quinta-feira, 11 de setembro de 2014

115 mentiras sobre o atentado de Setembro de 2001

 

Especialista encontrou 115 mentiras na versão oficial sobre os atentados de 11 de setembro de 2001 ao World Trade Center. Será que tentam esconder algo das pessoas?
Considerado o maior atentado terrorista da história pelos EUA e creditado à Al-Qaeda e Osama Bin Laden, sua versão oficial possuí inúmeras falhas que contrastam com os reais objetivos das guerras estadunidenses no Oriente Médio.
Reunimos aqui exatos 115 pontos "soltos" na versão oficial do governo americano que não são os únicos, mas apensas a "ponta do iceberg".
Para cada mentira nos referimos à análise feita pelo Professor David Ray Griffin em sua obra "Omissões e manipulações da Comissão Investigadora". Os números entre parênteses referem-se às páginas da edição americana original do livro.
1 A omissão de provas de que, pelo menos, seis dos supostos sequestradores (incluindo Waled al-Shehri, acusado pela Comissão ter esfaqueado um comissário de bordo no voo UA11 antes do choque do avião com a torre norte do World Trade center) estão atualmente vivos (19-20).
2 Omissão de evidências sobre Mohamed Atta (como sua pronunciada propensão para a bebida, carne de porco e lap dances eróticos privados) que contradizem as afirmações da Comissão de que Atta tinha se tornado um fanático religioso (20 -21).
3 Confusão voluntariamente criada em torno da evidência de que Hani Hanjur era tão ruim piloto que nunca teria sido capaz de lançar um avião contra o Pentágono (21-22).
4. Omissão do fato de que as listas de passageiros (voo Manifestos), que se tornaram públicas não continha qualquer nome árabe (23).
5. omissão do fato de que nunca antes ou após 11 de Setembro, tem-se verificado que um incêndio causou o colapso total de uma construção moldada de aço (25).
6. Omissão do fato de que os incêndios nas torres gêmeas nem eram muito grande, nem particularmente intensos e duraram muito tempo, mesmo em comparação com outros incêndios em arranha-céus (com estruturas), similares sem estes últimos viessem a despencar (25-26) .
7 Omissão do fato de que, dada a hipótese de que o incêndio causou os desmoronamentos, a torre sul, que foi atingida depois da Torre Norte e afetado por um incêndio de menor intensidade, não deveria ter sido a primeira a entrar em colapso (26).
8 Omissão do fato de que o edifício n º 7 do World Trade Center (contra o qual nenhum avião caiu e sofreu apenas pequenos incêndios altamente localizados) também desabou, um fato sobre o qual a Agência de Gestão Federal emergência (FEMA) confessou que não poderia oferecer nenhuma explicação (26).
9 Omissão do fato de que o colapso das Torres Gêmeas (e prédio n ° 7) tem pelo menos 10 características de que foram causados ​​por uma demolição controlada (26-27).
10 A afirmação de que a estrutura do núcleo de cada uma das Torres Gêmeas era "um poço de aço vazio", afirmação que nega a presença de 47 enormes colunas de aço que eram, na verdade, o centro de cada torre. De acordo com a teoria dos "andares de empilhamento" (the «pancake theory») que explica o colapso, várias centenas de metros dessas colunas de aço maciço deveria ter sido deixadas em pé (27-28).
11 A omissão da declaração de Larry Silverstein [o dono do WTC], afirmação de que o próprio Silverstein, em coordenação com os bombeiros decidiram "demolir" -em linguagem técnica(to «pull») - o edifício n ° 7 (28 ).
12 Omissão do fato de que o aço dos edifícios do WTC foi rapidamente recolhido da cena e enviados ao exterior por mar, antes que pudessem ser analisados ​​por vestígios de explosivos (30).
13 Omissão do fato de que o edifício n º 7 tinham sido evacuados antes de seu colapso, o que implica que a razão que foi oficialmente dada, para acelerar a retirada de aço tanto quanto fosse possível [naquele local] (porque poderia haver sobreviventes nos escombros ) não fazia sentido, no caso de este edifício (30).
14 Omissão da declaração do prefeito R. Giuliani, que disse que ele foi avisado de antemão que o WTC ia entrar em colapso (30-31).
15 Omissão do fato de que Marvin Bush, irmão do presidente, e seu primo Wirt Walker III eram os diretores da empresa encarregada de garantir a segurança do WTC (31-32).
16 Omissão do fato de que a ala oeste do Pentágono, [a mesma que foi atingida em 11 de setembro], era precisamente por várias razões, a que tinham menos chance de ser alvo de terroristas da al-Qaeda (33-34 ).
17 A omissão de qualquer discussão que visa determinar se o dano ao Pentágono, na verdade, corresponde ao dano que poderia ter causado o impacto de um Boeing 757 viajando a várias centenas de quilômetros por hora (34).
18 Omissão do fato de que há fotografias que mostram que a fachada oeste não entrou em colapso, até 30 minutos após o impacto e que o orifício de entrada é demasiado pequeno para o diâmetro de um Boeing 757 (34).
19 Omissão de todas as evidências conflitantes sobre a presença ou ausência de pedaços visíveis de um Boeing 757, seja dentro ou fora do Pentágono (34-36).
20 Total falta de discussão destinada a determinar se o Pentágono possuía um sistema dedefesa antimísseis capaz de derrubar um avião, embora a Comissão tenha sugerido que os terroristas da Al-Qaeda decidiram não atacar uma central nuclear justamente porque pensaram que teria esse tipo de defesa (36).
21 Omissão do fato de que imagens de câmeras diferentes (incluindo de um posto de gasolina localizado no Pentágono, confiscado pelo FBI imediatamente após o impacto) podem ajudar a determinar o que foi realmente que atingiu o Pentágono (37-38 ).
22 Omissão da alusão do Secretário de Defesa D. Rumsfeld a "um míssil [usada] para atacar [o Pentágono]" (39).
23. Aprovação aparente da resposta totalmente insatisfatória, a questão que tinha como objetivo descobrir por que os agentes do Serviço Secreto permitiram ao presidente Bush permanecer na escola de Sarasota, quando, de acordo com a versão oficial deveriam ter pensado que um avião sequestrado poderia ter a mesma escola como alvo (41-44).
24 Deixar de explicar por que o Serviço Secreto não solicitou uma escolta de caças para o [Avião presidencial] Air Force One (43-46).
25 Declarações no sentido de que, no momento em que o cortejo presidencial chegou à escola [Sarasota], nenhum dos participantes sabia que vários aviões foram sequestrados (47-48).
26 Omissão do relatório em que o procurador-geral John Ashcroft foi avisado para parar de viajar em companhias aéreas comerciais antes de 11 de Setembro (50).
27 Omissão da alegação de que David Schippers, com base em informações de agentes do FBI sobre possíveis ataques no sul de Manhattan, ele já havia tentado, sem sucesso, transmitir esta informação ao procurador-geral John Ashcroft durante as seis semanas antes de 11 de setembro (51).
28 A omissão de qualquer menção ao fato de que agentes do FBI afirmaram ter conhecimento dos alvos e datas dos ataques bem antes dos eventos (51-52).
29 Afirmação de um circular refutação que dá o assunto como resolvido, quanto as incomuns baixas nas compras antes de 11 de Setembro, o que significa que os compradores sabiam com antecedência que os ataques iriam ocorrer (52-57) .
30 A omissão da informações de que o prefeito [de São Francisco] Willie Brown e alguns oficiais do Pentágono foram avisados ​​de que não deviam tomar o avião de 11 setembro (57).
31 Omissão do relatório em que constava que Osama Bin Laden, que até então era o criminoso mais procurado nos Estados Unidos, fora tratado em Julho de 2001 por um médico americano, no Hospital Americano em Dubai e lá ele recebeu a visita de um o agente local da CIA (59).
32 Omissão de artigos que sugerem que, após 11 de setembro, os militares americanos permitiram deliberadamente a fuga de Osama Bin Laden (60).
33 Omissão de relatórios, incluindo um que relatou a visita do chefe dos serviços de inteligência da Arábia Saudita, a Osama Bin Laden no hospital em Dubai, o que contradiz a versão oficial da família de Bin Laden e de seu país que negaram este (60-61).
34 A omissão do resumo de Gerald Posner sobre o depoimento de Abu Zubaydah, segundo o qual três membros da família real saudita (que morreram misteriosamente com apenas 8 dias de intervalo) eram financiadores da Al-Qaeda e sabiam com antecedência da realização dos ataques de 11 de Setembro (61-65).
35 A negação da Comissão sobre a descoberta de evidências de financiamento saudita da Al-Qaeda (65-68).
36 A negação da Comissão sobre a descoberta de evidências que mostram que o dinheiro pertencente a esposa do príncipe Bandar, a princesa Haifa, foi entregue a agentes da Al-Qaeda (69-70).
37 Simplesmente ignorou a diferença entre os voos charter e voos comerciais, o fato de que o avião particular, em que vários sauditas viajaram em 13 de setembro de Tampa a Lexington violou as normas do espaço aéreo estabelecidos naquela época (71-76).
38 Desmentindo sobre a autorização extendida a vários sauditas para sair do território dos Estados Unidos, logo após 11 de setembro, sem essas pessoas fossem objeto de uma investigação apropriada (76-82).
39 A omissão de elementos que demonstrem que o príncipe Bandar obteve autorização especial da Casa Branca para os vôos sauditas (82-86).
40 Omissão da alegação segundo a qual Coleen Rowley responsável pela sede do FBI tinha visto o memorando de agente Phoenix Kenneth Williams (89-90).
41 Omissão do fato de que o agente de Chicago do FBI, Robert Wright diz que a sede do FBI encerrou a sua investigação sobre uma célula terrorista e tentou intimidá-lo para evitar que publicasse um livro sobre suas experiências (91).
42 Omissão de evidências mostrando que a sede do FBI sabotou a tentativa de Coleen Rowley e outros agentes [FBI] Minneapolis para obter um mandado de busca para o computador de Zacarias Moussaoui (91-94).
43 Omissão de três horas de depoimento perante a Comissão do ex-tradutor do FBI Sibel Edmonds, de acordo com uma carta que ele mesmo fez pública e dirigida ao presidente [da Comissão] Kean, revelava uma dissimulação grave por dos funcionários do FBI em relação ao 11 de Setembro e nas sede do FBI (94-101) em si.
44 Omissão do fato de que o general Mahmoud Ahmad, chefe do ISI [Serviços de Inteligência Paquistanês ], estava em Washington uma semana antes do 11 de setembro e reuniu ali com o diretor da CIA, George Tenet, e outros oficiais americanos seniores (103-04).

45 Omissão de evidências mostrando que Ahmad, o chefe do ISI [serviço de inteligência Paquistanês] ordenou o envio de US $ 100.000 a Mohamed Atta antes de 11 de Setembro (104-07).
46 Afirmação de que a Comissão não encontrou nenhuma evidência de que qualquer governo estrangeiro, incluindo o Paquistão, tenha financiado os agentes da Al-Qaeda (106).
47 Omissão do relatório em que o governo Bush pressionou o Paquistão para que Ahmad fosse demitido de seu cargo de chefe do ISI, após a divulgação de informações revelando que este havia ordenado o envio de dinheiro do ISI para Mohamed Atta (107 -09).
48 Omissão de evidências de que a ISI (e não apenas al-Qaeda) estava por trás do assassinato de Ahmad Shah Massoud (comandante da Aliança do Norte no Afeganistão), que ocorreu pouco depois de um encontro uma semana antes entre o responsável pela CIA e o ISI (110-112).
49 Omissão de evidências mostrando que o ISI está envolvido no sequestro e assassinato de Daniel Pearl, repórter do Wall Street Journal (113).
50 A omissão do relatório Gerald Posner, segundo o qual Abu Zubaydah alegou que um oficial militar paquistanês, Mushaf Ali Mir, que tinha laços estreitos com o ISI e al-Qaeda sabia com antecedência de 11 de Setembro (114).
51 Omissão da previsão feita em 1999, pelo agente Rajaa Gulum Abbas do ISI, de que as Torres Gêmeas "desmoronariam" (114).
52 Omissão do fato de que o presidente Bush e outros membros de seu governo se referiram várias vezes aos ataques de 11 de setembro como "oportunidade" (116-17).
53 Omissão do fato de que o Projeto para um Novo Século Americano («The Project for the New American Century»), muitos dos seus membros, os quais tornaram-se figuras-chave na administração Bush, publicou em 2000 um documento que dizia um "Novo Pearl Harbor" ajudar a levantar fundos para uma rápida transformação tecnológica da máquina militar norte-americana (117-18).
54 Omissão do fato de que Donald Rumsfeld, que era presidente do comitê e do Comando Espacial dos EUA tinha recomendado o aumento do orçamento para isso, ele usou os ataques de 11 de setembro, no período da tarde do mesmo dia, para garantir estes financiamento (119-22).
55 Não mencionou que as três pessoas responsáveis ​​pelo fracasso dos esforços para evitar os ataques de 11 de Setembro (secretário de Defesa, Donald Rumsfeld, o general Richard Myers, e o general Ralph Eberhart) também foram os três promotores principais do US Space Command (122).
56 Omissão do fato de que a Unocal havia declarado que o Talibã não poderia fornecer a segurança adequada para realizar a construção de suas linhas de (petróleo e gás) da bacia do Cáspio e através do Afeganistão e do Paquistão (122-25).
57 A omissão do relatório que os representantes dos Estados Unidos, disseram durante uma reunião em julho de 2001 como o Taleban rejeitou sua proposta de construção de um gasoduto, e que uma guerra contra eles começariam em outubro (125-26).
58 Omissão do fato de que em seu livro, publicado em 1997, Zbigniew Brzezinski escreveu que para os Estados Unidos manterem sua dominação global é necessário para o país controlar a Ásia Central, com seus vastos recursos petrolíferos, e que um novo Pearl Harbor seria útil para obter o apoio da opinião pública americana a estes projetos imperiais (127-28).
59 Omissão do fato de que os principais membros da administração Bush, incluindo Donald Rumsfeld e seu vice, Paul Wolfowitz, esforçaram-se por muitos anos para desencadear uma nova guerra contra o Iraque (129-33).
60 A omissão de anotações de conversas de Rumsfeld antes de 11 de Setembro que mostram que este estava decidido a usar os ataques como pretexto para desencadear uma guerra contra o Iraque (131-32).
61 Omissão da declaração do Projeto para um Novo Século Americano, que "a necessidade de uma presença americana substancial no Golfo transcende a questão do regime de Saddam Hussein" (133-34).
62 A alegação de que o protocolo da FAA (Federal Aviation Agency) sobre o que aconteceu em 11 de setembro necessitaria um longo processo de aplicação que teria que passar por várias etapas da cadeia de comando quando o próprio relatório oficial [ da Comissão ] cita evidências em contrário (158).
63 A afirmação de que naqueles dias apenas duas bases do setor nordeste da Força Aérea Americana de NORAD (North American Aerospace Comando de Defesa ou Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte) manteve caças em estado de alerta e, em particular, houve caças em alerta nas bases de McGuire e Andrews (159-162).
64 Omissão do fato de que a base da Força Aérea americana de Andrews tinha vários caças em alerta permanente (162-64).
65 Aceitação da dupla alegação de que o coronel Marr do NEADS (North East Air Defense Sector), teria de se comunicar por telefone com um sénior para autorizá-lo a enviar os caças [da base] de Otis e que ele precisou de oito minutos para essa chamada (165-66).
66 Aprovação da alegação de que a perda do sinal do transponder torna praticamente impossível para uma aeronave ser localizada pelo radar militar americano (166-67).
67 A afirmação de que a interceptação de Payne Stewart não mostrou que o tempo de resposta do NORAD no caso do vôo AA11 foi extraordinariamente lenta (167-69).
68 A afirmação de que os caças da base Otis permaneceram no chão por sete minutos depois de receber a ordem de decolagem, porque eles não sabiam para onde voar (174-75).
69 A afirmação de que os militares americanos não sabiam que o vôo UA175 desviou-se até 09:30, o momento exato que o avião colidiu com a torre sul do WTC (181-82).
70 A omissão de qualquer explicação da razão do relatório anterior do NORAD, segundo a qual a FAA informou os militares que o voo havia sido desviado UA175 ás 8h43, é agora considerado como falso e como esse relatório, falso, poderia ser publicado e mantido como válido para cerca de 3 anos (182).
71 A afirmação de que a FAA não marcar a reunião, mas a partir das 9h20 daquela manhã (183).
72 Omissão do fato de que um memorando de Laura Brown da FAA diz que a teleconferência foi criado precisamente ás 08:50 e que tratou precisament do vôo UA175 desviado (183-84, 186).
73 A afirmação de que a teleconferência do NMCC (Centro de Comando Militar ou National Military Command Cente) não começou antes de 9h29 (186-88).
74 Falha na afirmação da Comissão de que o vôo 77 não se desviou de seu caminho antes de 08:45, o fato de que a hora mencionada em relatórios anteriores foi 8h46 (189-90).
75 Deixar de mencionar que o anúncio da queda de um avião em Kentucky, logo após o tempo de vôo 77 desapareceu do radar da FAA, foi levado a sério pelos responsáveis ​​da FAA e da unidade anti-terrorista do FBI que o enviaram para a Casa Branca (190).
76 A afirmação de que o vôo 77 voou por cerca de 40 minutos no espaço aéreo americano para Washington sem ser detectado por nenhum radar militar (191-92).
77 Fracasso ao explicar, se o relatório anterior da NORAD, de acordo com o que foi informado -as 9h24- a rota do vôo 77 estava "errada", e como foi que este relatório errôneo pode vir à luz, ou é uma questão de saber se os responsáveis ​​pela NORAD mentiram ou foram "enganados" por quase três anos (192-93).
78 A alegação de que os aviões de combate de Langley, que de acordo com o dito primeiro NORAD foram enviados para interceptar o vôo 77, baseados na resposta a um relatório errôneo de um controlador (não identificado) da FAA das 9h21 de que o voo AA11 ainda estava no voo e se dirigia para Washington (193-99).
79 A afirmação de que os militares não forma contactados pela FAA sobre o provável sequestro do vôo 77 antes do impacto com o Pentágono (204-12).
80 A afirmação de que Jane Garvey não juntou-se a videoconferência de Richard Clarke até 09h40, ou após o impacto com o Pentágono (210).
81 A afirmação de que nenhuma das teleconferências conseguiu coordenar o FAA e as respostas militares aos seqüestros porque "nenhuma das [eles] incluiu as pessoas apropriadas dentro da FAA e do Departamento de Defesa," embora Richard Clarke tenha declarado que sua própria videoconferência incluía o Diretor Jane Garvey da FAA, o secretário da Defesa Donald Rumsfeld e o general Myers Richards, chefe interino das Forças Armadas (211).
82 Declaração da Comissão que esta não sabia quais os membros do Departamento de Defesa participaram da conferência de vídeo com Richard Clarke, quando o próprio Clarke diz no seu livro que era Donald Rumsfeld e o general Myers (211-212).
83 Aprovação da declaração do general Myers que ele estava no Capitólio durante os ataques, sem mencionar o relato contraditório de Richard Clarke, segundo a qual Myers estava no Pentágono e participou da videoconferência de Clarke (213-17).
84 Falta de menção a contradição entre o depoimento de Clarke sobre os movimentos de Rumsfeld naquela manhã e as próprias declarações de Rumsfeld (217-19).
85 Omissão do testemunho de Norman Mineta secretário de Transportes, para a própria Comissão, testemunho de que o vice-presidente Cheney e outros [os presentes] no abrigo subterrâneo foram avisados ​​ás 9h26 de que um avião se aproximava do Pentágono (220 ).
86 A afirmação de que os oficiais do Pentágono não sabiam que um avião estava se aproximando deles antes de 9h32, 9h34 ou 9h36, ou apenas alguns minutos antes do edifício ser atingido (223).
87 Aceitação de duas versões que se contradizem sobre o dispositivo que atingiu o Pentágono: uma que descreve a execução de uma espiral descendente de 330 graus (uma "picada em alta velocidade") e outra que não é mencionado qual a manobra (222-23).
88 A alegação de que os aviões de combate de Langley, que, alegadamente, foram obrigados a decolar rapidamente para proteger Washington do " voo fantasma AA11" não estavam de todo, perto de Washington, porque eles foram enviados para o oceano por engano (223-24) .
89 Ignorando todas as evidências que sugeriam que o que atingiu o Pentágono não foi o voo 77 (224-25).
90 A afirmação de que a FAA não informou aos militares sobre o desvio de Voo 93 antes de cair (227-29, 232, 253).
91 Dupla afirmação de que o NMCC não acompanhou a conferência da FAA e não pode, portanto, conectar a FAA com a teleconferência iniciada pelo NMCC (230-31).
92 Omissão do fato de que o Serviço Secreto tem os meios para que esteja ciente de tudo o que faz a FAA (233).
93 A omissão de qualquer inquérito sobre os motivos para a NMCC começar sua próprio teleconferência se, como disse Laura Brown da FAA - Isso, não faz parte do protocolo padrão (234).
94 A omissão de qualquer indagação sobre por que Geral Montague Winfield não só foi substituído por um "inexperiente" (e estreante), Capitão Leidig, diretor de operações da NMCC mas também sobraram quando ficou claro que o Pentágono enfrentava uma crise sem precedentes (235-36).
95 A afirmação de que a FAA informou (erroneamente) o Serviço Secreto, entre 10h10 e 10h15, que o voo 93 ainda estava em voo e se dirigia para Washington (237).
96 A afirmação de que o vice-presidente Cheney não deu a permissão para filmar até 10:10 (alguns minutos depois da queda do voo 93) e que esta autorização não foi transmitida para a Força Aérea, até 10h31 (237-41).
97 Ignorando todas as evidências indicando que o voo 93 foi abatido por um avião militar (238-39, 252-53).
98 A afirmação de que [o czar contraterrorismo] Richard Clarke não recebeu o pedido de autorização de fogo até 10h25 (240).
99 A omissão do testemunho do próprio Clarke, o que sugere que essa permissão lhe foi pedida por volta de 9h50 (240).
100 A afirmação de que Cheney não desceu para o abrigo subterrâneo PEOC [ou CPOU (correspondente às iniciais de Centro Presidencial de Operações de Emergência]) até 9h58 (241-44).
101 Omissão dos muitos testemunhos, inclusive o de Norman Mineta [secretário de Transportes] para o próprio testemunho da Comissão de que Cheney estava no CPOU antes de 9h20 (241-44).
102 A alegação de que a autorização para abater um avião civil tiveram de ser concedida pelo Presidente (245).
103 A omissão de informações de que o coronel Marr ordenou abater o voo 93 e que o General Winfield indicou que ele e outros [agentes] na NMCC esperavam que um caça atingisse o voo 93 (252). 104 Omissão de relatos de que havia dois aviões de combate no ar a vários quilômetros de Nova York e três apenas a 320 quilômetros de Washington (251).
105 Omissão do fato de que havia pelo menos seis bases com caças em alerta na região nordeste dos Estados Unidos (257-58).
106 Aprovação da declaração do general Myers de que o NORAD havia definido sua missão em termos de defesa apenas contra ameaças dirigidas [aos Estados Unidos] a partir do estrangeiro (258-62).
107 Aprovação da declaração do general Myers que o NORAD não tinha previsto a possibilidade de que um grupo de terroristas pudessem usar aviões sequestrados como mísseis (262-63).
108 Deixar de colocar em perspectiva a importância do fato apresentado no próprio relatório, ou falar de outros fatos que provam que o NORAD havia de fato planejado a ameaça que poderia representar a possibilidade de utilização de aviões sequestrados como mísseis (264- 67).
109 Deixar de explorar as implicações da questão de como eles poderiam influenciar as manobras militares ("jogos de guerra") programados para esse dia no fracasso dos militares, na tentativa de interceptar os aviões sequestrados (268-69).
110 Fracasso em discutir a possibilidade de que o desenvolvimento da Operação Northwoods tenha favorecido os ataques de 11 de Setembro (269-71).
111 Declaração (apresentada para explicar por que os militares não receberam informações sobre os aviões sequestrados com tempo suficiente para conseguir intercepta-los) e que o pessoal das FAA inexplicavelmente falhou 16 vezes na aplicação de procedimentos padronizados (155-56 , 157, 179, 180, 181, 190, 191, 193, 194, 200, 202-03, 227, 237, 272-75).
112 Deixar de mencionar que a independência proclamada da Comissão foi fatalmente comprometida pelo fato de que seu diretor-executivo, Philip Zelikow, era praticamente um membro da administração Bush (7-9, 11-12, 282-84). (END: era um colaborador próximo de Condoleeza Rice)
113 Deixar de mencionar que a Casa Branca primeiro procurou impedir a criação da Comissão [Oficial de Pesquisa sobre os ataques terroristas de 11 de Setembro] e que impediu após o trabalho desta, com um orçamento muito limitado (283-85). (END. Orçamento previsto de 15 milhões dólar quando o filme de ficção "United 93", de Paul Greengrass custou 18 milhões e "World Trade Center" de Oliver Stone custar quatro vezes mais, ou US $ 60 milhões. Em relação ao primeiro ponto, a criação da Comissão não ocorreu até 441 dias após os ataques, e o presidente Bush propôs que fosse presidida por Henry Kissinger ... para logo se retratar perante a crítica violenta da opinião pública contra esta proposta.)
114 Deixar de mencionar que o Presidente da Comissão, e a maioria dos outros membros da Comissão, e pelo menos metade da equipe tinha sérios conflitos de interesse (285-90, 292-95).
115 Falha da Comissão, que se gabou de que a apresentação do seu relatório final, havia ocorrido "sem dissidência" sem mencionar que isso só foi possível porque Max Cleland, o membro mais crítico da Comissão quanto a o desempenho da Casa Branca e que jurou "não ser cúmplice de um processamento de informações tendenciosas" - teve que renunciar seu cargo na Comissão, a fim de aceitar uma posição no Banco Export-Import e que a Casa Branca deu conhecer a sua nomeação para o cargo somente depois que as críticas de Cleland tornaram-se especialmente diretas (290-291).

Fonte: http://www.sedeinsana.tk/2014/08/115-mentiras-sobre-o-atentado-de-11-de.html?zx=5f030ae910bbba7a

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BIOMETRIA ALCANÇARÁ MAIS DE 21 MILHÕES DE ELEITORES

 

Nas eleições deste ano, mais de 21,6 milhões de eleitores de 762 municípios (15,18% do eleitorado), incluindo 15 capitais, vão utilizar a identificação biométrica na hora de votar. Em três estados (Alagoas, Amapá e Sergipe) e no Distrito Federal, a revisão biométrica alcançou todo o eleitorado. A meta da Justiça Eleitoral é realizar as Eleições de 2018 com identificação biométrica de 100% do eleitorado nacional.

Embora 21.677.955 milhões de eleitores estejam aptos a utilizar a identificação pelas impressões digitais nas eleições deste ano, já há 23.851.673 milhões de eleitores identificados pela biometria. Isso porque ainda que não tenha havido revisão eleitoral em certas localidades, eleitores que tiraram outro título ou pediram transferência em cartórios eleitorais que já dispõem de kits biométricos aproveitaram a oportunidade para cadastrar suas digitais.

Há também eleitores que não puderam ser identificados pela biometria em razão de portarem deficiência que impossibilita a leitura das impressões digitais. Apesar de o cadastramento biométrico colher as impressões dos 10 dedos, no momento do voto os mesários estão orientados a indicar a utilização de polegares e indicadores. Caso nenhuma das quatro digitais seja reconhecida, o mesário procederá à identificação tradicional do eleitor. A identificação biométrica não dispensa a apresentação, pelo eleitor, de documento oficial com foto ou título de eleitor (se possuir).

Confira os números:

Eleitores que serão identificados pelas impressões digitais nas eleições de 2014:

21.677.955

Unidades da Federação que fizeram revisão biométrica com todos os eleitores:

Alagoas: 1.986.030 eleitores (99,51%)

Amapá: 454.479 eleitores (99,77%)

Distrito Federal: 1.895.252 eleitores (99,87%)

Sergipe: 1.450.691 eleitores (99,76%)

Capitais que fizeram revisão biométrica com todos os eleitores:

Rio Branco (AC)

Maceió (AL)

Macapá (AP)

Brasília (DF)

Goiânia (GO)

São Luís (MA)

João Pessoa (PB)

Recife (PE)

Teresina (PI)

Curitiba (PR)

Natal (RN)

Porto Velho (RO)

Boa Vista (RR)

Aracaju (SE)

Palmas (TO)

Postado por Sobral de Prima

Onda Marina arrefece. Voltará a crescer?

 

:

Contradições identificadas na candidatura de Marina Silva, do PSB, começam a se voltar contra ela; Instituto Ibope apurou intenções de voto menores em São Paulo e no Rio de Janeiro, onde vivem 32% do eleitorado do País; liderança no Rio fica para trás e dianteira folgada em SP sofre arranhão; posição contra o pré-sal, ligação estreita com herdeira do banco Itaú, Neca Setúbal, mudança de posição sobre a questão gay e desacertos em programa de governo pesam contra; se, antes, Marina parecia subir aos céus das intenções de voto, agora embica para baixo; "Sou alvo de muitas pedras", reclama ela

9 de Setembro de 2014 às 21:28

247 – Marina Silva tem problemas, é o que mostra a pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira 9, sobre os humores do eleitorado nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Nesses dois entre os três maiores colégios eleitorais do País, onde residem 32% do eleitorado, a postulante do PSB perdeu a posição de liderança que exibia no território fluminense e sofreu um arranhão em sua margem no primeiro lugar no ambiente paulista.

No espaço de uma semana, conforme apurou o Ibope, Marina perdeu quatro pontos no Rio. Dessa forma, abriu passagem para a presidente Dilma Rousseff tomar-lhe a liderança, à medida em que a candidata do PT cresceu cinco pontos percentuais. Agora, na fotografia batida pelo Ibope com suas pesquisas realizadas entre os dias 5 e 8 de setembro, Dilma lidera com 37%, contra 34% para Marina em segundo lugar. Com 9% de intenções, apesar de todos os esforços do PMDB local em torno da chapa Aezão, que prega o voto no tucano para presidente e no governador peemedebista Luiz Fernando Pezão ao mesmo tempo, o presidenciável mineiro parece ser um coadjuvante na disputa.

Em São Paulo, Marina continua na dianteira, mas um primeiro soluço foi dado. Em relação à pesquisa anterior do Ibope, a sucessora de Eduardo Campos perdeu apenas um ponto percentual, descendo de 39% para 38%. Ao mesmo tempo, Dilma subiu de 23% para 25%. Tudo dentro da margem de erro do levantamento, cujo índice de precisão é de 95%. Porém, diante da reviravolta no Rio e da oscilação negativa da candidata em SP, com a presidente se recuperando, já se pode ver uma tendência sendo traçada.

A esta altura, o comitê central da candidatura de Marina está com todos os sinais de alerta disparados. A própria candidata já se queixou publicamente de que está sofrendo o ataque de "muitas pedras". Ela se referiu, indiretamente, aos paradoxos apontados pela propaganda da presidente Dilma Rousseff em seu discurso nos palanques do PSB.

Depois de explorar a posição manifestada por Marina contra o pré-sal - "das 242 páginas do seu programa de governo, só uma linha trata do pré-sal. Por que esse desprezo por essa riqueza que todos invejam", perguntou a presidente no debate organizado pela Rede Bandeirante, dez dias atrás -, Dilma fez de seus comerciais de tevê armas contra o discurso de Marina.

Nesta terça-feira 9, por exemplo, o mote petista na televisão foi afirmar que a proposta da sucessora de Eduardo Campos de conceder autonomia ao Banco Central é o equivalente a entregar aos banqueiros um poder semelhante, ou maior, ao do presidente do Congresso. Com a diferença de que o presidente do BC não é eleito pelo povo.

Com 9% de intenções no Rio e 15% em São Paulo, o tucano Aécio Neves vai ficando perigosamente, para ele, para trás. O que se vê na pesquisa Ibope é uma eleição cada vez mais polarizada entre duas mulheres.

Os números indicam que a onda Marina está arrefecendo - e se a candidata do PSB não mudar de estratégia, ninguém sabe ao certo se ela voltará a crescer. A eleição está perdendo uma favorita para retornar ao leito de uma disputa palmo a palmo. Com um dado ainda mais novo: Dilma está crescendo.

http://www.brasil247.com/+wu62w

Vazam 5 milhões de senhas do Gmail

 

Por Redação Olhar Digital - em 10/09/2014 às 14h10


(Foto: reprodução)

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Usuários do Gmail, cuidado. Foram publicados em um fórum russo sobre Bitcoin, chamado btsec.com, cerca de 5 milhões de endereços de e-mail do serviço do Google acompanhados das senhas destes usuários, conforme descoberto pela imprensa russa.

Há um alento, no entanto, no fato de que provavelmente boa parte das informações está desatualizada. De acordo com o Google, em contato com a imprensa russa, o vazamento deve ser uma coleção de credenciais coletadas por meio de phishing ao longo de vários anos. A maioria das contas estaria suspensa ou ligada a senhas antigas, diz a empresa.

O post aconteceu na última terça-feira no fórum sobre segurança de Bitcoins e foi identificado pelo site Cnews. A pessoa que publicou a captura de tela abaixo e dizia que mais de 60% das credenciais ainda eram válidas.
Reprodução

O arquivo tinha informações de pessoas que usam o Google em inglês, russo e espanhol. O hacker também incluiu dados de acesso para contas do Yandex, um dos motores de busca mais populares da Rússia.

Tanto Google como Yandex dizem que seus servidores nunca foram comprometidos, e que as informações são referentes a anos de roubos de senha por meio de phishing.

Para conferir se por um acaso seu e-mail foi comprometido, você pode clicar neste link para acessar o site isleaked.com. Você deverá incluir parte do seu endereço de e-mail para conferir se não há nenhuma combinação compatível. Você só pode substituir três letras por asteriscos. Ou seja: se seu e-mail é joaosilva@gmail.com, procure por jo***ilva@gmail.com.

Mesmo se seu e-mail não tenha sido comprometido, vale a pena ressaltar a dica de sempre: mude suas senhas regularmente e dê preferência para a autenticação em dois passos do Google, que garante que ninguém entrará na sua conta mesmo que tenha sua senha.
Via DailyDot

http://olhardigital.uol.com.br/noticia/cerca-de-5-milhoes-de-senhas-do-gmail-sao-publicadas-em-forum-russo/44033

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

A cada 10 candidatos a governador, 3 gastaram mais que arrecadaram

 

Dos 167 candidatos a governador, 49 gastaram mais que arrecadaram em dois meses de campanha, de acordo com os dados da segunda prestação de contas parcial da campanha eleitoral, divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste sábado (6). Isso quer dizer que, a cada 10 candidatos, 3 tiveram mais despesas que doações no período avaliado. O valor gasto a mais pelos candidatos chega a R$ 100,3 milhões.

A primeira prestação ocorreu no início de agosto e apontou que 40 candidatos gastaram mais do que arrecadaram no primeiro mês de campanha. Ainda está prevista a prestação de contas final, que deve ser entregue à Justiça Eleitoral até 4 de novembro. Por isso, os atuais gastos extras dos candidatos não querem dizer que eles acabarão as campanhas no "vermelho".

No sentido inverso, 68 candidatos afirmaram que arrecadaram mais que gastaram. Além disso, 21 declararam não ter arrecadado e 20, não ter gasto nada. O valor mais alto foi arrecadado por Rui Costa (PT), que concorre ao cargo de governador na Bahia: R$ 14,6 milhões. O montante mais baixo (fora as prestações zeradas) foi recebido por Jair Pedro (PSTU), de Pernambuco: R$ 412,50.

http://sobralemrevista.blogspot.com.br/

Petrobras passa a Ambev em valor de mercado e volta à liderança

 

Petroleira retomou o posto de maior empresa da AL por valor de mercado.
Estatal atingiu valor de US$ 108,5 bilhões na terça-feira (5).

Do G1, em São Paulo

Após acumular altas seguidas na Bovespa, a Petrobras voltou a ultrapassar a Ambev em valor de mercado. Segundo levantamento da Economatica, no fechamento do pregão de terça-feira (5) a petroleira atingiu valor de US$ 108,5 bilhões (cerca de 247 milhões de reais), o que a coloca como a maior empresa de capital aberto da América Latina.

Esta situação já tinha acontecido no dia 22 de julho, mas no dia seguinte a Ambev retomou a liderança.

A fabricante de cervejas está com valor de mercado de US$ 105,6 bilhões.

O maior valor de mercado já atingido pela Petrobras na sua história foi no dia 21 de maio de 2008, quando a empresa fechou com US$ 309,48 bilhões. Ou seja, o atual valor ainda está US$ 200,9 bilhões abaixo do pico.

No acumulado no ano, até o pregão de terça, as ações ordinárias da petroleira registram alta de 18,95%. Já as preferenciais subiram 22,68%. No mesmo período, o Ibovespa subiu 9,12%.

Completam o top 5 da América Latina Itaú Unibanco (US$ 83,6 bilhões), a mexicana América Movil (US$ 80,5 bilhões) e a Ecopetrol (71,2 bilhões).

http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2014/08/petrobras-passa-ambev-em-valor-de-mercado-e-volta-lideranca.html

Direitos LGBT “saíram do armário da burocracia”, afirma Dr. Rosinha

 

Após mais de um século de invisibilidade durante sucessivos governos, os direitos da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e transgêneros) só passaram a ser considerados demandas legítima a partir de 2003, quando o ex-presidente Lula iniciou o seu mandato. Essa é a avaliação do deputado Dr. Rosinha (PT-PR), integrante da Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT.

Dr. Rosinha lembra que uma das primeiras medidas de Lula foi dar à Secretaria de Direitos Humanos o status de ministério. “Essa medida colocou os direitos humanos no mesmo patamar das demais áreas do Executivo e fez com que os direitos LGBT saíssem das gavetas, dos armários da burocracia. Antes do PT chegar ao governo, os casos de corrupção e os direitos LGBT eram sempre engavetados”, diz Rosinha.

Na verdade, até 2002 a pauta LGBT era tratada no âmbito do Ministério da Saúde e na Secretaria Especial de Direitos Humanos. Com Lula, a SDH virou ministério e as políticas LGBT para além das questões de saúde ganharam força, até que foram debatidas amplamente em conferências nacionais.

“O movimento LGBT já se organizava há muito tempo, mas apenas no governo Lula teve um espaço importante para discutir amplamente suas pautas, com as conferências nacionais chamadas por Lula, em 2008, e Dilma, em 2011”, acrescenta o deputado.

“Na teoria, os brasileiros eram tratados de forma igual pelo Estado, mas na prática isso não acontecia. A população LGBT é vítima de preconceito e não goza dos direitos da cidadania na sua plenitude, mas os governos do PT iniciaram um movimento para garantir a igualdade de direitos também nesta área. O sonho de muitos anos da população LGBT começou a virar realidade com Lula e Dilma”, complementa o parlamentar paranaense.

Confira o cronograma com algumas das ações dos governos Lula e Dilma em favor dos direitos LGBT.

- 2003: Secretaria de Direitos Humanos foi elevada à categoria de ministério

- 2004: criação do programa Brasil sem Homofobia

- 2005: fortalecimento do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos LGBT, a partir da modificação da sua estrutura, que passava a contar obrigatoriamente com a participação de membros da população LGBT

- 2006: é sancionada a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/06), primeira lei federal no país a prever expressamente a união homoafetiva feminina

- 2008: I Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos LGBT

- 2009: criação da Coordenação Geral de Promoção dos Direitos de LGBT, no âmbito da SDH, mas responsável por articular ações de sua área junto aos demais ministérios e órgãos do governo federal

- 2010: criação do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos LGBT

- 2010: portaria do Ministério da Fazenda estendeu o direito de declaração conjunta para casais homoafetivos

- 2011: criação do módulo LGBT para o Disque 100 (Disque Direitos Humanos) receber denúncias de violações de direitos da população LGBT

- 2011: I Relatório sobre Violência Homofóbica no Brasil

- 2011: II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos LGBT

- 2013: inclusão do nome social de travestis, transexuais e transgêneros no cartão do Sistema Único de Saúde (SUS)

- 2013: mudanças no Sistema Único de Saúde (SUS) para contemplar o atendimento completo para travestis, transexuais e transgêneros (com terapia hormonal, cirurgias e outros procedimentos)

- 2013: reconhecimento dos direitos de casais de mesmo sexo no serviço público federal

- 2013: Brasil assina Convenção contra Todas as Formas de Discriminação e Intolerância da Organização dos Estados Americanos

- 2013: criação do Sistema Nacional de Promoção de Direitos e Enfrentamento à Violência contra LGBT.

Do site PT na Câmara

terça-feira, 9 de setembro de 2014

CNT/MDA: Dilma cresce no 1º turno e empata no 2º

 

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Presidente lidera a disputa ao Planalto no primeiro turno, segundo pesquisa do instituto MDA divulgada nesta manhã pela CNT; na comparação com última mostra, Dilma Rousseff subiu 3,9%, Marina Silva cresceu 5,3% e Aécio Neves caiu 1,3%; na simulação de 2º turno, petista empata tecnicamente com a candidata do PSB, com 42,7% contra 45,5% da adversária; avaliação positiva do governo subiu de 33,1% para 37,5%; negativa caiu de 28,8% para 23%

9 de Setembro de 2014 às 10:52

247 – Pesquisa realizada pelo Instituto MDA divulgada nesta manhã pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) aponta liderança da presidente Dilma Rousseff no primeiro turno da disputa ao Planalto, com 38,1% das intenções de voto. A candidata do PSB, Marina Silva, registrou 33,5%. Em terceiro lugar, Aécio Neves, do PSDB, tem 14,7%.

Na comparação com a última pesquisa CNT/MDA, divulgada no dia 27 de agosto, Dilma subiu 3,9%, Marina subiu 5,3% e Aécio caiu 1,3%. O número de indecisos caiu quase pela metade, de 10,4% para 5,7%. Brancos e nulos caíram de 8,7% para 5,9%.

Em uma simulação de segundo turno entre Dilma e Marina, a petista, com 42,7% das intenções de voto, empata tecnicamente com a candidata do PSB, que registra 45,5%. Em uma eventual disputa entre Dilma e Aécio, a petista venceria com 47,5%, contra 33,7% do presidenciável tucano. Em uma terceira possibilidade, Marina (52,2%) também ganharia de Aécio (26,7%).

A pesquisa aponta que a maior parte dos entrevistados (49%) acredita que Dilma é quem vencerá as eleições. Em segundo lugar, está Marina (34,9%), e, em terceiro, Aécio (6,2%). A candidata do PT também lidera o limite de voto: 22,8% disseram que ela é a única em quem votariam. Marina tem 18,5% dessas intenções, e Aécio, 6,3%.

Avaliação do governo

A popularidade da presidente Dilma cresceu, segundo a mostra. A avaliação de governo era positiva para 33,1% na última pesquisa, no fim do mês passado. Hoje o indicador é de 37,5%. Enquanto isso, o percentual dos que consideraram seu governo ótimo cresceu de 6,8% para 7,7%. A performance considerada boa passou de 26,3% para 29,8%, e a regular de 37,4% para 39%.

A avaliação negativa, por sua vez, caiu e passou de 28,8% para 23%. A atuação considerada ruim passou de 11,8% para 10,8%, e a péssima, de 17% para 12,2%. Em relação ao desempenho pessoal, Dilma também registrou crescimento: de 47,4%, ela foi para 52,4% de aprovação. Já a quantidade dos que desaprovam passou de 47,4% para 42,9%.

Foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 estados das cinco regiões, entre os dias 5 e 7 de setembro.

http://www.brasil247.com/+kto6c

Asteroide 2002-CE26 tem uma lua e também se aproxima da Terra

 

Posted by Thoth3126 on 08/09/2014

asteroide-ameaça-queda

MAIS NOTÍCIAS SOBRE UM NOVO E ESTRANHO ASTEROIDE, o 2002 CE26:

Enquanto o asteroide 2014 RC aparece nas manchetes neste fim de semana, voando sob o cinturão de satélites que são geoestacionários da Terra (veja a notícia aqui), todos os astrônomos agora mesmo já estão apontando seus telescópios na direção de outro asteroide, o chamado Asteroide 2002 CE26, e o mais estranho objeto detectado nas vizinhanças da Terra. Na sua máxima aproximação do planeta em 9 de setembro, o Asteroide 2002 CE26 passará a 18,4 milhões km (0,123 UA) da superfície da Terra.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

MAIS NOTÍCIAS SOBRE UM NOVO E ESTRANHO ASTEROIDE, o 2002 CE26, um sistema triplo com uma lua, que também passará muito próximo da Terra:

Fonte: http://spaceweather.com/

Se trata do Asteroide 2002 CE26, que é um asteroide binário consistindo de uma rocha espacial primária gigante com 3,5 km de diâmetro e um asteroide secundário com cerca de 350 metros de largura. O que é estranho, e até mesmo bizarro, é que os dados de radar sugerem que a rocha espacial secundária e menor pode ter consigo uma lua em sua órbita.

Alberto Quijano Vodniza da University of Narino Observatory na Colômbia fotografou o sistema triplo cruzando a constelação de Pegasus em 02 de setembro:

Asteroide-2002-CE26_anim

Na sua máxima aproximação da Terra em 9 de setembro, o Asteroide 2002 CE26 passará a 18,4 milhões km (0,123 UA) da superfície da Terra. Isso é relativamente longe (mas também relativamente muito perto), e por causa do grande tamanho desse asteroide, e de seu conjunto triplo, ainda é possível se obter dados significativos a partir do seu sobrevôo.

Os astrônomos da NASA vão rastrear a passagem desse asteroide triplo utilizando o sistema de radar Goldstone no deserto de Mojave. A equipe do Goldstone disse que “Nós deveremos ser capazes de obter imagens com baixa resolução do asteroide primário. Ecos do asteroide secundário e sua “LUA” serão mais fracos e à beira do limite de detecção.”

meteoro-meteorito-asteroide

Eles também incentivam astrônomos amadores experientes para monitorar o sobrevôo do asteroide: “Este objeto deve chegar a magnitude 14 enquanto tiver iluminação solar favorável, por isso deve ser um excelente alvo para telescópios lightcurves que podem detectar a assinatura de pelo menos um satélite e poderia ajudar a refinar o seu período orbital.”

Permitida a reprodução desde que mencione as fontes e respeite a formatação original.

thoth-movimento

www.thoth3126.com.br

Posted by Thoth3126 on 08/09/2014

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MAIS NOTÍCIAS SOBRE UM NOVO E ESTRANHO ASTEROIDE, o 2002 CE26:

Enquanto o asteroide 2014 RC aparece nas manchetes neste fim de semana, voando sob o cinturão de satélites que são geoestacionários da Terra (veja a notícia aqui), todos os astrônomos agora mesmo já estão apontando seus telescópios na direção de outro asteroide, o chamado Asteroide 2002 CE26, e o mais estranho objeto detectado nas vizinhanças da Terra. Na sua máxima aproximação do planeta em 9 de setembro, o Asteroide 2002 CE26 passará a 18,4 milhões km (0,123 UA) da superfície da Terra.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

MAIS NOTÍCIAS SOBRE UM NOVO E ESTRANHO ASTEROIDE, o 2002 CE26, um sistema triplo com uma lua, que também passará muito próximo da Terra:

Fonte: http://spaceweather.com/

Se trata do Asteroide 2002 CE26, que é um asteroide binário consistindo de uma rocha espacial primária gigante com 3,5 km de diâmetro e um asteroide secundário com cerca de 350 metros de largura. O que é estranho, e até mesmo bizarro, é que os dados de radar sugerem que a rocha espacial secundária e menor pode ter consigo uma lua em sua órbita.

Alberto Quijano Vodniza da University of Narino Observatory na Colômbia fotografou o sistema triplo cruzando a constelação de Pegasus em 02 de setembro:

Asteroide-2002-CE26_anim

Na sua máxima aproximação da Terra em 9 de setembro, o Asteroide 2002 CE26 passará a 18,4 milhões km (0,123 UA) da superfície da Terra. Isso é relativamente longe (mas também relativamente muito perto), e por causa do grande tamanho desse asteroide, e de seu conjunto triplo, ainda é possível se obter dados significativos a partir do seu sobrevôo.

Os astrônomos da NASA vão rastrear a passagem desse asteroide triplo utilizando o sistema de radar Goldstone no deserto de Mojave. A equipe do Goldstone disse que “Nós deveremos ser capazes de obter imagens com baixa resolução do asteroide primário. Ecos do asteroide secundário e sua “LUA” serão mais fracos e à beira do limite de detecção.”

meteoro-meteorito-asteroide

Eles também incentivam astrônomos amadores experientes para monitorar o sobrevôo do asteroide: “Este objeto deve chegar a magnitude 14 enquanto tiver iluminação solar favorável, por isso deve ser um excelente alvo para telescópios lightcurves que podem detectar a assinatura de pelo menos um satélite e poderia ajudar a refinar o seu período orbital.”

Permitida a reprodução desde que mencione as fontes e respeite a formatação original.

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PREOCUPANTE: PROGRAMA DE MARINA SILVA EXPÕE O FIM JUSTIÇA DO TRABALHO?

 

Assunto de interesse público para todos os que atuam na Justiça do Trabalho (juízes, procuradores, advogados, concurseiros, servidores, etc)
Segundo informação veiculada na página 240 o programa de Marina Silva prega o fim da Justiça do Trabalho tal como a conhecemos:

"A elevada rotatividade da mão-de-obra e a negociação de direitos individuais na Justiça tornam muito precárias as relações de trabalho.

(…)

Há que buscar um modelo onde os atores coletivos sejam mais representativos, cabendo ao Estado impulsionar a organização sindical e a contratação coletiva. O novo modelo diminuiria o papel do Estado na solução dos conflitos trabalhistas coletivos, e Justiça do Trabalho se limitaria à nova função de arbitragem pública".

Isso é preocupante. É jogar ao vento anos de história de conquistas e lutas pela construção de um Judiciário Trabalhista forte. Não estamos defendendo o candidato X ou Y, mas é preciso que a Candidata ESCLAREÇA CONCRETAMENTE como seria feito isso.

Ora, discutindo com o amigo e estudioso Alexandre Piovesan, este concluiu que o presidente não tem poder de interferir em um órgão do poder judiciário desta forma, ainda mais quando se trata de uma contextualização social. Outrossim, juridicamente, considerando que o ordenamento jurídico brasileiro não abarca a teoria das normas constitucionais inconstitucionais, seria impossível suprimir do texto constitucional algo lá alocado pela constituinte originário, tal como a Justiça do Trabalho como um órgão do Judiciário. Lembrando que os extintos Tribunais de Alçada não eram órgãos originário do art. 92 da CR/88.

Compartilhar! E vamos mandar perguntas para o próximo debate presidencial para que Marina seja mais clara quanto à proposta.

Para acessar o programa acesse: http://marinasilva.org.br/programa/
NOTA DE ESCLARECIMENTO: http://www.informativostst.com.br/2014/09/nota-programa-de-marina-silva-e-justica.html

Dilma diz que não sabia do esquema de propina na Petrobras

 

dilmaestadao

A presidente Dilma Rousseff (PT), candidata a reeleição à presidência da República, em entrevista ao jornal ‘O Estado de S. Paulo’, nesta segunda-feira (8), disse que em ‘nenhum momento’ seu governo teve conhecimento sobre um suposto esquema de corrupção na Petrobras, delatado pelo ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, à Justiça.

Dilma definiu como “estarrecedor” o fato de as denúncias serem feitas por um funcionário de carreira da Petrobras e disse já ter solicitado oficialmente à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal o acesso a seu depoimento. Disse que ‘em nenhum momento’ identificou, durante o período em que integrou a cúpula da empresa, suspeitas de irregularidades.

De acordo com reportagem da revista Veja do último sábado, Paulo Roberto Costa disse em depoimento à Justiça, haver um esquema de pagamento de propina na Petrobras, que teria beneficiado uma lista de políticos, entre eles o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, além de seis senadores e pelo menos 25 deputados federais.

Nas conversas com a PF, o ex-diretor teria dito que, quando estava na Petrobrás, entre 2004 e 2012, conversou diretamente com o então presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, para tratar de assuntos da empresa.

Para Dilma, as denúncias envolvendo a Petrobras “não têm a ver com gestão”. “É de fato surpreendente que ele [Paulo Roberto Costa] faça isso. Não é típico dos quadros da Petrobrás”, afirmou. A presidente afirmou já ter solicitado oficialmente o conteúdo das declarações de Costa para “tomar as providências cabíveis” e que recebeu as explicações do ministro Edison Lobão.

“A revista não diz de onde tirou informações, nem como tirou”, disse. “Se a pessoa estiver comprometida, é afastamento puro e simples do governo. Mas tenho que acatar informações oficiais, da Polícia Federal, do Ministério Público. Se eles não forem capazes de me responder, vou pedir ao Supremo Tribunal Federal que me informe”, complementou.

Dilma disse ser “estranho” que os adversários falem sobre corrupção já que outros esquemas de corrupção não tiveram o mesmo tratamento. “É o caso do mensalão do DEM. Nós investigamos. Fizemos o dever de casa, não deixamos nada debaixo do tapete. Hoje, doa a quem doer, vamos investigar”, disse.

Ela voltou a lembrar o caso de afundamento de uma plataforma de petróleo durante a gestão do tucano Fernando Henrique Cardoso e que, segundo Dilma, não foi investigado. “Você acha que é tranquilo, uma plataforma que custa R$ 1,5 bilhão afundar? E ninguém investigar porque afundou?. A plataforma, de R$ 1,5 bilhão é duas vezes Pasadena”, disse.

Com informações do O Estado de S. Paulo

Petrobras divulga nota de esclarecimento sobre depoimento de ex-diretor

 

Redação
jornalismo@cearanews7.com.br

Os meios de comunicação vêm, desde sexta-feira (59), veiculando matérias envolvendo o nome da Petrobras a partir de informações não oficiais, obtidas dos depoimentos que o Sr. Paulo Roberto Costa estaria prestando na Polícia Federal.
Sobre isso a Petrobras esclarece que:
1. Não é devido comentar sobre conteúdos não oficiais publicados nos meios de comunicação. Também não cabe comentar sobre investigações em curso ou sobre declarações de pessoas ou empresas sendo investigadas pela Polícia Federal ou por qualquer outro organismo de controle.
2. Sobre seus empreendimentos e negócios, a empresa vem fornecendo informações
continuadamente a toda sociedade através do seu site www.petrobras.com.br, de notas à imprensa, de respostas aos meios de comunicação e de comunicados de Fatos Relevantes. Dessa forma deixa transparente tudo que se relaciona com os assuntos em análise ou em investigação.
3. Ademais, a empresa cumpre rigorosamente seu dever e vem prestando todas as informações solicitadas pela Polícia Federal - PF, Tribunal de Contas da União - TCU, Controladoria Geral da União - CGU e Ministério Público - MP, além de estar sempre informando a estes Órgãos sobre novos fatos e dados de que tenha conhecimento.
4. É de interesse da direção da Empresa ver a conclusão de todas as investigações em curso por todos aqueles Órgãos. Com este propósito, continuará contribuindo para que isto ocorra rápida e eficazmente. Neste sentido, a Petrobras requereu ao Juiz responsável pela Operação Lava Jato acesso às informações relativas à Petrobras que o Sr. Paulo Roberto Costa já forneceu no âmbito da delação premiada, bem como enviou cartas às empresas citadas nos veículos de comunicação, solicitando informações sobre a existência de seus contratos com empresas ligadas ao Sr. Alberto Youssef e sobre qualquer envolvimento com as atividades objeto desta investigação. Tais informações subsidiarão as Comissões Internas de Apuração já instaladas.
5. Por fim, a Diretoria Executiva informa aos seus acionistas e empregados que a empresa continua trabalhando normalmente em todas as suas unidades para atender a seus objetivos empresariais, visto que atos irregulares, que possam ter sido cometidos por uma pessoa ou grupo de pessoas, empregados ou não da empresa, não representam a conduta da instituição Petrobras e de sua força de trabalho constituída por milhares de empregados.

http://www.cearanews7.com.br/ver-noticia.asp?cod=20018

Petrobras requer na Justiça informações prestadas à PF por ex-diretor

 

A Petrobras informou, em nota divulgada nesta segunda-feira (8), que requereu na Justiça acesso às informações prestadas por seu ex-diretor Paulo Roberto Costa à Polícia Federal (PF), em regime de delação premiada. Partes do depoimento de Costa à PF teriam vazado e sido publicadas na última edição da revista Veja, apontando nomes de diversos políticos como envolvidos em esquemas de corrupção dentro da estatal.

Em um trecho da nota, a Petrobras diz que tem interesse na conclusão de todas as investigações em curso e que continuará contribuindo para que isso ocorra de forma rápida e eficaz.

“Neste sentido, a Petrobras requereu ao juiz responsável pela Operação Lava Jato acesso às informações relativas à Petrobras que o Sr. Paulo Roberto Costa já forneceu no âmbito da delação premiada, bem como enviou cartas às empresas citadas nos veículos de comunicação, solicitando informações sobre a existência de seus contratos com empresas ligadas ao Sr. Alberto Youssef e sobre qualquer envolvimento com as atividades objeto desta investigação.”

No texto, a empresa diz que considera indevido comentar conteúdos não oficiais publicados nos meios de comunicação, bem como investigações em curso ou sobre declarações de pessoas ou empresas investigadas pela Polícia Federal ou por qualquer outro organismo de controle e lembra que vem fornecendo informações sobre seus empreendimentos a toda a sociedade em seu site. “Dessa forma, deixa transparente tudo que se relaciona com os assuntos em análise ou em investigação”, enfatiza a nota.

(Agência Brasil)

“NÃO DAREI À IMPRENSA UM CARÁTER QUE ELA NÃO TEM”

 

BRASIL 247 - A presidente Dilma Rousseff reafirmou nesta segunda-feira (08) ter determinado ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que pedisse à Polícia Federal "informações oficiais" sobre suposto envolvimento de algum membro do governo no esquema denunciado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Ela declarou que então poderá "tomar todas as providências baseadas em informações oficiais". "Caso o Ministério Público não possa me responder, vou pedir ao STF", anunciou Dilma.

Em sabatina realizada pelo jornal O Estado de S. Paulo, a presidente, candidata à reeleição pelo PT, disse também que não dá à imprensa "um caráter que ela não tem", em alusão à denúncia feita pela revista Veja no fim de semana, que citou o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, como um dos beneficiados no esquema de corrupção da estatal. "Se ela (a pessoa) estiver comprometida, é afastamento", defendeu Dilma. "É prudente saber se isso é verdade. A própria revista que divulga os fatos não diz da onde tirou nem como tirou".

"É uma coisa engraçada. Um órgão da imprensa sabe as informações, e nós, que somos os acusados, não sabemos. Isso é inadmissível. Eu não quero dentro do meu governo quem esteja envolvido. Mas não quero dar à imprensa um caráter que ela não tem diante das leis brasileiras. Eu quero a informação a mais aprofundada possível", ressaltou. "É possível ficar divulgando sem a Justiça homologar a delação premiada?", questionou, acrescentando que as acusações de Costa têm que ser apuradas. "Porque quem faz delação pode não gostar de uma pessoa e acusá-la e proteger uma outra que é mais culpada. É possível que haja informações em controversa".

Postado por Sobral de Prima

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Lagarde indiciada. FMI sem crédito!

 

Blog do Miro

A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), a francesa Christine Lagarde, adora se meter na economia de países autônomos. Ela insiste no receituário neoliberal de maior austeridade fiscal, mais juros e mais libertinagem financeira – que levou as nações europeias ao colapso econômico, com recordes de desemprego e brutal regressão de direitos sociais. Lagarde também posa de madame acima de qualquer suspeita. A vida, porém, é cruel. Na semana passada, ela foi indiciada pela Justiça da França sob a acusação de uso irregular de dinheiro público no governo do fascistóide Nicolas Sarkozy (2007-2012), de quem foi ministra da Economia. Caso seja condenada, ela pode pegar até um ano de prisão.

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A chefona do FMI é acusada de assinar um documento falso que permitiu o repasse do dinheiro ao empresário Bernard Tapie, aliado de Sarkozy, em 2008. A negociata visou dar fim à ação judicial, iniciada na década de 1990, entre o ricaço e o extinto banco estatal Crédit Lyonnais, quando o empresário vendeu a empresa Adidas. O caso levou o Estado a pagar € 400 milhões (R$ 1,18 bilhão) a Tapie. Para a Justiça francesa, Lagarde foi, no mínimo, “negligente” ao autorizar que o famoso doador de campanhas de Nicolas Sarkozy recebesse a fortuna em indenização. A abertura do processo aumentou os rumores de que ela poderá deixar o cargo de diretora-geral do FMI, que ocupa desde 2011. Conforme observa a própria Folha rentista, “o indiciamento de Lagarde acontece três anos depois que seu antecessor, Dominique Strauss-Kahn, renunciou ao cargo após se envolver em um caso de abuso sexual contra uma camareira em um hotel de Nova York. Analistas afirmam que, caso Lagarde seja obrigada a deixar o cargo, aumentará a pressão de países emergentes pelo comando do fundo monetário. Nos últimos anos, países como Brasil e China aumentaram sua participação nos recursos usados pela instituição. Desde sua criação, em 1944, o FMI sempre foi chefiado por europeus”. De concreto, porém, o indiciamento desgasta ainda mais a imagem do prepotente antro da oligarquia financeira mundial. Nos últimos meses, o FMI tem feito violenta pressão contra os chamados países emergentes dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) para que eles adotem o seu receituário neoliberal destrutivo e regressivo. No final de julho, o organismo fez duros ataques à política econômica do governo Dilma – o que, de imediato, ganhou as manchetes da mídia rentista e serviu de palanque para a oposição demotucana. O relatório do FMI afirmou que o país rumava para o caos econômico e que era o “mais frágil” dos emergentes. Diplomático, o ministro Guido Mantega reagiu, afirmando discordar da avaliação de um “órgão tão respeitável”. Será que o FMI é mesmo um “órgão tão respeitável”? Lagarde com a palavra!

Escrito por: Altamiro Borges

Eduardo Campos é citado por ex-diretor da Petrobras, diz revista

 

Roseana Sarney, Sérgio Cabral, Renan Calheiros e Cândido Vaccarezza também teriam sido mencionados em depoimento à Polícia Federal

Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras (Foto: Agência O Globo)Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras (Foto: Agência O Globo)

O ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo Roberto Costa acusa ministros, senadores, governadores e deputados envolvidos na Operação Lava Jato, da Polícia Federal. De acordo com reportagem da revista Veja desta semana, Costa, preso em março pela Polícia Federal, citou em depoimentos de delação premiada nomes como os dos presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), além do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA).

+ Governistas acham que delação atingirá PT, PMDB e PSB

Costa, preso desde março, acusa ainda três "governadores", em estados onde a Petrobras tem investimentos: Sérgio Cabral (PMDB), ex-governador do Rio, Roseana Sarney (PMDB), atual governadora do Maranhão, e Eduardo Campos (PSB), ex-governador de Pernambuco e ex-candidato à Presidência da República, morto no mês passado em um acidente aéreo.

saiba mais

Do Senado, Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do PP, e Romero Jucá (PMDB-RR). Entre deputados, o petista Cândido Vaccarezza (SP) e João Pizzolatti (SC), do PP. O ex-ministro das Cidades e ex-deputado Mario Negromonte, do PP, também é citado.

Ainda de acordo com a revista, Costa admitiu que as empreiteiras contratadas pela companhia tinham, obrigatoriamente, que contribuir para um caixa paralelo destinado à base aliada do governo. Quem fazia ponte com o esquema no PT, segundo Costa, era o tesoureiro nacional do partido, João Vaccari Neto.

Desde sexta feira, 29 de agosto, Paulo Roberto está depondo em regime de delação premiada para tentar obter o perdão judicial. Os depoimentos são todos filmados e tomados em uma sala na Custódia da PF em Curitiba.

Outro lado
Eduardo Campos
Em campanha em Brumado (BA), 555 quilômetros ao sul de Salvador, a candidata do PSB à presidência, Marina Silva, classificou como "ilação" a citação ao ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, nas delações premiadas feitas por Paulo Roberto Costa.

Sem se aprofundar no tema, Marina afirmou que "o fato de haver um investimento da Petrobras em seu estado não dá o direito, a quem quer que seja, de colocá-lo (Campos) na lista dos que cometeram irregularidades" na empresa. "Neste momento, todo o Brasil aguarda as investigações dos desmandos da Petrobras, que estão ameaçando o futuro da empresa e o futuro do pré-sal", disse. "O governo tem de explicar a má governança que ele fez na Petrobras, levando essa empresa que sempre foi exitosa e respeitada dentro e fora do Brasil a quase uma total falência. Algumas coisas não podem continuar."

O candidato a vice-presidente na chapa de Marina, Beto Albuquerque, também defendeu Campos das acusações. "Repudio as ilações e a vilania que estão tentando fazer contra Eduardo Campos depois que ele morreu", disse. "Quando ele estava vivo, não tinham coragem de enfrentá-lo. Agora, começam a levantar acusações, como se ele pudesse se defender. Já a assessoria do PSB comunicou que não se manifestará sobre a menção ao ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos no depoimento do ex-diretor da Petrobras. Dentro do partido, a avaliação é a de que Paulo Roberto Costa não apresentou provas concretas contra Campos. "Apenas jogaram no ar o nome de uma pessoa que já morreu, é um absurdo", comentou um auxiliar.

Roseana Sarney
A governadora do Estado do Maranhão Roseana Sarney (PMDB) enviou nota à imprensa em que diz repudiar veementemente e "com grande indignação" as denúncias feitas pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, em delação premiada. "Nunca participei de nenhum esquema de corrupção e muito menos solicitei ao ex-diretor da Petrobras recursos de qualquer natureza." Roseana afirma que tomará todas as medidas jurídicas cabíveis para resguardar sua honra e dignidade.
Vaccari Neto
O secretário nacional de finanças do PT, João Vaccari Neto, negou as acusações do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa. Em nota, Vaccari diz que nunca tratou de assunto relativo ao PT com Costa. "Assim, é absolutamente mentirosa a declaração de que tenha havido qualquer tratativa, seja pessoal, por e-mail ou mesmo telefônica, com o referido senhor a respeito de doações financeiras ou qualquer outro assim", diz em nota.

Vaccari diz ainda que nunca esteve na sede da Petrobras e que não visita empresas estatais, pois elas são proibidas de fazer doações eleitorais. O petista afirmou também que todas as contas do partido São "apresentadas em detalhes" aos órgãos responsáveis pela fiscalização.
Sérgio Cabral
O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que a relação do governo com Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, era "institucional".

Cabral questiona em qual afirmação de Costa seu nome é mencionado, uma vez que ainda não foram divulgadas acusações contextualizadas feitas por ele à PF.

Dilma aguarda 'dados oficiais' para comentar denúncias
A presidente e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, afirmou há pouco, em São Paulo, que é preciso ter "dados oficiais" para poder comentar as denúncias do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.

"A própria revista que anuncia esse fato diz que o processo está criptografado, guardado dentro de um cofre e que irá para o Supremo", disse, referindo-se à revista Veja. Entre os nomes citados pela publicação, estão o do deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) e do tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto.

"Eu gostaria de saber direitinho quais são as informações prestadas nessas condições e eu te asseguro que tomarei todas as providências cabíveis", disse a presidente, em coletiva de imprensa, antes de participar de um encontro com mulheres na sede do sindicato dos bancários.

Dilma disse ainda que não poderia comentar o assunto "com base em especulação". "Eu quero as informações. Acho que as informações são essenciais e são devidas ao governo. Porque, caso contrário, a gente não pode tomar medidas efetivas", afirmou.

http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Acao/noticia/2014/09/eduardo-campos-e-citado-por-ex-diretor-da-petrobras-diz-revista.html

Obras de Belo Monte geram emprego e promovem cidadania e saúde

Obras de Belo Monte geram emprego e promovem cidadania e saúde

 

A presidenta Dilma Rousseff visitou, na manhã dessa terça-feira (5), uma das mais ousadas obras de engenharia na Amazônia: a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, que gera mais de 20 mil empregos, 50% deles para pessoas oriundas do Pará, estado que abriga o empreendimento. Belo Monte é a primeira obra do País a contar com um Projeto Básico Ambiental de Componente Indígena (PBA-CI) e também com um plano estratégico para manter a pesca dos moradores ribeirinhos ao lago da usina. A agenda da presidenta incluiu uma visita à linha de transmissão em Almeirim.

“Estamos aqui em uma obra importante para o Brasil. Aqui vamos produzir 11,2 mil MW e vamos garantir energia para 18 milhões de brasileiros”, destaca a presidenta.

A obra é feita de números grandiosos: são 3 mil equipamentos pesados, entre retroescavadeiras, guindastes e caminhões-fora-de-estrada; potência de geração estimada em 11.233 MW; capacidade para atender 18 milhões de residências, ou 60 milhões de pessoas (mais do que toda a população da região Nordeste) e investimentos de R$ 25,8 bilhões.

“Achamos que a grande vantagem do Brasil é possuir ainda potencial hidrelétrico. Nós ainda temos um volume expressivo de energia que podemos produzir com nosso potencial hidrelétrico”, reforça Dilma.

Mas, além do investimento na geração de energia, a obra também impulsiona investimentos sociais em saúde, educação, habitação, segurança e saneamento básico. Foram construídas e equipadas 27 Unidades Básicas de Saúde e serão entregues três hospitais: em Altamira, Anapu e Vila dos Trabalhadores. Em breve, começarão as obras do Hospital de Vitória do Xingu.

Também foi garantido um suporte financeiro para a contratação, pelos municípios, de 11 equipes de Saúde da Família. Os resultados já estão aparecendo: entre janeiro de 2011 e dezembro de 2013, os casos de malária caíram 85% na região, graças a ações realizadas em conjunto com o Ministério da Saúde, a Secretaria de Saúde do estado do Pará e as prefeituras.

Na educação, 354 salas de aula foram construídas, ampliadas e/ou reformadas nas áreas de influência direta da hidrelétrica, beneficiando diretamente 20,6 mil estudantes paraenses. Além desses investimentos, a cidade receberá 220 km de redes de esgoto e 170 km de redes de água potável – 75% dessas obras já estão concluídas. Foram R$ 413 milhões aplicados nos projetos de saneamento básico.

Altamira, base operacional da usina, teve dois novos bairros construídos e outros três serão estruturados. As 277 famílias que já residem no local viviam, em sua maioria, em áreas historicamente alagadas pelo Rio Xingu. Todos os novos bairros têm infraestrutura completa de saneamento, escola e transporte público.

A área de segurança também recebeu reforço. São R$ 87 milhões destinados à compra de equipamentos, e será construído ainda um complexo penitenciário em Vitória do Xingu, com alas masculina, feminina e uma unidade para presos em regime semiaberto.

http://www.saladeimprensadilma.com.br/2014/08/05/obras-de-belo-monte-geram-emprego-e-promovem-cidadania-e-saude/

Sem Pré-Sal, Educação perde R$1,3 trilhão

 

Sticky PostBy ptrjOn 04/09/2014

Mesmo diante da grandeza estabelecida pela Petrobras com a descoberta e exploração do Pré-Sal, alguns setores da sociedade ainda não são capazes de reconhecer sua importância para o Brasil e para serviços de educação e saúde. Responsável por 22% de tudo que é produzido hoje pela Petrobras, o Pré-Sal deverá repassar para a Educação mais de R$ 3 bilhões, até o final de 2014, em forma de recurso adicional. A previsão é que em 2018, deva ser responsável por 52% da produção da Petrobras, gerando mais de R$ 30 bilhões por ano, quando estará em vigor a produção em regime de partilha no campo de Libra.

Com isso, estima-se que sejam repassados, para custear os serviços com a educação, R$ 1,3 trilhão nos próximos 35 anos, advindos dos royalties do Pré-Sal.

Um montante considerável a ser somado ao orçamento já existe para o setor, tendo em vista que o governo federal investiu R$ 22 bilhões na área da educação em 2013.

Entretanto, a candidatada à presidência da República, Marina Silva (PSB), menospreza o valor do petróleo para o crescimento e fortalecimento da economia brasileira.

A candidata peessedebista promete frear a política nacional de investimentos no Pré-Sal. Em seu programa de governo, apenas poucas linhas são destinadas ao tema, deixando claro que a principalmente intenção é reduzir o consumo de combustíveis fósseis e realinhar a política energética, dando ênfase no investimento em fontes renováveis de energia, como o etanol. Observa-se ainda que o texto faz somente duas menções à palavra “Pré-Sal”.

Recentemente, Marina se referiu ao petróleo como um “mal necessário”, do qual o Brasil não precisaria mais. “Temos de sair da idade do petróleo”, completou.

No entanto, para a presidenta Dilma Rousseff, petróleo não é apenas energia, é riqueza transformada em investimento.

Em resposta à Marina Silva, Dilma disse que os recursos destinados do Pré-Sal para a educação são a melhor forma de transformar uma riqueza finita em algo perene e duradouro.

“Quem acha que o Pré-Sal tem que ser reduzido não tem uma verdadeira visão do Brasil. Isso é um retrocesso, uma visão obscurantista”, declarou. A presidenta se referia ao valor destinado, por lei, dos royalties do Pré-Sal para a Educação e Saúde.

Em setembro de 2013, a presidenta sancionou a Lei dos Royalties (Lei 12.858/2013), que determina a destinação de 75% dos royalties e 50% do fundo social do Pré-Sal para a Educação; e 25% para a saúde.

Em julho, a produção de petróleo do pré-sal atingiu a marca recorde de 500 mil barris por dia. Isso, apenas oito anos após o início da sua exploração. A previsão é que até 2020, a produção dobre, chegando a 4,2 milhões de barris diários, com a exploração da reserva total estimada em 35 bilhões de barris.

Leia mais aqui:

https://www.pt.org.br/sem-pre-sal-educacao-perde-r-14-tri/

PF detém mulher do senador Eunício Oliveira sem ordem judicial

 

Senador classificou constrangimento como gesto "aloprado" de aliados do governador Cid Gomes.

Redação
jornalismo@cearanesw7.com.br

Foto: Mônica Paes de Andrade Oliveira e Eunício Oliveira

Mônica Paes de Andrade Oliveira, mulher do candidato a governador do Ceará pelo PMDB, senador Eunício Oliveira, foi abordada na última quinta-feira por três policiais federais no aeroporto Pinto Martins, destinado a jatos executivos, na capital cearense. Ela se preparava para viajar a Juazeiro do Norte, rumo a uma reunião com 1,5 mil mulheres, em apoio à candidatura de Eunício. Na bagagem, levava dezenas de caixas com material de campanha.
Por mais de duas horas, ela ficou detida, enquanto os policiais revistavam caixa por caixa, sob a justificativa de que se tratava de "procedimento normal de aeroporto". Os agentes rasgaram bandeiras e caixas durante a revista.
Paralelamente ao constrangimento provocado à senhora no aeroporto, o motorista da caminhonete que levava placas da campanha para o mesmo evento em Juazeiro foi abordado na estrada por policiais federais que revistaram tudo. Pediram inclusive para ver a carteira do motorista, que carregava apenas R$ 70.
O senador ficou furioso com o tratamento grosseiro dispensado à esposa. Ele classificou o constrangimento ao qual sua família e apoiadores foram submetidos como mais um gesto "aloprado" por parte dos aliados do governador Cid Gomes. "É uma tentativa de intimidação. O Ciro e o Cid jogam esse jogo de intimidação junto com o PT. Dossiê aloprado eles sabem fazer. Fizeram em campanhas anteriores", disse Eunício por intermédio de assessores. "O medo do Cid e do Ciro de me ver sentado naquela cadeira é sabem que vou apurar todos os malfeitos. Vou querer ver o estado ressarcido e quem tiver que pagar vai para a cadeia", completou o senador.
Fonte: Denise Rothenburg/ Correio Braziliense.

Delação de ex-diretor da Petrobras esquenta campanha eleitoral

 

Três principais candidaturas à Presidência podem sofrer nova reviravolta.

Luciano Augusto
jornalismo@cearanews7.com.br

Como não poderia ser diferente, as principais publicações nacionais relatam nesse domingo (7) os efeitos do 'tsunami' causado pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e suas revelações divulgadas pela revista Veja desta semana.
Em 43 horas de depoimento no processo de delação premiada da Operação Lava-Jato, Costa teria jogado, segundo a revista, o tesoureiro do PT e o núcleo da base do governo Dilma Rousseff no Centro de um esquema de desvio bilionário de recursos em contratos de empresas com a estatal.
O Globo destaca que a delação põe as candidatas Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PT) na defensiva, pois as denúncias envolvem PT, aliados de governo, o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, morto em acidente aéreo, e o ex-governador do Rio, Sérgio Cabral.
Dilma disse que tomará providências, mas o Planalto já deu sinais de que teme prejuízos na campanha para a sucessão da presidente. Marina saiu em defesa de Campos e disse tratar-se de "ilação". O candidato do PSDB, Aécio Neves, partiu para o ataque e disse que o caso é o "mensalão 2".
O Estado de S. Paulo ressalta que as revelações do ex-diretor puseram em alerta o comando da campanha da presidente Dilma Rousseff. Dirigentes do PT admitem que o escândalo deve empurrar Dilma para a defensiva. A situação só não é pior para o partido porque a denúncia envolve também o nome de Eduardo Campos.

http://www.cearanews7.com.br/ver-noticia.asp?cod=19976

Atividade industrial volta a crescer em julho após 4 meses de queda, afirma CNI

 

A atividade industrial se recuperou em julho, após quatro meses de queda, com aumento de 2,6% no número de horas trabalhadas, na comparação com o mês anterior. Em junho, a atividade industrial havia recuado 4,2%, segundo dados revisados, divulgados nesta quinta-feira (4) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). É a maior alta de horas trabalhadas neste ano.

A utilização da capacidade instalada (UCI) aumentou 0,6 ponto percentual entre junho e julho, com ajuste sazonal, chegando a 81%, contra 80,4% em junho, de acordo com a pesquisa Indicadores Industriais. Sem ajuste, o índice de julho ficou em 81,4%, de acordo com as informações do estudo.

Para a CNI, os resultados mostram que “a atividade industrial voltou a crescer em julho, ainda que moderadamente, após quatro meses seguidos de retração”.

O faturamento real do setor em julho cresceu 1,2% em julho, na comparação com junho. Em relação a julho, houve recuo de 5,1%, enquanto o nível de emprego decresceu 0,2% entre junho e julho. Em relação a julho do ano passado, o indicador recuou 0,6%. Segundo a CNI, “deve-se atribuir parte do crescimento desses indicadores ao menor número de dias úteis afetados pela Copa do Mundo em julho na comparação com junho”.

A massa salarial real diminuiu 0,2% entre junho e julho e apresentou igual recuo ante julho do ano passado. Já o rendimento médio real avançou 0,1% entre o sexto e o sétimo mês deste ano e cresceu 0,4% entre os meses de julho de 2013 e 2014, com a correção da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC/IBGE).

Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada na terça-feira (2), mostrou que a produção industrial cresceu 0,7% em julho, na comparação com junho deste ano.

Fonte: Portal Brasil com informações da CNI.

Mais médicos: 95% da população está satisfeita e 85% diz que atendimento melhorou muito

 

Jornal GGN - O Programa Mais Médicos, do governo federal, completou um ano, nesta semana, desde que os primeiros profissionais começaram a atuar. Uma pesquisa inédita mostra: 95% da população atendida e entrevistada diz estar satisfeita com a atuação dos médicos, com notas acima de 8 para os profissionais, e 86% avalia que o atendimento melhorou muito.

"O programa Mais Médicos efetivamente está garantindo mais acesso, qualidade e mais humanização no atendimento. E essa pesquisa confirma que aqueles que usam o Programa Mais Médicos, na periferia de grandes cidades, no interior do país, na Floresta Amazônica, no sertão nordestino, estão muito satisfeitos com o médico", disse o ministro da Saúde Arthur Chioro, em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (04).

A pesquisa realizada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em parceria com o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) entrevistou 4 mil pessoas em 200 municípios que contam com os médicos do programa, entre junho e julho deste ano.

A grande maioria (96%) afirmou que os profissionais são competentes e 90% aprovaram o tratamento durante o atendimento.

Um total de 84% dos entrevistados revela estar satisfeito com a duração da consulta médica, 83% vê uma melhoria nos esclarecimentos sobre os problemas de saúde e 80% estão contentes com o acompanhamento do paciente pelo mesmo profissional. Além disso, os usuários observaram que foram informados sobre outras formas e prevenção e ação: 67% receberam recomendações de alimentação e 56% de atividades físicas.

Em perguntas espontâneas, os entrevistados levantaram os pontos fortes do Programa Mais Médicos: 56% afirmaram que aumentou o atendimento e número de consultas, 33% ressaltaram a presença de médicos todos os dias nas unidades básicas e 37% elogiaram os médicos como atenciosos.

Apenas 2% considera que o Programa está pior do que o esperado, contra 74% que acredita estar melhor, e 19% acha que está como se esperava.

Mais formação

Junto com a apresentação da pesquisa, o ministro da Saúde anunciou, ao lado do ministro da Educação Henrique Paim, o terceiro eixo do Programa: 39 municípios receberão cursos de Medicina, ampliando também a área de especialização, com as residências médicas.

As cidades escolhidas têm 70 mil habitantes, não dispunham de curso superior para médicos, localizadas em 11 estados do país e nenhum dos municípios é capital. A intenção é oferecer a formação em regiões que necessitam do curso, mas que tenham estrutura da rede de saúde para realizar as atividades práticas, sobretudo no programa de residência.

Uma das condições para instituições de ensino superior receberem os cursos é realizar investimentos na rede de saúde.

O anúncio é parte da previsão de criar, até 2017, mais 11,5 mil vagas de graduação e 12,4 de residência, com foco na valorização da Atenção Básica e outras prioritárias para o Sistema Único de Saúde (SUS). Novas faculdades serão instaladas em regiões do Norte e Nordeste e em cidades do interior do país.

Desde a criação do Mais Médicos, os cursos de Medicina estão, em sua maioria, em municípios do interior: 11.269 vagas, diante de 10.045 em capitais. Antes, até 2012, as capitais tinham a maior oferta de vagas de graduação de médicos.

http://jornalggn.com.br/noticia/mais-medicos-95-da-populacao-esta-satisfeita-e-85-diz-que-atendimento-melhorou-muito

domingo, 7 de setembro de 2014

Nosso sistema de votação é seguro?

Luiz Roberto Nascimento Silva

Transformo em pergunta a afirmação que recebo como título da nota de esclarecimento do corregedor do TRE, juiz Alexandre de Carvalho Mesquita, em resposta ao artigo do advogado Luiz Roberto Nascimento Silva publicado no GLOBO e comentando por mim aqui. Segue a carta na íntegra, em prol do bom debate e da busca da verdade:

Nosso sistema de votação é seguro

Na edição de 24/01/2014 do jornal O GLOBO, mais especificamente na página 17, o ex-ministro da Cultura e advogado Luiz Roberto Nascimento Silva escreveu um artigo intitulado “Nossos sistema de votação é seguro?”, onde faz diversas colocações que são aqui rebatidas, uma a uma.

Inicialmente, o articulista afirma que lhe causa “estranheza que tenhamos adotado o modelo eletrônico de votação, sem maior debate ou cuidado”. O sistema eletrônico de votação foi implementado pela Lei 9.100/95, tendo observado todo o processo legislativo necessário para sua aprovação e posterior sanção presidencial. Já são quase 20 anos de sua vigência. Nesse período, a Justiça Eleitoral vem implementando uma série de mecanismos para assegurar a lisura do processo de votação, inclusive contemplando a participação de órgãos como o Ministério Público e a Ordem dos Advogados do Brasil, os quais têm acesso ao desenvolvimento dos programas utilizados no processo eleitoral, ocasião em que poderão suscitar dúvidas ou questionamentos técnicos junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Posteriormente, discorre sobre EUA, Alemanha, França e Japão indagando sobre a razão pela qual esses países utilizam processos históricos de apuração, informando que, com relação aos EUA, “continuam a obedecer à sistemática do voto distrital concebido na formação política e a utilizar um sistema quase artesanal na apuração dos votos”. Em primeiro lugar, é de se destacar que o desenvolvimento econômico de um país não está vinculado ao sistema de votação utilizado. Pensar dessa forma é reduzir sobremaneira a formação histórico-cultural das diversas sociedades. Ademais, no que toca à apuração da votação nos EUA, registre-se que aquele país simplesmente não possui uma forma de votação unificada, pois cada estado escolhe a melhor maneira de computar e contar seus votos. Na eleição presidencial norte-americana de 2000, por exemplo, o resultado da votação demorou quase um mês para ser anunciado porque a Flórida tinha um tipo de cédula que dificultou a contabilização dos votos, gerando inúmeras recontagens de votos e disputas acirradas entre Democratas e Republicanos. Com uma diferença mínima entre os candidatos, aqueles poucos votos, que foram recontados manualmente, tiveram o poder de alterar o resultado do colégio eleitoral e, por consequência, decidir a eleição.

Em seguida, pergunta o articulista se “há algum backup disponível para a consulta pública de zonas eleitorais?”. Sim, há várias formas de se verificar o resultado das eleições, não só nas zonas eleitorais, mas também na rede mundial de computadores. O Boletim de Urna, que é o documento que demonstra quantos votos cada candidato teve em uma urna eletrônica, está disponível para consulta de todos nas zonas eleitorais. Esse documento é assinado, no dia da eleição, pelos mesários e pelos próprios fiscais dos partidos políticos presentes na seção eleitoral. Há, ainda, outros instrumentos de verificação, como log da urna eletrônica e assinatura digital de todos os softwares utilizados. Assim, fica claro que não existe qualquer “caixa-preta” no processo de apuração dos votos. Aliás, a urna eletrônica trouxe justamente uma segurança até então não conhecida na história do voto no Brasil, haja vista lembrarmos das fraudes do “bico de pena”, do mapismo e a chamada “corrente eleitoral”.

Diz o articulista, ainda, que “na estrutura atual de votação, todos os votos das diversas zonas eleitorais são transferidos para o Tribunal Regional Eleitoral”. Trata-se de uma afirmativa equivocada, pois, na verdade, os votos, antes de serem totalizados pelo Tribunais Regionais nas eleições gerais e pelas zonas eleitorais nas eleições municipais, são validados pelo Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília, que verifica eventual tentativa de violação da urna eletrônica.

A seguir, discorre o articulista sobre a hipótese de, “faltando meia hora para o fechamento das urnas, existindo um contingente de 300 eleitores que deixaram de comparecer não é difícil imaginar um mesário com a lista dos ausentes, soletrando o número dos títulos de eleitor e ao fundo o som da urna eletrônica perguntando: Confirma? Confirma. Tudo rápido, simples, sem impressão digital”. Em primeiro lugar, a hipótese de fraude descrita pelo autor não está relacionada ao sistema eletrônico de votação, mas sim ao desvio da conduta das pessoas que trabalham na votação, o que poderia ocorrer inclusive no sistema manual, como muito já ocorreu em nossa história. Em segundo lugar, cada urna eletrônica comporta entre 500 e 600 eleitores, demonstrando a experiência ao longo dos anos que, ao final da votação, ocorre uma abstenção de cerca de 15 a 20% dos eleitores de determinada seção eleitoral. Assim, na hipótese em questão, seriam cerca de 75 a 120 eleitores faltantes. Em terceiro lugar, presume-se que os componentes das mesas receptoras de votos, assim como os fiscais dos diversos partidos políticos (concorrentes entre si) presentes no local concordassem com a fraude. Ademais, o log da urna eletrônica, disponível aos partidos políticos, teria como verificar o espaço de tempo entre cada votação. Por fim, ignora o articulista o fato de que o TSE está promovendo em todo o país o recadastramento biométrico dos eleitores, havendo a previsão de que nas eleições deste ano mais de 22 milhões de eleitores já sejam identificados pelas digitais.

Prossegue o articulista transcrevendo a fala do professor doutor Pedro Antônio Dourado de Rezende, professor de Ciência da Computação da Universidade de Brasília (UnB), coordenador do programa de Extensão Universitária em Criptografia e Segurança Computacional da UnB, ATC PhD em Matemática Aplicada pela Universidade de Berkeley (EUA) e ex-representante da sociedade civil no Comitê Gestor da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). Respeito, como não poderia deixar de ser, a opinião do ilustre professor doutor. Entretanto, como o referido professor diz, “no caso da urna, se entra software honesto sai eleição limpa. Se entra software desonesto sai eleição fraudada”. Aí cabe não só a ambos mas a toda a sociedade brasileira confiar na justiça eleitoral, que já deu ao longo desses anos a prova do seu trabalho em prol da democracia e do processo eleitoral. Além disso, como já mencionado, é possível a vários setores de nossa sociedade, como à OAB, verificar a instalação e o desenvolvimento desses softwares, certificando sua confiabilidade.

É importante ainda mencionar que é possível fiscalizar todas as fases de preparação das eleições, sendo inclusive realizada auditoria, no dia das eleições, nas urnas eletrônicas, por meio da chamada “votação paralela”, acompanhada de fiscais dos partidos políticos e representantes do Ministério Público Eleitoral e da OAB. O articulista pode se informar a respeito lendo as resoluções do TSE que tratam do assunto.

Dessa forma, como o próprio articulista diz, “até o momento a população não tem restrições às mudanças, nem se constatou nenhum desvio grave. Entretanto, institutos de pesquisas fizeram alguns prognósticos que depois não se confirmaram nas urnas”. Digo mais: não se constatou desvio de votos, pois a vontade do eleitor é respeitada pela Justiça Eleitoral. A pesquisa, por essência, representa uma amostragem do eleitorado, não sendo exata.

Finaliza o articulista questionando se “nosso passado político, nossa prática de coronelismo, enxada e voto, mesmo com todos os avanços inegáveis ocorridos no país, não nos sugeriram um maior cuidado?” Sim. E esse cuidado vem justamente ao encontro do sistema eletrônico de votação. Aos eleitores cabe fiscalizar o que vem sendo feito pelos seus representantes eleitos para coibir práticas de corrupção como as mencionadas pelo articulista.

Na verdade, se realmente neste país se desvia merenda escolar e se rouba remédio popular, o que o articulista, como ministro da Cultura e advogado, fez de concreto contra práticas dessa natureza? Fica a pergunta.

Alexandre de Carvalho Mesquita é Corregedor do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro

Alguns esclarecimentos parecem, de fato, pertinentes. Mas tem uma coisa que continua incomodando muito, como uma pulga atrás da orelha: por que raios os americanos, franceses, japoneses e alemães evitam a urna eletrônica?

Sim, “é de se destacar que o desenvolvimento econômico de um país não está vinculado ao sistema de votação utilizado”. Mas alguém poderia alegar que falta a tecnologia para tanto? Claro que não! Portanto, que fatores “culturais” seriam esses que fazem tais países, bem mais avançados, rejeitarem esta tecnologia na eleição?

Essa pergunta, a mais importante de todas, continua sem resposta…

Rodrigo Constantino

http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/tags/luiz-roberto-nascimento-silva/

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Com intermediação da Rússia, Ucrânia e separatistas anunciam cessar-fogo

 

Trégua foi proposta por Vladimir Putin como primeiro passo para a solução da crise

Os representantes do governo de Kiev e das autoproclamadas Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk assinaram nesta sexta-feira, 5, um protocolo de cessar-fogo no leste da Ucrânia a partir das 18h no horário de Moscou (11h no horário de Brasília). A informação foi divulgada pelo Twitter oficial da república de Donetsk.

A reunião entre autoridades da Rússia, Ucrânia e regiões do leste ucraniano, acontece em Minsk, capital da Bielorrússia. Anteriormente, o Presidente ucraniano, Petro Poroshenko, haiva manifestado apoio ao plano de resolução do conflito elaborado pelo Presidente russo, Vladimir Putin.

O conflito entre separatistas e as forças de Kiev deixou um grande rastro de destruição no leste ucraniano

A iniciativa do líder russo prevê que as "operações armadas nas regiões de Donetsk e Lugansk e o uso da aviação contra civis no sudeste da Ucrânia sejam interrompidas”. De acordo com ele, a fim de parar o derramamento de sangue e estabilizar a situação na região ucraniana, é necessário cessar as operações ofensivas das forças armadas e milícias armadas. Em segundo lugar, as unidades armadas das forças de segurança da Ucrânia devem ser retiradas para certa distância que exclua a possibilidade de disparo de artilharia e todos os tipos de lançadores de foguetes.

Desde abril, o governo de Kiev realiza uma operação militar no leste da Ucrânia contra milícias separatistas das regiões de Donetsk e Lugansk. O conflito já causou mais de 2.600 mortes.

http://www.diariodarussia.com.br/internacional/noticias/

Chancelaria russa propôs aula sobre história da Rússia a Barack Obama

 

Presidente norte-americano falou na Estônia em retorno aos tempos dos czares

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia propôs para seus seguidores no Facebook preparar para o Presidente dos Unidos, Barack Obama, uma relação das terras perdidas pela Rússia no século XIX. Esta foi a maneira encontrada pela chancelaria russa para comentar as declarações feitas na véspera pelo chefe de Estado norte-americano em Tallin, na Estônia.

Na ocasião, Obama disse que “retornar ao passado, ao tempo dos czares, tentar restituir terras perdidas no século XIX, não é a forma pela qual a Rússia pode declarar a sua grandeza no século XXI”.

Em resposta a isso, a chancelaria russa publicou a seguinte mensagem em sua página oficial no Facebook: “Hoje vamos todos juntos preparar para o Presidente Barack Obama um inventário das terras perdidas pela Rússia no século XIX!”.

http://www.diariodarussia.com.br/internacional/noticias/2014/09/04/chancelaria-russa-propos-aula-sobre-historia-da-russia-a-barack-obama/