terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Líderes petistas defendem parcerias para fortalecer pacto federativo

 

 

 

 

 

 

 

Prefeitos e prefeitas do Partido dos Trabalhadores lotaram, ontem, o auditório de um hotel em Brasília para debater com dirigentes partidários, representantes do PT no Congresso Nacional e do Governo, a viabilidade de uma parceria entre o governo e as administrações municipais. Os líderes da Bancada do PT na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE) e do Governo, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), apontaram a necessidade de parcerias como forma de produção de políticas sociais que atendam aos anseios da população.
Para José Guimarães, a questão central do debate é o pacto federativo. Ele defendeu a urgência de se conhecer a realidade dos municípios onde nasce o pacto federativo. De acordo com Guimarães, o pacto entre os governos precisa ser fortalecido.
“A carga das pequenas cidades está muito forte. Precisamos fazer com que os prefeitos e prefeitas tenham dos governos federal e estadual o apoio necessário para produzirem políticas públicas inovadoras, consistentes, com conteúdo popular. Acredito que esse é o grande diferencial das gestões governadas pelo PT”, afirmou o líder petista.
Já o líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia, disse que existem muito municípios em extrema dificuldade de honrar seus compromissos. Isso, explicou, se dá porque, muitas vezes, há uma discriminação no âmbito estadual.
“O Encontro Nacional vai servir de exemplo para os governantes estaduais. Desde a época do presidente Lula e, agora, com a presidenta Dilma, medidas como essas visam atender municípios, independentemente de quem os governe. Portanto, é dever do governante atender a todos, de acordo com critérios públicos. E a presidenta Dilma, seguramente, vai melhorar as condições de milhares de prefeituras do Brasil”, ressaltou Arlindo Chinaglia.
Prioridades - Nessa mesma perspectiva, a ministra de Relações Institucionais da Presidência da República, Ideli Salvatti, disse que as gestões petistas inverteram a lógica do “crescer para dividir”. De acordo com Ideli, a nova lógica “distribuir para crescer” promoveu a inclusão social, valorizou o salário mínimo, criou novos empregos e distribuiu renda. Para a ministra, a sustentação do governo está na política de inversão de prioridades. Nesse sentido, explicou, a presidenta Dilma vai realizar o que estiver ao alcance dela para atender as administrações municipais do País.
“O nosso governo não medirá esforços para que as prefeituras possam realizar políticas públicas de qualidade nas áreas da saúde, educação, cultura, habitação, infraestrutura. À parceria entre o governo federal e os municípios somam-se a outros parceiros que querem o bem do Brasil e do população brasileira”, disse Ideli Salvatti.

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