".

Esta não é a primeira jogada pelos Estados Unidos para minar a paz e a estabilidade regionais que a China tem trabalhado tão duro para.

Ao longo dos últimos anos, os Estados Unidos tem realizado exercícios de grande escala frequentes com seus aliados no Mar da China Meridional, flexionando seus músculos militares.

De acordo com o website do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, o país tem implantado milhares de funcionários civis e militares, bem como um grande número de armas, a região do Pacífico.

Desestabilizar a região e conter a China, os Estados Unidos deliberadamente envolvendo nações sem partido, como o Japão, na questão do Mar do Sul da China e agitou disputas entre a China e outras partes, incluindo as Filipinas.

De maneira nenhuma irá China deixar os provocadores fazer ondas em águas que devem ser caracterizadas pela paz, amizade e cooperação.

No ano passado, o volume de comércio bilateral entre a China e os membros da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) ultrapassou 480 bilhões de dólares.

Nações em causa não têm outra alternativa senão lidar em conjunto com disputas no Mar do Sul da China que representam uma ameaça para o desenvolvimento ea prosperidade das partes na região.

Em 18 de setembro, em resposta às observações feitas pelo comandante das forças americanas no Pacífico em patrulhar o Mar da China do Sul, um porta-voz do Ministério do Exterior chinês disse que a China, como os Estados Unidos, defende a liberdade de navegação nas águas.

No entanto, o porta-voz sublinhou, a China se opõe ao desafio de qualquer país, em nome da liberdade de navegação, à soberania e à segurança da China no Mar da China Meridional.

Durante uma visita à Europa em Março de 2014, o presidente chinês, Xi Jinping salientou que seu país "nunca agitar-se-á qualquer problema, mas vai resolutamente salvaguardar os seus direitos legítimos" quando se trata de soberania e integridade territorial.

Apesar de reforçar a confiança mútua e gestão de disputas através de visitas de alto nível e fala ainda continua a ser a primeira opção para a China, o país vai, sem dúvida alguma, adotar medidas contra os Estados Unidos, se ele não parar de provocações militares que violem China.

Pessoas com visão em Washington deve e tem que ver claramente a determinação da China para salvaguardar a soberania nacional e a segurança regional.

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Dilma desembarca na Suécia em busca de acordos comerciais e educacionais

 

Visita de Dilma à Suécia renova parceria estratégica, afirmou embaixador

A presidenta Dilma Rousseff desembarcou neste sábado (17) em Estocolmo, na Suécia, onde terá compromissos oficiais com empresários e reuniões com o primeiro-ministro Stefan Löfven para ampliar cooperação comercial e educacional. Na agenda da presidenta está prevista uma visita à fábrica da Saab, fabricante dos caças Gripen NG, comprados pelo Brasil.
Após desembarcar, Dilma recebeu os cumprimentos de boas-vindas da vice-primeira-ministra sueca Åsa Romson e do embaixador da Suécia no Brasil, Per-Arne Hjelmborn. O primeiro compromisso oficial de Dilma será neste domingo (18), quando será recebida pelo rei Carlos XVI Gustavo e a rainha Silvia.
Para o embaixador do Brasil na Suécia, Marcos Pinta Gama, a visita é oportuna e marca a renovação de uma parceria estratégica entre Brasil e Suécia. “Brasil e Suécia já possuem uma relação extremamente sólida, e nós buscaremos aprofundar através da visita tão importante da presidenta porque ela vai permitir justamente a intensificação de uma série de projetos. E nós estamos discutindo com a Suécia um grande número de parcerias em áreas como o meio ambiente, a cooperação em mudança do clima, a cooperação em transportes, energia, área de inovação. Há grandes possibilidades de trabalho conjunto entre os dois países“, avalia.
Presidenta recebe cumprimentos na chegada ao Aeroporto de Arlanda

Presidenta recebe cumprimentos na chegada ao Aeroporto de ArlandaO Brasil foi convidado pelo primeiro-ministro sueco para integrar o Grupo de Alto Nível para apoiar a implementação da Agenda 2030, do qual também fazem parte África do Sul, Alemanha, Colômbia, Índia, Libéria, Suécia, Tanzânia, Timor Leste e Tunísia. O convite foi feito durante a Cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, realizada no mês passado em Nova Iorque.
“Na área política, Brasil e Suécia também já trabalham, cooperam fortemente nas Nações Unidas, em temas os mais variados, como desarmamento, Direitos Humanos e defesa da democracia”, destaca o diplomata.
Para Marcos Pinta Gama, o projeto de construção dos novos caças da Força Aérea Brasileira fortalece ainda mais as relações entre Brasil e Suécia. “Nosso relacionamento é extremamente diversificado: quase 250 empresas suecas estão instaladas no Brasil, algumas há quase 100 anos, como a Ericson, a SKF. E, portanto, a presença da Suécia na economia brasileira é uma presença muito forte, muito significativa, gerando quase 60 mil empregos, gerando pesquisa e desenvolvimento também, no Brasil”, afirma.
Ao fecharem o acordo para comprar 36 aeronaves Gripen NG para renovar a frota da Força Aérea Brasileira (FAB), Brasil e Suécia abriram caminho para selar novos acordos bilaterais e comerciais, afirmou o diretor de Departamento Europa do Itamaraty, embaixador Oswaldo Biato.
“O governo sueco ficou muito contente com as negociações da assinatura do acordo dos aviões Gripen pelo Brasil. Com base nessa decisão, querem muito construir uma cooperação muito mais ampla na área comercial, tecnológica, científica e também na área educacional”, comentou. De acordo com o embaixador, atualmente a Suécia é o único país europeu que tem interesse no etanol proveniente da cana-de-açúcar.
* Com informações do Blog do Planalto e da Agência Brasil

Do blog do Macário Batista

Novo ciclo Ferreira Gomes promete ser mais agitado no Ceará

 

Eliomar de Lima

Da Coluna Política, no O POVO deste sábado (17), pelo jornalista Érico Firmo:

A filiação da família Ferreira Gomes ao PDT – cuja parte principal se encerra neste domingo, com a entrada de Cid Gomes – assemelha-se à forma como o grupo chegou ao PSB, dez anos atrás, e difere de quase todas as outras mudanças de partido do clã.

Quando chegaram ao PSDB, em 1990, ao PPS, em 1997, e ao Pros, em 2013, eles ingressavam em legendas que praticamente não existiam no Ceará. Filiavam-se ocupando espaços vazios e tomavam toda a estrutura.

No PDT, assim como no PSB, eles encontram um partido que não é dos maiores, mas que tem militância tradicional e fiel. Na virada dos anos 80 para a década de 90, era um dos principais redutos brizolistas no Brasil. Há ainda pedetistas egressos dessa geração. Faz toda diferença do mundo entre se filiar a um partido que só existe formalmente e não tem nomes de destaque, em relação a ingressar numa legenda que tem vida partidária real. Sobretudo para um grupo que se move em gigantescos contingentes e se impõe como maior força política onde quer que chegue.

No PSDB, os Ferreira Gomes eram força secundária que orbitava em torno de Tasso Jereissati. No PPS e no Pros, tiveram problemas com dirigentes nacionais, mas nunca tiveram qualquer dor de cabeça local. No PSB, porém, foi necessária complexa negociação para dividir as forças com os grupos que até então comandavam a burocracia partidária. Os conflitos se acumularam até terminarem em briga de rua, com direito a ovos atirados – inclusive contra o hoje prefeito Roberto Cláudio – correntes colocadas na porta da sede para impedir acesso e reunião realizada no meio da rua. Política feita de forma escatológica.

Com Cid filiado, o grupo começa a tomar assento de fato no PDT. É difícil que o convívio seja tão conflituoso quanto foi no PSB. Porém, certamente não terá a tranquilidade que houve – exclusivamente no plano local – no Pros e no PPS.

http://blog.opovo.com.br/blogdoeliomar

Mais um da família Lula que vai faturar encima das declarações da Imprensa mentirosa

Lulinha prepara ação contra jornal O Globo e colunista que disse que delator citou seu nome

Postado em 16 de outubro de 2015 às 8:36 pm

Ao contrário do que o colunista Lauro Jardim informou no jornal O Globo, o lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, não fez menção ao nome de Fábio Luis Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, em sua delação premiada homologada pelo ministro Teori Zavascki.

Baiano citou, de fato, o nome do pecuarista José Carlos Bumlai, tido como amigo pessoal do ex-presidente Lula. Nesta sexta-feira, em sua manchete, a Folha de S. Paulo noticiou que Baiano teria mencionado um suposto pagamento pedido por Bumlai para uma “nora do ex-presidente Lula”. No entanto, não foi feita referência ao nome de Fábio Luis.

Nesta sexta-feira, Lauro Jardim tentou consertar o erro do último domingo, com a seguinte nota:

Renata, a nora de Lula citada na delação premiada de Fernando Baiano é a mulher de Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha.

Lula tem três noras e Baiano não dá, em sua delação, o nome de quem seria a beneficiária do pedido supostamente feito pelo pecuarista José Carlos Bumlai.

Mas pelo relato do caso, ou seja, o dinheiro serviria para quitar dívidas de um apartamento, quem conhece a família não tem dúvida em apontar a mulher de Lulinha como a nora referida.

Como se vê, é uma informação bem diferente da publicada no último domingo, em que o colunista cravava que “Lulinha era um dos alvos”:

Delação explosiva

“Está destinada a causar um estrondoso tumulto a delação premiada de Fernando Baiano, cuja homologação foi feita na sexta-feira pelo ministro Teori Zavascki. O operador (de parte) do PMDB na Petrobras pôs no olho do furacão nada menos do que Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha. Baiano contou que pagou despesas do primogênito de Lula no valor de cerca de R$ 2 milhões. Ao contrário dos demais delatores, que foram soltos logo após a homologação das delações, Baiano ainda fica preso até 18 de novembro, quando completa um ano encarcerado. Voltará a morar em sua cobertura de 800 metros quadrados na Barra da Tijuca. A propósito, quem teve acesso à delação conta que Eduardo Cunha é, sim, citado por Baiano. O operador admite ter relações com o presidente da Câmara, mas não entrega nada arrasador contra Cunha.

Fábio Luis garante que nem sequer conhece Fernando Baiano. Seu advogado, Cristiano Martins, afirma que pediu acesso ao inteiro teor da delação do lobista não porque tenha qualquer preocupação com seu teor. “Queremos os documentos apenas para instruir as ações judiciais contra quem difundiu informações falsas e levianas”, disse ele.

Abaixo, a nota divulgada pelo advogado de Fábio Luis:

Diante do ataque sistemático à honra e reputação do sr. Fábio Luís Lula da Silva, sua defesa requereu na data de hoje (16.10) ao Ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, acesso à íntegra da delação premiada do lobista Fernando Soares.

A providência tem por objetivo instruir ações que serão promovidas contra os que, pela imprensa, encabeçaram a divulgação, desde o último dia 11, de notícias falsas sobre pagamentos de contas de nosso cliente pelo citado delator.

De forma sistematizada, põe-se em pé uma operação jornalística que, a cada dia, coloca na mira de suas manchetes o personagem da vez, eleito alvo da ofensa. Surge, agora, uma entidade primeiramente nominada a “nora de Lula”. Após 24h, divulga-se que a “nora” citada é a mulher do sr. Fábio Luís, sob o alegado argumento de que “quem conhece a família não tem dúvida em apontar” sua esposa.

A verdade não pode estar no mero repasse de informações fornecidas e colhidas a bel prazer, pingadas a conta-gotas de uma delação sob sigilo, que, a cada dia, muda sua versão dos fatos, para tornar mais verossímil a narrativa. O que se identifica são irresponsáveis ilações daqueles que foram, depois, desmentidos no decorrer do processo.

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/lulinha-prepara-acao-contra-jornal-o-globo-e-colunista-que-disse-que-delator-citou-seu-nome/

E-mail de Cunha para propina era ‘sacocheio@’

 

Do Globo:

O nome é Eduardo Cunha, mas para tratar de propina por e-mail o endereço é “sacocheio@”. O uso da inusitada expressão como endereço eletrônico pelo presidente da Câmara foi revelado aos investigadores da Lava-Jato pelo lobista Fernando Baiano em um de seus depoimentos no âmbito da delação premiada. Foi por esse e-mail que Cunha lhe encaminhou uma planilha na qual fazia a contabilidade da propina devida por Julio Camargo.

“Que questionado qual e-mail Eduardo Cunha utilizou, o depoente afirma que chamava a atenção que o endereço de e-mail consistia na expressão “sacocheio@”, sendo algum provedor que não se recorda com certeza qual era: que acredita que fosse sacocheio@hotmail.com, sacocheio@yahoo.com.br ou sacocheio@yahoo.br”, registra trecho do depoimento do delator.

Além do e-mail que não tinha seu nome, o presidente da Câmara e o lobista passaram a utilizar em 2012 um aplicativo que é tido como mais seguro por permitir que se apague as mensagens tanto do aparelho quanto do servidor, sem deixar qualquer rastro. De acordo com o lobista, eles passaram a usar o aplicativo Wickr justamente pela existência desse recurso. Antes, eles se falavam pelo sistema de mensagens da Blackberry, o BBM Messenger, no qual o nick de Cunha era apenas EC.

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/e-mail-de-cunha-para-propina-era-sacocheio/

“Adote um bandido”: Sheherazade faz uma releitura com o Cunha de seu clássico.

 

por : Kiko Nogueira

Ela

Ela

Leonardo Mendes, nosso colaborador, lembrou num belo artigo o silêncio de Sheherazade a respeito de Eduardo Cunha.

“Pareceu-me um tanto assombroso que alguém que se diga jornalista consiga ignorar completamente o assunto mais comentado das últimas semanas”, escreveu Leonardo.

A última vez em que Sheherazade se manifestou a favor de seu candidato se deu em 16 de outubro, na Jovem Pan. “Verdade seja dita: Eduardo Cunha não é réu até que o inquérito se torne processo judicial, não é culpado, até que a Justiça diga o contrário”, falou. “Por enquanto, o presidente da Câmara não passa de um investigado”.

O apelo à razão contrasta com sua clássica intervenção para livrar a cara dos justiceiros que amarraram um adolescente num poste no Rio. O rapaz foi julgado e condenado sumariamente por ela: era “mais sujo que pau de galinheiro”.

O Brasil ainda quer ouvir o que Rachel Sheherazade tem a dizer sobre o irmão Cunha. Uma vítima dos petralhas? Um guerreiro do povo brasileiro? Um mal necessário? Um corrupto, quem sabe?

Agora: e se ela admitisse sua desonestidade intelectual e fizesse um mea culpa? E se acreditasse que todos são iguais perante a lei, inclusive o Cunha?

Para ajudá-la nessa reflexão, passo adiante uma releitura de sua inesquecível coluna sobre o rapaz linchado no Rio de Janeiro. “Adote um Bandido” é sua obra prima, a diatribe fascista que a transformou num ídolo da extrema direita no país.

Ela está autorizada a utilizá-la quando desejar:

O Eduardo Cunha amarrado à cadeira de presidente da Câmara era tão inocente que em vez de prestar queixa contra seus agressores, preferiu fugir, antes que ele mesmo acabasse preso.

É que a ficha do sujeito – ladrão conhecido na Suíça – está mais suja do que pau de galinheiro.

Num país que ostenta incríveis 26 assassinatos a cada 100 mil habitantes, arquiva mais de 80% de inquéritos de homicídio e sofre de violência endêmica, a atitude dos “vingadores” é até compreensível.

O Estado é omisso. A polícia, desmoralizada. A Justiça é falha. O que resta ao cidadão de bem, que, ainda por cima, foi desarmado?

Se defender, claro!

O contra-ataque aos bandidos é o que eu chamo de legítima defesa coletiva de uma sociedade sem Estado contra um estado de violência sem limite.

E aos membros da oposição, que se apiedaram do Cunha, lanço uma campanha:

“Façam um favor ao Brasil. Adote um bandido!”

(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).

Sobre o Autor
Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.http://www.diariodocentrodomundo.com.br/adote-um-bandido-sheherazade-faz-uma-releitura-com-o-cunha-de-seu-classico-por-kiko-nogueira/

sábado, 17 de outubro de 2015

Rui amplia pressão sobre Levy: 'ou muda, ou sai'

 

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17 de Outubro de 2015 às 19:20

247 – O "fogo amigo" que ronda o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, já atinge sua temperatura máxima. Em entrevista às jornalistas Catia Seabra e Natuza Nery, o presidente do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, foi categórico: ou Levy muda sua política econômica, ou abandona o cargo.

"É importante mudar a política econômica. É preciso que se libere crédito para investimento, para consumo. É uma forma de fazer a economia rodar. Da mesma forma, é insustentável manter a atual taxa de juros", disse ele. "Está errada a política de contenção exagerada do crédito. Precisamos devolver esperança à população."

Rui disse ainda que Levy deve sair se não estiver disposto a mudar o rumo atual, embora tenha enfatizado que quem nomeia ou demite ministros é a presidente da República. Mas ele enfatizou que "a preocupação dela é com emprego, manutenção dos ganhos de renda" e antecipou que Dilma defenderá mecanismos de ampliação do crédito. "Se Levy não quiser seguir a orientação da presidente, deve ser substituído", disse Rui.

Nesta sexta, em reunião com a presidente Dilma, Levy se queixou do chamado "fogo amigo". No mesmo dia, em nota, o Ministério da Fazenda negou que ele estivesse demissionário.

Vaccari e Cunha

Na entrevista, Rui fez também uma autocrítica, em nome do partido. "O PT não deveria ter enveredado pelo financiamento empresarial, porque nos igualamos aos outros partidos", afirmou.

No entanto, ele defendeu a conduta do tesoureiro João Vaccari Neto. "O Vaccari não tem acusação de desvio ético. Nada se comprovou contra ele".

Ele também afirmou que a posição do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), está "cada vez mais insustentável" e negou qualquer tentativa de acordo com ele. "Quem tem acordo declarado com ele, fotografado e reconhecido, é a oposição".

http://www.brasil247.com/pt/247/economia/201367/Rui-amplia-press%C3%A3o-sobre-Levy-'ou-muda-ou-sai'.htm

Dilma chega à Suécia para renovar parceria estratégica

 

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17 de Outubro de 2015 às 14:50

247 -A presidente Dilma Rousseff chega neste sábado (17) a Estocolmo, na Suécia, para visita oficial de dois dias. No domingo (18) e na segunda-feira (19), Dilma cumpre agenda de compromissos com reuniões tanto com o chefe de Estado, o Rei Carls XVI Gustaf, quanto com o chefe de Governo, o primeiro-ministro Stefan Löfven.

Dilma também manterá encontros com empresários brasileiros e suecos, no âmbito do Conselho Empresarial Brasil-Suécia e discursará na abertura do Seminário Empresarial Brasil-Suécia. Visitará, ainda, na cidade de Linköping, a sede da SAAB, onde já está em curso o processo de fabricação dos primeiros Gripen NG, adquiridos pelo governo brasileiro.

Para o embaixador do Brasil na Suécia, Marcos Pinta Gama, a visita de Dilma Rousseff é oportuna e marca a renovação de uma parceria estratégica entre Brasil e Suécia.

"Brasil e Suécia já possuem uma relação extremamente sólida, e nós buscaremos aprofundar através da visita tão importante da presidenta porque ela vai permitir justamente a intensificação de uma série de projetos. E nós estamos discutindo com a Suécia um grande número de parcerias em áreas como o meio ambiente, a cooperação em mudança do clima, a cooperação em transportes, energia, área de inovação. Há grandes possibilidades de trabalho conjunto entre os dois países", avalia.

Em encontro durante a Cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, realizada no mês passado em Nova Iorque, o Brasil foi convidado pelo primeiro-ministro sueco para integrar o Grupo de Alto Nível para apoiar a implementação da Agenda 2030, do qual também fazem parte África do Sul, Alemanha, Colômbia, Índia, Libéria, Suécia, Tanzânia, Timor Leste e Tunísia.

"Na área política, Brasil e Suécia também já trabalham, cooperam fortemente nas Nações Unidas, em temas os mais variados, como desarmamento, Direitos Humanos e defesa da democracia", enumera o diplomata.

Marcos Pinta Gama destaca que o projeto de construção dos novos caças da Força Aérea Brasileira fortalece ainda mais as relações entre Brasil e Suécia, mas que as relações econômicas e comerciais entre os dois países não se limitam a essa área.

"Nosso relacionamento é extremamente diversificado: quase 250 empresas suecas estão instaladas no Brasil, algumas há quase 100 anos, como a Ericson, a SKF. E, portanto, a presença da Suécia na economia brasileira é uma presença muito forte, muito significativa, gerando quase 60 mil empregos, gerando pesquisa e desenvolvimento também, no Brasil", afirma.

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/201348/Dilma-chega-%C3%A0-Su%C3%A9cia-para-renovar-parceria-estrat%C3%A9gica.htm

“Ataques aéreos da Rússia na Síria expuseram a mentira dos EUA”

 

Caça russo Su-34 em missão na Síria

 

O escritor e analista político Mark Glenn afirmou neste sábado (17) que os bem-sucedidos ataques aéreos russos contra o Estado Islâmico na Síria expuseram a hipocrisia dos EUA. Co-fundador do Crescent and Cross Solidarity Movement, ele deu uma entrevista por telefone à Press TV.

“O que temos que lembrar aqui é que a Rússia foi capaz de alcança em duas semanas o que a América não conseguiu em dois anos, o que significa que os russos estavam ocupados com estes terroristas enquanto os norte-americanos estavam fingindo”, disse Glenn.

Pilotos russos em Hmeymim, na Síria

© Sputnik/ Dmitry Vinogradov

Aviação russa destrói base de treino de homens-bomba

Ele ainda afirmou que “o que de fato estava acontecendo é que os russos têm exposto que os norte-americanos são definitivamente mentirosos, pois nunca foi intenção da América, desde o início, lidar com estes terroristas”. Glenn explicou que as autoridades norte-americanas esperavam que a presença desses extremistas na Síria permitisse que os EUA ou a OTAN invadisse o país árabe e removesse Bashar Assad.

A Rússia começou uma série de ataques aéreos contra os terroristas do Estado Islâmico na Síria, a pedido de Damasco, no dia 30 de setembro. Desde então, Moscou tem realizado dezenas ações militares contra os terroristas, matando centenas de militantes do grupo jihadista.

Na sexta-feira (16), um general russo sênior disse que houve crescente inquietação entre os militantes do Estado Islâmico com o seu comando na Síria, pela forma que estão sendo “desmoralizados”. Eles começaram a abandonar suas posições e fugir para salvar suas vidas.

Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20151017/2463899/Ataques-aereos-expuseram-mentira-EUA.html#ixzz3orfHAVuh

Putin na mira da CIA

 

Paul Craig Roberts: CIA pode Assassinar Putin

CIA tem uma longa história de assassinato


Kurt Nimmo
PrisonPlanet.com
16 outubro de 2015

O ex-secretário assistente do Tesouro para Política Econômica na administração Reagan, Paul Craig Roberts, disse a Alex Jones na quinta-feira que acredita que o presidente russo, Vladimir Putin está em perigo de ser assassinado pela CIA.

"Eu acho que Putin está em perigo substancial de assassinato", disse Roberts. "Espero que ele páre de andar pelas ruas sem proteção."

Ele disse que os assassinos prováveis ​​serão a partir da CIA ou de um grupo de malfeitores.

A CIA assassinou e tentou assassinar líderes e figuras políticas em vários países, incluindo a Coréia, China, Indonésia, Irã, Camboja, Iraque, Costa Rica, Cuba, Vietnã do Sul, República Dominicana, Líbia, Líbano, Panamá, Afeganistão, Paquistão e noutros locais.

Segundo o autor William Blum, que escreveu um livro definitivo sobre a CIA ", Killing Hope: U.S. Military and C.I.A. Interventions since World War II ", a agência já fez mais de 50 tentativas de assassinato.

Na década de 1970, a Comissão Church, formalmente conhecida como Comitê Seleto do Senado para Estudar as Operações Governamentais, passou mais de 60 dias questionando 75 testemunhas sobre ações da CIA no final dos anos 1950 e início dos anos 1960.

O New York Times informou em 5 de Maio de 2011:

Voltamos nos dias mais negros da guerra fria, a agência havia dedicado recursos significativos e criatividade para conceber extremidades infelizes para líderes estrangeiros desagradáveis ​​ou inconvenientes. Entre as listadas para o assassinato foram Patrice Lumumba do Congo, Ngo Dinh Diem do Vietnã do Sul, Rafael Trujillo, da República Dominicana e, a mais famosa, Fidel Castro, de Cuba, que sobreviveu a nada menos do que oito CIA planos de assassinato.

Mais recentemente, a CIA tem caracterizado o seu programa de assassinatos como parte da guerra ao terror. Em vez de assassinato, supostos terroristas são parte de um programa de "assassinato seletivo".

"Os tempos mudaram", opina o Times. "Nosso presidente agora interrompe regularmente programado transmitindo para anunciar a notícia de um próprio assassinato."

Se Putin é vítima de um assassinato, no entanto, Obama e a CIA não vão levar o crédito. Culpa vai ser colocada sobre um grupo ladino, como indica Roberts, e, possivelmente, uma organização terrorista.

Antes da operação russa na Síria, comandante militar checheno do Estado Islâmico, Umar al-Shishani, ameaçou alvejar Putin e a Rússia.

Em 2014 um ex-funcionário da CIA sugeriu a remoção de Putin, por assassinato, se necessário, deve ser o principal objctivo da administração Obama na sua estratégia para a Ucrânia.

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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Aviação russa destruiu 450 alvos do Estado Islâmico desde o início da campanha

 

As Forças Aeroespaciais da Rússia na base aérea de Khmeimim na Síria.

 

Os aviões da Força Aeroespacial russa destruíram 450 alvos do Estado Islâmico desde o início da operação militar que começou em 30 de setembro, comunicou o Ministério da Defesa da Rússia.

Segundo os dados oficiais, citados pelo chefe do Diretorado Principal de Operações do Estado-Maior General da Rússia, Andrei Kartapolov, os aviões russos realizaram 394 voos, destruindo 46 centros de comando e comunicação, seis fábricas de produção de explosivos, 22 armazéns, inclusive de munições e de combustível, além de 272 posições de combate e campos de treinamento.

"As formações armadas estão desmoralizadas, na sua maioria. Há um crescente descotnente com comandantes de campo e há também sinais claros de desobediência. A deseração [entre os militantes do Estado Islâmico] está se tornando um fenômento comum", frisou Kartapolov.

A Rússia enviou a sua Força Aeroespacial à Síria em 30 de setembro, após pedido oficial de Damasco por ajuda militar russa. As autoridades da Síria não estão considerados como um aliado legítimo pela coalizão internacional liderada pelos EUA. Já a Rússia tem reiterado que considera importante que todas as partes combatam o Estado Islâmico (grupo terrorista proibido na Rússia e que controla partes consideráveis do Iraque e da Síria).

Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20151016/2453160/aviacao-russa-destruiu-450-alvos-do-ei.html#ixzz3oktCOljG

Aparece a assinatura de Cunha. E agora, PSDB?

 

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16 de Outubro de 2015 às 13:18

247 – O PSDB, presidido pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), e cujo líder Carlos Sampaio (PSDB-SP) vinha dando o "benefício da dúvida" a Eduardo Cunha (PMDB-RJ), perdeu completamente as condições de dar sustentabilidade política ao presidente da Câmara.

Nesta tarde, o repórter Vladimir Netto, da TV Globo, divulgou as provas definitivas das contas de Cunha secretas na Suíça, por onde transitaram pelo menos R$ 23 milhões não declarados nos últimos anos.

Em sua reportagem, Vladimir apresentou o passaporte usado por Cunha e a própria assinatura de Cunha.

Até agora, no entanto, nenhum dos 45 deputados tucanos assinou o pedido de cassação apresentado pelo deputado Chico Alencar (Psol-RJ).

Carlos Sampaio, que ontem registrou em cartório mais um pedido de impeachment, pretendia levá-lo à Câmara na próxima semana.

No entanto, Cunha, cuja denúncia já foi aceita pelo Supremo Tribunal Federal, perdeu qualquer legitimidade para aceitar qualquer denúncia contra Dilma.

Confira aqui a reportagem de Vladimir Netto.

http://www.brasil247.com/pt/247/poder/201225/Aparece-a-assinatura-de-Cunha-E-agora-PSDB.htm

China defenderá militarmente seus interesses

China diz que militares vão "estar prontos e usarão a força" Se EUA enviam navios de guerra para Ilhas contestadas

Zero Hedge
16 outubro de 2015

No início desta semana, autoridades dos EUA indicaram que estão definidos para ir adiante com um plano para velejar navios de guerra em torno das ilhas da China feitas pelo homem nas Spratly.
"É apenas uma questão de tempo quando isso acontece", disse uma fonte do governo WSJ.

Ao longo dos últimos seis meses, temos visto os esforços de recuperação de terras da China vão de estranheza, de espetáculo, a alegada "provocação", para desculpar para a guerra como Washington se sente compelido a vir em auxílio de seus aliados no Pacífico Sul que protestaram depois que ficou aparente que este não era nenhum esforço "normal" de dragagem.
Em suma, a China criou cerca de 3.000 acres de um novo território soberano e os EUA afirma que Pequim está efetivamente tentando redesenhar as fronteiras marítimas no caminho para o estabelecimento de novos postos militares. Por seu lado, a China nega as acusações e respondeu com uma mistura peculiar de ameaças veladas (aprimorando a redação de sua estratégia marítima oficial), ameaças não tão veladas (contando um avião espião dos EUA com uma equipe da CNN a bordo de "ir agora "), e propaganda bem-humorado (a série de fotos da Cruz Fiery retratando mulheres, filhotes de cachorro, e jardins).
Apesar dos esforços de acalmar o assunto quando Xi visitou os EUA este mês, Pequim parece pronto para desenhar uma linha na areia (sem trocadilhos) quando se trata de permitir que os EUA a navegar navios de guerra perto das ilhas. Aqui está AFP com mais:
A mídia chinesa bateu os EUA quinta-feira para "provocações" incessantes no Mar da China do Sul, com Washington esperado para enviar em breve navios de guerra perto de ilhas artificiais Pequim construiu em águas disputadas.
Após uma reunião de autoridades australianas americano e terça-feira, o secretário de Defesa dos Estados Unidos Ash Carter avisou Pequim que Washington continuará a enviar suas forças armadas, onde a lei internacional permite, incluindo o Mar do Sul da China.
As observações foram apoiadas pelo ministro dos Negócios Estrangeiros australiano Julie Bishop, que disse que os dois países estão "na mesma página."
Um editorial no jornal The Times Global, que está perto de Partido Comunista da China, condenou Washington de "provocações incessantes e coerção".

"A China não deve tolerar violações dos EUA galopando em águas adjacentes da China e os céus sobre aquela expansão de ilhas", afirmou, acrescentando que o militar deveria "estar pronto para lançar contramedidas de acordo com nível de provocação de Washington", acrescentou.
O navio de guerra ou navios irão passar dentro do limite territorial de 12 milhas a China reivindica ao redor das estruturas para demonstrar que os comandantes norte-americanos não reconhecem isso.
Tal movimento, o Global Times sugeriu, poderá ser uma "violação da linha de fundo da China".
"Se os EUA invadem interesses centrais da China, os militares chineses vão se levantar e usar a força para detê-los", o jornal advertiu.
Ai está. Ela não fica muito mais claro do que isso.
Obviamente, há pouca dúvida de que a China vai usar essas ilhas com algum propósito militar. Se esse efeito será extremamente limitado (como Pequim sugeriu sem reconhecer explicitamente a militarização dos recifes) continua a ser visto.
Uma pergunta que se poderia razoavelmente perguntar aqui no entanto, é se os EUA realmente precisam navegar pelas ilhas só para ver se pode fazê-lo sem levar um tiro. Não é, afinal, como se a China está à beira de usar as Spratly como uma plataforma para uma invasão de todo o Pacífico Sul assim que a gente se pergunta se não seria melhor esperar até que haja algum propósito legítimo que um passar por. Dessa forma, Pequim não pode apontar para uma deliberada "provocação".
Seja qual for o caso, supomos que vamos ver na próxima semana ou assim quem pisca primeiro.
* * *
Um pouco de fundo sobre os últimos desenvolvimentos com recursos visuais que acompanham ...
Apesar do fato de que a China alegou ter praticamente concluído os seus esforços de dragagem nas Spratly em junho, Bonnie Glaser, um conselheiro sênior do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, de Washington, conta uma história diferente. Aqui está o que Glaser tem a dizer sobre uma série de novas imagens mostradas abaixo e disponível na Iniciativa de Transparência da Ásia Marítima:
China ainda está dragagem no Mar do Sul da China. Imagens de satélite de Subi Reef tomada no início de setembro mostra dragas bombeamento de sedimentos em áreas cercadas por paredes do mar recém-construídas e alargar o canal para navios a entrar nas águas fechadas pelo recife. Em Mischief Reef, uma draga também está no trabalho em expansão do canal para permitir o acesso mais fácil para os navios, possivelmente, para futuro uso como uma base naval.
Esta atividade vem na sequência de afirmações por parte da China de que sua recuperação de terras terminando na cadeia das Spratly Islands. Em 5 de agosto, durante o Fórum Regional da ASEAN, em Kuala Lumpur, ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi disse a repórteres: "A China já parou. Você olha, que está construindo? Pegue um avião e olhe para si mesmo. "Ele não prometer que a China iria se abster de construção e militarização nas ilhas recém-criadas, no entanto.
Wang Yi reiterou que a construção da China sobre as ilhas é, principalmente, "para melhorar as condições de trabalho e de vida do pessoal de lá" e para "bons propósitos públicos." Até o momento, no entanto, a atividade da China parece focada em construção para usos militares. Estruturas construídas recentemente no Fiery Cruz Reef incluem uma pista concluída e recém pintadas de 3.000 metros, helipontos, uma cúpula de radar, uma torre de vigilância, e os possíveis meios de comunicação por satélite.
Preparações chinesas aparentes para a construção de pistas de pouso longas Subi e Malícia levantam questões sobre se a China irá representar desafios à liberdade de navegação no ar e no mar circundante essas características da terra no futuro.
A persistência de dragagem junto com construção e militarização em ilhas artificiais da China ressaltam a relutância de Pequim para o exercício de auto-contenção e procurar caminhos diplomáticos para reduzir as tensões com os países vizinhos, Estados Unidos e outros países com um interesse na preservação da paz e da estabilidade no Mar do Sul da China. EUA apela a todos os demandantes no Mar da China Meridional para deter a recuperação de terras, construção e militarização foram rejeitadas pela China, que vê o status quo como desfavorável aos seus interesses.
Na véspera da visita do presidente Xi Jinping aos Estados Unidos, Pequim parece estar enviando uma mensagem para o presidente Barack Obama de que a China está determinada a defender seus interesses no Mar da China do Sul, mesmo que fazê-lo resulta em aumento das tensões com os Estados Unidos.
E mais de Gregory Poling, um companheiro do Presidente Sumitro de Estudos do Sudeste da Ásia e do Pacífico na iniciativa Parceiros na CSIS e diretor AMTI.
No início deste ano, a adição de um aeródromo em Fiery Cruz Reef forneceu uma pista mais ao sul capaz de lidar com a maioria, se não todas as aeronaves militares chineses. E em junho, fotos de satélite indicaram que a China estava se preparando para fixar outra pista pelo Subi Reef. Novas fotos tiradas em 3 de setembro mostra o trabalho de classificação em Subi, fornecendo mais evidências de que a construção da pista não é planejada. Enquanto isso trabalhar no aeródromo Cruz Fiery está bem avançado, com a China recentemente, que estabelece a pintura.
Fotos de satélite tiradas em 8 de setembro conter um desenvolvimento imprevisto, indicando que a China pode estar se preparando para construir outra pista no Mischief Reef. Estas imagens mostram que um muro de contenção foi construído ao longo do lado noroeste do recife, criando uma área de aproximadamente 3.000 metros retangular.

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